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MinC inicia capacitação para o Prêmio Culturas Populares

Os municípios de Natal (RN), Manaus (AM), Mossoró (RN), Boa Vista (RR), São Paulo (SP), Santana de Parnaíba (SP) e Soure (PA) serão os primeiros a receber, esta semana, oficinas gratuitas do Ministério da Cultura (MinC) para auxiliar os interessados em participar da 6ª edição do Edital Culturas Populares. Não será necessária inscrição prévia. Representantes do MinC estarão à disposição do público para tirar dúvidas, apresentar o edital e orientar como devem ser feitas as inscrições. As oficinas serão ministradas nas cinco regiões do País.

O 6º Prêmio Culturas Populares: Edição Selma do Coco é a maior premiação da cultura popular em termos de valores e número de premiados, concedida pelo MinC desde 2007. Serão investidos R$ 10 milhões em 500 iniciativas que fortaleçam e contribuam para dar visibilidade a atividades culturais de todo o Brasil, como o cordel, quadrinha, maracatu, jongo, cortejo de afoxé, bumba-meu-boi, boi de mamão, entre outras.

Na edição 2018 do Edital, cada um dos premiados receberá R$ 20 mil, o dobro de 2017. As inscrições podem ser feitas até 13 de junho, pela internet, na página http://culturaspopulares.cultura.gov.br/, pelo sistema Salic, ou via postal.

O edital premiará iniciativas em cinco categorias: 200 prêmios para mestres e mestras (pessoa física); 180 para iniciativas de Grupos sem CNPJ; 70 para pessoas jurídicas sem fins lucrativos; 30 para pessoas jurídicas com ações comprovadas em acessibilidade cultural; e 20 para herdeiros de mestres e mestras já falecidos (in memoriam).

Lançado no último dia 27, em Recife (PE), a 6ª edição do Prêmio Culturas Populares homenageia a cantora pernambucana Selma Ferreira da Silva, a Selma do Coco, falecida em 2015.

Sobre o Prêmio

Nas cinco últimas edições, o Prêmio Culturas Populares contou com 9 mil inscrições e distribuiu R$ 18,7 milhões em prêmios a 1.545 mestres, grupos e entidades sem fins lucrativos, em todas as regiões do País. A premiação estava suspensa desde 2012 e foi retomada no ano passado, quando obteve número recorde de inscritos (2.862), com 500 premiados.

Na edição de 2017, foram 258 agraciados do Nordeste, 151 do Sudeste, 42 do Norte, 21 do Centro-Oeste e 28 do Sul do Brasil. Para garantir que a distribuição dos recursos seja feita de forma democrática, em 2018 serão 100 prêmios para cada região. Se uma das regiões não atingir o total de vagas existentes, as vagas restantes serão redistribuídas entre as demais regiões.

Confira locais e horários das oficinas:

Oficina em Natal/RN
Data: 10/5
Local: Teatro de Cultura Popular Chico Daniel
Endereço: R. Jundiaí, 641 – Tirol, Natal
Horário: 14h
Oficina em Manaus/ AM
Data:10/5
Local: Les Artistes Café Teatro
Endereço: Av. Sete de Setembro, 377- Centro
Horário: 17h
Oficina em Mossoró/ RN
Data:11/5
Local: Estação das Artes Elizeu Ventania
Endereço: Av. Rio Branco, S/N – Centro
Horário: 9h
Oficina em São Paulo/ SP
Data:11/5
Local: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – Salão Nobre
Endereço: R. Mauá, 51, Bairro Luz
Horário: 14h
Oficina em Boa Vista/ RR
Data:11/5
Local: Auditório do Palácio 9 de julho
Endereço: R. General Penha Brasil, 1011 – São Francisco
Horário: 17h
Oficina em Santana do Parnaíba/ SP
Data:12/5
Local: dentro da 131ª Festa do Cururuquara
Endereço: Largo das Palmeiras, s/n. – Cururuquara
Horário: 16h
Oficina em Soure-Marajó/ PA
Data:12/5
Local: Associação Cultural Cruzeirinho
Endereço: Travessa 13, esquina com a 6ª rua
Horário: 17h

Fonte: ASCOM MinC

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MinC, Abragames e UFRGS lançam curso gratuito de jogos

O curso “O setor de games no Brasil: dicas e desafios para empreendedores”, que oferece capacitação gratuitamente para o mercado de jogos eletrônicos, já está disponível na internet. A iniciativa é resultado de parceria do Ministério da Cultura com a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e o Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NECCULT-UFRGS). As inscrições podem ser feitas a qualquer momento, na plataforma de cursos on-line Lúmina (https://lumina.ufrgs.br/login/signup.php), da UFRGS.

