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Festival de cinema reúne filmes internacionais em Brasília

12.11.2018 – 11:45

Um encontro com o melhor do novo cinema mundial. Filmes lançados recentemente, assinados por jovens diretores e com prêmios em alguns dos mais importantes festivais internacionais são a essência da sexta edição do Brasília International Film Festival (Biff), em cartaz até 18 de novembro no Distrito Federal. Ao todo, serão exibidos 40 filmes de 27 nacionalidades.

Ines Maria Barrionuevo, diretora de ‘Julia e a Raposa’. Foto: Divulgação

O Biff traz duas mostras competitivas com um total de 16 filmes – oito de ficção e oito documentários -; três mostras paralelas (Mundo Animado, Mostra Spike Lee e Memória BIFF);além de três pré-estreias; a exibição de dois longas-metragens premiados em edições anteriores do festival e uma oficina de roteiro, ministrada pelo cineasta argentino Miguel Rocca.

Um dos mais prestigiados palcos do cinema no País, o Cine Brasília receberá os filmes das mostras competitivas e também os debates com diretores ou curadores, após as sessões. O local ainda exibirá os filmes da mostra Mundo Animado, em sessões gratuitas, os dois títulos da mostra Memória BIFF e acolherá as cerimônias de abertura – no dia 9 de novembro – e de encerramento – no dia 17.

Para o encerramento do 6º BIFF está programada a sessão “Clássicos do Cinema”, uma homenagem ao grande diretor Sam Peckinpah, com exibição do clássico “Os Implacáveis” (1972), no Cine Brasília. A sessão contará com a participação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, interpretando músicas imortalizadas pelo cinema de Peckinpah.

No Cine Cultura Liberty Mall serão exibidos os filmes das mostras competitivas e os títulos da Mostra Spike Lee. E no SESC Ceilândia poderão ser vistos os filmes infantis de Mundo Animado, a Mostra Spike Lee e dois filmes vencedores de edições anteriores do BIFF: o cubano “Numa escola em Havana” e o paraguaio “7 caixas”. As sessões no SESC Ceilândia ocorrerão diariamente e terão sempre entrada franca – de manhã e à tarde, sessões infantis, e à noite, filmes com classificação indicativa para maiores de 16 anos.

O Festival

Ao longo de dez dias, o 6º BIFF vai exibir 40 filmes de diferentes nacionalidades, muitos deles detentores de alguns dos mais prestigiados prêmios do cinema mundial. Só dentre as pré-estreias estão títulos como “Guerra Fria”, do polonês Pawel Pawlikowski, premiado como melhor diretor do Festival de Cannes 2018, e “Utoya – 22 de julho”, do norueguês Erik Poppe, indicado ao Urso de Ouro de Berlim e com lançamento mundial previsto para 29 de novembro de 2018.

Os filmes que irão integrar as duas mostras competitivas também não ficam atrás. Produzidos na Alemanha/México, Brasil, Eslovênia, França, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Suécia, Itália, Nigéria, Peru, Argentina, Espanha, Vietnã, Polônia e Colômbia, são títulos finalizados entre 2017 e 2018 e, de acordo com o perfil do festival, compõem até o terceiro filme de cada diretor. Alguns deles já conquistaram o júri de festivais como Sundance, Berlim e Locarno.

A comissão de seleção foi composta pelo cineasta, professor e curador Sérgio Moriconi, pela professora e curadora Erika Bauer, pela jornalista e curadora Anna Karina de Carvalho, pela produtora e curadora Rafaella Rezende e pelo crítico Rodrigo Fonseca. O júri oficial é composto pela pesquisadora Berê Bahia, pelo professor João Lanari, pelo diretor e roteirista Miguel Rocca, pela diretora e produtora Paloma Rocha e pelo jornalista, tradutor e crítico de cinema José Geraldo Couto.

