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Investimentos do Ministério da Cidadania renovam estúdio do Centro Técnico Audiovisual

Recursos serão usados em novos equipamentos e softwares. Centro presta serviço gratuito de mixagem para filmes independentes e de baixo orçamento selecionados via edital

“O CTAv faz um excelente trabalho no apoio à produção cinematográfica independente e ao cinema de formação”, elogia o cineasta Eduardo Morotó, que contou com apoio do centro na produção e mixagem da maior parte de seus curtas-metragens (Fotos: Clara Angeleas/Ministério da Cidadania)

Quando morava em Frei Miguelinho, no agreste pernambucano, a única experiência de Eduardo Morotó com o cinema era “assistir à Sessão da Tarde” na televisão. Em 2006, como um dos prêmios por ter vencido um edital lançado pelo então Ministério da Cultura, hoje Secretaria Especial da Cultura, teve a oportunidade de viajar ao Rio de Janeiro para conhecer o Centro Técnico Audiovisual (CTAv), instituição voltada a conservação de acervos cinematográficos, formação profissional e apoio à produção independente e de baixo orçamento, com serviços como empréstimo de equipamentos, mixagem e sonorização.

Durante a visita, Morotó assistiu a curtas-metragens (um deles era A velha a Fiar, de Humberto Mauro), teve o primeiro contato com equipamentos profissionais de cinema e conheceu a estrutura do centro. Começava, então, uma história de amor com o cinema, que já gerou seis curtas e um longa atualmente em produção.

“O CTAv fez parte da minha formação desde o início. Essa visita que fiz ao centro foi meu primeiro contato com o mundo do audiovisual, foi o que me fez decidir largar o curso de Administração na minha cidade e vir de vez para o Rio fazer faculdade de cinema”, conta Morotó. O cineasta destaca que, sem o apoio do CTAv, dificilmente teria conseguido concluir seus filmes. “A maior parte deles foi feita com câmeras cedidas pelo centro e mixada aqui dentro. Em geral, não é fácil encontrar meios para produzir e finalizar os filmes e o CTAv faz um excelente trabalho no apoio à produção cinematográfica independente e ao cinema de formação”, elogia. Confira os curtas do cineasta.

Gratuitos, o empréstimo de equipamentos e o apoio na finalização de filmes ocorrem por meio de editais, lançados pelo CTAv quatro vezes ao ano. Saiba mais neste link. Agora no mês de maio, o estúdio de mixagem, um dos maiores da América Latina, vai receber investimentos de R$ 433 mil para modernização, provenientes do orçamento da Secretaria Especial da Cultura. Serão adquiridos nova tela de projeção, projetor multimídia, equipamentos para gravação e reprodução de vídeo e versões atualizadas de softwares de edição e mixagem de som, entre eles o Pro Tools.

“Essa modernização será muito importante para atendermos melhor o nosso público, formado principalmente por diretores iniciantes, muitos recém-formados, e com projetos de baixo orçamento”, destaca o editor de som e mixador Alexandre Jardim, servidor do CTAv desde 2000. “A tecnologia está mudando muito rápido e muitos dos nossos equipamentos e programas ficaram obsoletos, o que vinha dificultando nosso trabalho. Tivemos, inclusive, que suspender no ano passado o apoio à mixagem de longas-metragens, o que voltaremos a fazer no início do segundo semestre, assim que a atualização estiver concluída. Este trabalho que realizamos aqui no centro é muito importante, porque permite que realizadores com pouco recurso possam ter um som de qualidade em seus filmes”, completa Jardim, que já mixou cerca de 60 longas e 200 curtas desde que começou a trabalhar no CTAv.

Assistente de direção e editor na produtora Animal Filmes, Adriano Rayol Pinto comemorou a renovação do estúdio de mixagem. “O primeiro longa da nossa produtora, chamado Portaria 243, foi mixado no CTAv. Foi um apoio muito importante, não só por ser gratuito, o que é excelente para uma produção independente e de baixo orçamento, mas também pela qualidade do serviço e dos profissionais envolvidos. Sou muito grato a todo mundo aqui”, afirma.

