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Prêmio Funarte Descentrarte: publicação de resultado de Avaliação

A Fundação Nacional de Artes divulgou, no dia 21 de novembro, quinta-feira, a lista de notas e classificações dos projetos que concorrem ao Prêmio Funarte Descentrarte – que contempla projetos artísticos de qualquer município do Brasil que tenha população entre 50 mil e 100 mil habitantes – ou seja, de cidades consideradas de médio porte.

Esse resultado corresponde à segunda etapa do edital de seleção, a Avaliação.

Na lista, disponível abaixo, os projetos estão separados por áreas. Serão contemplados os 24 primeiros de cada área, num total de 120 propostas, com premiações de R$ 20 mil cada uma.

Acesse aqui o resultado

O item 4.8. do edital prevê: “Os projetos que não atingirem a média final de 50 pontos, nota de corte, serão desclassificados”.

Os critérios de avaliação da Comissão de Seleção estão expostos nos itens 4.5 a 4.8 do edital.

Conforme o item 4.11. Os proponentes não selecionados poderão interpor recurso, conforme formulário disponível (Anexo V), a ser encaminhado para o endereço eletrônico recurso2.descentrarte@funarte.gov.br, no prazo de até 02 (dois) dias úteis a contar da data da publicação do resultado da seleção.”, ou seja: até dia 22 de novembro, sexta-feira.

Acesse aqui o formulário para recurso

O item 4.12, do edital estabelece: “A Comissão de Seleção designará, entre seus membros, 05 (cinco) especialistas que farão os julgamentos dos pedidos dos recursos interpostos, em até 05 (cinco) dias úteis.”

O Prêmio Funarte Descentrarte

A partir da seleção por edital público, a Funarte vai contemplar propostas direcionadas às áreas artísticas de artes visuais, dança, teatro, produção literária e de artes integradas. O objetivo do Prêmio Funarte Descentrarte é o incentivo a “artistas, produtores, grupos, expressões e projetos artísticos e culturais, por meio da descentralização das oportunidades de produção e formação artística e de inclusão cidadã nas artes”.

Mais informações aqui, na página do edital

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Edital da Fundação Nacional de Artes vai premiar artistas plásticos
Inscrições para a 9ª edição do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça podem ser feitas até 27 de setembro. Três projetos serão selecionados

publicado: 13/08/2019 15h42, última modificação: 13/08/2019 15h44

Abraham Palatnik – Doação para Fundação José Augusto – 5ª edição do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça. Foto: Divulgação

Estão abertas até 27 de setembro as inscrições para a 9ª edição do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça. Lançado pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cidadania, o prêmio visa incentivar produções artísticas destinadas ao acervo de instituições museológicas públicas e privadas sem fins lucrativos, fomentar a difusão e a criação das artes visuais e permitir a acessibilidade aos bens culturais e o compromisso com a formação de público. Confira o edital.

Serão selecionados três projetos, em três módulos, em todo o território nacional. O proponente contemplado no módulo I receberá R$ 30 mil; no módulo II, R$ 60 mil; e no módulo III, R$ 100 mil. Os recursos financeiros destinados a este Prêmio somam R$ 250 mil. Desse total, R$ 190 mil serão aplicados em premiação e R$ 60 mil, em despesas administrativas.

Inscrições

As inscrições devem ser feitas exclusivamente por meio postal, na modalidade Sedex ou outra forma de via postal expressa, com Aviso de Recebimento (AR), utilizando formulário próprio disponível neste link. No item 6 deste edital, estão todas as informações relacionadas às inscrições.

Uma comissão composta por seis membros, sendo um representante da Funarte e cinco especialistas em artes visuais, com conhecimento comprovado e notoriedade no campo das artes visuais, nomeadas pelo presidente da Funarte, vai avaliar e selecionar as propostas provenientes dos diversos segmentos da expressão visual.

