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Festival-escola de música clássica em Santa Catarina é o maior da América do Sul

Com 14 edições realizadas, Femusc transforma a vida de estudantes de música por meio do intercâmbio com professores e músicos renomados de todo o mundo

(publicado: 13/02/2019 12h51, última modificação: 13/02/2019 12h56)

 

Estudantes de 29 países se inscreveram na 14ª edição do Femusc, realizado em Jaguará do Sul (Foto: Divulgação)

Ajudar jovens músicos brasileiros a atingir a excelência técnica internacional. Esse é o objetivo do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc), que ocorre entre o fim de janeiro e o início de fevereiro na cidade de Jaraguá do Sul. Considerado o maior festival-escola da América Latina, devido ao número expressivo de aulas particulares, concertos, oficinas e participantes, o Femusc foi idealizado pelo oboísta e maestro Alex Klein, consagrado com dois prêmios Grammy, os únicos de música erudita para o Brasil, e um dos principais solistas de Oboé da Orquestra Sinfônica de Chicago.

Se nas primeiras edições do Femusc havia mais gente no palco do que na plateia, esta 14ª edição do evento, encerrada em 1º de fevereiro desse ano, teve público de 50 mil pessoas, sendo 60 mil online – quase um terço da população da pequena Jaraguá do Sul, com 170 mil habitantes. Foram quase mil inscrições, de estudantes de 29 países, para preencher as 300 vagas que o Festival oferece. São esses participantes que formam as orquestras, trios, quartetos, entre outras formações musicais, responsáveis pelos 200 concertos oferecidos ao público ao longo dos 10 dias de evento.

“Aos poucos, a resistência em relação à música erudita foi sendo quebrada”, explica o diretor executivo do Femusc, Fenisio Pires Junior. Tanto que, hoje, o Femusc movimenta toda a cidade, tanto no aspecto artístico, quanto social, educacional e financeiro. O Festival leva concertos a presídios, creches, asilos e abrigos da cidade. Durante duas semanas, também leva música e alegria para os hospitais, como contrapartida social. Incentivadas pela grandiosidade do festival, atualmente, mais de mil crianças e jovens de Jaraguá do Sul têm aulas de formação musical, oferecidas pela Sociedade Cultura Artística (SCAR), que dirige o Centro de Cultura de Jaraguá do Sul, onde são realizadas diversas atividades do festival.

Para organização do Festival, o Instituto Femusc capta recursos por meio de incentivo fiscal do governo federal, via Lei Rouanet, para a organização do Festival desde 2010, totalizando quase R$ 13 milhões ao longo destes 10 anos. Para a edição de 2019, já captaram R$ 1.242.416,00. Para viabilizar a realização do evento, várias instituições se uniram e fundaram o Instituto Femusc. A SCAR, a Prefeitura de Jaraguá do Sul, entre outras entidades, integram a direção do Instituto, responsável pela organização do Festival.

A economia da cidade agradece. Nesse ano, durante os 10 dias de
Festival, cerca de R$ 3 milhões foram movimentados diretamente na economia de Jaraguá do Sul, mais que o dobro do investimento de R$ 1,2 milhão, captados com apoio da Rouanet. O diretor executivo do Femusc, Fenisio Pires Junior, comenta que os hotéis, bares e restaurantes ficam cheios durante todo o evento. “As pessoas saem do teatro, dos concertos e, ao invés de irem para casa, vão jantar fora. Assim, o Femusc movimenta a economia e toda a cidade.”

Nível internacional

Um dos principais atrativos do Festival é a presença de músicos e professores de renome internacional – só nesta última edição foram 22. Para o diretor artístico e idealizador do projeto, Alex Klein, o intercâmbio com artistas com experiência nas grandes orquestras de todo o mundo é essencial para elevar o nível técnico dos jovens músicos brasileiros. “E se não podemos enviar todos eles ao mundo, então vamos trazer o mundo até eles”, declara.

Um dos destaques do Femusc desse ano foi o norte-americano Harry Silverstein, diretor cênico de Óperas, com mais de 90 produções musicais em todo o mundo. Junto a André Santos, na direção musical, e Laura Bulhões, na coordenação, foi responsável por produzir dois espetáculos, com mais de cem pessoas, em apenas duas semanas: “Suor Angélica”, de Puccini, e “Os Sete Pecados Capitais”, de Kurt Weill.

E se engana quem acha que os renomados profissionais internacionais vem ao Femusc motivamos por altos cachês. Cada professor e participante recebe uma diária, quase uma ajuda de custo, para participar do festival. “O que os une é o amor pela música e a vontade de ensinar, de compartilhar, de ajudar na formação de novos talentos”, ressalta Fenisio.

