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A Fundação Biblioteca Nacional publicou a sua Política de Preservação Digital; conheça aqui.

A Política de Preservação Digital da Biblioteca Nacional contribui para o alcance da meta 40 do PNC.

A pandemia, que ora enfrentamos ressaltou a importância do uso das tecnologias da informação e consequentemente a relevância de gerir os ativos digitais. A Fundação Biblioteca Nacional reafirma seu compromisso institucional com a preservação, difusão e acesso à informação, utilizando da BNDigital como área fundamental para o cumprimento destas missões. Em 2017 a Direção da FBN constituiu a Comissão de Estudos sobre Preservação Digital no âmbito da Biblioteca Nacional, atualizada pela Portaria nº 34 de 27 de agosto de 2019, tornando-se o Grupo de Estudos sobre Preservação Digital no âmbito da Biblioteca Nacional (GEPreD) com a finalidade de formular, especificar, dimensionar e implementar uma política de preservação do acervo digital – atual e futuro – da FBN. Em 26 de agosto de 2020, em Reunião de Diretoria Colegiada, foi apresentada e aprovada a Política de Preservação Digital da FBN.

A Política de Preservação Digital da Biblioteca Nacional (PPDBN) estabelece um quadro conceitual para apoiar ações de preservação que possibilitem o acesso sustentável, a longo prazo, ao acervo digital. Ademais, reitera o compromisso institucional, subsidiando o desenvolvimento da infraestrutura necessária para captar, gerenciar, preservar e disseminar o acervo digital. Este documento norteará as ações de preservação digital em diversas áreas da instituição, visando transpor os desafios da presente era digital.

OBJETIVO GERAL: ser um documento guia, assegurando que ações sejam tomadas para garantir a preservação de longo prazo do acervo digital.

ABRAGÊNCIA: acervo digital produzido pela BN Digital através de processos de conversão analógico/digital; acervo digital captado através do Depósito Legal, de acordo com o disposto nas legislações Nº 10.994/20045 e Nº 12.192/2010; documentos nato-digitais produzidos pela administração no desempenho de suas atividades administrativas; sítios e portais institucionais próprios ou resultado de acordos de cooperação nacionais ou internacionais; bases de dados bibliográficas e documentais; acervo digital oriundo de outras instituições sob a guarda da Fundação Biblioteca Nacional por meio de acordos de cooperação, parcerias e outros instrumentos legais, bem como o acervo digital captado via protocolos de interoperabilidade; publicações digitais em que a FBN atue como editora ou coeditora ou resultado de programas de pesquisa financiados pela BN.

PRNCÍPIOS E DIRETRIZES: esta política e todos os procedimentos e documentos gerados a partir dela devem estar em consonância com a legislação brasileira em vigor, assim como com outras normas e políticas instituídas por órgãos normalizadores e pela Fundação Biblioteca Nacional.

INFRAESTUTURA: a política de preservação digital considera todos os aspectos que têm relação direta com a criação, a existência e a manutenção do acervo digital.

ACESSO E USO: o acesso, interno ou externo ao acervo digital da Fundação Biblioteca Nacional, deve respeitar os princípios dispostos na legislação vigente, normas institucionais e/ou dentro dos limites da licença de uso atribuída pelo detentor dos direitos.

RESPONSABILIDADES: A preservação digital é responsabilidade da Fundação Biblioteca Nacional, do criador do documento em formato digital e de todas as áreas e pessoas envolvidas nos processos de criação e manutenção desses documentos. As responsabilidades deverão envolver questões técnicas, legais, administrativas e informacionais.

A Biblioteca Nacional apresenta sua Política de Preservação Digital (PPDBN), visando dar continuidade ao cumprimento de sua missão de preservar o patrimônio cultural brasileiro, agora também construído no ambiente digital. Além disso, será instituída uma Comissão Permanente de Preservação Digital, para efetuar a implementação da PPDBN e criar os planos de preservação para as áreas da FBN.

A preservação digital é um processo contínuo com o intuito de garantir o acesso ao patrimônio cultural brasileiro no futuro.