Sobre Marcantonio Vilaça

Personalidade atuante nas artes visuais nas décadas de 1980 e 1990, o advogado por formação dirigiu a revista de arte “Galeria”, fundou com sua irmã a galeria Pasárgada Arte Contemporânea, provocando um movimento renovador em sua cidade natal, Recife (PE), e inaugurou com Karla Ferraz de Camargo a galeria Camargo Vilaça, em São Paulo (SP), considerada a mais importante referência para a arte brasileira nos anos 1990.

Por sua atuação, Marcantonio Vilaça projetou a arte contemporânea brasileira internacionalmente, profissionalizou a representação do artista contemporâneo brasileiro, que passou a frequentar bienais e feiras internacionais, ganhou catálogos e livros e entrou para acervos de grandes museus e coleções particulares. Também investiu ao expor artistas estrangeiros no Brasil, em uma tentativa de abrir os olhos do público brasileiro para a produção contemporânea mundial.

Marcantonio Vilaça morreu aos 37 anos, no dia 1º de janeiro de 2000. Foi homenageado com a criação de dois prêmios de incentivo à produção artística com o seu nome, regulamentados por lei federal. Além deste editado pela Funarte, há o Prêmio CNI/SESI.

Informações:

Outros esclarecimentos sobre o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça – 9ª Edição podem ser obtidos pelo endereço eletrônico premio.mav2019@funarte.gov.br.

Fundação Nacional de Artes (Funarte)
Ministério da Cidadania

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Ministério da Cultura celebra o Dia da Música Popular Brasileira

17.10.2018 – 14:15

Ela traduz as múltiplas identidades culturais do País e se apresenta como uma das mais poderosas formas de preservação da memória coletiva. Celebrada nesta quarta (17), ela faz festa diária na vida de todo cidadão brasileiro. Instituído pela Lei Nº 12.624, de 2012, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira é uma homenagem ao aniversário de nascimento de Chiquinha Gonzaga, que pode ser considerada a primeira compositora popular do País.

Chiquinha nasceu no Rio de Janeiro, em 1847, e foi responsável por um reboliço musical e social na cidade. Frequentou as rodas musicais do local e teve atuação na libertação dos escravos numa época em que as mulheres não tinham espaço na música e na política. Como diz o musicólogo e diplomata Vasco Mariz, em crítica sobre a compositora, “sua atividade era extraordinária em todos os setores. Basta dizer que só para o teatro escreveu nada menos de 77 partituras, quase todas encenadas e muitas delas com bastante sucesso”.

A atuação da compositora reverbera ainda hoje na importância da Música Popular Brasileira para o cenário musical nacional e para a forma como o País é identificado no globo. “O prestígio de nossa música consolida-se em todo o mundo, podendo ser considerada como um dos símbolos de nossa gente, seus hábitos, seus fazeres, haveres e falares”, sintetiza o site do Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira, que conta com parceria do Ministério da Cultura (MinC).

Para o diretor do Centro de Música da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Marcos Souza, a Música Popular Brasileira se mantém “riquíssima”. “Temos uma diversidade absurda e, todo ano, nossa música é reconhecida no mundo inteiro. Cabe dizermos que existe uma potente riqueza explorada pelo setor que apresenta a música para o entretenimento, mas também há outros caminhos que procuramos estimular, como a música de contemplação”, explica.

Ações e projetos

A Funarte, vinculada ao Ministério da Cultura, promove e participa de diversos debates acerca da Música Popular Brasileira, no Brasil e no exterior. Até essa quinta (18) a Funarte promove, por exemplo, o seminário Música Popular Brasileira em Pauta, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O evento acontece na capital fluminense e reúne pensadores de todo o País. “A Funarte vem ocupando espaços, participando de festivais. Uma grande quantidade de eventos nessa área demonstra que a Música Popular Brasileira continua atual e inteligente. Ela estará sempre se recriando e revivendo a nossa memória”, reforça o diretor.