Com duração total de 30 horas, as aulas oferecem conteúdo em vídeos e textos, no formato de educação a distância. Esse é o segundo de uma série de três cursos, concebida a partir de debates da edição de 2017 do Brazil’s Independent Game Festival (BIG Festival), maior festival de jogos independentes da América Latina.

A ideia é oferecer aos desenvolvedores as melhores possibilidades de se inserir e sobreviver no mercado de jogos eletrônicos. Há três eixos: finanças, relacionamentos com parceiros e aspectos legais.

O curso apresenta um panorama das opções de financiamento para o desenvolvimento de games e de como obter renda na atividade. Além disso, oferece dicas para o relacionamento com outros atores do mercado, tais como agentes, parceiros e publishers. Trata, ainda, dos cuidados legais que se deve ter nas etapas de contrato, alfândega e licenciamento. Por fim, aborda os aprendizados com casos bem e malsucedidos.

Outros cursos

O primeiro curso, ainda disponível ao público − “Setor de games: panoramas, carreiras e oportunidades” −, foi concebido tanto para iniciantes quanto para quem já dispõe de informações sobre o mercado de jogos.

Com cinco aulas, o primeiro curso oferece uma análise inicial do setor, sua importância na economia criativa, nas estruturas das desenvolvedoras independentes e na articulação de comunidades para permitir um crescimento conjunto do setor. Também mostra quais são as possíveis áreas de atuação dentro do mercado de games: roteirista, programador e designer, entre outras.

Até junho, deverá ser lançado o terceiro curso − “Internacionalização no setor de games” −, que apresentará oportunidades de atuação internacional e a rede de apoio já estruturada para ajudar os desenvolvedores nessa nova etapa de negócios.

O BIG Festival 2018 será realizado de 23 de junho a 1º de julho, simultaneamente nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Em São Paulo, no dia 26, haverá uma solenidade de entrega de certificados para as dez primeiras pessoas que tiverem completado os três cursos.

Desde 2009, o MinC investe em games, por meio de editais: a Agência Nacional do Cinema (Ancine) já destinou R$ 20 milhões e as Secretarias do Audiovisual e da Economia da Cultura, R$ 3 milhões.

Fonte: ASCOM MinC

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Circuito #CulturaGeraFuturo leva oportunidades a produtores culturais do Acre

Ministra interina Mariana Ribas abriu o Seminário #CulturaGeraFuturo, em Rio Branco (Foto: Clara Angeleas/Ascom MinC)

O Ministério da Cultura (MinC) realizou, nesta segunda-feira (16), em Rio Branco (AC), o Circuito #CulturaGeraFuturo, que tem por objetivo ampliar o alcance da política cultural e dos instrumentos de fomento à cultura do Governo Federal.

Artistas, produtores culturais, gestores públicos e incentivadores participaram do evento, aberto pela ministra interina da Cultura, Mariana Ribas. Ela representou o titular da pasta, Sérgio Sá Leitão, que cumpre agenda internacional esta semana. Mariana destacou a força da cultura como eixo de promoção do desenvolvimento econômico do Brasil. Também apresentou as principais realizações do MinC.

O ministro Sérgio Sá Leitão deixou uma mensagem em vídeo especialmente gravada para o evento desta segunda-feira em Rio Branco. Ele explicou as metas dos seminários do Circuito #culturagerafuturo. “Nosso objetivo é ampliar ao máximo a adesão aos instrumentos de fomento, em especial nas regiões onde esses mecanismos têm utilização reduzida, como é o caso do Norte e do Nordeste do País. Queremos que haja mais e melhores projetos culturais sendo realizados no Acre para que a cultura possa transcender as divisas do estado”, defendeu.

Logo em seguida, Marina Ribas mostrou que há, sim, recursos para estimular a produção cultural. “Em 2018, há R$ 1,35 bilhão de recursos disponíveis para incentivo a projetos via Lei Rouanet em todo o Brasil e cerca de R$ 1,5 bilhão para o fomento ao audiovisual, via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e Lei do Audiovisual. Nosso objetivo é fazer com que esses recursos cheguem a um número cada vez maior de projetos, de diferentes regiões do país”, ressaltou a ministra interina.

