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Belém ganha feira literária infantojuvenil incentivada pela Secretária Especial da Cultura

A Feira Literária Infantojuvenil do Belém (Flib) será realizada de 29 a 31 de março, na tradicional Livraria da Fox, que também promove, desde 2014, a Feira de Livros do Pará (acima) (Foto: Divulgação)

Primeira edição da Flib tem como tema o exercício da imaginação a partir das lendas e assombrações da região amazônica

Amazônia é uma mina de lendas que brotam da diversidade de culturas, como a da água, do índio, do caboclo e das florestas. São histórias sustentadas por gerações naquelas tradicionais rodas de conversas familiares montadas à porta de casa. Há séculos alimentam um imaginário potente. Aliás, é quase improvável estar em Belém e não ouvir as fábulas de encantamento do Boto, da Iara, da Vitória Régia e até da misteriosa Moça do Táxi que, mesmo depois de “morta”, adorava passear de carro pela madrugada da capital paraense.

É a partir desse universo mágico que nasce a primeira edição da Feira Literária Infantojuvenil do Belém (Flib), com programação intensa entre os dias 29 a 31 de março, na tradicional Livraria da Fox, que também promove, desde 2014, a Feira de Livros do Pará (Flipa). “Desde que surgiu a Flipa, acalentamos uma feira só voltada ao público infantojuvenil. Mesmo num mercado editorial em crise, ela surge graças ao incentivo do Edital de Feiras do Livro (lançado pela Secretaria Especial da Cultura em 2018)”, observa Deborah Miranda, sócia da Livraria da Fox e uma das curadoras da Flib.

R$ 3 milhões para feiras

A Flib é uma das atividades literárias selecionadas por meio do Edital de Feiras do Livro 2018, que aportou quase R$ 3 milhões em 16 feiras, jornadas, bienais e outros eventos literários em 11 unidades da federação: Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e em Santa Catarina.

Coordenadora-Geral de Leitura, Literatura e Economia do Livro do Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB), Ana Cristina Araruna explica que é função estratégica da Secretaria Especial da Cultura promover a literatura brasileira e fomentar processos de criação, difusão, circulação e intercâmbio literário no país. “Nesse sentido, torna-se essencial o apoio às feiras e eventos literários para incentivar o hábito da leitura entre crianças, jovens e adultos brasileiros, possibilitando a aproximação entre o público, autores e literatura”, destaca.

Magia do livro

Com o tema Encantamentos, assombrações e visagens que contam histórias, a Flib traz ao centro da discussão a necessidade de retomar a tradicional contação de histórias como forma lúdica de aproximar o livro do futuro leitor. “Sou mãe de três filhos e os criei na rede, contando histórias e estimulando a imaginação de cada um. Hoje, entendo que é responsabilidade de uma livraria promover a leitura de um livro para uma criança para, juntos, entrarmos nesse universo mágico”, aposta Deborah Miranda, sócia da Livraria Fox, que abriga a Flib.

A partir desse universo fantástico, a Flib aposta na magia do livro físico para movimentar os pequenos leitores de Belém em torno do mercado livreiro nacional. Com oficinas, bate-papos, rodas de contação, shows e sessão de autógrafos, a feira dedica-se completamente a fomentar a literatura infantil dentro de uma livraria que se vocaciona a ser uma extensão da casa do leitor. “Aqui é um espaço de encontros e queremos mostrar ao jovem leitor o quão é maravilhoso ter esse universo do livro nas mãos”, aponta Deborah.

Criadores de sonhos

“As literaturas infantil e juvenil são dois gêneros fundamentais para construir uma identidade, uma ideia de pertencimento, exatamente por serem orientadas para crianças no momento de formação das suas fantasias”, destaca Daniel Munduruku

Essa potência encantadora do livro pode ser percebida pelo rol de criadores homenageados nesta primeira edição. São eles: o jornalista e escritor Walcyr Monteiro (PA), autor do best-seller amazônico Visagens e Assombrações de Belém; o professor e escritor Daniel Munduruku (PA), que resgata lendas de sua etnia indígena, a contadora de histórias Lenice Gomes (PE), pesquisadora da cultura popular nordestina, e o quadrinista Gildati Júnior (PA), autor dos quadrinhos Castanha do Pará, produzidos e publicados de forma independente. “As literaturas infantil e juvenil são dois gêneros fundamentais para construir uma identidade, uma ideia de pertencimento, exatamente por serem orientadas para crianças no momento de formação das suas fantasias”, destaca Daniel Munduruku.