Rayol conta que a Animal Filmes está trabalhando em seu segundo longa-metragem – Estação Rock – e a intenção é novamente contar com o apoio para a mixagem. “Assim que forem retomados os editais para mixagem de longas nós iremos nos inscrever. Seria excelente termos novamente um apoio tão importante e de grande qualidade oferecido pelo CTAv”, destaca.

Segundo a coordenadora-geral do CTAv, Daniela Pfeiffer, após a atualização, o estúdio de mixagem deverá atender, em média, 25 projetos por ano, entre curtas, médias, longas e séries. Ela conta que o centro também planeja modernizar os demais estúdios, como o de som e o de animação. “Nossa meta é atualizar todos os nossos estúdios. O de mixagem era o mais urgente, já que a última interferência foi há dez anos, mas vamos trabalhar para que os demais venham na sequência”, informa. “O trabalho que realizamos aqui é muito importante para fomentar o cinema de baixo orçamento. Muitos filmes apoiados pelo CTAv acabam tendo um belo caminho. Um dos últimos longas que apoiamos, um documentário sobre o cineasta Humberto Mauro, foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Cinema de Veneza, por exemplo”, completa Daniela.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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Rock Horror in Rio Film Festival recebe inscrições de curtas e longas

Festival, que une cinema e rock & roll, ocorre em dois eventos no ano, em Niterói e São Paulo

(publicado: 14/02/2019 11h27, última modificação: 14/02/2019 11h40)

 

Até 1º de março, o Rock Horror in Rio Film Festival recebe inscrições de curtas e longas para a edição 2019 nos gêneros: terror, suspense, sci-fi, fantasia e animação. O festival, que reúne cinema com o mais puro rock & roll, ocorre em dois eventos no ano, com a competição e a mostra agitando duas cidades: Niterói e São Paulo.

Para 2019, além dos filmes internacionais que já estão chegando de países como Espanha, Estados Unidos, França, Irã, Israel, Japão, Suécia, Reino Unido, Emirados Árabes, Holanda e Rússia, entre outros, são desejados filmes nacionais inéditos nesses gêneros.

A competição conta com três sessões: Tardes Assustadoras, Anoitecer Sinistro e Gala de Terror. Cada uma com a exibição de pelo menos um curta fantástico, um curta de terror e um longa. O nível de medo é medido em soft rock, hard rock e heavy metal. Após as sessões, a audiência é convidada a aproveitar as noites embaladas com shows de rock em bares parceiros com a presença de artistas, diretores, profissionais de cinema e cinéfilos em geral.

Além disso, o público pode participar de mesas redondas como: efeitos especiais e maquiagem com o foco em filmes de terror, roteiro e produção de thrillers, com a participação de profissionais da indústria convidados a ministrar esses workshops.

Este ano, além dos troféus de melhores longas e curtas e menções de honrosas, o festival terá também dois prêmios especiais de apoio à produção com a locação de equipamentos oferecidos pela Ciario e pelo Centro Técnico Audiovisual (CTAv) do Ministério da Cidadania exclusivamente para filmes brasileiros.

 

Para se inscrever, acesse: www.rockhorrorinriofilmfestival.com

 

Centro Técnico Audiovisual (CTAV)
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Ministério da Cidadania

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CTAv abre inscrições para workshop sobre produção para TV

Atividade será realizada em 13 de março, com 50 participantes. Inscrições podem ser feitas até esta sexta-feira (22)

(publicado: 18/02/2019 18h06, última modificação: 19/02/2019 14h13)

No workshop, os inscritos terão a oportunidade de aprender o processo de desenvolvimento de um projeto audiovisual para TV e as maneiras de financiá-lo

O Centro Técnico Audiovisual (CTAv) – vinculado à Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania – irá oferecer, pela primeira vez, o workshop “Produção para Televisão com baixo orçamento”, com palestra do diretor de cinema Adriano Espínola Filho. As inscrições para o evento, que será realizado no dia 13 de março, podem ser feitas até esta sexta-feira (22). No total, 50 pessoas terão a chance de participar da atividade.

