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Preservação Digital | V Seminário Internacional de Preservação Digital (SINPRED) será realizado em maio
Acontecerá entre os dias 12 e 14 de maio de 2021, de forma online, a quinta edição do Seminário Internacional de Preservação Digital (V SINPRED), organizado pela Rede Brasileira de Preservação Digital – Cariniana. Na ocasião, serão realizados o VI Encontro da Rede Cariniana e o V Encontro da rede de Pesquisa Dríade simultaneamente ao Seminário.

A iniciativa é do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e busca promover o intercâmbio de informações e experiências entre parceiros e usuários dos serviços oferecidos pela Rede.

O evento, que contará com a participação de vários representantes de instituições nacionais e internacionais, será gratuito, com tradução simultânea e contará com debates, palestras, reuniões e workshops com a participação de colaboradores da Rede Cariniana, representantes de diversas instituições parceiras, como a Fundação Biblioteca Nacional, além de usuários e pesquisadores interessados na preservação digital.

Joaquim Marçal, coordenador da BNDigital, participará da Mesa 4: Política e Planejamento da Preservação Digital. (http://eventoscariniana.ibict.br/index.php/sinpred5/navigationMenu/view/…)

Gabriela Ayres Ferreira Terrada, Bibliotecária e Arquivista da Biblioteca Nacional Digital -BND, fará parte da comissão organizadora.(http://eventoscariniana.ibict.br/index.php/sinpred5/navigationMenu/view/…).

Fonte – Fundação Biblioteca Nacional

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Grupo brasiliense Os Dramátikos apresenta leituras de clássicos on-line

Temporada com vídeos de acesso gratuito vai até 15 de abril

O grupo Os Dramátikos, de Brasília (DF), encena 16 obras teatrais no projeto Ciclo de Leituras Dramáticas, on-line e gratuito, até o dia 15 de abril. As leituras são realizadas ao vivo, todas as terças e quintas, sempre às 21h, pelo canal do coletivo no YouTube. Os vídeos permanecem acessíveis na plataforma.

As seis primeiras obras relacionam-se com o conteúdo dramático e musical do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB), para atender os que se preparam para a avaliação. As dez obras seguintes são de autores nacionais e internacionais.

Na quinta-feira, 1º de abril, o grupo vai fazer a leitura da sua adaptação da peça Geração Trianon, de Anamaria Nunes. O texto é uma celebração ao teatro brasileiro, ambientada no icônico Teatro Trianon, no Rio de Janeiro dos anos 1920. Na trama, um grupo precisa fazer com que um espetáculo tenha sucesso em cinco dias.

O Ciclo de Leituras Dramáticas tem como meta promover a valorização do texto dramático, que, pela natureza da linguagem, conforme explica o grupo, “necessita do corpo do intérprete para se realizar”. O grupo iniciou a temporada de leituras em 23 de fevereiro.

Além de Abaetê Queiroz, André Araújo, Juliana Drummond e Rosanna Viegas, integrantes do coletivo, participam como convidados os atores Bárbara Gontijo, Eduardo Moraes, Léo Gomes e Márcio Minervino.

Outras atividades

No mês de maio, Os Dramatikos prevê a realização de duas oficinas técnicas de leitura dramática, também em formato on-line, para o público em geral, atores, diretores e amantes das artes.

Ciclo de Leituras Dramáticas
Os Dramátikos

23 de fevereiro a 15 de abril, todas as terças e quintas, às 21h

Vídeos disponíveis no canal Os dramátikos no YouTube, aqui

Projeto realizado por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC)
Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) | Governo do Distrito Federal (GDF)

Com informações da Funarte Brasília

Fonte – Funarte

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Está disponível o kit digital da 19ª Semana Nacional de Museus

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) disponibilizou o kit digital para a divulgação da Semana de Museus 2021. Formado por cartaz, selos, capas para redes sociais, card arte, card para programação e certificado de participação, confira aqui o kit da 19ª Semana Nacional de Museus ( 19ª SNM). A previsão de lançamento do Guia da Programação é no dia 19 de abril.

