Você está aqui:
Dia Nacional da Consciência Negra terá semana de eventos

14.11.2018 – 16:20

O lançamento da segunda edição do projeto Vamos Subir a Serra e uma semana de programações especiais marcam a celebração do Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro. Realizada pela Fundação Cultural Palmares (FCP), vinculada ao Ministério da Cultura, a semana de eventos iniciada no dia 12 de novembro inclui seminários, exibição de filmes, oficinas de gastronomia e cursos de capacitação. A programação se encerra no próximo dia 19.

Como parte da programação, acontece nesta quarta-feira (14) o Seminário Organização e Cidadania Quilombola, que reúne representantes das comunidades quilombolas de vários estados brasileiros. Todas as atividades serão realizadas em Alagoas, nas cidades de Maceió e União dos Palmares.

De acordo com o presidente da FCP, Erivaldo Oliveira, o seminário é muito importante especialmente pela oportunidade de passar para os quilombolas conhecimentos na área de cooperativismo. “Durante o seminário estamos conectando o Brasil inteiro e trocando experiências com os participantes aqui em Alagoas. Temos representantes quilombolas de vários estados como Rio de Janeiro, Goiás e Tocantins. A ideia é identificar as experiências positivas de cada lugar e replicar em outras regiões. É um trabalho muito interessante”, afirmou.

Ao longo do dia, os moradores das áreas remanescentes de quilombos compartilharão a história de suas comunidades, o surgimento de cada um dos quilombos. “Esses depoimentos tornam o seminário ainda mais rico. O Vamos Subir a Serra é um projeto estruturante, que traz feira do empreendedor e o empreendedorismo afrobrasileiro como um elemento de mobilidade social das comunidades quilombolas”, destacou Erivaldo.

O seminário contará com a participação da diretora de Proteção ao Patrimônio Cultural Afrobrasileiro da Fundação Palmares, Carolina Nascimento, que abordará o tema Cadastro Geral das Comunidades Quilombolas; e da analista de Políticas Sociais da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD), Josilene Magalhães, que traz o debate sobre associativismo e cooperativismo.

Janete Lima, ex-analista de projetos do setor de responsabilidade social da Eletrobrás e Liliana leite, coordenadora do Instituto de Desenvolvimento do Baixo Sul (IDES), discutirão no seminário, respectivamente, o acesso aos editais de projetos de organização produtiva e a experiência empreendedora das comunidades quilombolas do Baixo Sul da Bahia.

No Parque Memorial Quilombo dos Palmares, em União dos Palmares (AL), acontece a Oficina gastronômica Saberes e Sabores da Terra de Zumbi, com a Chef Mãe Neide Oyá de Oxum e a participação do professor Samuel Barbosa e a gastrônoma Ana Maria Lins. A oficina iniciada no dia 13 segue até o dia 16 de novembro.

 

Vamos Subir a Serra

Nesta quarta-feira (14), às 18h, será realizada a abertura oficial do projeto Vamos Subir a Serra, na Tenda Zumbi dos Palmares, na praça Multieventos da praia de Pajuçara, em Maceió (AL). Criado em parceria com o Centro de Cultura e Estudos Étnicos Anajô, entidade do movimento negro de Alagoas, o projeto pretende proporcionar à comunidade local e à sociedade em geral experiências de caráter educativo, cultural, político, simbólico e gerador de renda, além de firmar o Marco da Consciência Negra enquanto data comemorativa e momento de reflexão.

Serão realizadas atividades específicas e inovadoras, elaboradas para dar evidência ao episódio histórico da luta pela liberdade no solo do Quilombo dos Palmares. O evento reforça a luta por dignidade, respeito, e reconhecimento do povo negro. A programação do Vamos Subir a Serra, que se inicia nesta quarta-feira e vai até segunda-feira (19), se soma à solenidade de celebração do Dia Nacional da Consciência Negra. Com apresentações especiais como o Tributo à Zumbi dos Palmares, a efeméride será celebrada no próprio dia 20, no Parque Memorial Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga em Alagoas.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Interior do Espírito Santo celebra o audiovisual

13.11.2018 – 14:00

O Festival de TV e Cinema do Interior do Espírito Santo (Fecin), realizado em Muqui (ES), divulgou a seleção de filmes que vão compor a programação do evento, entre os dias 14 e 16 de novembro. Para esta edição, que traz o tema “Memória da Cor”, inspirado nos trabalhos desenvolvidos pela artista multimídia Monica Nitz (ES), foram selecionadas 35 obras audiovisuais, entre longas e curtas-metragens e séries para web e TV. A programação do evento também inclui um cursos, três seminários e um workshop voltados para a formação audiovisual.