Os longas-metragens que concorrem na Mostra de Ficção disputam os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial (R$ 20 mil) e do Júri Popular (R$ 5 mil). Os filmes de documentário também concorrem aos prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial (R$ 10 mil) e do Júri Popular (R$ 5mil). E as duas categorias competem pelo Troféu da Crítica José Carlos Avellar, que terá júri composto pelos jornalistas e críticos Cecília Barroso, Celso Araújo e Ricardo Daehn.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Divulgado resultado final do Prêmio Funarte de Dramaturgia

4.9.2018 – 10:55

A Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, publicou o resultado final do Prêmio Funarte de Dramaturgia 2018. Também foram disponibilizadas as portarias de nomeação das comissões das fases de habilitação e seleção. Os documentos estão disponíveis na página do edital.

Dez autores são premiados no edital, em duas categorias, de acordo  com a faixa etária às quais os textos se destinam. Em cada um desses grupos é contemplada uma obra, de cada uma das cinco regiões do país, com premiação de R$ 20 mil. Na categoria Adulto, os vencedores são dos municípios de Primavera do Leste (MT), Porto Velho (RO), Recife (PE), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ). Na classe Infância e Juventude, serão premiados dramaturgos de Viamão (RS), Brasília (DF) Porto Velho (RO), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Também é prevista pelo edital a publicação de uma coletânea das peças contempladas na página da Funarte. Foram considerados quatro critérios na avaliação: estrutura do texto, tema e linguagem; originalidade; potencial de montagem; e clareza do tema abordado.

 

Funarte

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) é o órgão responsável, no âmbito do Governo Federal, pelo desenvolvimento de políticas públicas de fomento às artes visuais, à música, ao teatro, à dança e ao circo. Os principais objetivos da instituição são o incentivo à produção e à capacitação de artistas, o desenvolvimento da pesquisa, a preservação da memória e a formação de público para as artes no Brasil.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Projeto financiado pela Rouanet leva música a hospitais públicos

8.8.2018 – 11:53

Os músicos que compõem a Orquestra Limiar, em São Paulo, apresentam-se nesta quarta-feira (8) em um novo palco para agradar um público muito especial: os pacientes e profissionais do Hospital São Paulo. Trata-se do primeiro espetáculo de uma temporada de 16 apresentações do projeto Música nos Hospitais, da Associação Paulista de Medicina (APM), que conta com o apoio do Ministério da Cultura (MinC) por meio da Lei Rouanet.

Criada em 2004, orquestra já se apresentou a mais de 60 mil pessoas em 176 apresentações em 68 hospitais de São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal (Foto: Divulgação)

E não é só o público que se encanta com a oportunidade de assistir a uma orquestra ao vivo. Os músicos também têm uma relação especial com o projeto, distinta da que têm com outros palcos. “O projeto é diferente. Ele dá outro sentido ao trabalho do músico. Não se trata só de repetir uma frase, uma composição. O ambiente precisa de algo mais, de um alento. Levar música para o hospital é levar esperança para aquelas pessoas”, diz o maestro da Limiar, Samir Rahme, que também é médico.

Criada em 2004, a iniciativa já levou apresentações de música clássica a mais de 60 mil pessoas – foram realizadas 176 apresentações em 68 hospitais de São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Até o fim de 2018, instituições de saúde da capital e do interior de São Paulo, além de Fortaleza e Salvador, receberão apresentações do projeto. Veja aqui a programação completa.

Responsável pela curadoria musical do projeto, Samir aposta em uma mescla entre o clássico e o contemporâneo. Para o programa desta quarta-feira (8), o maestro escolheu obras de Bach, Mozart, Schubert e Beethoven. “No início, sempre tocamos clássicos. Mozart é maravilhoso para ser tocado em hospitais. Depois colocamos composições mais contemporâneas, de artistas brasileiros, MPB e até Beatles”, promete.

No programa deste ano, o toque brasileiro fica por conta da Embolada das Bachianas Brasileiras, de Villa Lobos. O concerto segue com uma adaptação de A Hard Day’s Night, dos Beatles, seguida por um tango de Astor Piazzola. É então que a orquestra surpreende e embala a todos com uma versão de Despacito, de Luis Fonsi, sucesso global em 2017 que, atualmente, tem mais de cinco bilhões de visualizações no Youtube.

 

Inclusão e cura

Os concertos são todos gratuitos e abertos a pacientes, visitantes e profissionais de saúde. Começam em uma área comum dos hospitais e, depois, a orquestra se divide em grupos que seguem tocando pelos corredores e quartos, para que a música chegue até os pacientes que não podem deixar seus leitos.