As capas para as redes sociais e as informações sobre como usá-las foram pensadas para que as instituições participantes possam incrementar a comunicação da 19ª SNM e, dessa forma, consigam alcançar um público maior.

Coordenada pelo Ibram, a SNM será realizada entre os dias 17 e 23 de maio de 2021, data em que museus de todo o país organizam eventos e atividades a partir do tema proposto. Este ano o tema escolhido foi O futuro dos museus: recuperar e reimaginar, que propõe a reflexão sobre o futuro dos museus.

Dúvidas e outras questões sobre a 19ª SNM podem ser enviadas para o e-mail semana@museus.gov.br.

Fonte – Ibram

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Detentores participam de oficina sobre a salvaguarda do marabaixo
Marabaixo-AP

Grupos de marabaixo se mobilizam para elaboração do plano de salvaguarda (Foto: Iphan-AP)

Como pontapé inicial para a elaboração do Plano de Salvaguarda do marabaixo, Patrimônio Imaterial do Brasil desde 2018, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada ao Ministério do Turismo e à Secretaria Especial da Cultura, concluiu nesta segunda-feira (29) a primeira oficina de capacitação voltada para os marabaixeiros e marabaxeiras do Amapá.

A capacitação foi dividida em dois módulos, realizados por videoconferência. O primeiro tratou da Política Nacional do Patrimônio Imaterial e o reconhecimento do marabaixo. No segundo, os participantes conheceram os eixos de ação da salvaguarda para bens culturais registrados como Patrimônio Cultural do Brasil.

“O Plano de Salvaguarda vai direcionar a proposição de políticas públicas que garantam a valorização, a promoção e a sustentabilidade cultural do marabaixo”, explica o técnico em Antropologia da superintendência do Iphan no Amapá, Daniel Oliveira. O documento será elaborado pelos marabaixeiros e marabaxeiras, que são os detentores desse bem, com o apoio do Iphan.

“A oficina trouxe uma visão mais abrangente do que é a política de salvaguarda e como podemos adaptar as ações à nossa realidade para preservação do marabaixo”, disse a marabaixeira Danielly Paes, integrante do grupo de Marabaixo Devotos de Nossa Senhora da Conceição. A primeira oficina contou com treze participantes.

 Marabaixo

A origem do nome marabaixo remete aos africanos escravizados que morriam nos navios negreiros e cujos corpos eram jogados na água, enquanto os que sobreviviam cantavam hinos de lamento mar abaixo e mar acima. Com o tempo, eles passaram a fazer promessas aos santos que consagravam, e quando a graça era alcançada se celebrava um marabaixo em homenagem aquele santo.

Atualmente, o Ciclo do Marabaixo toma conta das ruas do centro de Macapá após a Semana Santa.  A festa é realizada como forma de manifestar toda a devoção à Santíssima Trindade e ao Divino Espírito Santo, ou seja, está ligada à religião católica. Este ano, por causa da pandemia, não haverá apresentações nas ruas. Mas as instituições que realizam o ciclo planejaram uma programação online que começa no sábado (03).

A manifestação cultural envolve tocar instrumentos, cantar e dançar. A caixa, uma espécie de tambor, é o instrumento utilizado para dar ritmo ao marabaixo. A letra da canção é chamada de ladrão. Isso porque antes as letras eram improvisadas, no momento, com base em questões do dia a dia das pessoas. Havia uma disputa, na qual o ladrão podia se apropriar da rima, roubando a cena e levando o canto em outra direção.

Legado

Passar a cultura do marabaixo às gerações futuras é uma prioridade dos detentores dessa manifestação. “Antes apenas os mais idosos participavam da roda. Na minha família, por exemplo, quando minha mãe desenvolveu Alzheimer, percebemos que ela não lembrava as letras das músicas. Sentimos a necessidade de levar essa tradição adiante. Primeiro minha irmã Marilda Costa e hoje toda a família está envolvida. Já temos uma quarta geração no marabaixo”, explica uma das coordenadoras do Ciclo, Valdinete Costa.