Em comum, eles trazem o lúdico e o fantástico como motes narrativos. “Além de ser uma feira para público infantojuvenil, há um tempero especial que é a questão das nossas lendas e da imaginação. Nada melhor do que falar para esse público juvenil e infantil sobre literatura e arte e trazer as diferenças locais, dentro de autores homenageados que têm um foco voltado para criatividade, imaginação e para o lúdico”, comemora Gildati Júnior.

SERVIÇO

O quê:
Feira Infantojuvenil de Belém (Flib)

Onde:
Livraria da Fox (principais atividades). Tv. Dr. Moraes, 584 – Nazaré, Belém – PA, Telefone: (91) 4008-0007

Quando:
De 29 a 31 de março

Entrada franca

Programação

Sexta, 29

9h às 10h – abertura

  • Boas-vindas aos homenageados
  • Performance Teatral: Grupo LiterArt (com os personagens Dona Carochinha, Menino Maluquinho, Matinta Perera e Curupira)

10h às 11h30

  • Roda de conversa com os homenageados e sessão de autógrafos
  • Mediação: Salomão Larêdo, Edyr Augusto e Elizabeth Orofino

13h30 às 15h30

  • Oficina de Iniciação ao Desenho Grupo Argonautas, representado por Mário Zani

16h às 16h30

  • Espetáculo Teatral: O Jardim de Alice Projeto Camapu

17h às 18h

  • Sarau Palavra de Poetinha Movimento de Contadores de Histórias da Amazônia

18h30 às 20h

  • As Encantarias pedem Passagem Bate-papo com: Bel Fares, Juraci Siqueira e Carlos Aldemir Mediação: Paes Loureiro

Sábado, 30

9h às 10h30

  • Alfabetizar letrando com a Tradição Oral Oficina com: Lenice Gomes e Movimento de Contadores de Histórias da Amazônia

11h às 12h30

  • Oficina Síntese na Aquarela Gidalti Júnior

14h às 15h30

  • Fantasia e Suspense na Literatura Infantojuvenil, com Andrei Simões e Roberta Spindler e mediação de Francisco Neto (Sooda Blog)

17h30 às 19h

  • Bate papo sobre o Universo Geek + GEEK Pará: RPG, Cosplay, Games, HO

18h às 20h30

  • Romaria das Palavras – Cortejo (Livraria da FOX à Fundação Cultural do Pará) – Movimento de Contadores de Histórias da Amazônia e Instituto Ocara.

Domingo, 31

9h às 10h30

  • Farinhada Literária: Conversa com autores paraenses: Andersen Medeiros, Alfredo Garcia, Heliana Barriga, Daniel Leite, Telma Cunha, Paulo Maués, Juraci Siqueira, Rosinaldo Pinheiro, Joécio Carvalho, Alda de Cássia, Miriam Daher, Rita Melem, Nazaré Mello. Mediação: Prof. Dra. Elizabeth Orofino (professora do Laboratório Sertão das Águas- Clube de Leitura Tertúlias do Grão Pará-UFPA/IEMCI)

11h às 12h

  • Show Pirulítero Heliana Barriga

14h30 às 16h

  • Oficina HQ Turma do Açai, representado por Rosinaldo Pinheiro

16h30 às 17h15

  • Show Musical: Cantando e Aprendendo Eudes Fraga

18h às 19h

  • Espetáculo Infantil: Passeando em Outeiro

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

Fonte:Ministério da Cidadania/Secretaria Especial da Cultura

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“Livro não está em crise”, diz secretário especial da Cultura no lançamento da Feira do Livro de Brasília

Ministério da Cidadania apoia 16 eventos literários em onze unidades federais do País por meio de edital em 2019

Secretário especial da Cultura Henrique Pires destacou o aumento de vendas de livros no País. Foto: Ronaldo Caldas/Ministério da Cidadania

“O livro não está em crise”, afirmou o secretário especial da Cultura do Ministério da Cidadania, Henrique Pires, durante evento de lançamento da 35ª Feira do Livro de Brasília, no Auditório da Biblioteca Nacional da capital federal, nesta terça-feira (12), data em que se comemora o Dia do Bibliotecário. Em discurso de abertura do encontro, organizado pela Câmara do Livro do Distrito Federal, Pires explicou que o que está em crise é o modelo comercial de venda de livro no Brasil, mas ressaltou que, apesar da crise envolvendo as duas maiores livrarias nacionais, há um aumento de vendas de livros no País. “Isso, para nós, é motivo de muita alegria.”