Acesse o documento https://www.bn.gov.br/producao/documentos/politica-preservacao-digital-b…

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BN faz acordo com Rede Cariniana para preservação digital
A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI) anunciam a adesão da FBN à Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital (Rede Cariniana/Ibict).
Fachada da Biblioteca Nacional
Fachada da Biblioteca Nacional

O acordo entre as instituições busca promover o arquivamento digital na estrutura da Rede Cariniana dos periódicos eletrônicos editados pela comunidade acadêmica do Brasil e parte dos acervos da Biblioteca Nacional Digital (BN Digital).  Além disso, prevê a participação em eventos, grupos de trabalhos e pesquisas na área de preservação digital com os demais parceiros da Rede.

Localizada no Rio de Janeiro (RJ) e com mais de 200 anos de história, a Biblioteca Nacional é a depositária do patrimônio bibliográfico e documental do Brasil, considerada pela UNESCO uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo e a maior da América Latina.

“A Biblioteca Nacional é a detentora oficial dos acervos de bibliografia do Brasil e sua chegada é muito esperada. A presença da BN fortalece a nossa rede, que busca criar uma estrutura nacional de preservação digital e salvaguardar os registros da ciência, tecnologia e do patrimônio cultural do Brasil”, diz Miguel Arellano, coordenador da Rede Cariniana.

Criada pelo Ibict, a Rede Cariniana tem como finalidade desenvolver a cooperação entre instituições públicas e privadas visando compartilhar projetos de preservação de objetos digitais e contribuir para o aperfeiçoamento dos serviços de preservação de acervos digitais oferecidos pela Rede às instituições participantes.

A entrada da Biblioteca Nacional nessa rede faz parte de uma série de ações que a instituição pretende desenvolver no escopo da preservação digital. “Nos últimos anos, a BN Digital se dedicou a ampliar o acesso para o público. Estamos avançando cada vez mais na digitalização de nosso acervo impresso e arquivos documentais. Agora temos o compromisso de avançar na preservação. Criamos uma política nesse campo e vamos elaborar um plano de preservação digital com iniciativas em várias frentes de nossas atividades institucionais”, conta Joaquim Marçal, coordenador da BNDigital.

Joaquim Marçal reforça a amplitude do desafio da preservação digital para a biblioteca, que possui um imenso conjunto de obras e objetos, o que demanda uma grande capacidade de armazenamento. “O acervo da BN é muito grande, são mais de 100 mil obras digitais, fora a Hemeroteca Digital Brasileira, que tem 21 milhões de páginas digitalizadas de periódicos. Já temos um Data Center e precisamos ampliar ainda mais essa infraestrutura para ter tudo copiado no futuro. É um grande sonho e temos essa missão a cumprir”, diz.

A prioridade da Biblioteca Nacional na Rede Cariniana será a preservação de periódicos e publicações científicas. Para o coordenador da BN Digital, a entrada da instituição na rede é estratégica para a salvaguarda da produção intelectual brasileira. “A parceria com a Cariniana é muito importante. Vamos entrar nesse esforço de preservar as publicações científicas. Teremos uma Caixa LOCKSS local e uma estrutura de rede de preservação distribuída. É importante estarmos ao lado do Ibict porque é uma instituição que acompanha o estado da arte da preservação digital. Estaremos juntos nesse diálogo para contribuir com o avanço da área no Brasil”, acrescenta o coordenador da BN Digital.

Miguel Arellano, coordenador da Rede Cariniana, reforça a importância da consolidação de parcerias e do trabalho em rede no âmbito da preservação digital. “Trabalhar em rede é algo que as instituições brasileiras precisam. O mundo está globalizado e surgem novas tecnologias a todo momento. Em rede, as instituições passam a aderir a padrões internacionais e potencializam uma estrutura de preservação coletiva e aprendizado que beneficia a todos”, acredita.

Sobre a Rede Cariniana

A Rede Cariniana surgiu no Ibict da necessidade de se criar no Brasil um serviço de preservação digital de documentos eletrônicos de instituições científicas e culturais, com o objetivo de garantir o acesso continuado a longo prazo. A implantação da Rede está fundamentada em uma infraestrutura descentralizada, utilizando recursos de computação distribuída, permitindo que o mesmo material autorizado seja coletado, guardado e preservado localmente em várias instituições.

A atividades são desenvolvidas em parceria com instituições brasileiras de ensino e pesquisa e com a colaboração da Stanford University, University of Edinburgh e Harvard University. A Rede disponibiliza serviços de preservação digital de periódicos, livros, teses e dissertações eletrônicas, repositórios de dados de pesquisa para instituições com publicações de acesso livre, além de fontes de informação e mecanismos que facilitem a automatização dos processos de identificação, armazenamento, validação e conversão para novos formatos digitais.