Durante a apresentação das diretrizes e resultados do MinC, a ministra interina da Cultura enfatizou a necessidade do envolvimento dos gestores culturais, das empresas e dos demais agentes do setor na adesão aos mecanismos de fomento do ministério, entre os quais estão a Lei Rouanet e a Lei do Audiovisual. “Se não envolvermos todos não conseguimos alcançar nosso objetivo”, disse.

Para Mariana Ribas, o duplo valor da cultura – o econômico e o simbólico – precisa ser reconhecido e valorizado pela sociedade e pelo poder público. “A cultura, hoje, representa 2,64% do PIB e gera cerca de um milhão de empregos diretos. Precisamos encarar a cultura como um dos principais ativos do País. Precisamos encarar a política pública de cultura como eixo fundamental da política de desenvolvimento, com alto impacto sobre a geração de renda, emprego, inclusão, valor agregado e arrecadação de impostos “, destacou a ministra interina no evento em Rio Branco.

O secretário de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) do MinC, José Paulo Martins, fez um apelo para que a cultura seja valorizada pela sociedade. “As pessoas não podem mais olhar a cultura como um hobby, que o artista tenha de desempenhar suas funções sem nenhuma remuneração, por diletantismo. A cultura tem importante papel na economia brasileira. Colocar a cultura no devido lugar na sociedade brasileira é um compromisso de todos nós. A sociedade é que precisa se organizar para que isso possa acontecer”, afirmou.

Fomento

Em 2017, o Acre esteve entre os três únicos estados do País nos quais não foram captados recursos por meio da Lei Rouanet para execução de projetos culturais. Outros dois estados também são da região Norte: Amapá e Roraima. A última captação no Acre foi registrada em 2015, no valor de R$ 80 mil. Com a capacitação realizada por meio do Circuito #CulturaGeraFuturo, busca-se modificar essa realidade.

Nesta 5ª rodada do Circuito #CulturaGeraFuturo, a ministra interina Mariana Ribas destacou os mecanismos de fomento do setor audiovisual do MinC nas linhas operadas pela Secretaria do Audiovisual (SAv) e pela Agência Nacional de Cinema (Ancine). Pela SAv, o enfoque está na inclusão, na preservação, difusão, formação e capacitação. Pela Ancine, há linhas de investimento para produção e coprodução internacional, TV, cinema, exibição e coinvestimentos regionais. “No setor do audiovisual, as diretrizes do MinC são a desburocratização e ampliação dos investimentos e dos desembolsos, estratégia que inclui a descentralização da aplicação de recursos”, enfatizou a ministra interina.

Os números globais e nacionais do setor de games, que têm significativo potencial de crescimento dentro do audiovisual, também receberam destaque na apresentação de Mariana Ribas. “O mercado de games movimenta, em todo o mundo, uma receita 2,8 vezes maior que a bilheteria da indústria cinematográfica e 7,2 vezes maior que a receita da indústria fonográfica. A expectativa é que, somente no Brasil, o setor cresça US$ 1,5 bilhão em 2018”, afirmou.

Mariana Ribas também chamou a atenção dos participantes do seminário para a utilização dos recursos provenientes das emendas parlamentares. “Este ano estão previstos, em emendas individuais, R$ 856 mil. São recursos que poderão ser investidos em promoção cultural por meio de feiras, festas populares, preservação e restauração de patrimônio, além da instalação, reforma ou modernização de equipamentos culturais (bibliotecas, museus, cinemas, CEUs)”, esclareceu.

Futuro

O Circuito será realizado entre abril e julho. Equipes do Ministério da Cultura (MinC) irão às 27 capitais brasileiras, levando orientações sobre a Lei Rouanet, a Lei do Audiovisual, o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e outras oportunidades. Haverá também um módulo voltado a patrocinadores. Rio Branco é a quinta cidade a receber o evento. O Circuito #CulturaGeraFuturo já passou por Macapá (AP), Fortaleza (CE), Brasília (DF) e João Pessoa (PB).

Os encontros do Circuito #CulturaGeraFuturo têm formato de seminário, com duração prevista de um dia em cada capital. Uma equipe da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) do MinC, responsável pela gestão da Lei Rouanet, orienta os participantes e tira dúvidas sobre a apresentação de projetos. Além disso, representantes da Secretaria do Audiovisual (SAv) do MinC e da Agência Nacional de Cinema (Ancine) detalham os editais e as linhas de financiamento disponíveis para o setor audiovisual.