Desde 2018, mais de 350 amantes da produção audiovisual participaram das oficinas e workshops ministrados pelo CTAv. Para a coordenadora-geral do centro, Daniela Pfeiffer, essa ação é importante para gerar engajamento e possibilidade de colocação profissional, uma vez que os workshops são voltados principalmente para jovens de baixa renda. “Esses eventos contribuem para formar novos técnicos e artistas, qualificar a produção audiovisual e, assim, contribuir para o desenvolvimento cultural do Brasil”, destaca.

Formada em produção cultural com especialização em comunicação e imagem, Pfeiffer ressalta o sucesso das atividades. “Em 2019, o projeto irá crescer, tornando-se um ciclo audiovisual, de modo a contemplar todos os elos da cadeia produtiva desta área”, antecipa.

O responsável pelo workshop é o diretor e roteirista Adriano Espínola Filho. Formado em Ciências Sociais com foco em Antropologia, Espínola fez, na Inglaterra, o curso “Film and TV Production pela Futureworks School of Media”. Há dez anos em atividades, Espínola Filho contará sua trajetória em diversos setores do audiovisual. O ponto de partida será a produção da série Pela Fechadura, a ser exibida pelo canal a cabo Prime Box em 2019, à qual assina como diretor, roteirista e diretor de fotografia.

Em 2018, o diretor foi premiado pelo curta-metragem Berenice, de baixo orçamento, no Festival Hell de Janeiro. Espínola irá contar sobre essa experiência no evento. “É um desafio produzir com pouco ou nenhum orçamento, traz mais liberdade para a experimentação artística, desenvolvendo as diversas habilidades que envolvem o trabalho”, salienta.

No workshop, os inscritos terão a oportunidade de aprender o processo de desenvolvimento de um projeto audiovisual para TV e as maneiras de financiá-lo. Serão abordados os meios de captação de recursos por meio da Agência Nacional do Cinema (Ancine), assim como o desenvolvimento de um projeto desde a criação até a etapa final.

A idade mínima para participação é de 16 anos e o critério de seleção será por ordem de inscrição, com prioridade para pessoas com renda mensal familiar inferior ou igual a três salários-mínimos (R$2.994,00). Mais informações podem ser adquiridas pelo e-mail formacao.ctav@cultura.gov.br.

 

Serviço

Workshop Produção para Televisão com baixo orçamento
Data: 13/03 (quarta-feira), das 13h às 17h.
Local: CTAv – Avenida Brasil, 2482, Benfica – Rio de Janeiro/RJ
Inscrições: de 18 a 22 de fevereiro
Palestrante: Adriano Espínola Filho

 

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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Ibermuseus abre convocatória para bolsas de capacitação 2019

Convocatória é voltada à realização de atividades de capacitação e residências profissionais nos 22 países da comunidade ibero-americana

(publicado: 26/02/2019 10h32, última modificação: 26/02/2019 10h41)

O Programa Ibermuseus está com inscrições abertas, até 18 de abril, para o edital Bolsas Ibermuseus de Capacitação 2019. A convocatória é aberta a profissionais de museus dos 12 países ibero-americanos que integram o programa (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Espanha, México, Paraguai, Peru, Portugal e Uruguai) para realização de atividades de capacitação e residências profissionais em qualquer dos 22 países da comunidade ibero-americana.

As Bolsas Ibermuseus de Capacitação objetivam fortalecer as competências e conhecimentos dos profissionais de museus e de suas instituições, além de promover a circulação de informação e facilitar o intercâmbio de conteúdos, experiências, práticas e conceitos.

Nesta convocatória, serão distribuídas bolsas em duas categorias. A Categoria I incentiva a participação em atividades de capacitação de curta duração e a Categoria II fomenta a realização de residências profissionais em museus ou organizações governamentais responsáveis por políticas públicas para museus.

