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Comitê Gestor do FSA delibera mudanças para produção de obras para TV em reunião na ANCINE

A Agência Nacional do Cinema – ANCINE realizou na última sexta-feira, 16 de novembro, a 40ª reunião do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O encontro aconteceu no escritório central da Agência no Rio de Janeiro e foi presidido pelo Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. Participaram da reunião os diretores da ANCINE, Alex Braga Muniz, Christian de Castro e Roberto Lima.Também estiveram presentes os membros do Comitê Gestor: Pedro Augusto Machado, representante da Casa Civil da Presidência da República; e os representantes do setor audiovisual: André Klotzel, Mariza Leão, Marco Altberg, ambos titulares, e seus respectivos suplentes: Carla Francine, Adhemar Oliveira e Roberto Moreira;

Estiveram presentes ainda à reunião Fernanda Farah (BNDES) e Juliana Dallastra (BRDE), representantes dos agentes financeiros credenciados.

O principal tema na pauta da reunião foi a revisão das linhas de produção para TV. Entre as mudanças aprovadas, que serão incorporadas ao novo regulamento do FSA, estão:

• Permissão para que todos os conteúdos audiovisuais que constituam espaço qualificado, conforme definido pela Lei 12.485/11 sejam financiados com recursos do FSA, incluindo Reality Show e Formatos, desde que sejam de origem brasileira.
• Estabelecimento de processos de seleção automática de projetos, a partir de critérios de pontuação parametrizados.
• Ampliação do limite de investimento do FSA no Suporte Automático (SUAT), no mesmo patamar previsto para o incentivo previsto no art. 3º e no art. 3º-A da Lei 8.685/93, de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais), conforme Projeto de Lei de Conversão nº 33, de 2017,e utilização do mesmo limite nas demais linhas de produção audiovisual do FSA.
• Os valores das licenças para programadoras que investirem recursos na produção da obra, incluindo provenientes das leis de incentivo, terão dedução proporcional ao montante aportado em relação ao valor dos itens financiáveis do projeto.

Entre as novas ações debatidas na reunião, ficou aprovada a ampliação das linhas de crédito do FSA. O objetivo é atuar em todos os elos da cadeia produtiva e de negócios do setor através do lançamento de linhas de financiamento de acordo com estudos de demanda do setor. De acordo com diagnóstico trazido pela ANCINE, a área de pós-produção e finalização é atualmente a que apresenta maior carência, por razoes estruturais e por falta de recursos investidos. Considerando que a infraestrutura técnica e de serviços deva ser considerada como etapa fundamental para a produção audiovisual, o Comitê Gestor decidiu pela ampliação do escopo atual de aplicação dos recursos do Fundo. Uma das propostas para a área de infraestrutura de produção e pós-produção é o desenvolvimento de linhas de credito para a construção de centros de desenvolvimento tecnológicos, que deve ocorrer de acordo com a disponibilidade orçamentária do FSA.

Outra decisão aprovada foi o lançamento, no âmbito do FSA, do edital PAR 2017 no valor de R$ 3 milhões. O Prêmio Adicional de Renda (PAR) é um mecanismo de fomento à indústria cinematográfica brasileira, referenciado no desempenho de mercado de longas-metragens brasileiros. É concedido às empresas brasileiras exibidoras e seus recursos devem ser aplicados na modernização (digitalização) das salas de cinema. O projeto pode incluir custeio da automação de bilheteria e complementos tecnológicos para promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência visual ou auditiva. Desde 2005, mais de 900 salas de cinema já foram beneficiadas pelo PAR.

Já estão previstas ainda para as próximas reuniões do Comitê Gestor debates sobre as linhas de desenvolvimento, critérios de seleção e investimento em obras destinadas ao VoD como primeira janela de exibição.

Fonte: ANCINE

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Netflix vai aumentar investimentos na produção de conteúdo brasileiro

Ministro Sérgio Sá Leitão (segunda da direita para a esquerda) e equipe da Netflix (Foto: MinC)

Após uma semana nos Estados Unidos divulgando o potencial da indústria criativa brasileira, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, retorna ao Brasil nesta segunda-feira (6) com boas notícias para o setor cultural. O segmento audiovisual vai receber mais investimentos de grandes estúdios e empresas americanas. A Netflix estabeleceu como meta, até 2020, produzir pelos menos 10 séries brasileiras por ano.

Sá Leitão esteve na sede da empresa, em Los Angeles, onde se reuniu com o vice-presidente de Aquisição de Conteúdo, Erik Barmack, o executivo-chefe de Conteúdo, Ted Sarandos, a diretora de Produção, Carol Turner, e a diretora de Políticas Públicas na América Latina, Paula Pinha. “O Brasil é um grande mercado e estamos empolgados em aportar novos investimentos”, disse Sarandos, durante o encontro com o ministro da Cultura.