Festival inclui estudantes do Ensino Médio com oficinas de experimentações audiovisuais. Foto: Divulgação

Em caráter competitivo, os filmes serão exibidos nas mostras Nacional e Espírito Santo, além da mostra capixaba de Web séries e séries de TV, e concorrem ao troféu “Catraca”, tradicional premiação do evento. Outros filmes convidados também integram a programação sem competir, como a ficção Os Incontestáveis, de Alexandre Serafini (ES, 2018) e o documentário Bando de Teatro Olodum, de Lázaro Ramos e Thiago Gomes (BA, 2018).

Para este ano, o Fecin traz como novidade a realização de atividades de formação audiovisual, com profissionais de renome no país, e abre inscrições para o público interessado em aprender mais sobre este mercado. Os temas são: Cinema como Negócio, com André Blak; Roteiro de Séries de TV e Novas Narrativas, com Lilian Fontes Moreira; Roteiro e Produção de Conteúdo LGBT, com Viv Schiller; Criando Conteúdo Audiovisual para WEB, com Bruno Heitor; e Fontes de financiamento ao audiovisual, com André Blak.

O festival também irá promover a inclusão dos estudantes do Ensino Médio com oficinas de experimentações audiovisuais e, para as crianças que estudam na rede público de ensino de Muqui, haverá sessões especiais com filmes infantis de animação do Instituto Marlin Azul.

“Além das mostras de filmes, optamos por incluir na programação do festival ações com foco na formação audiovisual. Entendemos que este é um mercado em constante crescimento no país e no mundo, e acreditamos que fomentar a produção é também um papel dos festivais de cinema, não só exibindo o produto final, como também estimulando a criação a partir do compartilhamento dessas práticas”, pontua o representante da Caju Produções, Léo Alves. As inscrições podem ser feitas por meio de um formulário online no site do Fecin.

O Festival é uma realização do Instituto Marlin Azul, Caju Produções e Ministério da Cultura com apoio da Prefeitura Municipal de Muqui e Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo, com patrocínio do BRDE, FSA e Ancine.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

MinC e EBC debatem preservação audiovisual

12.11.2018 – 15:45

A preservação e a difusão de acervos audiovisuais são temas do Seminário Memória, Identidade e Futuro – a preservação audiovisual hoje, que será realizado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), nesta terça-feira (13), às 19h, no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, apoiador do evento. O Ministério da Cultura (MinC) será representado pelo secretário de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual, Marcos Tavolari, que falará sobre A difusão de acervos audiovisuais e seus aspectos jurídicos.

O seminário, que será gravado e exibido pelo Programa Sem Censura e pela Rádio MEC, propõe uma reflexão sobre patrimônio audiovisual. Para a curadora do evento, Liloye Boubli, a preservação de acervos audiovisuais deve ser debatida amplamente.

“O audiovisual tem especificidades diferentes de outros patrimônios de natureza material, por exemplo. O patrimônio audiovisual traz a possibilidade de se multiplicar ao longo do tempo, gerando novos produtos. Essa é uma das características que conferem ao setor uma dinâmica distinta de outros patrimônios”, explicou.

O secretário de Direitos Autorais, Marcos Tavolari, destacou que os arquivos audiovisuais merecem um tratamento multidimensional em razão da sua relevância e características especiais. “A guarda e a conservação produtos audiovisuais devem atender aos princípios legais da preservação da memória e da proteção dos bens culturais audiovisuais como um compromisso intergeracional”, afirmou.

Na avaliação do secretário, os direitos autorais devem ser assegurados e precisam estar em conexão com os criadores intelectuais, especialmente quando disponibilizado ao público fora do alcance do seu licenciamento original. Além disso, para ele, existem diversas nuances que precisam ser observadas, especialmente quando houver recursos públicos no financiamento ou na integralidade da produção.