O armazenamento das coleções digitais é realizado pelo sistema LOCKSS, um sistema de código aberto criado pela Stanford University, que cria uma rede de replicação de dados (cópias compartilhadas de periódicos eletrônicos e documentos), permitindo que os participantes acessem dados preservados confiáveis através de uma conexão restrita a um grupo.

A Rede também promove a capacitação de profissionais dedicados ao registro de acervos em instituições e a realização de pesquisas sobre assuntos relacionado à preservação digital.

Fonte: Carolina Cunha- Núcleo de Comunicação Social do Ibict em Biblioteca Nacional

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FCRB lança a versão atualizada do aplicativo online do Vocabulário histórico-cronológico do português
A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) lança a versão atualizada do aplicativo online do Vocabulário histórico-cronológico do português medieval. O Vocabulário é um instrumento de pesquisa contendo palavras da língua portuguesa usadas na Idade Média que remetem para os vocábulos atuais. A obra conta com 170 mil verbetes da língua utilizada em Portugal e na região espanhola da Galícia entre os séculos 13 e 15, e está disponível em http://www.medieval.rb.gov.br.
Projeto do lexicógrafo Antônio Geraldo da Cunha, o Vocabulário históricocronológico do português medieval (VPM) constitui-se um levantamento de fôlego do léxico da língua portuguesa daqueles séculos. A pesquisa para a localização dos vocábulos foi realizada em textos históricos de alta expressão literária e em obras que mereceram lugar de destaque nas histórias da literatura portuguesa, bem como documentos oriundos de cartórios medievais, textos jurídicos, tratados de higiene, livros de receitas.
Um bom exemplo da importância da obra foi sua utilização, por pesquisadores do Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia e Banco de Dados da Língua Portuguesa, na datação de vocábulos para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, publicado em 2001.
O trabalho teve início há 41 anos, em 1979, com o lexicógrafo Antônio Geraldo da Cunha – então funcionário do Setor de Filologia da Casa de Rui Barbosa, falecido em 1999 -, e um pequeno grupo de pesquisadores. Os textos medievais selecionados serviram de material para as passagens abonatórias dos vocábulos. Inicialmente, em 1984, foi publicado um fascículo-amostra da obra. O projeto com a informatização do material em fichas de papelão datilografadas prosseguiu, o que permitiu a sua utilização como fonte de pesquisa. O VPM ganhou, assim, visibilidade na comunidade acadêmica e científica nacional e internacional.
Em 2000, foi lançado um CD-ROM em versão preliminar.. As fichas de papelão datilografadas, tão úteis ao longo dos anos a inúmeros pesquisadores da comunidade acadêmica e científica nacional e internacional, foram substituídas por formas rápidas e eficientes de consulta e atualização.
Em 2007, foi lançada uma nova versão do CD-ROM. Em 2014, a FCRB lançou a versão impressa em dois volumes, em um total de 2.850 páginas. A obra não pode ser comercializada, por isso tem sido enviada para universidades, bibliotecas e centros de estudos de línguas neolatinas do Brasil,  Europa, Estados Unidos e África lusófona. Com a disponibilização do aplicativo online, será possível também acolher sugestões e introduzir vocábulos que constam das obras selecionadas, e não foram contempladas no VPM.

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Centro de Documentação e Informação – Cedoc disponibiliza, em versão online, séries de música e cartazes da Sala Funarte Sidney Miller, no Rio

O público vai ter a oportunidade de conhecer um pouco da história musical do espaço através do Portal das Artes – site da Funarte

A Sala Funarte Sidney Miller, localizada no Centro do Rio, tem, em seu interior, um cantinho especial dedicado à história musical do espaço. Com o objetivo de fazer com que o público conheça esse acervo, mesmo que à distância, a Fundação Nacional de Artes – Funarte, por meio do seu Centro de Documentação e Informação – Cedoc, disponibiliza textos, áudios, vídeos e imagens no Portal das Artes – site da instituição. O programa especial engloba registros de encontros e apresentações de artistas que passaram pelo palco do espaço e marcaram a história da música brasileira. No momento, a Sala Funarte Sidney Miller está passando por reformas e fechada para visitação.