O Brasil é hoje o terceiro maior mercado da Netflix no mundo, atrás somente dos Estados Unidos e do Reino Unido. “Nosso plano não é levar Hollywood para o mundo, mas levar bom conteúdo de todo o mundo para os nossos usuários. E, nesse aspecto, o Brasil é fundamental”, completou o executivo.

O ministro saiu do encontro otimista com os planos da Netflix para o Brasil. “Há realmente um compromisso de aumentar progressivamente os investimentos em conteúdo brasileiro, o que vai ser muito bom não só para o setor audiovisual, mas para o país como um todo, afinal de contas, estamos falando de geração de renda e emprego e atração de investimentos, o que é sempre muito positivo”, afirmou.

Segundo Sá Leitão, os executivos da Netflix destacaram a qualidade das produções brasileiras, dos produtores, diretores, técnicos, atores e atrizes nacionais. “A impressão que eles têm do Brasil e do mercado brasileiro é a melhor possível”, disse.

O ministro também se reuniu com 20 executivos dos seis maiores estúdios cinematográficos do mundo, integrantes da Motion Pictures Association of America. Durante o encontro, os executivos mostraram interesse em ampliar a atuação e os investimentos no Brasil.

Fonte: ASCOM MinC

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ANCINE participa da quarta edição da Expocine, em São Paulo

A Agência Nacional do Cinema – ANCINE participa, entre os dias 27 e 29 de setembro, da quarta edição da Expocine, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Desde 2015, sua segunda edição, a Expocine conquistou o posto de maior evento da América Latina e segundo maior evento do gênero no mundo em número de participantes. Em 2016 recebeu mais de 3 mil credenciados.

Neste ano a feira conta com uma programação com palestras e painéis de discussão com profissionais renomados do mercado; apresentações exclusivas dos estúdios e distribuidoras cinematográficas; coletivas de imprensa, e uma feira com mais de 70 estandes.

A ANCINE estará presente ao evento com uma sala própria, montada durante os três dias de funcionamento da feira, com representantes da Agência oferecendo atendimento sobre as políticas da ANCINE para o setor de distribuição e exibição. A Sala ANCINE terá a seguinte programação:

Dia 27 – ANCINE conversa
15h às 16h – Nova Instrução Normativa sobre projetos de exibição (apresentação do Diretor Roberto Lima)
17h às 18h – Sistema de Controle de Bilheteria (SCB) – tire suas dúvidas

Dia 28 – ANCINE conversa
11h às 12h – Linha de crédito e investimento – perspectivas
15h às 16h – Cota de Tela: dúvidas e sugestões
17h às 18h – PAR Exibição: dúvidas e sugestões

Dia 29 – ANCINE conversa
11h às 12h – PAR Exibição: dúvidas e sugestões
13h às 14h – Sistema de Controle de Bilheteria (SCB) – tire suas dúvidas

Além do atendimento no espaço da ANCINE, no dia 28, o Secretário Executivo da Agência, Maurício Hirata, participa do debate “Soluções em Acessibilidade”, no Espaço Itaú de Cinema (sala 2 – 3º piso). O painel, que acontece na parte da manhã, irá apresentar as soluções já utilizadas e aprovadas pelo mundo para a inclusão do público com deficiência visual e auditiva nos espaços de entretenimento. Hirata divide a mesa com Mike Archer (vice-presidente de Vendas Globais, Dolby) e Solange Almeida (Diretora Geral, Ktalise Tecnologias). Guido Lemos, da Assista Tecnologia, será o Moderador.

Fonte: ANCINE

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A participação de conteúdo brasileiro mais uma vez foi superior a 83% na grade das emissoras de televisão do país em 2016. Este é o balanço do Informe de Mercado de TV Aberta, divulgado esta semana pela ANCINE. O levantamento, realizado pela Superintendência de Análise de Mercado, é feito a partir do monitoramento da programação das redes de televisão: Band, CNT, Globo, Record, RedeTV!, SBT, TV Brasil, TV Cultura e TV Gazeta no ano de 2016.

Em 2016, 83,2% da programação nos canais monitorados foi ocupado por produções de origem brasileira – índice bem próximo ao registrado em 2015 (83,3%). Houve pequeno aumento de participação estrangeira, 14,2% para 15,2%, no período. Assim como em 2015, não houve veiculação de obras internacionais na TV Gazeta.