Tavolari defende que o ideal, no que se refere aos aspectos futuros da guarda, preservação e acesso estejam incluídas nas negociações originais referentes a cessão ou licenciamento de direitos quando da produção. “É preciso observar ainda outros elementos como a proteção aos direitos de personalidade advindos do tratamento e exposição futura do conteúdo, principalmente no caso de edições”, pontuou.

De acordo com a curadora, os projetos e iniciativas desenvolvidas pelo Ministério da Cultura, pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no campo da preservação de acervos se somam ao trabalho revitalização de acervos audiovisuais da própria EBC.

“Temos um acervo primoroso, que vem desde 1936, do trabalho iniciado pela à época pela Fundação Roquette Pinto. Por essa razão, acreditamos ser de fundamental importância nos comunicar com a sociedade e trazer uma semente de discussão acerca da preservação audiovisual”, avalia Boubli.

O seminário também contará com a presença de representantes da UNESCO, da Federação Internacional dos Arquivos de TV, da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Confira, abaixo, a composição completa da mesa:

Adauto Candido Soares
Coordenador de Comunicação e Informação – UNESCO
A importância da preservação audiovisual para a memória do mundo

Hernani Heffner
Membro da ABPA – Associação Brasileira de Preservação Audiovisual
Curador Adjunto e Conservador-Chefe da Cinemateca do MAM
O futuro dos acervos audiovisuais, ativos que se multiplicam ao longo do tempo

Rita Marques
Membro do Conselho Executivo da FIAT – Federação Internacional dos Arquivos de TV
A preservação e a valorização da memória audiovisual das TVs no mundo e a importância do acervo da EBC na história da Comunicação Pública Brasileira

Marcos Tavolari
Secretário de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual do Ministério da Cultura
A difusão de acervos audiovisuais e seus aspectos jurídicos

Vera Barroso
Jornalista e Apresentadora do programa Sem Censura (TV Brasil)
Mediação

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

MinC anuncia aporte no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

8.11.2018 – 16:59

Nesta quarta-feira (7), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, participou da cerimônia que celebrou o 180º aniversário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), no Rio de Janeiro (RJ). Entre outras ações, foi anunciado convênio com o IHGB voltado para as celebrações dos 200 anos da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 2022. Essa será a primeira exposição do instituto realizada em parceria com o Ministério da Cultura (MinC).

Do aporte do MinC de R$ 224 mil, R$ 140 mil serão para a realização do seminário e exposição ‘Aclamação de D. João VI no Rio de Janeiro’. Foto: Clara Angeleas (Ascom/MinC)

Na solenidade, o ministro fez o anúncio do aporte de R$ 224 mil do Ministério da Cultura (MinC) à entidade. Deste montante, R$ 140 mil são para a realização do seminário e exposição ‘Aclamação de D. João VI no Rio de Janeiro’. Os R$ 84 mil restante serão aplicados, exclusivamente, em atividades de preservação da memória histórica e geográfica brasileira. Até 2022, deverão ser realizados dois eventos por ano, entre seminários, exposições ou outras atividades.

Para o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, o anúncio de recursos para o IHGB é parte de um processo de valorização de uma instituição quase bicentenária, que presta relevantes serviços ao País. “É digno de celebração chegar aos 180 anos como instituição atuante, pulsante que cumpre os seus objetivos estatutários com louvor, possibilitando às novas gerações o contato com a história. A história do IHGB se confunde com a história do Brasil”, ressaltou.

Estiveram presentes na celebração dos 180 anos do IHGB associados e representantes de institutos, estaduais e nacionais, acadêmicos e de patrimônio, além do o cônsul geral adjunto de Portugal, João de Deus.

 

Obra de arte

No evento foi informada a aquisição, por parte do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), entidade vinculada do MinC, do óleo sobre tela “Barão e Baronesa de Nova Friburgo”, do pintor alemão Emil Bauch. O quadro, de 1867, retrata a família do barão do café Antônio Clemente Pinto, primeiro morador do Palácio do Catete, hoje Museu da República.