Neste acervo especial, em versão online, os interessados vão ter a oportunidade de conhecer as séries (e seus cartazes) nomeadas dessa forma: a Noturno, dedicada a artistas que não tinham espaço no circuito comercial; a Vitrine, em que um músico consagrado convidava um iniciante; a Instrumental, dedicada a este gênero musical; a Carnavalesca, celebrando os compositores de música da folia; a Cinema, com exibições de curtas e Super 8; a Independentes, que contemplava artistas sem esquema comercial de gravadoras; a Especiais, para homenagear artistas ou datas específicas; a Pixingão, que reunia artistas consagrados e regionais que se apresentavam no Projeto Pixinguinha;  a Seis e Meia, que apresentou grandes nomes da música, entre 1978 e 1982, e também a Pauta Funarte, que contou com intérpretes de vários estados, entre 2006 e 2009.

Saiba mais sobre o acervo da Sala Funarte Sidney Miller, aqui

Fonte: FUNARTE

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Museu Imperial bate 1ª meta em financiamento coletivo para digitalizar acervo

A campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) “Museu Imperial: acervo sem fronteiras”, que visa agilizar o processo de digitalização de todos os mais de 300 mil itens do acervo do Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis, bateu sua primeira meta no dia de Natal, 25 de dezembro. O museu tem até o dia 16 de janeiro para alcançar as outras duas metas. Acesse aqui a campanha.

Três metas foram estipuladas para a realização do projeto. A primeira meta, que já foi alcançada, envolve atualização de todo o sistema de banco de dados; implementação de novo sistema de busca e layout da página; e implementação de recursos de zoom e leitor de formato pdf. A segunda meta inclui a atualização e aquisição de novos computadores, e a terceira meta soma ainda a aquisição de novos equipamentos e mobiliário para os editores, além de uma softbox (conjunto para iluminação em fotografia), um fundo infinito, cartões de memória e bateria de flash portáteis.

No ar desde meados de novembro de 2019, a campanha faz parte do programa Matchfunding BNDES+, direcionado a projetos culturais. Diferente do formato tradicional do financiamento coletivo, o BNDES trouxe para o setor, em parceria com a plataforma da Benfeitoria, o financiamento combinado, oferecendo um aporte de mais R$2 para cada R$1 doado.

“Estamos muito felizes por termos atingido a primeira meta e agora estamos na próxima etapa, tentando alcançar as próximas duas metas que permitirão a realização do projeto de forma ainda mais eficiente. Ainda precisamos arrecadar 16 mil reais, por isso é muito importante que as pessoas continuem abraçando a campanha, divulgando e colaborando”, ressaltou a museóloga e coordenadora da Digitalização do Acervo do Museu Imperial, Muna Durans.

Arte sem fronteiras: bibliotecas em rede

Trata-se de um portal que vai contemplar um catálogo integrado online de acervos de bibliotecas do Museu Histórico Nacional, do Museu Nacional de Belas Artes, dos Museus Castro Maya, ambos estão sob gestão do Instituto Brasileiro de Museus e do Museu Casa de Rui Barbosa.

O valor total do projeto é de R$ 41 mil, sendo que 1/3 será arrecadado na campanha e 2/3 será financiado pelo BNDES. A campanha de arrecadação de recursos teve início no dia 21/11 e se encerrará no dia 16/01. Confira aqui o link da campanha

Saiba mais: Projeto ‘Artes sem fronteiras: bibliotecas em rede’ contempla museus do Ibram

Fonte: IBRAM

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Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga

A Funarte disponibilizou a portaria que dispõe sobre designar membros da Comissão Técnica Interna de Habilitação do Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúniga.

Acesse aqui a Portaria Funarte nº. 209, de 31/07/2019

ERRATA- 19/07/2019

A Funarte publicou no dia 19 de julho de 2019, no Diário Oficial da União, ato de retificação do edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zuñiga, publicado dia 15/07/2019. As alterações citam: o nome do programa, do qual foi retirada a palavra “prêmio”; e a troca de subitens.

Acesse aqui a retificação

Acesse aqui o edital retificado

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ O DIA 29/08/2019

A Fundação Nacional de Artes – Funarte publicou, no dia 15 de julho de 2019, a primeira edição do Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União. As inscrições estão abertas de 16 de julho a 29 de agosto de 2019.

O programa vai contemplar projetos de pesquisa, com textos inéditos no campo da preservação e da conservação da fotografia. A iniciativa é realizada por meio do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica (CCPF), integrante do Centro de Artes Visuais da Funarte.