Cultura no Acre

No Acre, o Ministério da Cultura tem ações com foco especial para os indígenas, que correspondem a 2,4% da população. São 209 aldeias no estado. O Edital Documentário Afro-brasileiro e Indígena, lançado em fevereiro pela Secretaria de Audiovisual do MinC, determina que no mínimo 10% dos projetos selecionados deverão ter diretores indígenas. O edital vai selecionar dez projetos de produção independente, com até R$ 500 mil por projeto.

Outro edital, o Jamaxin Cultural, este sem recorte de público específico, foi lançado em 2017 pelo MinC em parceria com o governo estadual, que promoveu a circulação de atividades artísticas e de formação nos municípios acreanos. Foram investidos R$ 2,2 milhões em recursos do estado e do Fundo Nacional da Cultura (FNC) em 38 projetos premiados em quatro áreas – teatro, dança, música e artes visuais.

O Acre aderiu em abril de 2013 ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), instrumento de gestão de políticas culturais compartilhado entre União, estados e municípios. O estado ocupa o 12º lugar no ranking nacional em termos de adesão de municípios. De 22 municípios acreanos, 10 já aderiram ao SNC, o que corresponde a 45,5% do total. São eles: Rio Branco, Brasileia, Bujari, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Jordão, Plácido de Castro, Porto Acre, Tarauacá e Xapuri.

O Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) desembolsou R$ 3.689.980,00 para projetos do Acre em 2017. O valor representa 0,29% do total desembolsado pelo fundo no ano passado.

O MinC mantém contratos de repasse e convênios para obras no Acre. Um dos projetos, por exemplo, envolve repasse de mais de R$ 450 mil para a aquisição de equipamentos e mobiliários para a Biblioteca Pública de Rio Branco.

O estado tem oito Pontos de Cultura diretos (conveniados pelo próprio MinC), 15 integrantes da rede estadual de Pontos e 16 pontos indígenas.

Fonte: ASCOM MinC

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Educação patrimonial é tema de evento em Tatuí (SP)

Como ações educativas podem auxiliar na preservação da memória coletiva? Quais são as principais estratégias no trabalho de educação patrimonial? Essas são algumas questões que a roda de conversa Patrimônio Cultural, Cidadania e Educação Patrimonial pretende abordar. Com o objetivo de apresentar as diretrizes de Educação Patrimonial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e fomentar o debate sobre o tema, o evento é realizado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico (CONDEPHAT) de Tatuí (SP), em parceria com a Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude da Prefeitura Municipal. 

Além de apresentar os princípios de Educação Patrimonial do Iphan, a roda de conversa busca refletir qual a relação da educação para a mobilização social no campo do patrimônio. A coordenadora de Educação Patrimonial do Iphan, Sônia Rampim, que será a mediadora do encontro, explica que as estratégias educativas são fundamentais para propiciar a interação social entre o poder público e os diversos atores sociais envolvidos e preocupados com a preservação da memória coletiva.

O encontro, direcionado a professores e gestores culturais do município, também será aberto aos demais interessados. Acontecerá no dia 31 de março no Centro de Artes e Esportes Unificados Fotógrafo Victor Hugo da Costa Pires e será gratuito. As inscrições devem ser feitas no dia do evento.

Serviço:
Roda de conversa Patrimônio Cultural, Cidadania e Educação Patrimonial
Data: 31 de março de 2018, sábado, 9h30
Local: Centro de Artes e Esportes Unificados Fotógrafo Victor Hugo da Costa Pires, em Tatuí (SP)

Serviço:
Roda de conversa Patrimônio Cultural, Cidadania e Educação Patrimonial
Data: 31 de março de 2018, sábado, 9h30
Local: Centro de Artes e Esportes Unificados Fotógrafo Victor Hugo da Costa Pires, em Tatuí (SP)

Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação Iphan

comunicacao@iphan.gov.br
Fernanda Pereira – fernanda.pereira@iphan.gov.br 
Yara Diniz – yara.diniz@iphan.gov.br
(61) 2024-5534 – 2024-5504
(61) 99381-7543
www.iphan.gov.br
www.facebook.com/IphanGovBr | www.twitter.com/IphanGovBr
www.youtube.com/IphanGovBr