A Música Popular Brasileira também vem sendo divulgada em todo o mundo pela Funarte por meio de partituras. O projeto Songbook Online Internacional reúne cerca de 1.200 partituras cedidas por mais de 15 instituições e alguns compositores – elas também incluem volumes de Música de Concerto e Bandas de Música. Em dezembro deste ano, serão lançados novos volumes com composições de viola caipira, violão brasileiro e samba.

A ideia é que os songbooks sejam distribuídos pelo Itamaraty às Embaixadas e Consulados do Brasil no exterior para uso em ações de divulgação da música brasileira junto a instituições de ensino e ao público em geral. Os textos que norteiam as coleções estão disponíveis em português, inglês, espanhol e francês.

A música na indústria e na tradição

Desde 2001, o MinC, por meio da Agência Nacional do Cinema (Ancine), já disponibilizou mais de R$ 400 milhões para cerca de 150 projetos audiovisuais direcionados para a música. Tanto a Lei do Audiovisual quanto o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), por exemplo, se tornaram ferramentas para que a música chegasse a milhões de brasileiros por meio das telinhas e telonas.

Foto: Luiz Santos/Iphan

O assessor da Ancine João Pinho explica que, apesar da instituição não trabalhar com editais temáticos, a música se encontra presente em inúmeros projetos aprovados. “Essa é a vitória da intersetorialidade. Não avaliamos o mérito para a aprovação dos projetos, mas a música é muito presente nessa verdadeira indústria cultural. Vamos dar mais visibilidade a esses investimentos, para que os projetos continuem encontrando esse caminho sustentável para suas produções”, afirmou.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), também vinculado ao Ministério da Cultura, reforça, por sua vez, que as expressões tradicionais são a fundação de diversas manifestações musicais, incluindo a Música Popular Brasileira. “Tudo o que vejo de moderno e de contemporâneo, do que pode ser chamado de novo, tem influência de tradições. E a população que ainda está no interior, apesar do contato com as novas mídias, não deixou de lado produções ancestrais. Trata-se de uma Música Popular Brasileira no sentido de estar nas raízes da população brasileira”, expõe a coordenadora de Salvaguarda do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, Rívia Ryker.

Entre as formas de expressão musicais salvaguardadas pelo Iphan está o Samba de Roda do Recôncavo Baiano, expressão musical, coreográfica, poética e festiva das mais importantes e significativas da cultura brasileira. Ele exerceu influência no samba carioca e, até hoje, é uma das referências do samba nacional.

Outro bem imaterial já registrado pelo instituto são as Matrizes do Samba no Rio de Janeiro: o partido alto, vinculado ao cotidiano e a uma criação coletiva baseada em improvisos; o samba-enredo, de ritmo inventado nas rodas do bairro do Estácio de Sá e apropriado pelas nascentes escolas de samba para animar os seus desfiles de Carnaval; e o samba de terreiro, vinculado à quadra da escola, ao quintal do subúrbio, à roda de samba do botequim.

Esses são apenas exemplos que fundamentam a diversa Música Popular Brasileira, cultivada em todas as regiões do País, nas mais variadas vertentes estéticas, por milhares de compositores, intérpretes e instrumentistas.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Portal traz crônicas de seis autores brasileiros

12.9.2018 – 11:50

A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), e o Instituto Moreira Salles (IMS) lançam, nesta quarta-feira (12), às 19h, o Portal da Crônica Brasileira. A cerimônia será no IMS e contará com um bate-papo com Humberto Werneck e Sérgio Rodrigues e com leitura de textos feita por Ana Carina, Bruno Lara Resende e Daniel Braga.

No portal, estão disponíveis 823 crônicas de Rubem Braga. Escritor e jornalista, Braga tornou-se muito conhecido como cronista e teve vários textos publicados em revistas e em jornais de grande circulação. Seu legado conta com um arquivo de mais de 15 mil recortes de jornal atualmente sob a tutela da FCRB, que disponibilizou as crônicas para o portal.