 

Para mais detalhes, acesse o regulamento completo.

 

Assessoria de Comunicação
Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)
Ministério da Cidadania

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Acervo da Casa de Rui Barbosa é cedido para publicações editoriais

A FCRB conta com 130 arquivos privados de escritores. O material, que inclui documentos, fotos e cartas, pode ser utilizado em publicações

(publicado: 14/01/2019 19h41, última modificação: 15/01/2019 10h43)

Escritores, pesquisadores e estudantes contam com um rico e gratuito acervo para fins de reprodução e pesquisa. Tratam-se de documentos raros da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), entidade ligada ao Ministério da Cidadania. O material vem sendo utilizado, por exemplo, em publicações literárias. Na obra Todas as crônicas – Clarice Lispector, organizada por Pedro Karp Vasquez, foram incluídas crônicas cedidas pela fundação. Imagens da autora também ilustram o livro de Teresa Montero, O Rio de Clarice, Passeio afetivo pela cidade. As contribuições da FCRB também estão presentes em “O poeta e outras crônicas de literatura e vida”, com crônicas de Rubem Braga; e em “A invenção de Orfeu”, com poema e fotos do escritor Jorge de Lima.

A Fundação possui 130 arquivos privados de escritores brasileiros, além de uma coleção de documentos avulsos, coletados esparsamente ao longo dos anos. Nesta parte do acervo, encontram-se materiais de escritores como Augusto Meyer, Gonzaga Duque, Lúcio Cardoso, Manuel Bandeira, Machado de Assis, entre outros.

A busca e a escolha dos documentos para consulta podem ser feitas por meio da base de dados da entidade. Quando o pesquisador opta por reproduzir o documento, técnicos da fundação encaminham o contato do detentor dos direitos autorais para a liberação do material.

“Nós temos muito nítida (a ideia) de que é a nossa obrigação disponibilizar, mas como estes autores não estão em domínio público, as famílias são contatadas e nós damos o acesso aos eventuais interessados para que entrem em contato com a família para ver se eles autorizam ou não”, detalha a presidente da fundação, Marta de Senna.

Para o livro O Rio de Clarice, Passeio afetivo pela cidade, por exemplo, a fundação cedeu 12 fotos, digitalizadas após a autorização do detentor dos direitos autorais sobre elas – no caso, o filho da escritora, Paulo Gurgel Valente.

Assim que o detentor do direito autoral libera a reprodução, o pesquisador comunica a Fundação Casa de Rui Barbosa e, então, é autorizado a reproduzir o documento. Um exemplar da obra em que o documento é reproduzido deve ser enviado à FCRB, a partir da assinatura de um termo.

Edições da Casa de Rui

A Fundação Casa de Rui Barbosa também edita livros desde 1942. São mais de 700 títulos, publicados em coedição ou isoladamente. O selo Edições Casa de Rui Barbosa foi criado em 1995. Por não ser uma editora comercial, a fundação prioriza obras relacionadas a um largo espectro de interesses intelectuais.

As obras editadas pela fundação são preferencialmente doadas a interessados ou, eventualmente, vendidas por meio do pagamento de uma Guia de Recolhimento da União (GRU). A maior parte das publicações é composta por pesquisas de servidores da instituição.

A Casa de Rui ainda é depositária de uma série de autores da literatura brasileira e de políticos brasileiros, além do acervo de Rui Barbosa, com mais de 80 mil documentos e o selo da Unesco de Memória do Mundo.

Consultas

Para mais informações e verificações sobre a disponibilidade de obras editadas pela FCRB deve ser feita ao Serviço de Editoração pelo e-mail editora@rb.gov.br.

Já as consultas ao acervo da FCRB podem ser agendadas pelo e-mail consulta.acervo@rb.gov.br, pelo telefone (21) 3289-8665, ou diretamente na sala de consultas da fundação.