Novos talentos

O Festival tem três níveis de classificação dos participantes: intermediário, avançado e profissional. Não raro, novos talentos, “verdadeiras pérolas”, como se refere Fenisio, são descobertas entre os estudantes de nível intermediário. É o caso de Richard Mickael Bartikoski, natural de São Leopoldo no Rio Grande do Sul, que ficou famoso em todo o país ao participar de programas de televisão.

Apresentado ao violino aos 8 anos, o menino se apaixonou pelo instrumento e começou sua formação. Em um determinado momento, precisava de um instrumento próprio, cujo valor era de R$ 12 mil, um investimento que era impossível para a família. Incentivado por amigos, Richard foi para a porta do shopping da cidade tocar o instrumento que tinha para arrecadar os recursos necessários para comprar um novo. Foi quando uma rede de TV local fez uma reportagem sobre ele e, a partir de então, sua história rodou o Brasil.

O Femusc foi o segundo festival do qual Richard participou, e ele se apaixonou logo de cara. “É o único festival do Brasil que permite que você almoce ao lado de um músico chinês e faça aula com um australiano no mesmo dia, nenhum outro oferece esse contato com tantos estudantes de tantos lugares do mundo. Além disso, eles trazem os melhores professores”, destaca.

Outra história comovente é de um estudante do interior da Amazônia, que tem aulas quinzenais de violino em Manaus, distante três dias de viagem da cidade onde mora. Para ir ao Femusc desse ano, o estudante precisou viajar durante dez dias, três de barco até Manaus, e sete de ônibus até Jaraguá do Sul.

Apoio e eventos gratuitos

Quase toda a programação do Festival é gratuita. As únicas exceções foram o Concerto de Gala e a Ópera que, em 2019, tiveram ingressos vendidos a R$ 20. “Foi a primeira vez que cobramos ingresso. Como os eventos gratuitos têm lotação máxima, algumas pessoas de localidades vizinhas não vinham aos eventos. Com a venda de ingressos a preços populares, pudemos garantir a vinda do público das cidades vizinhas, além da ajuda financeira ao festival”, relata Fenisio.

O empresariado apoia a as atividades culturais na região. Como resultado, o Centro Cultural possui a maior coleção de harpas da América Latina, 18 no total, além de 30 pianos, tudo adquirido com doações e contribuições das empresas da cidade. Esse acervo permite que o Festival não precise alugar ou pedir emprestados instrumentos para aulas e apresentações.

Outro ponto forte é o voluntariado. Uma tradição em Jaraguá do Sul, o trabalho voluntário é essencial para a realização do festival. Nessa edição, cerca de 100 voluntários desempenharam as mais diversas funções, possibilitando a realização de um evento dessa envergadura com poucos recursos. “Há festivais de música que têm orçamentos bem mais elevados que o nosso. Os voluntários contribuem muito para que consigamos fazer tudo o que fazemos com os recursos de que disponibilizamos”, afirma o diretor executivo.

 

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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Seminário de Políticas Culturais termina dia 25/2

Fundação Casa de Rui Barbosa recebe trabalhos com foco na área de políticas culturais para serem apresentados e discutidos na 10ª edição do evento, de 6 a 9 de maio

(publicado: 19/02/2019 09h54, última modificação: 19/02/2019 09h58)

A Fundação Casa de Rui Barbosa, entidade vinculada ao Ministério da Cidadania, está com inscrições abertas até o dia 25 de fevereiro para o recebimento de trabalhos a serem apresentados no 10º Seminário Internacional de Políticas Culturais, organizado pelo Setor de Pesquisa de Políticas Culturais da fundação em conjunto com a Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Gestão. O evento será realizado entre os dias 6 e 9 de maio na própria fundação.

O objetivo é a apresentação e discussão de estudos que promovam a reflexão e o debate entre estudantes, pesquisadores, professores, gestores e demais profissionais que atuem ou tenham interesse na área de políticas culturais.

As inscrições são gratuitas e o envio deve ser feito exclusivamente por e-mail para o endereço politica.cultural@rb.gov.br, constando no assunto “Submissão de artigo”. Serão aceitos somente trabalhos que tenham como foco a área de políticas culturais.

Cada pesquisador poderá ser autor em um trabalho e coautor em outro, submetendo, no máximo, dois trabalhos. Assim, os trabalhos poderão ter, no máximo, um autor e dois coautores. Serão aceitos artigos em português e em espanhol.

