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Centro Lúcio Costa recebe encontro sobre a preservação de acervos de matriz africana

10 Encontro temático do Patrimônio CulturalDebater a preservação e a gestão de bens móveis e acervos de matriz africana por meio de práticas patrimoniais é o objetivo do 10º Encontro Temático do Patrimônio: enfrentamentos para a preservação de bens móveis de matriz africana. O evento, que ocorre dia 22 de novembro no Centro Lucio Costa, no Rio de Janeiro (RJ) é aberto ao público e promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a partir da parceria entre o Grupo de Trabalho Interdepartamental para Preservação do Patrimônio Cultural de Matriz Africana (GTMAF) e Centro Lucio Costa.

A proposta é promover espaços de debate e partilha sobre práticas de preservação de bens no âmbito do Patrimônio Cultural. O foco do encontro é a discussão sobre o reconhecimento de bens móveis de Matriz Africana. A programação está dividida em duas mesas: Identificação e atribuição de valores e Conservação e gestão de acervos de matriz africana.

Os debates incluem temas como obras de arte, processos de musealização desses bens a partir de uma curadoria participativa com comunidade e instituições; a continuidade do uso ritualístico de bens, mesmo depois de seu reconhecimento como Patrimônio Cultural ou sua musealização.

Os participantes também vão debater sobre como conciliar as necessidades específicas da conservação da materialidade do bem e as especificidades de sua natureza ritualística e sagrada. Está prevista também a discussão sobre a relação entre as comunidades tradicionais e as instituições de guarda desses acervos.

Um dos assuntos do evento é a Coleção Perseverança, que será tema da palestra Conservação e gestão de acervos de matriz africana. O acervo reúne peças que sobreviveram ao Dia do Quebra, que ocorreu em fevereiro de 1912, quando terreiros de Xangô de Maceió (AL) foram alvo de intolerância e ficaram totalmente destruídos. As esculturas, imagens, instrumentos musicais, indumentárias e outros objetos compõem uma das mais importantes e raras coleções etnográficas do Brasil. Tombada pelo governo de Alagoas em 2013, a coleção Perseverança agora pleiteia tombamento federal do Iphan.
A experiência será exposta pelo professor Zezito Araújo, servidor da Secretaria de Estado de Educação de Alagoas e membro do Instituto Histórica e Geográfico de Alagoas (IHGAL). A mesa ainda terá participação do curador e filho-de-santo do terreiro Ilê Omolu e Oxum (São João de Meriti-RJ), Marco Antônio Teobaldo, e dos servidores do Iphan, Cláudia Nunes e Marcos Aurélio Tavares.

Outro caso é o do Museu do Samba, cuja experiência patrimonial será exposta pela gestora da instituição, Nilcemar Nogueira. Ela vai compor a mesa Identificação e atribuição de valores de bens móveis e acervos de matriz africana. Segundo a gestora, a palestra vai “mostrar os impactos das atividades do museu na vida dos detentores e de que forma vem se construindo o plano de salvaguarda como instrumento de inserção social”. Um dos principais focos do museu está situado no campo da educação patrimonial as partir de ações realizadas junto a escolas, a partir das quais se trabalha “a questão da identidade, a contribuição negra e a ancestralidade de matriz africana enquanto brasileira”, diz Nilcemar.

A mesa ainda terá participante do professor Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha, pesquisador do Departamento de Museologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e coordenador do Museu Afro-Brasileiro da UFBA; da professora Lia Dias Laranjeira, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab); e da antropóloga Guacira Waldeck, servidora do Iphan lotada no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular.

Serviço:
10º Encontro Temático do Patrimônio: Enfrentamentos para a preservação de bens móveis de Matriz Africana
Data: 22 de novembro de 2019, a partir das 9h
Local: Centro Lúcio Costa
Avenida Presidente Vargas, 3131 – Cidade Nova, Rio de Janeiro (RJ)

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Salvador (BA) recebe I Seminário das Baianas de Acarajé

Evento reúne programação cultural aberta ao público entre os dias 21 e 23 de novembro

Baianas de Acarajé

Prática tradicional perpetuada por séculos entre gerações na Bahia, o Ofício das Baianas de Acarajé será tema do I Seminário Estadual das Baianas de Acarajé organizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a Associação das Baianas do Acarajé (Abam). O evento, que acontece entre os dias 21 e 23 de novembro, em Salvador, reunirá detentores e interessados na preservação e na valorização da manifestação cultural.

O objetivo do seminário é discutir questões consideradas prioritárias para a articulação das baianas de acarajé e para o fortalecimento do processo de salvaguarda do bem, registrado em 2005 como Patrimônio Cultural do Brasil. A programação do evento incluirá debates sobre a preservação da prática, trocas de experiências das baianas do interior da Bahia e de outras localidades do Brasil e conversas sobre temas como intolerância religiosa.

O encontro também articulará a criação de um grupo para discussão e elaboração de ações para a salvaguarda do bem na Bahia para o ano de 2020. “O Seminário das Baianas é um importante momento para discutir e rediscutir as ações de valorização do ofício de baianas, inclusive por conta da constante ampliação dessa base social, que precisa ser cada vez mais inserida na política pública de preservação do patrimônio cultural”, explica o diretor de Patrimônio Imaterial (DPI/Iphan), Hermano Queiroz.

Estima-se que, apenas na cidade de Salvador, existam 4 mil baianas de acarajé. Além das soteropolitanas, o seminário contará ainda com a participação de detentoras de outros estados como Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul. “Conhecemos a realidade de Salvador, mas precisamos ouvir as mulheres que vêm de outros lugares, pois o título de Patrimônio Cultural é nacional”, explica a presidente da Abam, Rita Santos.

No sábado, dia 23, a ação se encerrará com a Festa do Dia Nacional das Baianas do Acarajé, comemorado no dia 25 de novembro. A celebração incluirá uma missa na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, seguida de cortejo de baianas até a Praça da Cruz Caída, além de apresentações musicais e distribuição de acarajé.

Baianas de Acarajé
Inscrito no Livro dos Saberes em 2005, o Ofício das Baianas de Acarajé é uma prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás. O reconhecimento como Patrimônio Cultural do Brasil é nacional e abrange os 27 estados.

Dentre as comidas de baiana destaca-se o acarajé, bolinho de feijão fradinho preparado de maneira artesanal, na qual o feijão é moído em um pilão de pedra (pedra de acarajé), temperado e posteriormente frito no azeite de dendê fervente. Sua receita tem origens no Golfo do Benim, na África Ocidental, tendo sido trazida para o Brasil com a vinda de africanos escravizados dessa região.

A atividade de produção e comércio é predominantemente feminina e encontra-se nos espaços públicos de Salvador, principalmente praças, ruas, feiras da cidade e orla marítima, como também nas festas de largo e outras celebrações que marcam a cultura da cidade. A indumentária das baianas, característica dos ritos do candomblé, constitui também um forte elemento de identificação desse ofício, sendo composta por turbantes, panos e colares de conta que simbolizam a intenção religiosa das baianas.

Programação:

Quinta-feira (21/11)
8h30: Café de acolhimento
9h30: Solenidade de abertura com autoridades presentes
10h: Mesa 1 – “Ofício das baianas de acarajé: 14 anos como patrimônio cultural brasileiro – patrimônio, salvaguarda e revalidação”
12h: Almoço
14h: Mesa 2 – “Baianas pelo Brasil: experiências compartilhadas”
16h: Café da tarde

Sexta-feira (22/11)
8h30: Café de acolhimento
9h30: Mesa 4 – “Racismo e intolerância religiosa na venda e consumo dos acarajés”
12h: Almoço
14h: Plenária – Diretrizes para discussão e elaboração do Plano de Salvaguarda para o Ofício das Baianas de Acarajé
16h: Café de encerramento

Sábado (23/11)
10h: Festejos do Dia Nacional da Baiana de Acarajé

Serviço:
I Seminário das Baianas de Acarajé
Data: 21 e 22 de novembro de 2019, às 8h30
Local: Rua de São Francisco, 32, Centro – Salvador/BA

Festa do Dia Nacional das Baianas
Data: 23 de novembro de 2019, às 10h
Local: Praça da Sé, Pelourinho – Salvador/BA

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Centro Técnico Audiovisual oferece curso a jovens com deficiência intelectual

A iniciativa nasceu da parceria entre o CTAv, vinculado ao Ministério da Cidadania, e o Instituto Municipal Helena Antipoff (IHA)

Rio de Janeiro/RJ – Uma parceria para expandir horizontes, em todos os sentidos. O Centro Técnico Audiovisual (CTAv), vinculado ao Ministério da Cidadania, se uniu ao Instituto Helena Antipoff (IHA), ligado à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, para ensinar técnicas de animação a pessoas com deficiência intelectual. No início de outubro, cinco alunos do instituto receberam do CTAV uma oficina sobre princípios do gênero audiovisual.

O instrutor do curso, Sérgio Arena, acena que receber estes alunos foi uma experiência nova e enriquecedora. “A oficina também foi inédita para mim, pois já tinha o formato do curso preparado, mas para essa relação com eles eu não tinha. Foi extremamente contagiante, porque eles ficaram muito encantados em entender todo o processo, entender como o movimento se dá, eles ficaram bastante envolvidos e fluiu super bem”, contou Arena.

Para formatar a oficina e adaptá-la às exigências dos alunos, foi preciso que a equipe do CTAv se reunisse com os professores do IHA. “O pessoal do IHA fez a oficina, para que pudessem sentir e pensar de que forma a gente poderia adaptar para os alunos com deficiência. Todo o processo foi feito em conjunto, o que ajudou enormemente”, completou o professor.

No início da oficina, os alunos assistiram a alguns curtas-metragens de animação na sala de cinema do CTAv. Em seguida, Arena mostrou a eles como criar uma animação por meio de desenhos e fotos colocados em sequência e, depois, em movimento. Os alunos fizeram então suas próprias animações, com os instrumentos disponibilizados em sala de aula.

Raissa Baêta, uma das participantes, compôs um pequeno filme em que sua boneca girava sobre um fundo violeta. Apesar do resultado ter impressionado a todos, a técnica é simples: foram feitas várias fotografias da boneca em diferentes posições sucessivas, que foram colocadas em sequência ritmada pelo programa do computador. No fim da oficina, os alunos, seus acompanhantes, os professores e técnicos fizeram uma pequena confraternização para celebrar o encontro.

Transformação e cidadania

Segundo Maria de Lourdes S. Pereira, mãe da participante Monick da Silva Pereira (31), iniciativas deste tipo estimulam a criatividade e ajudam a filha a se expressar melhor, o que foi observado durante e após a oficina. “Ela adorou. Agora ela conta para todos o que aconteceu, e isso é ótimo. Ela fala o que fez, onde foi. Tudo isso é muito gratificante para nós, mães, ver o desenvolvimento deles, ver que o trabalho está dando certo”, destacou.

Professora do IHA, Mônica Muniz de Ruiz acompanhou os alunos durante toda a atividade. Formada em Dança pelo Instituto Angel Vianna, com especialização em Recuperação Motora e Terapia através da Dança e em Fisioterapia, ela leciona para pessoas com deficiência há 22 anos e se encanta com o poder transformar da arte. “A arte transforma pensamentos, faz com que você se sinta mais feliz quando você é capaz de ser ouvido, quando você tem sua expressão valorizada, a arte pode transformar de forma positiva qualquer ser humano. É muito gratificante ver o olhar das famílias quando o aluno se expressa, quando é valorizado e aplaudido. O olhar muda, a família passa a ter autoestima mais positiva, o aluno passa a ter autoestima fortalecida”, contou.

Um dos alunos do IHA que participou do curso oferecido pelo governo federal, Evandro Souza de Nascimento, relatou o quanto é bom aprender coisas novas. “Eu gostei dos movimentos e eu não sabia que, detalhadamente, é trabalho pra caramba”, afirmou. Empolgado com que o aprendeu, Nascimento não descarta a possibilidade de participar de uma produção audiovisual no futuro. “Quem sabe um dia, né, eu possa fazer um filme assim?”, disse, ao final do encontro.

Se depender da equipe do CTAV, não faltarão oportunidades de aprendizado e aprimoramento sobre o universo audiovisual, voltadas a diferentes públicos. Segundo a coordenadora interina do centro, Débora Palmeira, a ideia é seguir fazendo oficinas e ampliar seu alcance.

“Recebemos muitas respostas positivas dos alunos em relação ao conteúdo e a forma como as oficinas são conduzidas. Também já soubemos que alguns jovens que faziam oficinas aqui foram convidados para participar do júri de um festival de curtas aqui no Rio, e eles receberam por isso. Então, é gratificante saber que a capacitação que eles receberam aqui contribuiu para que eles pudessem realizar essa atividade fora”, ressaltou.

Sobre o CTAv

Criado em 1985 a partir de parceria entre a Embrafilme e o National Film Board do Canadá, o CTAv integra, desde 2003, a estrutura da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cidadania. O centro é referência na América Latina em conservação de acervo, sendo responsável pela guarda de mais de 20 mil rolos de película e 4,5 mil arquivos digitais.

O CTAv também presta serviço de mixagem e empréstimo de equipamentos, por meio de chamadas públicas, e de produção e envio de cópias de filmes brasileiros para participar de festivais de cinema nacionais e internacionais. O centro também oferece oficinas e cursos, todos eles gratuitos. A programação pode ser conferida no site do centro, localizado no Rio de Janeiro, em www.ctav.gov.br.

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Festival premiará produções audiovisuais de alunos de escolas públicas do Rio de Janeiro
Entre os prêmios oferecidos aos estudantes, estão oficinas de produção audiovisual ministradas pelo Centro Técnico Audiovisual da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania

publicado: 09/08/2019 18h53, última modificação: 15/08/2019 17h55
Foto: Renan Prado

Uma parceria entre o Centro Técnico Audiovisual (CTAv) do Ministério da Cidadania, a MultiRio e a RioFilme vai selecionar e premiar produções audiovisuais criadas entre 2017 e 2019 por alunos de escolas públicas do Rio de Janeiro. O Festival MultiRioFilme foi lançado nesta sexta-feira à tarde, na RioFilme.

A iniciativa visa reconhecer criações audiovisuais de estudantes de instituições municipais, com auxílio de professores, em quatro categorias: Educação Infantil, 1° ao 5° ano, 6° ao 9° ano e Programa de Educação de Jovens e Adultos (Peja). As inscrições para o Festival MultiRioFilme começam em setembro. A cerimônia de premiação, prevista para novembro, ocorrerá no histórico Cine Odeon, com a exibição dos trabalhos selecionados.

A MultiRio é uma empresa pública vinculada à Secretaria Municipal de Educação e dedica-se a produzir conteúdo de mídia educativa. Atualmente, disponibiliza em torno de sete mil títulos no site, criados para o compartilhamento de informações e conhecimentos. O Rio de Janeiro tem umas das maiores redes municipais de ensino da América Latina: são 1.540 escolas e 650 mil alunos. Para o presidente da MultiRio, Adolpho Konder, o Festival MultiRioFilme vai revelar e motivar instituições e alunos que realizam produção audiovisual.

“É uma forma de mapear iniciativas que têm acontecido na rede, a gente já conhece muitas, mas como é uma rede muito grande a gente quer incentivar cada vez mais essas iniciativas de produção audiovisual. É fundamental, sem sombra de dúvidas, do ponto de vista pedagógico, que a gente incentive cada vez mais a reflexão dos jovens através da cultura – e da cultura do audiovisual –, que é tão importante para o nosso país”, afirma.

Empresa vinculada à Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, também comprometida com o festival, a RioFilme tem 27 anos no mercado. Neste período, já produziu 490 filmes. Para o presidente da instituição, Marco Aurélio Marcondes, o projeto ajuda a resgatar a autoestima da comunidade escolar e, mais do que isso, dos cariocas. “É fundamental para a cidade neste momento em que ela precisa recuperar a sua autoestima. A ideia do pertencimento, a ideia de que a cidade pertence à cidadania. O audiovisual é uma maneira de expressão cada vez mais difundida entre os jovens”, enfatiza.

Oficinas de produção audiovisual

Os vencedores e suas escolas ganharão oficinas de produção audiovisual ministradas pelo Centro Técnico Audiovisual da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania. O secretário Henrique Pires comemora a realização do festival.

“A possibilidade de colocar alguns jovens em contato com a produção audiovisual é sensacional. Hoje, grande parte deles têm à disposição o equipamento acoplado em um telefone, que permite que eles façam filmes, fotografem, e que registrem o que está acontecendo no entorno deles. Isso pode ser um fator que ajude a desenvolver novos talentos, novas capacidades, novos integrantes dessa cadeia produtiva do audiovisual que para nós é fundamental ativar, estimular”, destaca.

O CTAv apoia o desenvolvimento da atividade audiovisual brasileira, oferecendo ferramentas e estimulando processos criativos, com foco na formação e capacitação para o mercado de trabalho. Para o secretário do Audiovisual da Secretaria Especial da Cultura, Ricardo Rihan, o centro técnico está alinhado ao crescimento do setor audiovisual no Brasil.

“Olhando para o futuro, precisamos refletir sobre quais são os tipos de empregos que teremos. Certamente, a atividade de criação de propriedade intelectual será um dos mais importantes geradores de empregos. Atrair os nossos jovens para esta atividade é extremamente positivo para o desenvolvimento econômico do país”, enfatiza Rihan.

Entre os principais serviços do CTAv, estão: apoio a mostras e festivais nacionais, capacitação audiovisual, empréstimo de equipamentos de filmagens, trabalho técnico de mixagem em obras audiovisuais e cessão de estúdio. Para saber mais, acesse: ctav.gov.br.

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Seminário debate relação entre cursos jurídicos e direitos autorais no Brasil
Evento promovido pelo Ministério da Cidadania e pela Universidade de São Paulo reuniu especialistas, juristas e estudantes para debater o aprimoramento da lei que trata do assunto

publicado: 13/08/2019 19h39, última modificação: 13/08/2019 19h39

Aberto ao público, seminário foi considerado um marco para novas discussões para o aprimoramento da lei de Direitos Autorais (Foto: Divulgação)

Discutir a relação entre os cursos jurídicos e os direitos autorais no Brasil. Esse foi o objetivo de seminário realizado pela Secretaria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual (Sdapi) do Ministério da Cidadania. O evento, realizado no dia 12 de agosto, contou com a parceria da Universidade de São Paulo (USP). Estudantes, pesquisadores e especialistas se reuniram para tratar de temas como o aprimoramento da política regulatória relacionada aos direitos autorais, a atuação do Brasil na agenda internacional relacionada aos direitos autorais e a necessidade da discussão e adesão do País a eventuais tratados.

“Tivemos uma grande oportunidade para trabalhar, em maior grau, a importância da educação dos direitos autorais em todos os níveis, dimensões e para todas as classes, como política permanente”, destacou o secretário da Sdapi, Maurício Braga.

Aberto ao público, o evento ocorreu no Prédio Histórico da Faculdade de Direito da USP e foi considerado um marco para novas discussões para o aprimoramento da lei de Direitos Autorais. “O seminário foi um absoluto sucesso, com a presença de inúmeros profissionais renomados do Direito Autoral. E a Faculdade de Direito da USP colocou-se completamente à disposição para estabelecer uma verdadeira parceria com a Sdapi, com o objetivo de discutirmos juntos a lei de Direitos Autorais”, citou o secretário.

Na mesa de debate, representando o ministério, estava a diretora do Departamento de Política Regulatória da Sdapi, Carolina Panzolini, acompanhados pelos professores do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito, Silmara Juny de Abreu Chinellato e Antônio Carlos Morato, além do desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo José Carlos Costa Netto.

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CTAv divulga projetos selecionados na Linha de Formação e Qualificação Audiovisual

São mais de 16 milhões de reais destinados a 31 projetos de vertente técnica, artística e gerencial

31 iniciativas de formação e qualificação de recursos humanos na área de audiovisual foram selecionadas pelo Centro Técnico Audiovisual e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) para aporte financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Os projetos, participantes do Edital 13/2018, receberão mais de 16 milhões de reais destinados a iniciativas de vertente técnica, artística e gerencial, enquadrados em modalidades de gestão, criação e técnico e acessibilidade.

Conforme previsto no edital, a seleção buscou a desconcentração regional de recursos. Foram aprovados 14 projetos do eixo Rio-São Paulo, 10 da macrorregião nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 7 da região Sul, Espírito Santo e Minas Gerais. Confira aqui a apresentação com os dados finais dessa seleção.

Todos os projetos irão abrir seleção para participantes este ano, alguns estabelecendo pré-requisitos em função da especificidade do conteúdo. O detalhamento de cada projeto pode ser conferido na página do CTAv. Para mais informações, basta enviar um e-mail para formacao.ctav@cultura.gov.br.

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