Crianças entram na roda do marabaixo

Em fevereiro, a família perdeu Marilda Costa, aos 78 anos. Marilda foi fundadora da Associação Cultural Berço do Marabaixo do antigo bairro Favela, atual bairro de Santa Rita. Foi membro fundadora da Academia Amapaense de Batuque e Marabaixo.  Contribuiu também para o registro do marabaixo como Patrimônio Imaterial do Brasil, levando adiante a tradição que começou ainda com a avó dela, Gertrudes Saturnino, uma das precursoras do ritmo no estado.

Para atrair os jovens, nos últimos anos, os marabaxeiros incluíram as crianças nas rodas, fizeram apresentações em escolas, adotaram vestimentas mais coloridas, permitiram a aceleração dos ritmos das canções tradicionais. Em 2019, com apoio do Iphan-AP, foram realizadas apresentações em escolas de oito municípios amapaenses.

 

Assessoria de Comunicação Iphan
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Adriana Araújo – adriana.araujo@iphan.gov.br
(61) 2024-5512
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Ciclo de seminários online discute legado do Choro
Em processo de registro, a manifestação é tema de eventos nos meses de abril e maio

Choro_CNFCP

Imagem de antes da pandemia mostra uma apresentação do ritmo choro.

s segundas-feiras de abril e maio, o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) promove seminários online para debater o choro como expressão cultural brasileira. Com a participação de detentores, pesquisadores e instituições ligadas a essa manifestação, os encontros serão transmitidos pelo canal do CNFCP no YouTube, e também pela página do Centro no Facebook, a partir das 19h.

Trata-se do segundo ciclo de seminários sobre o tema. O primeiro foi realizado em novembro de 2020, com foco em acervos e instituições de ensino. A iniciativa faz parte do processo de registro do choro como Patrimônio Cultural do Brasil. Este título é conferido pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada ao Ministério do Turismo e à Secretaria Especial da Cultura.

Em abril, o tema dos encontros consiste nas memórias e cenas do choro em variadas partes do país. Nesta segunda-feira, dia 5, o debate versa sobre movimentos e coletivos de choro em Sergipe, Maranhão, Paraná e Minas Gerais. Tanto o tema quanto a programação de maio serão divulgados posteriormente.

2021_CNFCP_SeminárioOnline_ChoroEm 2019, a Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro (Acamufec) foi selecionada por edital para conduzir a pesquisa e documentação da instrução técnica do processo de registro do choro. A Acamufec iniciou esse trabalho no ano passado por meio virtual, já que as atividades presenciais planejadas foram suspensas em virtude da pandemia de Covid-19.

Os objetivos do processo são compreender o choro não apenas enquanto gênero musical, mas como manifestação cultural coletiva e, ainda, identificar as relações que são constituídas por essa tradição musical. Ao término do processo, todas essas informações vão compor um dossiê de registro, dois documentários audiovisuais e documentação fotográfica. Nesse ponto, o dossiê será apreciado pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, que poderá reconhecer o choro como Patrimônio Cultural do Brasil.

O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular

Com atuação nacional, o CNFCP se dedica à pesquisa, documentação, difusão e execução de políticas públicas de preservação e valorização dos mais diversos processos e expressões da cultura popular. Criado em 1958, tornou-se em 2003 uma unidade especial do Iphan.

Serviço:

Seminários online Choro: Patrimônio Cultural do Brasil
Dia e horário: segundas-feiras de abril e maio, às 19h
Onde: Canal do CNFCP no Youtube e página do CNFCP no Facebook

Cultura, Artes, História e Esportes

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Elaboração de projetos culturais é tema de curso acessível para surdos

As oficinas contribuem para  o alcance da meta 18 e 29 do PNC.

