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Funarte abre inscrições para Pré-Bienal de Música e Cidadania

5.11.2018 – 12:05

A Pré-Bienal Funarte de Música e Cidadania – Encontro Regional Centro-Oeste e Norte será realizada entre os dias 27 e 28 de novembro, em Goiânia (GO). O local escolhido para esse evento foi o Centro Cultural UFG, da Universidade Federal de Goiás — CCUFG. O encontro visa reunir coordenadores, gestores e educadores de projetos sociomusicais das regiões Centro-Oeste e Norte que buscam, através da música, transformar a vida de crianças, jovens e adultos.

As inscrições para a Pré-Bienal são gratuitas, feitas exclusivamente pela internet, e vão até o dia 16 de novembro. Os interessados devem preencher o formulário disponível no endereço eletrônico: http://bit.ly/2wxPVkd. Para o Encontro Regional Centro-Oeste foram abertas 100 vagas. A Funarte, entidade vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), também vai disponibilizar 35 vagas de hospedagem e alimentação para inscritos que residem em outros estados, pertencentes a algum projeto sociomusical, de acordo com a ordem de inscrição e mediante comprovação de traslado. Despesas relacionadas ao transporte são de responsabilidade de cada participante.

O objetivo principal para a realização da Pré-Bienal Funarte de Música e Cidadania foi a atuação dos projetos sociomusicais em prol da cidadania, debatidos na primeira edição da Bienal Funarte de Música e Cidadania, realizada em dezembro de 2017, em Minas Gerais (MG). Segundo o diretor do Centro da Música da instituição, Marcos Souza, existem muitos trabalhos importantes com esse direcionamento.

“Cada um desenvolve ações e pesquisas interessantes, mas que não se conectam. A ideia da Bienal é reunir e articular vários projetos de sucesso. A meta principal é a troca de ideias e a constituição de uma rede”, reforça o diretor. A Pré-Bienal Funarte de Música e Cidadania conta com a parceria institucional da Universidade Federal de Goiás, por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura e da Escola de Música e Artes Cênicas.

A ideia é promover um espaço de compartilhamento de conhecimentos e experiências, através de rodas de interação entre os projetos, de diálogos temáticos, tais como: Metodologias de ensino musical e ensino coletivo, Gestão dos projetos sociomusicais, Mensuração de resultados e impactos, Desafios da comunicação, Aprendendo com erros, Ciclos pedagógicos, Acessibilidade e inclusão social, e Roda espontânea; além de oficinas, apresentações musicais e facilitação de conexões.

Uma das propostas dos organizadores é ampliar o número de participantes da Rede Música e Cidadania, para intensificar o compartilhamento de experiências e as conexões em âmbito regional, e definir a pauta para a 2ª Bienal Funarte de Música e Cidadania, programada para 2019.

 

Sobre a I Bienal Funarte de Música e Cidadania

A primeira edição da Bienal Funarte de Música e Cidadania foi realizada de 14 a 16 de dezembro de 2017, no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte (MG). No encontro, os participantes tiveram a oportunidade de compartilhar experiências, identificar necessidades comuns, construir uma rede colaborativa e criar um processo de intercâmbio solidário.

 

Serviço

 

Pré-Bienal Funarte de Música e Cidadania – Encontro Regional Centro-Oeste e Norte

Projetos Sociomusicais: Conexões em Rede
Dia 27 de novembro, terça-feira, das 9h às 18h
Dia 28 de novembro, quarta-feira, das 9h às 12h
Local: Centro Cultural UFG — CCUFG
Universidade Federal de Goiás
Avenida Universitária, nº 1533
Setor Universitário – Goiânia (GO)

 

Fonte: Fundação Nacional de Artes / Ministério da Cultura

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Premiação e lançamento de exposição marcam encerramento da semana de arqueologia

26.10.2018 – 15:32

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), premiou nesta quinta-feira (25) pesquisadores da área da arqueologia. Um dos maiores reconhecimentos científicos da arqueologia, o Prêmio Luiz Castro Faria, que está em sua 6ª edição, leva o nome de um dos maiores arqueólogos brasileiros.

Ex-diretor do Museu Nacional, Castro Faria foi um dos principais criadores da Lei 3924/1961, que dispõe sobre os monumentos arqueológicos e pré-históricos e todos os elementos que neles se encontram. O evento marcou o final da semana de arqueologia, que trouxe uma série de conferências, palestras e debates.