“A música é um medicamento e, dependendo da forma como você a conduz, pode trazer alívio para as pessoas. O semblante dos pacientes muda depois dos concertos. A música faz com que aquele dia ou aquela semana seja melhor para eles”, conclui o maestro.

Esses benefícios são comprovados por diversas associações médicas. A música tem o poder de ajudar a diminuir a ansiedade e o desconforto durante procedimentos médicos, reduzir efeitos colaterais de tratamentos mais agressivos, como quimioterapia e radioterapia, e auxiliar a reabilitação física.

Pesquisa feita pela Associação Paulista de Medicina com o público do projeto nas últimas edições identificou que 78% dos pacientes que assistiram às apresentações conseguiram driblar o peso emocional dos dias de internação e tratamento. Cerca de metade deles viu nas apresentações uma forma de se esquecer momentaneamente de seus problemas de saúde.

 

Propagar a cultura musical 

Como se alegrar e encantar pessoas em situações delicadas fosse pouco, a iniciativa Música nos Hospitais ainda ajudar a divulgar a música para o maior número de pessoas possível. A pesquisa da APM também mostrou que cerca de 70% dos entrevistados jamais haviam estado em concerto ou apresentação de música erudita e instrumental. A cada apresentação, que chega a reunir 500 pessoas, sem considerar as que estão nos leitos e corredores das casas de saúde, mais e mais pessoas têm acesso à música.

E não basta só investir na formação de público. O projeto também visa estimular a produção musical. “Todos os anos, nós reservamos uma parte da verba para compositores nacionais, que criam peças exclusivas para o projeto”, diz o maestro Samir. “É preciso estimular e valorizar o seu trabalho”, completa.

O maestro Samir sonha em ter uma orquestra completa, pois identifica que há uma relação entre os grupos de instrumentos e o funcionamento do organismo. “Os instrumentos de corda trabalham diretamente com o coração e o pulmão, com o ritmo, o sentir. Os de percussão, com o metabolismo, o movimento e a vontade. E os de sopro estão ligados à percepção, à forma, ao pensar. Se tivéssemos a estrutura de uma orquestra completa, poderíamos ativar todos os polos do organismo dos pacientes, e a música trabalharia neles de forma mais completa também”, conclui.

 

Patrocínio 

Desde 2007 o projeto Música nos Hospitais conta com o apoio do Ministério da Cultura por meio do principal mecanismo de incentivo fiscal e fomento da pasta, a Lei Rouanet. O projeto teve dez propostas aprovadas, uma para cada ano de 2007 a 2014, e duas outras para os biênios 2015/2016 e 2017/2018. No total, a Associação Paulista de Medicina teve autorização para captar R$ 3,2 milhões patrocínio para a iniciativa.

De acordo com Flávia Negrão, coordenadora cultural da APM, a Rouanet foi essencial para a expansão da iniciativa. “No início do projeto, fazíamos um ou dois concertos por ano. A partir do momento que conseguimos aprovação na Lei Rouanet, pudemos aumentar o patrocínio e fazer mais concertos. Fomos de duas para 12 apresentações e, inclusive, pudemos levar os concertos para outros estados.” Agora, o desafio é conseguir levar a orquestra também. Nos projetos da Limiar, o desejo de montar uma orquestra que possa viajar. Hoje, as edições itinerantes do projeto são realizadas com músicos locais.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Santana (AP) recebe a terceira Virada Afro

A Fundação Cultural Palmares (FCP), entidade vinculada ao Ministério da Cultura, e o Governo do Estado do Amapá (GEA) abrem, nesta sexta (29), a terceira edição da Virada Afro – Circuito Cultural Amapá Afro. O evento, que segue até domingo (1) em Santana (AP), busca valorizar elementos da cultura negra amapaense, além de ofertar capacitações à população e fortalecer a economia local por meio do empreendedorismo.

O presidente da FCP, Erivaldo Oliveira, destacou que a Virada Afro já faz parte do calendário cultural do Amapá e ressaltou a importância da iniciativa. “A Virada é um sucesso no Amapá, onde foi nosso projeto piloto, e já está servindo de referência para o restante do País com edições sendo realizadas em outros cinco estados brasileiros”, afirmou.