O obra de Bauch foi adquirida pelo Instituto Histórico Geográfico Brasileiro (IHGB) em 1920. Em 1974, foi cedida ao Museu da República, onde está em exposição permanente até hoje. A aquisição do quadro é parte de um processo de regularização de posses de obras do Instituto Brasileiro de Museus. Ela foi avaliada em R$ 500 mil e será comprada pelo valor de R$ 450 mil.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ações culturais transformam e revitalizam cidades

7.11.2018 – 10:45

Mesa “Soho Effect – Intercâmbio de experiências e políticas públicas como antídotos à gentrificação” mostrou como a cultura tem papel importante para a revitalização das cidades. Foto: Ronaldo Caldas (Ascom/MinC)

Já pensou que ações culturais constituem vetores de desenvolvimento urbano e são capazes de revitalizar áreas historicamente degradadas de cidades ao redor do mundo? O assunto é debatido e analisado pelo World Cities Cultural Forum, uma rede de cidades criativas que se estabeleceu a partir de um chamado da prefeitura de Londres, em 2012. A iniciativa foi tema, nesta terça (6), da mesa “Soho Effect – Intercâmbio de experiências e políticas públicas como antídotos à gentrificação”, que integra a programação do MicBR, em São Paulo.

O evento contou com a participação do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, do diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron, e do produtor Omar Marzagão, entre outras autoridades. ‘Sou um entusiasta do World Cities Culture Forum. Integrar rede não implica apenas no reconhecimento internacional. A participação no Forum é enriquecedora porque é a oportunidade de conhecer boas práticas, cases e políticas voltadas para economia criativa”, afirmou o ministro.

Durante o encontro, Sá Leitão disse ser importante a participação de cidades brasileiras nessa rede, considerou positiva a realização do fórum com foco na América Latina (o Latin Cities Culture Forum) e enfatizou que o Ministério da Cultura (MinC) apoia meios para que ele ocorra. “Será mais um impulso para a economia criativa do Brasil e a política cultural, sobretudo em nível municipal e local”, explicou.

Sobre o tema de redes de cidades, o ministro lembrou ainda que o MinC irá prestar consultoria a cidades brasileiras para elaboração do dossiê de candidatura à Rede de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

 

Soho Effect

Presente à mesa de debate, o produtor Omar Marzagão explicou como a cultura tem papel importante para a revitalização das cidades e para o fortalecimento das próprias atividades culturais. Lembrou que, na década de 1980, o Soho era um bairro perigoso em Manhattan, mas que ganhou vida graças à classe artística que morava lá.

“Os artistas, onde chegam, criam ecossistemas de vidas e redes econômicas crescem a partir disso. Eles revitalizaram e ajudaram a economia local, mas são os primeiros a terem que sair. São problemas que devem ser revistos”, explicou. “É preciso rever políticas públicas para valorizar o papel e a importância das pessoas criativas dentro do planejamento das cidades”, defendeu.

 

Dia intenso 

Ao enfatizar a questão da preservação e promoção da diversidade cultural e ao dar relevo à dimensão econômica das atividades culturais e criativas, a UNESCO ampliou o olhar sobre a cultura, segundo Sá Leitão. Foto: Ronaldo Caldas (Ascom/MinC)

Ao longo desta terça-feira (6), o ministro participou de diversas atividades da programação do MicBR, megaevento de economia criativa promovido pelo MinC e pela Apex-Brasil, que ocorre até 11 de novembro em São Paulo (SP).

Pela manhã, Sá Leitão visitou o espaço das rodadas de negócios, no Club Holms, na Avenida Paulista. Em seguida, participou da mesa de abertura do lançamento do Relatório Mundial 2018 “Repensar as políticas culturais: criatividade para o desenvolvimento”, em parceria com a UNESCO.

Na ocasião, lembrou que a convenção da entidade trouxe um olhar mais amplo para a cultura, ao enfatizar a questão da preservação e promoção da diversidade cultural e ao dar relevo à dimensão econômica das atividades culturais e criativas.

O ministro explicou também que o relatório lançado nesta terça é um “balanço e atualização da convenção de 2005”, focado em como a convenção se torna concreta nas políticas públicas de cultura ao redor do mundo.

