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FCRB assina termo de parceria para criação de Cátedra Unesco

25.09.2017 – 17:45

O aperfeiçoamento da gestão pública no setor cultural ganhou reforço com a assinatura de acordo para a criação da Cátedra Unesco sobre Políticas Culturais e Gestão. O termo de parceria foi assinado entre a presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), Marta de Senna, e a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, no último dia 19 e publicado na edição desta segunda-feira (25) do Diário Oficial da União.

A Cátedra tem como objetivo a formação de um centro de excelência e um polo avançado de estudos no campo das políticas culturais e da gestão. Segundo a Fundação vinculada ao Ministério da Cultura, em torno da Cátedra, será articulada uma rede de pesquisadores que contribuirão com os processos de disseminação de conhecimento e formação qualificada e atualizada de profissionais que atuam na área.

Marta de Senna comemora a implementação da Cátedra como um “reconhecimento” para a Fundação Casa de Rui Barbosa, referência nacional em políticas culturais. “É um passo fundamental na consolidação da atuação da FCRB nessas áreas específicas. A instituição vê nessa assinatura a renovação do seu compromisso com as questões, além de representar um avanço significativo no nosso constante esforço de internacionalização institucional e da cultura brasileira”.

Dentre as atividades do projeto estão previstos seminários internacionais, simpósios, colóquios, oficinas e cursos de qualificação avançada, em parcerias com universidades. Ao programa de bolsas de estudos e pesquisas, próprio da FCRB, serão incrementadas investigações e análises no tema da Cátedra para os níveis de mestre e doutor.

Público-alvo

As oportunidades promovidas pela Cátedra terão como público alvo, principalmente, pesquisadores, professores, profissionais e estudiosos, que contarão tanto com centro de produção de conhecimento de alto nível, quanto com um espaço específico para intercâmbio de experiências. O aperfeiçoamento e a qualificação na área ainda beneficiarão as atividades de gestão das políticas culturais do MinC e das secretarias estaduais e municipais de cultura.

Fonte: ASCOM MinC

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Biblioteca Nacional vai conceder bolsas de pesquisa

15.8.2017 – 14:45

Acesso rápido
Edital e anexos

A Fundação Biblioteca Nacional (FBN), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), vai conceder bolsas a pesquisadores que desenvolvam trabalhos a partir do acervo da instituição. O objetivo do Programa de Apoio à Pesquisa é incentivar a produção de trabalhos originais. O edital foi publicado na edição desta terça-feira (15) do Diário Oficial da União.

Podem se inscrever pesquisadores das áreas de Ciências Sociais Aplicadas, de Ciências Humanas e de Linguística, Letras e Artes cujos projetos tenham como objeto uma ou mais peças do acervo da Fundação Biblioteca Nacional. Também serão aceitas inscrições de pesquisadores de outras áreas, desde que o objeto seja o acervo da FBN.

Conforme o edital, serão três bolsas para doutores, com títulos reconhecidos pelo Ministério da Educação, no valor unitário de R$ 30 mil, dividido em 12 parcelas mensais. A FBN poderá conceder bolsas de pesquisa para pesquisadores brasileiros (natos ou naturalizados) e estrangeiros com residência e visto permanentes no Brasil.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 29 de setembro. No dia 9 de outubro, será publicada, no portal da Biblioteca Nacional, a lista de inscrições rejeitadas, com prazo de recurso. No dia 6 de novembro, serão divulgados os escolhidos, com prazo para reconsideração do resultado. A lista final dos selecionados será publicada no dia 17 de novembro no Diário Oficial da União.

Fonte e Texto: Assessoria de Comunicação/Ministério da Cultura

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Funarte divulga aprovados para curso da Escola Nacional de Circo
A Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), publicou, nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União (DOU), o resultado final do processo seletivo para ingresso de novos alunos no Curso Técnico em Artes Circenses da Escola Nacional de Circo.
 