Também podem ser consultadas no portal crônicas escritas por Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Antônio Maria, Rachel de Queiroz e Clarice Lispector, do acervo do IMS.

A expectativa é de que, em breve, também sejam agregadas ao portal crônicas de outros autores, como Carlos Drummond de Andrade e Nelson Rodrigues, entre outros. O endereço do Portal da Crônica Brasileira é https://cronicabrasileira.org.br/.

A parceria entre a FCRB e o Instituto Moreira Salles tem como objetivo dar mais visibilidade e garantir ao leitor o acesso a esse gênero textual que teve a sua fase mais produtiva, especialmente, entre as décadas de 50 e 60.

 

Acesso o rápido

Conheça o portal

 

Serviço:

Lançamento do Portal da Crônica Brasileira

Data: 12/9

Hora: 19h

Local: Instituto Moreira Salles – Rua Marquês de São Vicente, 476, Rio de Janeiro (RJ).

 

Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa / Ministério da Cultura

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Divulgado resultado final do Prêmio Funarte de Dramaturgia

4.9.2018 – 10:55

A Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, publicou o resultado final do Prêmio Funarte de Dramaturgia 2018. Também foram disponibilizadas as portarias de nomeação das comissões das fases de habilitação e seleção. Os documentos estão disponíveis na página do edital.

Dez autores são premiados no edital, em duas categorias, de acordo  com a faixa etária às quais os textos se destinam. Em cada um desses grupos é contemplada uma obra, de cada uma das cinco regiões do país, com premiação de R$ 20 mil. Na categoria Adulto, os vencedores são dos municípios de Primavera do Leste (MT), Porto Velho (RO), Recife (PE), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ). Na classe Infância e Juventude, serão premiados dramaturgos de Viamão (RS), Brasília (DF) Porto Velho (RO), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Também é prevista pelo edital a publicação de uma coletânea das peças contempladas na página da Funarte. Foram considerados quatro critérios na avaliação: estrutura do texto, tema e linguagem; originalidade; potencial de montagem; e clareza do tema abordado.

 

Funarte

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) é o órgão responsável, no âmbito do Governo Federal, pelo desenvolvimento de políticas públicas de fomento às artes visuais, à música, ao teatro, à dança e ao circo. Os principais objetivos da instituição são o incentivo à produção e à capacitação de artistas, o desenvolvimento da pesquisa, a preservação da memória e a formação de público para as artes no Brasil.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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CNIC aprova 118 projetos para captação via Lei Rouanet

20.7.2018 – 18:45

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) deu parecer favorável a 118 projetos durante a 279ª reunião ordinária, encerrada na última quinta-feira (19), para que captem recursos pelo mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet (Lei 8.313/1991). Os projetos que receberam aprovação foram autorizados a captar até R$168,6 milhões junto a patrocinadores.

A área com maior número de projetos contemplados foi a música, com 32 propostas. Seguem-se as artes cênicas, com 30, e artes visuais, com 19. A área de humanidades teve 16 projetos aprovados; a de patrimônio cultural, 14; e a de audiovisual, 7.

Os projetos aprovados via Lei Rouanet podem ser acompanhados por qualquer cidadão, pelo Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic), no menu Transparência do Portal da Lei Rouanet. O link dá acesso aos dados básicos dos projetos apresentados, aprovados e apoiados, assim como aos valores de cada um deles.

  

A Comissão

A CNIC é um colegiado de assessoramento formado por representantes dos setores artísticos, culturais e empresariais, com paridade da sociedade civil e do poder público. Os membros da sociedade civil são provenientes das cinco regiões brasileiras, representando as áreas das artes cênicas, do audiovisual, da música, das artes visuais, do patrimônio cultural, de humanidades e do empresariado nacional.

Para entrar em vigor, as decisões da CNIC precisam ser homologadas pelo secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (MinC). Os proponentes devem acompanhar seu projeto por meio do Salic, uma vez que as comunicações e solicitações complementares, caso necessárias, se dão exclusivamente por essa ferramenta.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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