Na avaliação da presidente do Iphan, Kátia Bogéa, a arqueologia brasileira tem muitos motivos para comemorar. “Os trabalhos apresentados pela academia para o Prêmio, pelas universidades e pelos pesquisadores é de altíssimo nível. Este ano a profissão de arqueólogo foi regulamentada (Lei 13.653/2018), o que é uma vitória”, disse.

Kátia destacou o Seminário de Licenciamento ambiental, que abriu as comemorações da semana de arqueologia. “Realizamos um encontro para discutir arqueologia para além do universo acadêmico, que é a chamada arqueologia de contrato, aquela relacionadas aos processos de licenciamento ambiental. O Iphan, como órgão interveniente do licenciamento ambiental junto às instituições do meio ambiente, vem realizando um trabalho cada vez mais organizado, normatizado, colocando a arqueologia e, consequentemente, a proteção do patrimônio arqueológico brasileiro ordenada. Dando cada vez mais significado e seriedade ao campo da arqueologia no Brasil e na comunidade acadêmica internacional”, afirmou.

 

Premiados  

Dividido nas categorias Artigo Científico, Mestrado e Doutorado, o Prêmio Luiz Castro Farias selecionou os artigos Maneta e Josefa no prédio da loucura: uma arqueologia dos espaços manicomiais, de autoria de Juliana Maria Brandão Moreira; a Documentação fotográfica técnica e cientifica de pinturas rupestres: A fotografia digital como ferramenta de estudos e preservação em arqueologia, de autoria de Alexandre Oliveira Costa com coautoria de Alexandre Cruz Leão e Luiz Antônio Cruz Souza.

Lorena Garcia foi uma das vencedoras da categoria Doutorado, com o trabalho Paisagens do médio-baixo Xingu: arqueologia, temporalidade e historicidade. Foto: Clara Angeleas (Ascom/MinC)

Além disso, foram premiados a monografia Contextualização espacial histórica e tecnológica dos muiraquitâs amazônicos, de autoria de Anderson Márcio Amaral Lima; a dissertação (categoria Mestrado) escolhida foi Ontem Lenha Hoje Carvão; análise antracológica do holoceno inicial e médio da Toca do Boqueirão da Pedra Furada (Piauí-Brasil): paisagem, paleoambiente e paleoetnobotânica, de autoria de Leidiana Alves da Mota.

A pesquisadora Lorena Garcia foi a vencedora do prêmio na categoria Doutorado, com o trabalho Paisagens do médio-baixo Xingu: arqueologia, temporalidade e historicidade. Fruto de uma pesquisa que teve início em 2012, a pesquisadora desenvolveu um trabalho de arqueologia na terra indígena Koatinemo com o povo Asurini, no médio-baixo Xingu, situada, em sua maior parte, no município de Altamira.

O trabalho de levantamento arqueológico na terra indígena contou com a participação direta dos Asurini. “Ao longo da pesquisa identificamos vários sítios, a partir do objetivo inicial de voltar às antigas aldeias do povo Asurini. Os Asurini tiveram o primeiro contato oficial, relativamente recente. Foi em 1971, durante a construção da rodovia Transamazônica. Os mais velhos têm na memória a lembranças das antigas aldeias, que eram anteriores ao contato com a sociedade nacional”, explicou.

De acordo com Lorena, os sítios arqueológicos encontrados a partir da pesquisa em conjunto com o projeto Territórios e Memórias Asurini do Xingu, coordenado pela professora Fabíola Andrea Silva – que orientou a pesquisa desenvolvida por Lorena – foram surpreendentes. “Visitamos as antigas aldeias. Na Amazônia é muito comum que as aldeias contem ainda com vestígios de ocupações ainda mais antigas. Nesse trabalho, identificamos sítios arqueológicos que contam a história deles e sítios mais antigos, pré-coloniais”, destacou.

Na avaliação de Lorena, o prêmio é um reconhecimento incrível, não somente pelo contexto atual no qual as populações indígenas e pesquisadores encontram-se cada vez mais ameaçados, mas para o fortalecimento da arqueologia. “Estamos vivendo uma fase de pensar uma arqueologia que dialoga com esses outros conhecimentos, epistemologias e novas formas de entender o registro arqueológico, que até então só era explicado pelos arqueólogos. Nesse sentido o prêmio vem até mesmo como uma forma de respeitar essas outras formas de conhecer, outras filosofias de vida. Não resta dúvida de que esse reconhecimento é também um passo muito importante para mim, como arqueóloga”, pontuou.