Os trabalhos devem seguir algumas regras: ter entre 10 e 15 laudas, incluindo a bibliografia; ser escrito conforme as normas da ABNT, em Times New Roman, tamanho 12 e espaçamento 1,5; e estar no formato .doc. O arquivo deverá conter o nome do autor.

Para mais detalhes ou dúvidas, entre em contato por e-mail no endereço
politica.cultural@rb.gov.br ou pelos telefones (21) 3289-8608, (21) 3289-8609 e (21) 3289-8610.

 

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Com informações da Fundação Casa de Rui Barbosa

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Dia de combate à intolerância religiosa reforça respeito à diversidade

Para debater o tema, Fundação Cultural Palmares promove regularmente seminários, campanhas de conscientização e rodas de conversa. Também realizou mapeamento com todos os terreiros do Distrito Federal

(publicado: 21/01/2019 13h28, última modificação: 22/01/2019 15h21)

Desde 2007, 21 de janeiro é o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. O tema é uma das principais bandeiras da Fundação Cultural Palmares (FCP), instituição vinculada ao Ministério da Cidadania que tem entre suas atribuições disseminar a cultura de paz e pregar o respeito e a convivência entre os praticantes das mais diversas religiões no País. Para debater o tema, a Fundação promove regularmente seminários, campanhas de conscientização e rodas de conversa. Também realizou mapeamento com todos os terreiros do Distrito Federal, projeto que poderá ser estendido a outras unidades da Federação.

O 1º Mapeamento dos Terreiros do Distrito Federal constatou a existência de cerca de 330 terreiros na capital do País. Realizado por meio de emenda parlamentar, o mapeamento deverá ser estendido a outros estados do País, mediante convênios e parcerias. A metodologia foi desenvolvida em parceria com a Universidade de Brasília. Inicialmente, o foco foi apenas na questão cartográfica, mas o objetivo é que as demais etapas também identifiquem questões socioculturais e econômicas dessas comunidades.

Outra importante ação realizada pela Fundação Cultural Palmares foi a campanha Filhos do Brasil, que teve o objetivo de combater a violência e a intolerância religiosa. A campanha, que tinha o cantor e compositor Arlindo Cruz como embaixador, reforçou a necessidade de respeito às diversidades, às religiosidades e aos cultos de matrizes africanas, que têm um histórico de muita perseguição.

Diretora do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares, Carolina Nascimento ressalta que o combate à intolerância religiosa é um tema que sempre será prioritário na agenda da instituição. “É um assunto que não podemos tirar do radar. O que gera o preconceito? A ignorância. Então, quando as pessoas não conhecem, elas têm um pré-conceito de que aquilo que você acredita, ou que eu acredito, não tem nada de positivo para nos ensinar”, declarou.

Na avaliação da diretora, a ação mais efetiva é trazer informação, expor o que ocorre nos locais de culto. “Por que, por exemplo, as pessoas cultuam os seus orixás? A partir do momento que a gente leva a informação e põe fim à ignorância, isso reduz o preconceito e, naturalmente, também a intolerância”, avalia.

Carolina observa que, inclusive, o termo intolerância não é o mais adequado para descrever a questão do respeito à religiosidade. “Nós tínhamos que falar sobre a convivência respeitosa em relação a qualquer expressão religiosa que o nosso País tem. Quando você fala em tolerar, você não traz o respeito à tona, você apenas suporta. Mas quando a gente fala em convivência respeitosa, a sua fé e a minha fé, independente do que nós acreditamos, iremos conviver bem, iremos no respeitar”, argumenta.

A diretora lamentou que, a despeito de todos os esforços feitos para conscientizar a população, ainda sejam observados tantos casos de intolerância. “A lei que criou o Dia Internacional de Combate à Intolerância Religiosa serve como uma reflexão de como essa violência, de como o racismo religioso, causa danos inclusive à vida física de nossos líderes religiosos”, destacou.

 

Intolerância

Mãe Baiana destaca que o combate efetivo à intolerância religiosa deve ser fruto de uma política transversal de governos (Foto: Secretaria Especial da Cultura)

Diretora de Monitoramento Racial da Subsecretaria da Igualdade Racial do Governo do Distrito Federal (GDF) e ex-chefe da Divisão de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares, Adna Santos, conhecida como Mãe Baiana de Oyó, sentiu na pela a intolerância religiosa quando seu terreiro de candomblé, o Ylê Axé Oyá Bagan, localizado na região administrativa do Paranoá, no Distrito Federal, foi totalmente incendiado em novembro de 2015. O atentado fez com que o Governo do Distrito Federal instituísse, na época, uma delegacia especializada no combate à intolerância religiosa.