Para o governador do Estado Waldez Góes, a intenção é expandir o evento – que ocorre duas vezes ao ano (em junho e dezembro) – para os demais municípios amapaenses. “Nesta edição do meio do ano, será a vez dos santanenses recepcionarem os que vierem de outras cidades do Amapá, participar deste movimento cultural. Vamos trabalhar para levar a música, a arte, a gastronomia, e empreendedorismo da cultura negra para outras regiões do Estado”, adiantou.

A programação da Virada Afro inclui feira cultural e comércio de produtos afro-étnicos, cursos, e exposições, incluindo a Feira de Afroempreendedor, com cerca de 60 empreendedores.
Quem for ao evento poderá assistir aos shows de Margareth Menezes, do grupo Olodum, e de Grazzi Brasil, ex-participante do programa The Voice Brasil, entre outras apresentração.
Outros pontos de destaques são a Oficina de Fotografia em Celular, ministrada pelo fotógrafo Januário Garcia, e o Curso de Elaboração e Gestão de Projetos Culturais, que busca auxiliar os agentes culturais a desenvolverem projetos de acordo com as exigências legais.

3ª Virada Afro no Amapá
Dias: de 29 de junho a 1º de julho (sexta-feira a domingo)
Hora: a partir das 17h
Local: corredor da Avenida Santana, no Centro da cidade

Fonte: ASCOM MinC

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Ibram abre chamada de parcerias para divulgação da 16ª Semana de Museus

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) abriu hoje (19), chamada pública para a realização de parcerias, sem repasse de recursos financeiros, com foco na divulgação da 16ª Semana de Museus – que acontece entre 14 e 20 de maio em todo o Brasil. 

Podem participar da chamada empresas (pessoas jurídicas de direito privado) interessadas em apresentar produtos e serviços que ampliem a visibilidade do evento junto a seus públicos.

O Recebimento de propostas acontece até o dia 30 de março por meio do envio de Ficha para Credenciamento e minuta de Plano de Trabalho, ambos preenchidos e assinados pelo representante da empresa, para o e-mail semana@museus.gov.br. A divulgação do resultado será no dia 13 de abril.

A contrapartida do Ibram será a inclusão das logomarcas das empresas apoiadoras em todo material digital de divulgação produzido para a temporada nacional de eventos, destinado aos museus brasileiros e instituições participantes, assim como no guia digital da programação – voltado para o público. Acesse a íntegra do edital e seus anexos.

Atualmente, o Ibram tem mapeados cerca de 3,8 mil museus no Brasil. Em 2017, 1.070 instituições participaram da Semana de Museus. Confira as estatísticas de participação de todas as edições.

Parcerias locais
O Ibram também lançou este ano uma versão atualizada de publicação com dicas para museus realizarem parcerias com empresas sem repasse de recursos financeiros.

Para o Ibram, “os objetivos dessas parcerias são ampliar a divulgação dos museus brasileiros, incentivando a visitação e democratizando o acesso, e promover uma maior aproximação com a comunidade e seu entorno”. A publicação está disponível para download.

Fonte: ASCOM Ibram

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Música no Museu completa 20 anos com espetáculos gratuitos

O Projeto Música no Museu encerra, neste mês de dezembro, sua temporada anual de concertos. De 1º a 27, serão 28 apresentações de coros, orquestras e grupos de cordas, vozes e pianos, em diversos locais do Rio de Janeiro, com foco em músicas natalinas. Um dos destaques, no dia 6, será a apresentação do pianista italiano Stefano Bollani, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Todas as apresentações são gratuitas. O projeto conta com apoio do Ministério da Cultura (MinC) por meio da Lei Rouanet.

A Orquestra de Violões da AV-Rio integra a programação do Projeto Música no Museu 2017 (Foto: Rosana Rodrigues / Divulgação)

O concerto de abertura de dezembro ocorreu nesta sexta (1), no Museu Histórico Nacional, no Centro do Rio de Janeiro. Já o encerramento será no dia 27, no CCBB, com a Orquestra de Violões da AV-Rio, que apresentará clássicos brasileiros (confira no fim do texto a programação completa).