 

Exposição

A programação da semana de arqueologia contou ainda com a palestra da pesquisadora Tânia Andrade Lima, que coordenou o processo de escavação do Cais do Valongo – reconhecido como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), no ano passado.

Ao final, o Iphan inaugurou a exposição Coleção Arqueológica Pe. João Alfredo Rohr em Brasília, que traz ao público peças coletadas pelo padre jesuíta ao longo de 40 anos de trabalho. Composto por pedras, pontas de flechas esculpidas em pedra e em quartzo hialino – uma espécie de cristal – além de outros objetos utilizados pelos povos que habitavam a região do Distrito Federal entre 6.500 e 11 mil anos doadas. A coleção foi tombada pelo Iphan em 1986 e constitui o acervo do Museu do Homem do Sambaqui, em Florianópolis, Santa Catarina, instituição criada por ele, em 1964, e da qual foi o seu primeiro diretor.

 

SERVIÇO
Exposição: Coleção Arqueológica Pe. João Alfredo Rohr
Local: SEPS Quadra 713/913, Bloco D, Edifício Iphan – Brasília/DF
Visitação: Segunda a sexta, das 8h às 18h.
Visita guiada com escolas: Centro Nacional de Arquivologia (61) 2024.6307

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Funarte investe R$ 300 mil em projetos de artes das periferias

24.10.2018 – 12:30

O Ministério da Cultura, por meio da Fundação Nacional de Artes (Funarte), estimula a produção artística e a capacitação nas periferias urbanas e cidades do interior. A entidade divulgou esta semana, por exemplo, resultado final do Edital Prêmio Funarte Artes Visuais: Periferias e Interiores, que seleciona projetos correlacionados às artes visuais para ocupação de espaços da instituição. O investimento de R$ 300 mil será distribuído igualmente para 15 projetos.

Entre os objetivos específicos do programa, estão: apoiar com recursos financeiros a ação de artistas e coletivos vindos de periferias urbanas ou cidades do interior, ampliando o acesso aos meios de produção artística e cultural; gerar impacto sociocultural positivo na localidade em que o projeto será realizado; incentivar o experimentalismo e proposições artísticas inovadoras; potencializar a ação de artistas e coletivos com reconhecida atuação em suas localidades; e valorizar a diversidade da produção artística brasileira.

Foram selecionados projetos de pessoas físicas, residentes em periferias urbanas ou cidades de interior, que contemplem ações de produção artística e oficinas de capacitação. As iniciativas contempladas são de oito estados diferentes.

Informações adicionais podem ser obtidas pelo e-mail periferiaseinteriores@funarte.gov.br .

 

 

Acesso Rápido

Confira os vencedores do edital de Artes Visuais

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Iphan debate importância do licenciamento ambiental no País

22.10.2018 – 18:00

A transparência e a ampliação do diálogo foram destacadas pela presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, durante o seminário O Iphan no Licenciamento Ambiental: Diálogos e Perspectivas Jurídicas. O evento, desenvolvido pelo Iphan, vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), abre a Semana do Licenciamento Ambiental e Gestão do Patrimônio Arqueológico, que reúne uma série de seminários, conferências e palestras entre os dias 22 e 25 de outubro, em Brasília. A semana comemorativa será encerrada com a cerimônia de entrega do Prêmio Luiz de Castro Faria, que reconhece trabalhos científicos desenvolvidos na área de arqueologia. Confira a programação do seminário de Licenciamento Ambiental.

Alexandre Sampaio, Zani Cajueiro, Kátia Bogéa, José Carlos Martins, Heitor Matallo e Gustavo Cezário prestigiam a abertura do seminário (Foto: Clara Angeleas / Ascom MinC)

Na avaliação de Kátia Bogéa, que na abertura também representou o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, os dois dias de seminário serão fundamentais para o aprofundamento do debate sobre licenciamento com representantes da área da mineração, de energia e da construção civil. “Ao longo do seminário, pretendemos assegurar dois pontos muito importantes: a transparência dos nossos processos e procedimentos, e a segurança jurídica”, enfatizou.

A presidente do Iphan ainda esclareceu o papel do Iphan no processo de licenciamento ambiental e na preservação dos patrimônios culturais e arqueológicos. “A Constituição Federal de 1988 deixa claro o conceito de referência cultural e a atuação do órgão de patrimônio do Iphan e de outros relacionados ao mesmo tema, nas esferas estadual e municipal”, afirmou.