Funarte e UFRJ, por meio do Arte de Toda Gente/Projeto Um Novo Olhar, começa a disponibilizar vídeos das oficinas

Começaram a ser postados no dia 8 de março, segunda-feira, os vídeos do curso “Elaboração de projetos e o uso das leis de incentivo pelo olhar do prestador de contas”. As oficinas fazem parte do Projeto Um Novo Olhar (UNO), integrante do Programa Arte de Toda Gente, da Fundação Nacional de Artes – Funarte – realizado em Parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O acesso aos sete vídeos é por meio do site do projeto: www.umnovoolhar.art.br. O curso conta com tradução para a linguagem Brasileira de Sinais (Libras), o que facilita o acesso às pessoas surdas.

Na série, a especialista Anacris Monteiro dá dicas valiosas de como formatar projetos culturais e administrar recursos obtidos por incentivo ou convênio. Além de som, imagem, gráficos, e tradução em Libras, os vídeos contarão, em breve, com audiodescrições para os elementos gráficos – direcionadas a alunos com deficiências visuais. O curso faz parte das ações do Um Novo Olhar para apoio ao canto coral, considerado uma das atividades musicais de maior capacidade inclusiva. Mas o conteúdo se aplica a qualquer ramos da produção cultural. A curadoria dos projetos do Arte de Toda Gente é da Escola de Música da UFRJ.

Ao longo dos sete módulos, Anacris Monteiro tratará de assuntos como: elaboração de projeto cultural simples; planilha orçamentária; caminhos para buscar recursos para seu projeto cultural; como funcionam as leis de incentivo cultural (ISS, ICMS e Rouanet); e prestação de contas. As informações e orientações da instrutora baseiam-se principalmente em sua própria experiência profissional. Os vídeos, assim como todo conteúdo do Um Novo Olhar, permanecerão disponíveis no site do projeto.

A instrutora

Anacris Monteiro é diretora da Ouro Verde Produções. Atua como produtora cultural há dez anos no mercado carioca. “Seu diferencial é ser especialista em processos de liberação, administração e prestação de contas de recursos incentivados e conveniados para projetos culturais”, informa a assessoria do projeto. A ministrante também foi contemplada com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2010. Tem atuado com sua produtora nos segmentos de dança, teatro infantojuvenil e para adultos e música – em shows e concertos com orquestras e corais –, entre outros.

O projeto Um Novo Olhar (UNO)

O objetivo do projeto Um Novo Olhar é promover a acessibilidade e a inclusão de crianças, jovens e adultos com algum tipo de deficiência, por meio das artes e da capacitação de professores e de regentes para coro. Com a exibição online de shows e oficinas, vídeo podcasts (vodcasts), “lives” sobre arte e acessibilidade e uma série de publicações, a iniciativa tem ainda como alvo ampliar a percepção de toda a sociedade sobre as deficiências.

O Programa Arte de Toda Gente inclui ainda os projetos Bossa Criativa – informações no site www.bossacriativa.art.br e Sistema Nacional de Orquestras Sociais (Sinos) – www.sinos.art.br. Confira e conheça também o canal de vídeos youtube.com/artedetodagente.

Programa Arte de Toda Gente
Projeto Um Novo Olhar (UNO)

Curso
Elaboração de projetos e o uso das leis de incentivo pelo olhar do prestador de contas
Com Anacris Monteiro

Vídeo-oficinas no site www.umnovoolhar.art.br, a partir do dia 8 de março de 2021

Os vídeos, assim com todos os outros conteúdos do projeto, permanecerão disponíveis no site

Realização
Fundação Nacional de Artes – Funarte
Secretaria Especial da Cultura | Ministério do Turismo
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Curadoria: Escola de Música da UFRJ

Atividades e mais informações disponíveis no site do projeto.

Informações sobre esse e outros programas da Funarte: www.funarte.gov.br

Texto: Henrique Koifman
Assessoria do Programa Arte de Toda Gente

Edição: Marcelo Mavignier
Funarte

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