Na comparação entre os dois anos, destaca-se tendência de crescimento de ocupação da grade com conteúdo brasileiro nas emissoras CNT (0,8%), Record (2,0%), RedeTV! (1,9%) e TV Brasil (5,2%), e de alternância na Globo (2,7%) e no SBT (3,6%), que aumentam em 2016 depois de terem reduzido essa participação em 2015. Tendência de diminuição foi verificada na Band (-2,3%) e na TV Cultura (-13,8%).

Participação por categoria e gênero

Por categoria, as produções de entretenimento dominaram o conteúdo na TV aberta, com quase metade da grade (48,6%). A categoria Outros vem na sequência, com 21,6%, seguido de Informação, com 21%. Publicidade respondeu por 6,2%, enquanto Educação teve apenas 2,7% de presença na grade das emissoras.

Quase metade da programação é ocupada por três gêneros. O Religioso mais uma vez aparece como líder de participação na programação dos canais abertos, com 21,2%, integrante da categoria Outros. Mas o maior crescimento foi do Telejornal, integrante da categoria Informação, com 15,1% – aumento de 0,5% de participação. Em terceiro lugar, vem Série, com 11,9%.

Longas-metragens e séries

O monitoramento também revela aumento de participação de filmes brasileiros na grade das emissoras. Das 1.839 veiculações de longas-metragens nos canais pesquisados, 22,2% foram de produções nacionais, contra 77,8% de conteúdo estrangeiro. Em 2015, a participação brasileira foi de 18,4%, contra 81,6% de filmes internacionais.

Já as séries mantiveram a tendência de crescimento. Em 2016, ocuparam 11,9% do tempo de programação nas emissoras. Em 2015, o índice foi de 11,6% e, em 2014, de 9,5%. As produções do tipo Documentário foram as mais veiculadas, com 41,8%, seguidas das séries de Ficção (20,6%) e Jornalística (19,2%).

O Informe completo já está no site do OCA – Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual e pode ser acessado aqui.

Fonte: Ancine

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MinC lança Programa Nacional de Fomento ao Audiovisual

O Ministério da Cultura (MinC) lançou, nesta sexta-feira (7), o Programa Nacional de Fomento ao Audiovisual (Proav), composto por cinco editais, conforme publicado no Diário Oficial da União dessa quinta-feira (6). Criado pela Secretaria do Audiovisual (SAv) do MinC, o novo programa destina mais de R$ 8,6 milhões para 135 projetos do setor e contempla, pela primeira vez, projetos para canais web e aplicativos, além de festivais e mostras de audiovisual. Desde 2011, o MinC não lançava com recursos próprios um pacote de editais tão amplo para o setor de audiovisual. As inscrições começam nesta sexta (7), a partir da meia noite, e seguem até 21 de agosto, por meio do sistema SalicWeb.

O lançamento oficial foi transmitido ao vivo e contou com apresentação e entrevista coletiva com participação da secretária do Audiovisual do MinC, Mariana Ribas, e das coordenadoras de Intercâmbio, Programas e Projetos, Ana Clarissa, e de Novas Mídias, Lina Távora.

Durante a apresentação, a secretária destacou que o principal objetivo ao lançar o Proav foi assegurar o fomento ao setor. “Entendemos a dificuldade enfrentada pelos produtores no momento da captação de recursos para a execução de seus projetos. A primeira fase foi a criação dos editais, quando pensando os conceitos, como delimitar o escopo dentro da verba que tínhamos disponível. O segundo momento trata-se da abertura das inscrições, processo de seleção, o resultado dos projetos selecionados e o repasse da verba, que, acreditamos, será feito ainda este ano”, destacou.

A secretária afirmou que a democratização de todo o processo também foi um dos critérios levados em consideração no momento da elaboração dos editais. “Quatro dos nossos editais permitem inscrição de pessoas físicas. Com isso, facilitamos a seleção e também a contratação, para que as pessoas possam concorrer de maneira igual”, afirmou.

Com a criação de editais inéditos, Mariana ressaltou que o Ministério da Cultura buscou estar em sintonia com as demandas atuais da sociedade. “Estamos convencidos de que o MinC precisa estar atentos às vocações de cada região e, sobretudo, entender o que os jovens estão pensando”, destacou.

Veiculação na internet

Para incentivar a produção de novas mídias, o Programa Nacional de Fomento ao Audiovisual vai apoiar a criação de 16 canais de veiculação gratuita na internet por meio de dois editais. O edital direcionado à juventude vlogueira reservará R$ 50 mil cada um dos contemplados, que deverão postar vídeos periodicamente. Pelo edital App Pra Cultura, 40 aplicativos e jogos eletrônicos culturais serão agraciados com R$ 20 mil cada, sendo que 20 aplicativos devem ser voltados especificamente para o cinema.