Para Kátia, é preciso discutir mecanismos que tornem mais eficiente o processo de licenciamento. “É óbvio que um empreendedor, ao lançar um empreendimento, precisa ter regras claras, prazos definidos. Com a regulamentação anterior, o Iphan tinha até 90 dias para responder às avaliações de impacto no licenciamento ambiental. Com a Instrução Normativa nº1/2015, em vigor há três anos, temos 15 dias para averiguar o licenciamento. Esta IN inclui os bens acautelados, aqueles tombados pelo Iphan, bens registrados como patrimônio imaterial ou como patrimônio arqueológico. Não resta dúvida de que a redução do prazo de 90 para 15 dias foi um salto muito grande, no entanto, precisamos ainda aperfeiçoar”, destacou. Nos últimos dois anos, o Iphan vem estreitando a aproximação com empreendedores dos setores de construção civil, mineração e energia, áreas estratégicas e vitais para o País.

Por último, a presidente do Iphan ressaltou as dificuldades do instituto em realizar o trabalho de preservação em um País de dimensões continentais. “É um esforço muito grande por parte do Iphan de dispor de técnicos do patrimônio material em todas as unidades da federação. Infelizmente, em algumas superintendências estaduais, o Iphan não pode contar com o trabalho desses técnicos. Mesmo com a Lei do Teto, conseguimos realizar um concurso com 411 vagas, que irão ajudar a repor o quadro de servidores do Iphan, para cada vez mais trabalharmos dentro do prazo, com transparência e, principalmente, com diálogo”, concluiu.

Participaram da abertura o presidente do Conselho Empresarial do Turismo Hospitalidade da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Alexandre Sampaio; o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins; a procuradora Zani Cajueiro, representando o Ministério Público Federal; o diretor-executivo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Gustavo Cezário; e Heitor Matallo, chefe de gabinete do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

 

Gestão do Patrimônio Arqueológico

No próximo dia 24, o Centro Nacional de Arqueologia, unidade especial do Iphan, promove o seminário “Perspectivas da Gestão do Patrimônio Arqueológico”, que vai contar com a conferência de abertura A Construção de uma Política Nacional de Gestão do Patrimônio Arqueológico, do diretor do Centro Nacional de Arqueologia (CNA/Iphan), Flávio Calippo. O evento tem o objetivo de proporcionar aos gestores um momento de debate e discussões sobre os procedimentos relativos à proteção, gestão e difusão do patrimônio arqueológico brasileiro. Os interessados podem se inscrever por meio do endereço eletrônico cna@iphan.gov.br.

Acesso Rápido
Confira a programação do seminário

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Casa de Rui Barbosa promove encontros sobre Comunicação

17.10.2018 – 11:52

O auditório da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), recebe nos dias 18 e 19 de outubro o “V Colóquio de Economia Política da Comunicação e da Cultura e o IV Encontro do EMERGE”, que tem como tema “A emergência da comunicação comunitária e do ativismo digital por uma sociedade mais democrática”.

Foto: Ivo Gonzalez/Divulgação

A entrada é gratuita e a programação conta com a presença de pesquisadores nacionais e internacionais. Os especialistas vêm realizando pesquisas que analisam o cenário atual, mostrando a contribuição que as pesquisas científicas nas áreas de Comunicação, Cultura e Informação dão à sociedade civil.

O evento é uma realização do Centro de Pesquisa e Produção em Comunicação e Emergência (EMERGE); do Programa de Pós-Graduação Mídia e Cotidiano (PPGMC); Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB); Cátedra UNESCO de Políticas Culturais e Gestão; e do projeto Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC/FCRB).

O EMERGE é um grupo de pesquisa formado junto ao Curso de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense que realiza projetos de ensino, pesquisa e extensão fomentadores de debates, articulações e encontros direcionados a grupos e organizações sociais e acadêmicas, interessados na implementação de processos comunicacionais em suas atividades, permitindo consolidar formas interativas e compartilhadas de atuação.