Fonte: Iphan

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MinC percorrerá 27 capitais para capacitar produtores culturais

“Vamos capacitar e estimular proponentes e gestores públicos, qualificar projetos e atrair mais patrocinadores”, destacou Sá Leitão em evento de lançamento do Seminário #CulturaGeraFuturo (Foto: Ronaldo Caldas/Ascom MinC)

O Ministério da Cultura (MinC) vai percorrer as cinco regiões do Brasil, entre abril e julho, com o Circuito #CulturaGeraFuturo, que tem o objetivo de capacitar produtores culturais e gestores públicos para lidar com os mecanismos de fomento à cultura disponíveis no Governo Federal. Equipes do MinC estarão nas 27 capitais brasileiras, levando orientações sobre a Lei Rouanet, a Lei do Audiovisual, o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e outros mecanismos. Haverá também um módulo voltado a patrocinadores.

Durante o lançamento do Circuito #CulturaGeraFuturo, nesta quinta-feira (15), em São Paulo, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, anunciou que a primeira capital a receber o evento será Macapá (AP), no próximo dia 2 de abril. O Amapá foi um dos três estados onde não houve captação de recursos via Lei Rouanet em 2017. Os outros foram Acre e Roraima. “Queremos mudar este cenário e ampliar o uso dos mecanismos de fomento à cultura em todas as regiões. Vamos capacitar e estimular proponentes e gestores públicos, qualificar projetos e atrair mais patrocinadores”, disse o ministro.

Em 2018, há R$ 1,35 bilhão para a Lei Rouanet; cerca de R$ 300 milhões para a Lei do Audiovisual; e cerca de R$ 1,2 bilhão para o programa #AudiovisualGeraFuturo, via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

O secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, José Paulo Soares Martins, destacou a importância do contato direto com quem atua e investe na cultura. “Não se administram mecanismos de fomento importantes como esses ficando apenas num gabinete em Brasília. É preciso conhecer de perto a realidade do País”, disse Martins.

Os encontros do Circuito #CulturaGeraFuturo terão formato de seminário, com duração prevista de um dia em cada capital. Uma equipe da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, responsável pela gestão da Lei Rouanet, explicará como funciona este que é o principal mecanismo de fomento à cultura do País, orientando os participantes e tirando dúvidas sobre a apresentação de projetos.

Depois, técnicos da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e da Secretaria de Audiovisual (SAv) do MinC falarão sobre as oportunidades no campo do audiovisual, inclusive os novos editais do programa #AudiovisualGeraFuturo, lançados em fevereiro e março, que contam com R$ 551 milhões do FSA. Também participarão técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e de outras áreas. O ministro também participará de diversas etapas.

Veja o calendário de encontros do Circuito #CulturaGeraFuturo:

 

DATA* CAPITAL
02 de abril Macapá (AP)
06 de abril Fortaleza (CE)
09 de abril Brasília (DF)
13 de abril Porto Velho (RO)
16 de abril Rio Branco (AC)
20 de abril Belo Horizonte (MG)
23 de abril Maceió (AL)
26 de abril Florianópolis (SC)
04 de maio Curitiba (PR)
07 de maio Natal (RN)
11 de maio Campo Grande (MS)
18 de maio João Pessoa (PB)
21 de maio Porto Alegre (RS)
25 de maio Rio de Janeiro (RJ)
28 de maio Salvador (BA)
08 de junho Palmas (TO)
11 de junho Goiânia (GO)
15 de junho Aracaju (SE)
18 de junho Recife (PE)
22 de junho Belém (PA)
26 de junho Vitória (ES)
29 de junho Boa Vista (RR)
02 de julho Manaus (AM)
06 de julho São Luís (MA)
09 de julho Teresina (PI)
13 de julho Cuiabá (MT)
16 de julho São Paulo (SP)

* As datas poderão sofrer alterações.

Confira apresentação sobre o Circuito #CulturaGeraFuturo

Informações sobre a Lei Rouanet

Fonte: ASCOM MinC

3 Comentários

  1. Michelle

    Quem pode participar?
    Como faço pra participar?
    Posso ir para outro estado participar?

    Responder
  2. cinthia flores

    boa iniciativa a capacitação de produtores culturais.

    Responder
  3. Michelle

    Como realizar inscrição?