O pedido de livros para consulta no mesmo dia deve ser feito até as 16h30. Já outros documentos devem ser solicitados com antecedência mínima de 24 horas, incluindo documentos sonoros, de imagens em movimento, microfilmados e de outros suportes.

Serviço

Fundação Casa de Rui Barbosa
Endereço: Rua São Clemente 134, Botafogo, Rio de Janeiro (RJ)

 

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Ancine lança edital para projetos de coprodução internacional

Edital prevê investimentos de R$ 36,8 milhões para a seleção Coprodução Mundo, com inscrições a partir de 6 de fevereiro

(publicado: 23/01/2019 13h01, última modificação: 28/01/2019 10h01)

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), entidade vinculada ao Ministério da Cidadania, e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) publicaram o Edital de Coprodução Mundo, linha de coprodução internacional para cinema e TV. Serão investidos R$ 36,8 milhões, sendo R$ 18, 15 milhões para cinema e R$ 18,65 milhões para TV.

O edital funcionará na modalidade de fluxo contínuo e atenderá a projetos cujas produtoras brasileiras sejam minoritárias ou majoritárias. Serão exigidos contratos de coprodução internacional para todos os projetos, de distribuição para os projetos de cinema e de pré-licenciamento para os projetos de TV. Confira aqui o regulamento na íntegra.

“Nos últimos anos, a Ancine tem colocado em média R$ 5 milhões por ano em coproduções internacionais. Foram investidos algo em torno de R$ 29 milhões nos editais minoritários. Este ano, no Plano Anual de Investimento foi aprovado aproximadamente R$ 42 milhões de recursos do FSA em coproduções internacionais. O objetivo é fazer com que o empreendedor do audiovisual brasileiro consiga ser mais competitivo no mercado internacional, para coproduzir mais e atrair mais investimento”, explica o diretor-presidente da agência, Christian de Castro.

Os projetos deverão ser inscritos em uma das 4 submodalidades do edital, conforme a participação brasileira na coprodução e a destinação do projeto:

Seleção de projetos

Os projetos serão avaliados conforme critérios estabelecidos no edital, cabendo a decisão final ao Comitê de Investimento. O limite de investimento por projeto será de R$ 3 milhões para coproduções majoritárias brasileiras e de R$ 1 milhão para minoritárias. Cada produtora e seu grupo econômico poderão receber até R$ 4 milhões. Em relação aos projetos de cinema, serão avaliados os aspectos artísticos da coprodução e a capacidade gerencial e desempenho da produtora/grupo econômico.

A avaliação de desempenho comercial e do desempenho artístico das produtoras será feita conforme critérios dispostos no Regulamento de Pontuação: Cinema e TV, já se utilizando do ciclo avaliativo de 2019. Os projetos de TV serão avaliados diretamente pelo Comitê de Investimento. A adimplência das empresas proponentes será condição de elegibilidade no edital de Coprodução Mundo. Ela será verificada logo após a inscrição dos projetos, já na etapa de Habilitação.

É fundamental que todos as empresas proponentes observem se estão adimplentes junto à Ancine, ao FSA e ao BRDE, bem como regulares em relação aos Créditos Tributários Federais e ao CEIS – Cadastro Nacional de Empresa Inidôneas e Suspensas, além de outras eventuais exigências de regularidade contidas nos respectivos editais. Projetos de empresas inadimplentes não serão contemplados.

Evolução da coprodução

No período de 2009 a 2017, foram 116 obras em coprodução lançadas em cinema, sendo 22 apenas em 2017 – recorde da série histórica – um aumento de 69% em relação a 2016. Esse crescimento foi impulsionado por editais específicos destinados à coprodução, especialmente com países da América Latina. Tal política de estímulo resultou em coproduções premiadas com a Argentina (“Zama”), Paraguai (“As herdeiras”), Chile (“Violeta foi para o céu”) e Colômbia (“La Playa”), por exemplo.

A conjugação destas ações se traduz numa cinematografia diversa e plural que tem alcançado excelentes resultados também no exterior, estando cada vez mais presente nos principais festivais e mercados internacionais.

 

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