As inscrições serão feitas no local e garantem aos participantes dos dois dias o Certificado de 20h. O auditório da Fundação Casa de Rui Barbosa fica localizado no prédio principal (subsolo) da FCRB, na Rua São Clemente 134, no bairro de Botafogo (Rio de Janeiro/RJ). Confira a programação:

 

Dia 18/10/2018 (quinta-feira)

09h às 10h30 – Mesa 1 – Conferência de abertura
Maria Soledad Segura (Universidad Nacional de Córdoba, Argentina)

10h30 às 12h – Mesa 2 – Comunicação, cultura e ativismo midiático
Eula D. T. Cabral, Adilson Cabral, Andrea Medrado

12h – Intervalo

13h30 – Painel 1 – EPCC e novas tecnologias
Mediação: Eula D. T. Cabral
Luana Matos – Políticos na mídia brasileira
Thainá Queiróz – Diversidade cultural na mídia
Cíntia Freire – Mídia e infância
Aderlândia de Araújo – Mídia comunitária na Rocinha
Madalena Schmid – Novas Tecnologias e Curadoria Digital

15h30 – Coffee-break

16h – Painel 2 – Ludicidade e ativismo como formas de resistência e agência nas redes
Mediação: Andrea Medrado
Taynara Cabral – Ativismo Digital de Grupos Marginalizados
Ana Paula Muller – Ativismo Digital Materno
Adler Mendes – Consumo de bens virtuais de garotas gamers
Marina Roale – Memes e política no cotidiano dos jovens
Letícia Moreira – Interações Mediadas do Papa Francisco no Instagram

 

Dia 19/10/2018 (sexta-feira)

9h às 10h – Mesa 3 – Competências informacionais, estéticas e comunicacionais
Marco Schneider e Simone do Vale

10h às 11h – Mesa 4 – A emergência das redes sociais e digitais
Bruno Lima Rocha, Renata Souza, Sérgio Denicoli

11h às 12h – Mesa 5 – Folkcomunicação e mídia regional
Maria Érica de Lima, Bruna Franco e Camila Magalhães

12h – Intervalo

13h30 – Painel 3 – Comunicação Comunitária e Políticas de Comunicação
Mediação: Adilson Cabral
Renata Palitó de Carvalho – Ativismo midiático digital em São Gonçalo
Cinthya Pires Oliveira – TVs comunitárias e convergência midiática
Mariana Pitasse – Comunicação e mídias dos movimentos pela moradia
Anderson Andreata – Desmonte neoliberal da Comunicação no Brasil e Argentina
Emanuela Amaral – Políticas de Comunicação Comunitária na América Latina

15h30 – Coffee-break

16h – Painel 4 – Ética e competência crítica em Informação
Mediação: Marco Schneider
Renata Brás – Competência crítica em Informação e democratização da mídia
Rafael Zincone – Economia política da estética tropicalista
Filipe Cabral – Teorias críticas da comunicação na América Latina
Fernanda Ramos – Hegemonia midiática na intervenção militar do Rio de Janeiro

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Com informações da FCRB / Ministério da Cultura

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Edital de Suporte Automático para TV e VOD abre inscrições

16.10.2018 – 15:17

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) publicaram nesta terça-feira (16) o Edital da Chamada Pública BRDE/FSA – Suporte Automático – Linha de Desempenho Comercial TV e VOD 2018. Serão disponibilizados recursos financeiros no valor total de R$ 40,85 milhões, sendo R$ 21,15 mi para o módulo de programação e R$ 19,7 mi para o módulo de produção.

O período de inscrição e habilitação de obras segue até 30 de novembro, neste link. A pontuação irá se basear na Receita Bruta obtida a partir do licenciamento comercial oneroso das obras de referência nos segmentos de TV aberta, TV fechada e VOD, em que a respectiva transferência do valor contratado tenha ocorrido nos dois exercícios anteriores ao da publicação do edital (2016 e 2017).

Confira aqui a lista de obras de referência para pontuação no Sistema de Suporte Financeiro Automático – Linha de Desempenho Comercial TV e VOD. Obras de referência são os conteúdos audiovisuais cujo licenciamento comercial é considerado para fins de pontuação no sistema de suporte automático, as quais devem apresentar as características previstas no item 38 do Regulamento Geral do PRODAV.

O Edital de Chamada Pública BRDE/FSA usa um sistema de financiamento público no qual as ações financiadas são selecionadas pelo Beneficiário Indireto, em face de seu desempenho e práticas comerciais anteriores nos segmentos de mercado de TV aberta, TV fechada e Vídeo por demanda, para destinação, via investimento, na produção, no desenvolvimento de projetos e na distribuição de obras audiovisuais brasileiras de produção independente.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Com informações da Ancine / Ministério da Cultura

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