Premiado em 2008 com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), principal condecoração brasileira da área da cultura, o Projeto Música no Museu completa, em 2017, 20 anos de atividades ininterruptas. Criado pelo violonista Turíbio Santos, a iniciativa visa promover concertos gratuitos de música erudita e popular em museus, bibliotecas, arquivos, centros culturais, igrejas e palácios, entre outros.

Em 20 anos de atividades, tornou-se a maior série de música clássica do País, reconhecida pelo RankBrasil, a versão brasileira do Guiness Book. Desde 1997, realizou 6.254 concertos, uma média de 24 por mês, com a participação de cerca de 4,2 mil músicos, muitos deles por mais de uma vez. Segundo o diretor do Música no Museu, Sérgio da Costa e Silva, cerca de 1 milhão de pessoas já assistiram às apresentações do projeto. Em 2017, foram 420 concertos no Brasil e 14 no exterior, nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra (Portugal), Roma (Itália) e Madri (Espanha).

Além dos concertos o ano todo, o Música no Museu realiza anualmente dois festivais internacionais de harpas – o RioHarpFestival e o SPHarpFestival – e o RioWindsFestival, especializado em instrumentos de sopro. O projeto também é responsável pelo concurso anual Jovens Músicos – Música no Museu, que oferece ao vencedor uma bolsa de US$ 105 mil da James Madison University, dos Estados Unidos.
Comemorações de 20 anos

Em comemoração aos 20 anos do projeto, será lançado, neste mês de dezembro, um selo comemorativo dos Correios. E no dia 18 de dezembro, o Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, nomeará seus páreos com os nomes Música no Museu 20 anos, RioHarpFestival e RioWindsFestival.

“Estou muito feliz com o sucesso do projeto. Agradeço nossos parceiros, entre eles o Ministério da Cultura, por aceitarem o desafio de fazer com que o Música no Museu se tornasse a maior série de música clássica do Brasil”, destaca o diretor do projeto, Sérgio da Costa e Silva. “De norte a sul do Brasil, democratizamos a cultura por meio da música, já que todas as apresentações são gratuitas”, ressalta.
Programação de dezembro

01 – Sexta-feira – 12h30
Museu Histórico Nacional
Praça XV de Novembro s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares
Músico: Duo Diogo Cruz, violão e Samuel de Oliveira, flauta
Programa: Diogo Cruz

02 – Sábado – 17h
Clube Hebraica
Rua das Laranjeiras, 346 – Laranjeiras
Capacidade: 200 lugares
Músico: Molho Inglês
Direção: Crismarie Hackenberg
Programa: Clássicos do Natal

03 – Domingo – 11h30
MAM
Rua Infante D. Henrique, s/n
Capacidade: 200 lugares.
Músicos: Ira Krauss e Marilene Cordeiro, mezzo-sopranos, Helio Ferreira, tenor, Rosa Vidal, piano
Programa: Árias de ópera

04 – Segunda-feira – 12h30
Biblioteca Nacional
Rua México, s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares.
Músico: Coral atrás da Nota
Regência: Mário Assef
Programa: Clássicos de Natal

05 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes
Capacidade: 100 lugares
Músico: Pastoril do Céu da Terra
Programa: Auto Natalino

06 – Quarta-feira – 12:30h
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Stefano Bollani, piano (Itália)
Programa: clássicos internacionais

07 – Quinta-feira – 12h30
Museu Nacional de Belas Artes
Av. Rio Branco, 199 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coro Feminino da Associação de Canto Coral
Regência Cláudio Ávila
Programa: Clássicos de Natal

08 – Sexta-feira – 15h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 141 lugares
Músico: Belkiss Campos, soprano, Giuseppe Mauro, tenor, Dilia Tosta, piano
Programa: Árias de ópera, músicas clássicas italianas e espanholas

10 – Domingo – 11h30
MAM
Rua Infante D. Henrique, s/n
Capacidade: 200 lugares
Músico: Camerata do Uerê
Regência Waleska Araujo
Programa: Clássicos de Natal

11 – Segunda-feira – 12h30
Museu da República
Rua do Catete, 135 – Catete
Capacidade: 80 lugares
Músico: Coral do Cepel e Coral Eletrobras
Direção: Crismarie Hackenberg
Programa: Clássicos do Natal