Mãe Baiana destaca que o combate efetivo à intolerância religiosa deve ser fruto de uma política transversal de governos. “Estamos mais uma vez precisando que os nossos governos deem liberdade ao povo de terreiro para se manifestar, se defender, e que haja políticas públicas que contemplem essa diversidade religiosa”, afirmou.

Origem da data

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa remete a um dos mais marcantes casos de intolerância religiosa, ocorrido com a ialorixá Mãe Gilda, em Salvador. Ativista social de personalidade forte e grande participação em ações para a melhoria do bairro de Nova Brasília de Itapuã, teve a saúde fragilizada em decorrência de agressões morais ocasionadas por intolerância religiosa e veio a falecer em 21 de janeiro de 2000. Como forma de reconhecimento do trabalho da ialorixá, foi instituído, em 2007, o 21 de janeiro como o Dia de luta contra a intolerância religiosa.

 

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Festival de Música do SESC reúne 500 artistas em Pelotas (RS)

Evento contou com mais de 60 apresentações gratuitas, cursos e ensaios. Secretário Especial da Cultura, Henrique Pires, participou do encerramento

(publicado: 28/01/2019 14h18, última modificação: 28/01/2019 14h18)

Secretário Henrique Pires participou do encerramento do Festival Internacional de Música do SESC (Foto: Divulgação)

Com mais de 60 apresentações gratuitas, cursos e ensaios e participação de cerca de 500 profissionais da música, o Festival Internacional de Música do Serviço Social do Comércio (SESC) movimentou, durante 12 dias, a cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul. O evento, um dos maiores da América Latina na área da música, realizou atividades em teatros, em palcos montados na rua e também em hospitais, igrejas e asilos, de maneira a atingir um público mais amplo possível.

O secretário Especial da Cultura, Henrique Pires, participou, na sexta-feira (25), do encerramento do evento – um concerto realizado em palco montado no Largo do Mercado Público. “Com intensa participação comunitária e a presença de jovens músicos de 14 países, o Festival de Música do SESC se firma como um grande evento, com espetáculos de muita qualidade e sem cobrança de ingressos”, destaca Pires. “Ao mesmo tempo, forma e revela artistas e consolida plateia. É um modelo que deve ser copiado em todo o país”, completa o secretário.

Durante o festival, com orientação de 52 professores de 14 nacionalidades diferentes, foram realizados 24 cursos, sendo 19 de instrumentos, além de canto lírico, composição, choro, prática de orquestra e banda sinfônica, com a participação de cerca de 380 alunos de diversos estados e países.

O festival tem o objetivo de incentivar o desenvolvimento da produção musical e fomentar o intercâmbio e o desfrute de bens culturais. De acordo com presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a edição de 2020 já tem data marcada: será em 13 de janeiro. O evento tem apoio institucional da Prefeitura Municipal de Pelotas e apoio cultural da Universidade Federal de Pelotas, Universidade Católica de Pelotas, Faculdade Senac, Bibliotheca Pública Pelotense, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, (Unisinos), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Expresso Embaixador, Biri Refrigerantes, Ecosul e Café 35.

Outras agendas

Durante a viagem, Henrique Pires também se reuniu, no Paço Municipal, com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, a prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas, e os secretários de Cultura do município, Giorgio Ronna, e do estado, Bia Araújo. Na reunião, foram debatidos investimentos federais na área da cultura.

 

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Ancine e Secretaria de Cultura do DF capacitam produtores audiovisuais

Evento visa atender a demanda do mercado audiovisual em conhecer as etapas dos projetos da Ancine e capacitar produtores sobre o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA),

Para atender a demanda do mercado audiovisual em conhecer as etapas dos projetos da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e capacitar produtores sobre o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), a Agência criou o Projeto ‘Encontros com a Ancine’. A iniciativa, apoiada pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal, será realizada nos dias 9 e 10 de abril. Preview

Durante os dois dias de seminário, técnicos da Ancine apresentarão os trâmites dos projetos, desde a concepção até a prestação de contas. O primeiro dia será reservado para a apresentação do FSA e o novo sistema de seleção de editais para cinema e TV. Os participantes poderão conhecer sobre classificação, direitos e arranjos jurídicos e acompanhamento das obras audiovisuais. Também haverá um espaço destinado para o acompanhamento de obras audiovisuais.