Através do edital, serão concedidas cinco bolsas de R$ 40 mil cada uma. Podem candidatar-se pessoas físicas, residentes em qualquer lugar do Brasil, que atuem nas áreas técnicas relacionadas ao concurso.

Essa ação da Funarte possui como objetivo estimular a produção de conhecimento no campo da conservação e da preservação fotográficas. O processo seletivo inclui três módulos de concorrência. São eles:

1 – Ações e estudos sobre conservação e restauração fotográfica no Brasil – duas bolsas serão concedidas no módulo;
2 – Ações e estudos sobre digitalização e preservação digital de acervos fotográficos no Brasil – duas bolsas; e
3 – Ações e estudos realizados sobre processos fotográficos históricos dos séculos XIX e XX – nesse módulo será concedida uma bolsa

O produto final a ser desenvolvido pelos contemplados deve ser um texto, tendo como padrão os Cadernos Técnicos de Conservação Fotográfica – números 6, 7 e 8, editados pela Funarte, conforme as especificações do edital. Essa coleção, coordenada e desenvolvida pelo CCPF, pode ser baixada neste link:

Legado para a bibliografia e para a formação na área

Por meio desse edital, a Funarte intenciona promover a produção de textos originais, que contribuam para a formação de novos profissionais em conservação e preservação da fotografia; além de estimular a capacitação técnica nos vários setores relacionados à área, por meio do desenvolvimento da bibliografia direcionada a profissionais e estudantes, bem como da divulgação do conhecimento e de experiências ligados a esse campo.

Inscrições

As inscrições estão abertas de 16 de julho a 29 de agosto de 2019 e deverão ser realizadas exclusivamente pelo correio, por meio de formulário de inscrição disponível neste link.

O envelope de envio deve ser preenchido com os seguintes dados:

a) Destinatário:
Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga
Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte/CEAV
Centro Empresarial Cidade Nova – Teleporto
Av. Presidente Vargas nº 3.131 – 18º andar, sala 1804 – Cidade Nova
Rio de Janeiro (RJ)
CEP: 20.210-911

b) Remetente
Nome completo do proponente
Endereço completo do proponente

c) ) Título do Projeto (Indicar também: Módulo 1 ou 2 ou 3)

Acesse aqui o edital

Acesse aqui o formulário de inscrição

O CCPF

O Centro de Conservação e Preservação Fotográfica (CCPF) – Funarte é um núcleo de excelência que, há mais de 30 anos, pesquisa, desenvolve e difunde sistemas e métodos que são amplamente utilizados pelas instituições brasileiras detentoras de coleções, além do reconhecimento como centro de referência internacional no campo da preservação e conservação fotográfica.

A homenagem

O Centro de Conservação e Preservação Fotográfica/CEAV – Funarte considera de grande relevância a homenagem a Solange Zuñiga no edital. “Trata-se da profissional responsável pela concepção, desenvolvimento e coordenação geral do Programa Nacional de Preservação e Pesquisa da Fotografia realizado na Funarte, que culminou na criação do CCPF. Além disso, Solange Zuñiga foi uma incentivadora da pesquisa no campo da conservação fotográfica, no qual alcançou grande prestígio, tanto no Brasil como em outros países da América do Sul”, comenta Sandra Baruki, coordenadora do CCPF.

Sobre Solange Zuñiga

Solange Zuñiga era doutora em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) – em convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – com tese sobre políticas de preservação de acervos documentais, e mestre em Biblioteconomia pela Universidade de Columbia – Nova York (EUA), onde cursou mestrado em Administração da Preservação. Foi diretora do antigos departamentos de Artes e de Pesquisa e Documentação da Funarte, onde foi responsável pela concepção, desenvolvimento e coordenação do Programa Nacional de Preservação e Pesquisa da Fotografia a instituição que originou o CCPF. Participou da equipe de historiadores responsável pela concepção, implementação e coordenação do projeto do Centro de Pesquisas Históricas da Fundação Casa de Rui Barbosa. Foi uma das idealizadoras do projeto Publicação e Disseminação de Literatura Técnica em Preservação, do programa Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos (CPBA), com apoio de instituições norte-americanas, como a Comission on Preservation and Access (Comissão de Preservação e Acesso) e a Fundação Andrew W. Mellon e, no Brasil, da Fundação Vitae – Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social.

Mais informações
edital.ccpf@funarte.gov.br

Acesse o edital e os documentos relacionados a ele nesta página, na coluna da direita, Arquivos Relacionados

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