11 – Segunda-feira – 18h
Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ)
Rua da Candelária, 9
Músico: Camerata do Uerê
Regência: Waleska Araújo
Programa: Clássicos do Natal

12 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes, 89 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Quintino Bento e Primeira Escola de Congo de São Benedito do Erê
Programa: Natal cantado e Congada do Erê

12 – Terça-feira – 20h
Iate Clube do Rio de Janeiro
Av. Pasteur
Capacidade: 150 lugares
Músico: Coro de Cor convida Coral Cantada
Direção: Ana Azevedo e Bianca Malafaia
Programa: Clássicos de Natal

13 – Quarta-feira – 12h30
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Luiz Bomfim, barítono e Regina Lacerda, piano
Programa: É Tempo de Natal…

13 – Quarta-feira – 19h
Paróquia da Ressurreição – Concerto comemorativo dos 15 anos do Madrigal Cruz Lopes
Rua Francisco Otaviano, 99 – Ipanema
Capacidade: 300 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

14 – Quinta-feira – 18h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 82 lugares
Músico: Quarteto do Madrigal do Leme – Melody Freyburger: Soprano e Flauta, Marilene Massal: Contralto, Anton Steuxner: Barítono, Violão e Flauta, Bernardo Arbex: Baixo
Programa: Músicas sacras e natalinas de cinco séculos, cantadas e instrumental – obras de Dufay, Binchios, Bach, Teleman, Praetorius, Schubert, Gavaert, Holst, Gruber e outros.

15 – Sexta-feira – 15h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 141 lugares
Músico: Orquestra de Violoncelos da Ação Social pela Musica do Brasil
Programa: Bach, Mozart, Vivaldi e Brahms.

15 – Sexta-feira – 19h
Igreja São Paulo Apóstolo
Rua Barão de Ipanema, 85 – Copacapaba
Músico: Madrigal Cruz Lopes – 15 Anos
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

16 – Sábado – 17h
Igreja Nossa Senhora da Glória
Largo do Machado
Capacidade: 300 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes.
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

17 – Domingo – 15h
Centro Cultural dos Correios
Rua Visconde de Itaboraí
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coral da TV Globo
Regência: Bianca Malafaia
Piano: Filipe de Matos
Programa: Clássicos do Natal

18 – Segunda-Feira – 18h30
Colégio Notre Dame
Rua Barão da Torre, 308 – Ipanema
Capacidade: 690 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes
Regência Maestro José Machado Neto
Programa: Adolphe Adam; Mozart; Puccini; Mascagni; Carl Orff; Verdi; Franz Gruber; G.F. Handel

19 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes, 89 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Pastoril do Céu na Terra
Programa: Auto Natalino

19 – Terça-feira – 18h
Museu do Exército / Forte de Copacabana
Praça Cel. Eugenio Franco, 1 – Posto 6
Capacidade: 200 lugares
Músico: Madrigal do Leme
Regência: Anton Steuxner
Programa: T.Tallis, G.F.Händel, J.S.Bach, F.A.Gaveart, G.Holst.

20 – Quarta-feira – 12h30
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coral do Sisejufe
Regência: Edu Feijó
Programa: Clássicos de Natal

21 – Quinta-feira – 19h
Biblioteca da Maison de France
Av. Presidente Antonio Carlos
Capacidade: 100 lugares.
Músico: Quarteto do Madrigal do Leme. Melody Freyburger: Soprano e Flauta, Marilene Massal: Contralto, Anton Steuxner: Barítono, Violão e Flauta, Bernardo Arbex: Baixo
Programa: Músicas sacras e natalinas de 5 séculos, cantadas e instrumental. Obras de Dufay, Binchios, Bach, Teleman, Praetorius, Schubert, Gavaert, Holst, Gruber e outros.

22 – Sexta-feira – 12h30
Museu Histórico Nacional
Praça XV de Novembro s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares
Músico: Marcelo Saldanha, violão
Programa: Clássicos de Natal.

27 – Quarta-feira – 12h30
Encerramento da temporada 2016
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Orquestra de Violões da AV-Rio
Programa: Clássicos brasileiros

Fonte: ASCOM MinC

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