No segundo dia de seminário, haverá exposição sobre a nova execução financeira dos projetos audiovisuais. Serão apresentadas ferramentas que auxiliarão na gestão dos recursos públicos disponibilizados para a realização das obras, levando em consideração a legislação brasileira correlata, permitindo um novo olhar sobre o planejamento dos gastos inerentes ao projeto e consequente otimização dos recursos neles empregados.

Com o objetivo de aumentar sua transparência e eficácia, o projeto Encontros com a Ancine contempla uma rotina de avaliação da qualidade – incluindo questionários a serem feitos diretamente aos participantes, bem como o acompanhamento das intercorrências entre o mercado (os projetos) e as análises de prestação de contas na Agência, antes e depois dos encontros. Dessa forma, poderão ser avaliados a clareza, a eficiência e o impacto real das apresentações realizadas.

Também são apoiadores do evento as associações APBA (Associação de Produtoras Brasileiras de Audiovisual); ABCV (Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo); Aprocine (Associação dos Produtores e Realizadores de Longa Metragem de Brasília); Ceicine (Coletivo de Cinema em Ceilândia); Conne (Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte e Nordeste); Cora, DF+DOCS, MAV e Fórum de Festivais.

Confira a programação completa

Serviço

Local: Biblioteca nacional, Setor Cultural da República, Área Cívica, Brasília-DF
Datas: Dias 9 e 10 de abril 2019 – das 9h às 18h
Inscrições: cerimonial@ancine.gov.br

Agência Nacional do Cinema (Ancine)
Ministério da Cidadania

Fonte: Agência Nacional do Cinema (Ancine)/Ministério da Cidadania

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Centro Técnico Audiovisual oferece duas oficinas de audiovisual em abril

Capacitações em iluminação audiovisual e cinema de animação serão realizadas na sede do CTAv, no Rio de Janeiro (RJ)

Em abril, o Centro Técnico Audiovisual (CTAv), vinculado ao Ministério da Cidadania, realiza mais duas oficinas: Básico em iluminação audiovisual e Básico do Cinema de Animação. Essas capacitações integram o Ciclo Audiovisual em Formação 2019, cuja proposta é trazer ao CTAv ao longo do ano oficinas e workshops que contemplem todas as etapas do processo produtivo, desde a concepção até a finalização do projeto audiovisual. As inscrições seguem até o dia 23 de março. CTAv

Confira mais detalhes sobre cada uma delas e inscreva-se:

Oficina Básico em iluminação audiovisual

Data: 8 e 9 de abril, das 13 às 17h.
Local: CTAv. Avenida Brasil, 2482, Benfica – Rio de Janeiro/RJ CEP 22930-040
Instrutor: Joaquim Eufrasino Neto, técnico do CTAv, que atua há 44 anos no setor audiovisual e possui conhecimentos em operacionalização de Truca, direção de fotografia e iluminação.
Conteúdo: Através de atividades práticas e teóricas, nessa capacitação será feita a apresentação e montagem de uma câmera 4k (Black Magic Production); filmagem de teste para produção de pequenos conteúdos e montagem e posicionamento de luzes em set de filmagem, com a instrução de Joaquim Eufrasino Neto, técnico do CTAv, que atua há 44 anos no setor audiovisual e possui conhecimentos em operacionalização de Truca, direção de fotografia e iluminação.
Quantidade de vagas: 20
Idade mínima: 18 anos
Critério de seleção: As vagas serão preenchidas segundo a ordem de inscrição, priorizados aqueles que tenham renda mensal familiar inferior ou igual a 03 (três) salários-mínimos (R$2.994,00).

Oficina Básico do Cinema de Animação

Data: 15, 16, 22, 23, 29 e 30/04, das 13h às 17h.
Local: CTAv. Avenida Brasil, 2482, Benfica – Rio de Janeiro/RJ CEP 22930-040
Instrutor: Sergio Arena – responsável técnico pelo Núcleo de Animação do Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura, fotógrafo, produtor de finalização e diretor de animação.
Conteúdo: O Workshop abordará os princípios básicos para a construção do movimento quadro a quadro até a produção de um filme de animação. Não é necessário ter conhecimento prévio de animação ou desenho.
Quantidade de vagas: 12
Idade mínima: 15 anos
Critério de seleção: As vagas serão preenchidas segundo a ordem de inscrição, priorizados aqueles que tenham renda mensal familiar inferior ou igual a 03 (três) salários-mínimos (R$2.994,00).

Mais informações: formacao.ctav@cultura.gov.br

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Com informações do CTAv
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