Os 60 selecionados, de várias regiões do Brasil e da América do Sul, farão parte da turma 2017-2019 e terão 22 meses de aulas em período integral. Os aprovados irão receber, ao longo de todo o curso, bolsa de R$ 55 mil reais. O edital foi lançado em abril deste ano e contou com cerca de 280 inscrições.
O curso é uma parceria entre os ministério da Cultura (MinC) e da Educação (MEC), por meio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, e é reconhecido pelo MEC desde a primeira turma, de 2015 a 2017.
Entre os objetivos da Escola Nacional de Circo estão formar e capacitar artistas circenses para a elaboração e a execução de números com excelência; montagem de equipamentos com segurança; organização do espaço cênico circense; e domínio dos fatores técnicos que interferem na realização dos espetáculos, entre outros.
Acesso Rápido: Confira os selecionados
Texto e Fonte: Assessoria de Comunicação/Ministério da Cultura

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Inscrições abertas para publicação de estudos da coleção

Com o objetivo de estimular a reflexão contemporânea sobre temas da cultura nacional e internacional, a Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA) lançam edital público para produzir três livros da Coleção Cultura e Pensamento. A partir desta terça-feira (1º), pesquisadores podem inscrever seus estudos sobre as áreas: direitos culturais, políticas culturais para as cidades e políticas para as artes. As inscrições estão disponíveis até o dia 30 de setembro no site da coleção.

Serão selecionados trinta estudos para serem publicados em três livros. Uma das condições de inscrição é que o texto seja original e inédito e que não esteja em avaliação para ser publicado por outra revista – caso contrário, o autor deve justificar no momento da inscrição. Cada um dos livros reunirá dez textos selecionados por comissões editoriais específicas, compostas por três estudiosos de cultura reconhecidos. Os membros das comissões editoriais foram escolhidos por suas trajetórias acadêmicas, bem como pela diversidade regional.

A Coleção busca potencializar a discussão sobre cultura e políticas culturais, além do apoio a iniciativas da sociedade e da comunidade cultural, por meio da publicação de estudos existentes e do incentivo à produção de novos trabalhos, potencializando a discussão sobre cultura e políticas culturais.
Cultura e Pensamento
A parceria para a Coleção foi firmada em 2015 entre o Ministério da Cultura (MinC), por meio da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), e a Universidade Federal da Bahia (UFBA), através do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos.

Inscrita no Programa Cultura e Pensamento, criado em 2008 e retomado em 2015, a Coleção assume a proposta de desenvolver conexões entre diferentes saberes para fortalecer os direitos culturais. A parceria pretende estimular a publicação de estudos e pesquisas, que ampliem a reflexão, no País, sobre políticas culturais, tema hoje vital para a cultura e a democracia.
Para mais informações sobre a edição 2017 do edital Coleção Cultura e Pensamento, acesse www.culturaepensamento.ufba.br ou entre em contato pelo telefone (71) 3283-6198 ou pelo e-mail culturaepensamento@ufba.br.

Fonte: ASCOM MinC

 

Apoio da Biblioteca Nacional garante divulgação da literatura brasileira no exterior

Uma das maiores responsáveis pela divulgação da literatura brasileira no mundo, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) – vinculada ao Ministério da Cultura (MinC) – vem há 26 anos fomentando o mercado literário brasileiro com a tradução de livros distribuídos no exterior. Esse trabalho vem sendo feito por meio do Programa de Bolsa Tradução, que começou em 1991 e já traduziu livros de escritores brasileiros para 38 idiomas. Os idiomas mais traduzidos são espanhol, alemão, francês, inglês e italiano, nesta ordem.mp

No exterior, a comercialização é feita pelas editoras por meio de distribuidores, livrarias e pontos de venda em seus países. No entanto, boa parte das editoras publica as traduções em meio digital também.

Os Editais de Apoio à Tradução e à Publicação de Autores Brasileiros são lançados a cada dois anos. Os projetos inscritos são avaliados por uma comissão que se reúne de duas a três vezes por ano. Somente nos últimos cinco anos foram concedidas 689 bolsas em diversos idiomas.

Popularização da literatura

Francesa apaixonada pela literatura brasileira, Paula Salnot, dona da editora Anacaona, é referência na publicação de livros brasileiros na França. Dos quarenta títulos publicados por sua editora desde 2009, 16 foram traduzidos por meio dos editais de tradução da BN.

O MinC conversou com Paula Salnot para entender um pouco mais sobre o impacto do programa de traduções da FBN no aquecimento do mercado literário brasileiro fora do País.

Desde que o programa começou, foram traduzidas 104 obras para o francês, sendo 101 livros publicados por editoras francesas e três por editoras canadenses.