À tarde, conferiu ainda a palestra “Por que a criatividade importa?”, proferida no Masp pelo CEO da Creative London, John Newbigin. O debate abordou a substituição do trabalho humano por máquinas e como a indústria criativa pode ser um refúgio diante desse cenário.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Funarte realiza seminário de música brasileira infantil

6.11.2018 – 10:30

A Fundação Nacional de Artes (Funarte), entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), realiza nos dias 13 e 14 de novembro – de 9h30 às 18h, no Museu de Arte do Rio de Janeiro (RJ) – o Seminário Funarte Música Brasileira Infantil. A participação do público é gratuita, mediante inscrições prévias. O prazo é até 9 de novembro ou até o preenchimento das 85 vagas. Acesse o formulário de inscrições aqui.

Foto: Erica Bodin

O Seminário Funarte Música Brasileira Infantil engloba rodas de conversa e vivências, ministradas por profissionais com larga experiência no assunto. Para debater a importância da música na escola, o evento conta com a participação de professores da Gerência de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação, parceira da iniciativa.

Também estão confirmadas as presenças de Paulo Tatit, do grupo Palavra Cantada; de Maurício Maas, do grupo Barbatuques; e de Isadora Canto, que desenvolve um trabalho com música na gestação e no pós-parto. Outros convidados são Flora Poppovic e Ângelo Mundy, que realizam espetáculos e vivências para crianças, com música e danças tradicionais brasileiras.

De acordo com Marcos Souza, diretor do Centro da Música da Funarte, a proposta da ação é reunir educadores, empreendedores culturais, músicos, gestores públicos, contadores de história para “compartilhar experiências, identificar necessidades comuns e construir uma rede colaborativa em torno do tema”. A iniciativa tem como objetivo principal discutir a presença da música brasileira infantil na educação, formal e não formal – em seus espaços, meios processos –, em todo o país.

“Convidamos profissionais que possam compartilhar experiências musicais variadas: da música durante a gestação às brincadeiras dos primeiros anos; da tradição da cultura popular às abordagens mais inovadoras. Em diferentes espaços e contextos, a música ajuda a criança a se desenvolver integralmente, em todas as dimensões da vida humana: subjetivas, sociais, cognitivas, psicológicas, emocionais e culturais”, afirma Bebel Nicioli, musicista e uma das curadoras do Seminário.

 

Serviço

Seminário Funarte Música Brasileira Infantil
13 e 14 de novembro, das 9h30 às 18h
Auditório do Museu de Arte do Rio (MAR) – Praça Mauá, nº 5

 

Programação (sujeita a alteração)

 

13/11/2018

8h30/9h30 – Cadastramento

9h30/10h – Lanche

10h/ 10h30 – Abertura

10h30/12h30 – Música Brasileira Infantil nas Políticas de Educação e Cultura

Luciano Cintra (Secretaria Municipal de Educação), Caíque Botkay (MultiRio), Fernanda Castro (Museus Castro Maya/Museu Histórico Nacional), João Pinho Agência Nacional de Cinema (Ancine). Mediação: Eulícia Esteves (Funarte).

12h30/14h – Intervalo para almoço

14h/16h – Música e Educação infantil: experiências na escola

Adriana Rodrigues (Conservatório Brasileiro de Música).

16h/16h30 – Lanche

16h30/18h – Vivência musical – Flora Poppovic e Ângelo Mundy (Mundo Aflora)

 

14/11/2018

9h30/ 10h – Lanche

10h/12h – Experiências e práticas musicais com o público infantil

Paulo Tatit (Palavra Cantada), Maurício Maas (Barbatuques), Weber Lopes (Pé de Sonho), Isadora Canto. Mediação: Bebel Nicioli (Farra dos Brinquedos).

12h30/14h – Intervalo para almoço

14h/15h – Painel de Comunicações

15h/16h – Vivência musical

André Hosoy e Maurício Mass (do grupo Barbatuques)

16h/16h30 – Lanche

16h30/18h – Informes. Construindo a rede de trocas. Encaminhamentos.

 

Fonte: Fundação Nacional de Artes / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *