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FCRB apresenta dois novos ebooks sob o selo da instituição

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A Fundação Casa de Rui Barbosa lançou dois novos ebooks sob o selo de sua editora. Publicações gratuitas que mostram seu jardim histórico e a importância de se valorizar o patrimônio paisagístico.

Guia de visitação ao Jardim Histórico da Casa de Rui Barbosa desvenda a beleza e as histórias de seu jardim, localizado em sua sede, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Escrito por Nayara Heringer e Aparecida Rangel, oferece uma proposta de visita ao jardim, com mapas de localização e fotos, além de referências e fontes de informação.

Intervenção e valorização do patrimônio paisagístico é uma obra com cinco artigos sobre jardins portugueses, restauração de jardins de casas-museus do século XIX, como o do Museu Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro (RJ), e o Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora (MG), além das criações do paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994). É organizada por Ana Pessoa e Douglas Fasolato.

Para ter acesso a todas as publicações eletrônicas da editora da Fundação Casa de Rui Barbosa, basta acessar a página Publicações eletrônicas. Hoje estão disponíveis gratuitamente 13 obras, resultado de pesquisas desenvolvidas por seus servidores, bolsistas e colaboradores.

A editora da FCRB funciona sob a responsabilidade da área de Editoração, criada em 1942, do Centro de Pesquisa da instituição. Já foram publicados centenas de títulos, em co-edição ou isoladamente, sendo a maioria impressa. Para conhecer a editora da FCRB e entrar em contato com sua equipe, basta enviar email para . É coordenada por Benjamin Albagli Neto.

Texto: Eula D.T.Cabral
Imagem: Márcio Vasconcellos
Imagem de Perfecto_Capucine por Pixabay

Fonte – FCRB

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Ibram lança manual para realização de projetos de acervos digitais

Faça o download gratuito!

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) lançou, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG) e a Universidade de Brasília (UnB), a publicação “Acervos Digitais nos Museus: manual para realização de projetos”.

Fruto do processo de desenvolvimento e implementação da ferramenta Tainacan nos museus Ibram, o manual apresenta um histórico das ações de cultura digital no país, traz orientações para documentação museológica em meio digital, e sugere o uso das licenças livres como alternativa para contornar as limitações das leis nacionais de direito autoral para lidar com o digital, entre outros temas.

A publicação visa ajudar os profissionais e cidadãos interessados no tema, a identificar novas práticas e tecnologias para seus projetos de acervos digitais, e está disponível para download gratuito no site do Ibram. Seu lançamento oficial aconteceu no âmbito das comemorações da 19ª Semana Nacional de Museus, em evento online realizado no último dia 19.

Um novo evento será realizado na próxima quarta-feira, dia 26 de maio, às 10h, através do Youtube (https://www.youtube.com/tainacan)

Programa Acervo em Rede e o projeto Tainacan

O Programa Acervo em Rede tem como objetivo promover a democratização do acesso digital aos bens culturais musealizados, promovendo também a digitalização e a documentação dos acervos das instituições museológicas na internet.  Visa também instrumentalizar os museus brasileiros com ferramentas digitais sistêmicas, capazes de aperfeiçoar a gestão e a catalogação de seus acervos, permitindo a difusão integrada do patrimônio museológico e do patrimônio cultural preservado por diferentes grupos sociais.

Desenvolvido como software livre, o Tainacan é uma plataforma para a criação de repositórios digitais que pode ser utilizada por qualquer interessado em publicar os seus acervos online, e possibilita a integração de acervos digitalizados. Saiba mais.

Fonte – Ibram

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Iphan disponibiliza gratuitamente 400 obras em formato digital

Apenas no último mês, 52 títulos foram inseridos no site do Instituto

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Instituto passa a contar com mais de 400 obras de livre acesso (Foto: Bárbara Kahena)

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia vinculada à Secretaria de Cultura e ao Ministério do Turismo, disponibilizou, em abril deste ano, 52 novos títulos em formato digital. Com isso, o portal de publicações do Instituto passa a contar com mais de 400 obras de livre acesso.

Entre os títulos disponibilizados estão o primeiro número da série “Cadernos da Salvaguarda”, organizada pelo Departamento do Patrimônio Imaterial, o catálogo da exposição “7 Povos – Retratos de um Território”, além dos dois volumes dos “Pareceres do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural”, em edições comentadas e organizadas por Nestor Goulart e Anna Elisa Finger, publicadas em 2016 e 2017.

“A disponibilização online das publicações do Instituto é fundamental para potencializar a difusão do patrimônio cultural, oferecendo uma bibliografia de qualidade à comunidade acadêmica, aos técnicos que trabalham com o patrimônio cultural nas mais distintas instâncias de governo, aos detentores e à sociedade em geral”, destacou a presidente do Iphan Larissa Peixoto.

No portal, os interessados vão encontrar títulos originados a partir de pesquisas coordenadas pelo Instituto como a obra “Azulejaria em Belém do Pará: Inventário – Arquitetura civil e religiosa – Século XVIII ao XX”. O público também terá acesso a instrumentos de sensibilização e conscientização da população sobre a importância da valorização e da preservação do Patrimônio Cultural como o “Plano de Salvaguarda da Capoeira no Acre”.

Para facilitar o acesso, algumas obras novas já serão lançadas em versão impressa e digital, como é o caso da segunda edição do livro “A Invenção da Superquadra”, de autoria de Marcílio Mendes Ferreira e Matheus Gorovitz. A obra publicada recentemente tem sido bastante solicitada ao Iphan. Outros dois títulos também serão inseridos no portal em breve: “Guia Brasileiro de Sinalização Turística” e  “Patrimônio Cultural do Brasil – Pareceres de Registro dos Bens Imateriais”.

Também está em curso a captação de recursos, por meio de parcerias, para a digitalização da série histórica “Publicações do Patrimônio”, editada entre 1937 e 1987, composta por 38 livros raros e requisitados por pesquisadores e pesquisadoras de todo o país. “É uma produção editorial pioneira do Iphan, relevante para construção do pensamento sobre Patrimônio Cultural no Brasil. A digitalização vai ampliar o acesso, possibilitando que mais brasileiros e brasileiras possam conhecê-la”, explicou .

Para aquisição de exemplares físicos, basta entrar em contato por meio do publicacoes@iphan.gov.br, informando títulos e quantidades desejadas, além do CEP para cálculo do frete. Mais informações no portal de publicações do Iphan ou pelo telefone (61) 2024-5475.

Acesse: http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/

Publicações em PDF disponíveis para download:

1)      A coleção Barcos do Brasil (2019)

2)      A Pesca da Tainha na Ilha do Mel: territorialidades, sociabilidades e técnicas – INRC de Paranaguá 2011 (2012)

3)      Alcântara – minha casa é Patrimônio Nacional (MA)

4)      Arquitetura na Formação do Brasil (2006)

5)      Azulejaria em Belém do Pará (2016)

6)      Barro, Madeira e Pedra: patrimônios de Pirenópolis (GO) (2019)

7)      Cadernos da Salvaguarda de Bens Registrados: planos de gestão (2020)

8)      Caminhos de Natal – 2ª Edição (2020)

9)      Casa Lacerda – Concurso de arquitetura contemporânea (2020)

10)  Catálogo Amostral de Registros Rupestres em Lajeado e Palmas, Tocantins (2015)

11)  Catálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasil – Portugal (2020)

12)  Catálogo da Exposição Sopro do Tempo (2010)

13)  Catálogo Exposição 7 Povos – Retratos de um Território (2020)

14)  Catálogo web da Exposição Preservar Igarassu (2015)

15)  Centro Histórico de Paranaguá – Caderno de Educação Patrimonial de Paranaguá (2019)

16)  Cerâmicas Arqueológicas da Amazônia (2016)

17)  Conjunto Histórico e Paisagístico de Antonina (2018)

18)  Conservação preventiva de imóveis antigos em núcleos históricos (2020)

19)  Diversidade Linguística Indígena: estratégias de preservação, salvaguarda e fortalecimento (2020)

20)  Do Barro às Vivências Paisagem Cultural e Cultura Material nos Quilombos de Alcântara, Maranhão (2017)

21)  Educação patrimonial no centro histórico de Laguna (2020)

22)  Ex-votos em Congonhas: O Resgate de Duas Coleções (2012)

23)  Guia Sentimental da Cidade de Pirenópolis (2010)

24)  Huni Meka – Cantos do Nixi Pae (2007)

25)  I Seminário de Patrimônio Imaterial e Cultura Afro-Brasileira (2012)

26)  Ilha do Mel: Eu vou lá eu – Caderno de Educação Patrimonial da Ilha do Mel (2010)

27)  Memórias da Ilha do Mel (PR) (2008)

28)  Mestres Artífices – Bahia (2017)

29)  Missões Jesuíticas Patrimônio da Humanidade – Celebrando a Convenção da UNESCO | 1972-2012 (2013)

30)  Moldagens de gesso como instrumento de preservação da sua obra e o processo construtivo nas oficinas de escultura em Portugal a partir do século XVIII, Antônio Francisco Lisboa  (2014)

31)  Museu Casa da Hera (199?)

32)  Narrativas Karajá: Iny Ljyy: Iny Ljyky (2016)

33)  O Colégio e as Residências dos Jesuítas no Espírito Santo (2019)

34)  O Patrimônio Cultural da Imigração em Santa Catarina (2011)

35)  Oficina de Estudos da Preservação – Coletânea III (2014)

36)  Orientações para intervenções em imóveis protegidos – Centro Histórico de Porto Nacional – TO (2020)

37)  Orientações para regularização das Casas de Religião de Matriz Africana no Estado do Tocantins  (2015)

38)  Os ceramistas Tupiguarani: eixos temáticos (2016)

39)  Os ceramistas Tupiguarani: elementos decorativos (2016)

40)  Os ceramistas Tupiguarani: sínteses regionais (2016)

41)  Pareceres do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural – Vol. 1 (2016)

42)  Pareceres do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural – Vol. 2 (2017)

43)  Plano de Salvaguarda da Capoeira no Acre (2019)

44)  Preservação do Patrimônio Edificado: A Questão do Uso (2016)

45)  Preservar Igarassu (2009)

46)  Preservar Olinda (2009)

47)  Ritual Yaokwa do Povo Enawene Nawe – Dossiê do Patrimônio Imaterial n. 18 (2018)

48)  Robert Smith e o Brasil – Vol. 2 – Cartografia e Iconografia (2012)

49)  Santo de Casa: Imaginária Doméstica em Minas Gerais nos Séculos XIX e XX (2012)

50)  Sentidos do Patrimônio: Parque Nacional Serra da Capivara – Comunidade São Vitor (2017)

51)  Tava – Lugar de Referência para o povo Guarani (2019)

52)  Universo Cultural da Palmeira Babaçu (2016)

Fonte – Iphan

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Preservação Digital | V Seminário Internacional de Preservação Digital (SINPRED) será realizado em maio
Acontecerá entre os dias 12 e 14 de maio de 2021, de forma online, a quinta edição do Seminário Internacional de Preservação Digital (V SINPRED), organizado pela Rede Brasileira de Preservação Digital – Cariniana. Na ocasião, serão realizados o VI Encontro da Rede Cariniana e o V Encontro da rede de Pesquisa Dríade simultaneamente ao Seminário.

A iniciativa é do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e busca promover o intercâmbio de informações e experiências entre parceiros e usuários dos serviços oferecidos pela Rede.

O evento, que contará com a participação de vários representantes de instituições nacionais e internacionais, será gratuito, com tradução simultânea e contará com debates, palestras, reuniões e workshops com a participação de colaboradores da Rede Cariniana, representantes de diversas instituições parceiras, como a Fundação Biblioteca Nacional, além de usuários e pesquisadores interessados na preservação digital.

Joaquim Marçal, coordenador da BNDigital, participará da Mesa 4: Política e Planejamento da Preservação Digital. (http://eventoscariniana.ibict.br/index.php/sinpred5/navigationMenu/view/…)

Gabriela Ayres Ferreira Terrada, Bibliotecária e Arquivista da Biblioteca Nacional Digital -BND, fará parte da comissão organizadora.(http://eventoscariniana.ibict.br/index.php/sinpred5/navigationMenu/view/…).

Fonte – Fundação Biblioteca Nacional

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Funarte disponibiliza AtoM, base de dados para consulta de arquivos pessoais e coleções do Cedoc

Já está no ar a base de dados AtoM, da Fundação Nacional de Artes – Funarte que tem por objetivo promover o acesso de arquivos pessoais e coleções de diversas personalidades artísticas, preservados pelo Centro de Documentação e Pesquisa (Cedoc). Desenvolvida em convênio com a Universidade Federal Fluminense (UFF), a fim de difundir esses acervos arquivísticos de natureza privada, relativos às áreas de artes cênicas, artes visuais e música, a plataforma permite navegar pelo conjunto de arquivos e coleções e conhecer sua composição. É possível obter informações sobre doador, data de aquisição, estágio de organização, entre outras.

Por meio do AtoM, os usuários podem acessar, ainda, diferentes níveis de descrição de arquivos e coleções existentes no segmento de Arquivos Privados do Cedoc. Também estão disponíveis quadros de arranjo e inventários. A plataforma, que é um software livre, está em fase de implantação e deverá disponibilizar a descrição de todos os cerca de 320 conjuntos documentais, em breve. Mas já é possível explorar alguns deles, como o Arquivo Paschoal Carlos Magno, o Arquivo Família Oduvaldo Vianna, o Arquivo Sergio Britto e o Arquivo Tatiana Leskova, dentre outros.

Atrizes, atores, bailarinas, coreógrafos, críticos teatrais, artistas plásticos, cenógrafos, dramaturgos estão no Atom esperando por você.

Acesse: atom.funarte.gov.br

 

Fonte: Funarte

Textos técnico: Caroline Cantanhede – Cedoc
Edição: Marcelo Mavignier

 

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A Fundação Biblioteca Nacional publicou a sua Política de Preservação Digital; conheça aqui.

A Política de Preservação Digital da Biblioteca Nacional contribui para o alcance da meta 40 do PNC.

A pandemia, que ora enfrentamos ressaltou a importância do uso das tecnologias da informação e consequentemente a relevância de gerir os ativos digitais. A Fundação Biblioteca Nacional reafirma seu compromisso institucional com a preservação, difusão e acesso à informação, utilizando da BNDigital como área fundamental para o cumprimento destas missões. Em 2017 a Direção da FBN constituiu a Comissão de Estudos sobre Preservação Digital no âmbito da Biblioteca Nacional, atualizada pela Portaria nº 34 de 27 de agosto de 2019, tornando-se o Grupo de Estudos sobre Preservação Digital no âmbito da Biblioteca Nacional (GEPreD) com a finalidade de formular, especificar, dimensionar e implementar uma política de preservação do acervo digital – atual e futuro – da FBN. Em 26 de agosto de 2020, em Reunião de Diretoria Colegiada, foi apresentada e aprovada a Política de Preservação Digital da FBN.

A Política de Preservação Digital da Biblioteca Nacional (PPDBN) estabelece um quadro conceitual para apoiar ações de preservação que possibilitem o acesso sustentável, a longo prazo, ao acervo digital. Ademais, reitera o compromisso institucional, subsidiando o desenvolvimento da infraestrutura necessária para captar, gerenciar, preservar e disseminar o acervo digital. Este documento norteará as ações de preservação digital em diversas áreas da instituição, visando transpor os desafios da presente era digital.

OBJETIVO GERAL: ser um documento guia, assegurando que ações sejam tomadas para garantir a preservação de longo prazo do acervo digital.

ABRAGÊNCIA: acervo digital produzido pela BN Digital através de processos de conversão analógico/digital; acervo digital captado através do Depósito Legal, de acordo com o disposto nas legislações Nº 10.994/20045 e Nº 12.192/2010; documentos nato-digitais produzidos pela administração no desempenho de suas atividades administrativas; sítios e portais institucionais próprios ou resultado de acordos de cooperação nacionais ou internacionais; bases de dados bibliográficas e documentais; acervo digital oriundo de outras instituições sob a guarda da Fundação Biblioteca Nacional por meio de acordos de cooperação, parcerias e outros instrumentos legais, bem como o acervo digital captado via protocolos de interoperabilidade; publicações digitais em que a FBN atue como editora ou coeditora ou resultado de programas de pesquisa financiados pela BN.

PRNCÍPIOS E DIRETRIZES: esta política e todos os procedimentos e documentos gerados a partir dela devem estar em consonância com a legislação brasileira em vigor, assim como com outras normas e políticas instituídas por órgãos normalizadores e pela Fundação Biblioteca Nacional.

INFRAESTUTURA: a política de preservação digital considera todos os aspectos que têm relação direta com a criação, a existência e a manutenção do acervo digital.

ACESSO E USO: o acesso, interno ou externo ao acervo digital da Fundação Biblioteca Nacional, deve respeitar os princípios dispostos na legislação vigente, normas institucionais e/ou dentro dos limites da licença de uso atribuída pelo detentor dos direitos.

RESPONSABILIDADES: A preservação digital é responsabilidade da Fundação Biblioteca Nacional, do criador do documento em formato digital e de todas as áreas e pessoas envolvidas nos processos de criação e manutenção desses documentos. As responsabilidades deverão envolver questões técnicas, legais, administrativas e informacionais.

A Biblioteca Nacional apresenta sua Política de Preservação Digital (PPDBN), visando dar continuidade ao cumprimento de sua missão de preservar o patrimônio cultural brasileiro, agora também construído no ambiente digital. Além disso, será instituída uma Comissão Permanente de Preservação Digital, para efetuar a implementação da PPDBN e criar os planos de preservação para as áreas da FBN.

A preservação digital é um processo contínuo com o intuito de garantir o acesso ao patrimônio cultural brasileiro no futuro.

Acesse o documento https://www.bn.gov.br/producao/documentos/politica-preservacao-digital-b…

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