Paula Salnot, que se interessou pela produção literária nacional como uma forma de compreender melhor as nuances culturais do Brasil, acredita que as bolsas concedidas pela Biblioteca Nacional têm um papel estratégico na popularização da nossa literatura. “O custo de tradução de um livro é enorme. Uma grande editora, que publica tiragens de 10 mil exemplares, por exemplo, tem essa despesa diminuída. No entanto, em tiragens pequenas, o que é cada vez mais frequente (mesmo nas grandes editoras), um livro traduzido raramente é rentável sem apoio público”, afirmou.

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Vasto mundo, de Maria Valéria Rezende, foi um dos livros traduzidos para o francês pela editora Paula Salnot (Fotos: Editora Anacaona)

A editora destaca a necessidade de ampliar o acesso de novos leitores à produção literária brasileira. “Várias editoras francesas, que não são especialistas em literatura brasileira, publicaram títulos graças ao apoio da FBN. Isso foi fundamental para mostrar a quantidade de autores brasileiros que tem um trabalho de qualidade para ser publicado também no mercado internacional”, elogiou.

Leia a íntegra a entrevista com Paula Salnot.

Como começou seu interesse por literatura brasileira?

O interesse pela literatura brasileira veio ao mesmo tempo em que surgiu o encanto pelo Brasil. Estive no país pela primeira vez em 2003, depois de uma longa viagem pela América Central e por outros países sul-americanos. Preferi deixar o melhor para o final. Imediatamente senti uma afinidade e até mesmo uma certa intimidade com o Brasil. Mas foi por meio da literatura que pude conhecê-lo, compreendê-lo e amá-lo mais. Comecei a ler de forma compulsiva.

Quando sua editora iniciou as atividades?

A partir de 2005, comecei a traduzir livros para editoras francesas. O primeiro romance que traduzi, e pelo qual tenho um carinho especial, é O Pardal é um pássaro azul, de Heloneida Studart. A edição francesa ganhou o título Le cantique de Mémeia. Depois disso nunca mais parei.

Somente entre 2009 e 2010 é que decidi fundar a Editora Anacaona para publicar realmente o que eu queria, dentro de um espaço que passei a conhecer bem e até mesmo a dominar. Eu traduzo grande parte dos livros que publico. E adoro isso.

Pouco a pouco, fui construindo meu catálogo. A estreia foi um processo quase artesanal. Com o passar do tempo, fui me profissionalizando e as publicações ganharam, notadamente, mais regularidade.

A primeira coleção que publiquei era voltada apenas para a literatura marginal brasileira, com autores como Ferrez, pseudônimo do escritor e Reginaldo Ferreira da Silva. Logo depois fizemos outra coleção focada em elementos nordestinos e no universo de escritores como José Lins do Rêgo. Também lançamos uma série de livros de literatura contemporânea brasileira e, por último, agora em 2017, uma coleção infanto-juvenil.

Com base na experiência da Anacaona, como você descreveria o interesse do público francês e/ou dos países francófonos pela literatura brasileira? Existe algum tema que desperte mais a atenção dos franceses?

Em termos culturais, somos obrigados a lidar com o eterno problema da hegemonia do “gigante americano”, que toma muito lugar! Além disso, é preciso considerar também a rica produção literária francesa. Entre os franceses e os blockbusters americanos, não sobra muito espaço para trabalharmos expressões literárias de outros países.

Independente disso, eu diria que muitos franceses ficaram um pouco presos a Jorge Amado. Para eles, a literatura brasileira se resume ao exotismo, à leveza, às paisagens ensolaradas e às mulheres que habitam as obras do escritor baiano. O ambiente das favelas, hoje quase um clichê, também desperta muito a curiosidade do francês.

O jogo de cintura consiste, então, em navegar entre esses clichês. Eu proponho, por exemplo, livros que tratam de favelas (porque é um tema que interessa aos franceses e a mim também), mas com um olhar diferente, que dê voz aos seus moradores e tragam histórias positivas.

A questão da tradução ainda representa um desafio para as editoras?