De acordo com a secretária do Audiovisual do MinC, Mariana Ribas, a criação de um edital voltado exclusivamente para novas mídias tem como uma de suas metas a renovação do mercado. “O jovem hoje tem sua primeira experiência com o audiovisual por meio da internet. Com uma câmera de celular, é possível produzir conteúdo voltado para o setor de audiovisual. Nós, do Ministério da Cultura, sabemos que muitos estão trabalhando por conta própria. Por essa razão, decidimos criar um incentivo para que esses jovens continuem produzindo conteúdos e possam imprimir ao setor um novo ritmo”, destacou.

Diretoras mulheres e novos roteiristas

O Programa contempla também editais já tradicionais da SAv, como o de curtas-metragens e o de roteiro. O Edital de Apoio à Produção de Curta-Metragem selecionará e apoiará a produção de 45 obras audiovisuais, de 10 a 15 minutos. Serão duas modalidades, uma de temática e público livres, contemplando 30 obras, e uma voltada às diretoras mulheres, com temática livre, configurando-se como a segunda edição do edital Carmen Santos, realizado em 2013. O valor do apoio a cada projeto é de R$ 80 mil.

O Edital de Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos – Novos Roteiristas selecionará 12 projetos de roteiros cinematográficos de longa-metragem, com o valor de apoio, por projeto, de R$ 40 mil.

Mostras e festivais

O apoio a mostras e festivais, por meio de edital, além de uma demanda antiga do setor audiovisual, é outra novidade do Programa. O incentivo a esse tipo de evento só se tornou possível após publicação da Portaria do MinC Nº 27/2017, que criou o Programa Nacional de Apoio a Festivais e Mostras Audiovisuais.

Este é o primeiro edital para mostras e festivais depois da publicação da portaria. Ele foi dividido em três modalidades, que levam em consideração o número de festivais e a quantidade de edições realizadas anteriormente. A primeira categoria, que reserva R$ 80 mil por projeto, selecionará 10 festivais ou mostras audiovisuais que tenham, no mínimo, duas edições realizadas. A segunda categoria terá R$ 150 mil por projeto e beneficiará oito festivais ou mostras audiovisuais com no mínimo cinco edições promovidas. Por último, serão pagos R$ 250 mil por projeto para quatro festivais ou mostras audiovisuais que já tenham pelo menos 10 edições já executadas.

Fonte: ASCOM MinC

MinC abre inscrições para 6ª edição do DOCTV América Latina

Acesso Rápido:

Edital

Ficha de inscrição

Estão abertas as inscrições para a 6ª edição do programa DOCTV América Latina, coordenado no Brasil pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretária do Audiovisual (SAV), em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O concurso, que engloba os 18 países participantes da Rede DOCTV (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Equador, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela), irá selecionar projetos de documentários para televisão. Interessados têm até 17 de maio para apresentar seus projetos.  

Criado pela Conferência de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais Ibero-Americanas, o Concurso DOCTV América Latina selecionará um projeto de documentário por país participante que proponha uma visão original a partir de manifestações culturais próprias de seus territórios, tendo com o eixo temático a Música. O objetivo do programa é estimular o intercâmbio cultural e econômico entre os povos latino-americanos, assegurar a implantação de políticas públicas integradas de fomento à produção e teledifusão de documentários nos países da região e a difusão da produção cultural dos povos latino-americanos no mercado mundial.

Os projetos inscritos devem ser inéditos e ter duração de 52 minutos. O concurso oferecerá US$ 70 mil para cada projeto selecionado. Este valor será composto por US$ 50 mil provenientes do Fundo DOCTV e os restantes US$ 20 mil serão aportados pela Instituição Cinematográfica e/ou a TV Pública integrante da Rede DOCTV em cada país.

A comissão julgadora no Brasil é composta por dois integrantes, sendo um da SAV e outro da EBC. O resultado final será anunciado no dia 1º de julho deste ano. As inscrições podem ser feitas neste link.

Na avaliação do diretor do Departamento de Políticas Audiovisuais da SAV, João Batista da Silva, a música, tema escolhido para a edição deste ano, é a expressão cultural mais rica e também uma das mais fáceis de se produzir algo a respeito. “Quando analisamos a música dentro do contexto da América Latina, esse panorama é ainda mais farto. A musicalidade latino-americana está arraigada nas histórias que são contadas em cada país. Há, portanto, uma diversidade e um universo muito amplo a ser trabalhado. Como elemento simbólico, a música tem uma força muito grande”, destacou.

Texto e Fonte: Assessoria de Comunicação/Ministério da Cultura

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