    Responder

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Curso a distância capacita para mercado de jogos eletrônicos

O Ministério da Cultura, a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e o Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NECCULT-UFRGS), lançam, nesta quarta-feira (31), o curso O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades na modalidade de educação a distância (EAD) – o primeiro de uma série de três cursos em EAD voltados para a capacitação de futuros ou atuais profissionais do mercado de jogos eletrônicos. Os demais cursos – Dicas e desafios para empreendedores e Internacionalização no setor de games – serão lançados em fevereiro.

Gerados a partir do conteúdo dos debates da edição de 2017 do Brazil’s Independent Game Festival (BIG Festival), o maior festival de jogos independentes da América Latina, cada curso tem 30 horas. Eles estarão disponíveis gratuitamente na plataforma de cursos on-line Lúmina, da UFRGS, contarão com material de apoio e, ao final de cada um, os participantes receberão certificado da universidade gaúcha. Durante o BIG Festival 2018, entre os dias 27 e 29 de junho em São Paulo, haverá uma solenidade de entrega de certificado para as dez primeiras pessoas que completarem os três cursos.

O curso introdutório, Setor de games: panoramas, carreiras e oportunidades, pode ser feito tanto por iniciantes quanto por aqueles que já dispõem de informações sobre o mercado de jogos. As inscrições estarão abertas a partir de quarta-feira (31) e podem ser feitas neste link. Com cinco aulas, neste primeiro curso será feita uma análise inicial do setor, sua importância na economia criativa, nas estruturas das desenvolvedoras independentes e na articulação de comunidades que permitam um crescimento conjunto do setor. Foca também nas experiências dos profissionais que construíram uma carreira no setor de jogos no Brasil. A ideia é mostrar quais são as possíveis áreas de atuação dentro do mercado de games, entre as quais estão roteirista, programador e designer, entre outras.

O papel das instituições públicas no fomento do setor e no seu fortalecimento ao longo dos últimos anos também é abordado por este primeiro curso do programa. Os alunos poderão ver as orientações de especialistas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e da Spcine sobre como as pequenas desenvolvedoras de games podem obter sucesso.

O curso 2 – Dicas e desafios para empreendedores – tem três eixos principais. O primeiro trata de financiamento e monetização de games, colocando em perspectiva como arrecadar fundos e, posteriormente, como se tornar financeiramente sustentável. O segundo eixo trata das relações contratuais e com outros atores da indústria (desenvolvedoras, publicadoras) e como criar uma imagem para o estúdio desenvolvedor. O terceiro eixo discute os desafios enfrentados pelos empreendedores do setor e como contorná-los.

O curso 3 – Internacionalização no setor de games – apresenta oportunidades de atuação internacional e a rede de apoio estruturada para ajudar os desenvolvedores nessa nova etapa de negócios. Oferece uma visão geral do processo de internacionalização e mostra como o setor de games pode ser entendido nesse contexto, atentando para o projeto Brazilian Game Developer (BGD) e para as iniciativas da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimento )(Apex-Brasil) e da Ancine em parceria com a Abragames. Ademais, são discutidas possibilidades de investimento que permitem impulsionar a atuação internacional dos desenvolvedores brasileiros. Também serão apresentadas as características de potenciais mercados para expansão das empresas brasileiras, como a China e a América Latina.

Games no Brasil

O faturamento do setor de games no Brasil em 2017 foi de R$ 1,3 bilhão, segundo pesquisa realizada pelo MinC, BNDES, Abragames e BIG Festival, entre junho e julho do ano passado com 151 empresas independentes de jogos digitais. O faturamento mundial no mesmo ano foi de R$ 116 bilhões. Estima-se que em 2020 este valor chegue a US$ 143,5 bilhões – um crescimento médio de 7,3% ao ano.

A maioria das empresas de games no Brasil estão nas regiões Sudeste e Sul (78%). São Paulo concentra a maior parte dos desenvolvedores de games, seguido do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. A metade das empresas do setor (50%) já passaram de três anos de funcionamento e mais de 70% têm até cinco colaboradores. Mais da metade tem até três jogos lançados e atua tanto no mercado brasileiro quanto internacional.

Desde 2009, o MinC investe em games por meio de editais: já investiu R$ 20 milhões pela Ancine e R$ 3 milhões pelas secretaria do Audiovisual e de Economia da Cultura.

Fonte: ASCOM MinC

Acesso Rápido

Cadastro para instruções de acesso ao curso

Inscrições para o curso 1 – O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades

 

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