O programa de bolsa tradução da Fundação Biblioteca Nacional contribuiu muito para a divulgação da literatura brasileira na França. De fato, o custo de tradução de um livro é enorme. Uma grande editora, que publica tiragens de 10 mil exemplares, por exemplo, tem essa despesa diminuída. No entanto, em tiragens pequenas, o que é cada vez mais frequente (mesmo nas grandes editoras), um livro traduzido raramente é rentável sem apoio público. Todos os governos sabem disso. A Coreia do Sul e a Suécia, cientes dessa realidade, oferecem ajudas financeiras extremamente generosas para minimizar possíveis prejuízos com tradução.

Várias editoras francesas, que não são especialistas em literatura brasileira, publicaram títulos graças ao apoio da FBN. Isso foi fundamental para mostrar a quantidade de autores brasileiros que têm um trabalho de qualidade para ser publicado também no mercado internacional. Na minha opinião, isso contribui para construir aos poucos um catálogo de escritores de alcance mundial.

Desejo sinceramente que esse programa de tradução da FBN tenha continuidade. Sem ele, temo que as editoras francesas se voltem para outros países que ofereçam essa ajuda. Nesse caso, não resta dúvida de que o leitor francês se voltaria com facilidade para a produção literária anglo-saxônica, ou simplesmente, para a própria França, que representaria custo zero de tradução.

Quantos e quais os títulos sua editora comercializa atualmente?

Hoje temos cerca de 40 livros em nosso catálogo. Entre as novidades de 2017 temos Vasto mundo, de Maria Valéria Rezende, e o magistral Fogo Morto, de José Lins do Rego – uma tradução que me levou anos. Esses dois livros pertencem à coleção da Terra Nordeste.

Já na série infanto-juvenil da Anacaona temos O Livreiro do Alemão, de Otávio Júnior, uma grande história que acontece na favela, mas que pela primeira vez pretende quebrar os estereótipos da violência nessas comunidades. E para o biênio 2017-2018, esperamos que outros livros de literatura marginal possam enriquecer a coleção Urbana.

Texto e Fonte: Assessoria de Comunicação/Ministério da Cultura

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Funarte lança edital para Curso Técnico em Artes Circenses

Primeiro no gênero a ser reconhecido pelo Ministério da Educação, o Curso Técnico em Artes Circenses é ministrado pela Escola Nacional de Circo, da Funarte (Foto: S. Castellano/Funarte)

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) publicou nesta quinta-feira (20), no Diário Oficial da União, o edital do processo seletivo para ingresso de novos alunos no Curso Técnico em Artes Circenses da Escola Nacional de Circo – Turma 2017/2019. Sessenta novos alunos serão selecionados e cada um receberá bolsa no valor total de R$ 55 mil reais (R$ 2,5 mil mensais), durante o período de 22 meses consecutivos do curso. As inscrições estão abertas até 7 de junho.

Primeiro no gênero a ser reconhecido pelo Ministério da Educação, o Curso Técnico em Artes Circenses é ministrado pela Escola Nacional de Circo, em parceria com o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), e teve sua primeira turma lançada em 2015. A seleção é aberta a brasileiros natos ou naturalizados e estrangeiros que tiverem concluído o ensino médio até a data de publicação do edital.
A bolsa tem por objetivo possibilitar aos alunos a manutenção de suas necessidades básicas de moradia, alimentação e saúde na cidade do Rio de Janeiro durante todo o período do Curso Técnico em Artes Circenses. Os recursos disponibilizados para o desenvolvimento desta ação somam R$ 3,45 milhões. Com este edital, a Funarte espera promover a formação de novos profissionais em artes circenses por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, incentivando a cadeia produtiva do circo, sobretudo nas áreas da formação, criação, difusão e memória.
Somente serão aceitas inscrições enviadas pelos correios, exclusivamente via SEDEX, sendo desconsideradas aquelas postadas após a data de encerramento. Os pedidos deverão ser encaminhados com a seguinte identificação e endereço:
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO DE NOVOS ALUNOS NO CURSO TÉCNICO EM ARTES CIRCENSES DA ESCOLA NACIONAL DE CIRCO – TURMA 2017/2019
Escola Nacional de Circo
Rua Elpídio Boamorte, S/Nº.
Praça da Bandeira – Rio de Janeiro/RJ
CEP: 20270-170
ACESSO RÁPIDO:
Mais informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico escolacirco@funarte.gov.br ou pelo telefone (21) 2504-5320.
Texto e Fonte: Fundação Nacional de Artes (Funarte)/Ministério da Cultura

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