O número de eventos literários no País é um bom termômetro em relação à demanda do brasileiro por livros: segundo o Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da Secretaria Especial da Cultura, são 222 em atividade em todas as regiões do País, sendo seis no Centro-Oeste, 12 no Norte, 39 no Nordeste, 70 no Sudeste e 95 no Sul. Destes, a Secretaria Especial da Cultura está apoiando com quase R$ 3 milhões, por meio do Edital de Feiras do Livro 2018, 16 feiras, jornadas, bienais e outras ações literárias em 11 unidades da federação: Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e em Santa Catarina.

O secretário ressaltou a importância destes eventos literários no estímulo à leitura, em especial a 35ª Feira de Livros de Brasília, que ocorrerá de 7 a 16 de junho. “Feira do Livro é importante em todo lugar do mundo por permitir que as pessoas tenham acesso a mais livros, a autores, a debates. É muito mais do que uma feira de venda de livros, é um evento da cultura, da preservação da memória, da divulgação da língua dos países. A leitura abre a mente das pessoas e fico muito feliz de colaborar para a Feira do Livro de Brasília, uma feira significativa no cenário nacional, tendo em vista que para cá convergem pessoas do País inteiro, e essa feira acaba se reproduzindo em outras feiras que acontecem nas 26 unidades da federação.”

Pires destacou também o papel do bibliotecário na preservação da cultura. “Saúdo a todos os bibliotecários pela importância da categoria na salvaguarda e na proteção da cultura do mundo.” Ele lembrou dos antigos bibliotecários da Biblioteca de Alexandria, que organizavam livros enrolados, feitos em couro, quando não havia nada impresso. “Lembro também daqueles bibliotecários que nos conventos, nos mosteiros, ao longo de tantos e tantos anos copiaram os livros e permitiram que a memória da humanidade fosse salvaguardada”, completou.

Livro no espaço público

A feira de Brasília, organizada pela Câmara do Livro do Distrito Federal e pelo Instituto Latinoamerica, reunirá cerca de 100 representantes do setor e um público de cerca de 250 mil pessoas. A novidade este ano é que, em vez de ser realizada dentro do shopping, como em anos anteriores, ocorrerá na área externa da Biblioteca Nacional, para ficar mais acessível à população.

“Pretendemos realizar um evento multicultural. Resolvemos sair do shopping e vir para o espaço público. Vamos montar aqui vários espaços para manifestações culturais. É através do livro e da leitura que podemos construir um mundo melhor”, disse o presidente do Instituto Latinoamerica, Atanagildo Brandolt.

Nesta edição, haverá dois homenageados: o poeta Maílson Furtado, de apenas 27 anos, ganhador do prêmio Jabuti de 2018, por sua obra “À cidade”; e a bibliotecária Maria da Conceição Moreira Salles, falecida em 2012, que dá nome à Biblioteca Demonstrativa de Brasília.

“Pela primeira vez, piso em Brasília, nesta terra, que já está em mim. Foi inventada por candangos, por JK, e incrivelmente pelas curvas da história, se esbarra na minha pequenina Varjota, lá no sertão norte do Ceará. Varjota foi um lugar inventado por operários como os candangos”, disse Furtado, também presente no lançamento da Feira. Ele destacou que “qualquer espaço para difusão de livros, da leitura, da literatura, é de fundamental importância para o crescimento do País, da sociedade em si”.

Durante o evento de lançamento da feira, foi lançado também o Movimento Brasília Capital da Leitura, que realizará diversos eventos pré-feira, durante a feira e após a feira, integrando estudantes e pais no fomento do livro e da leitura.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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Abertas as inscrições para a 4ª edição do festival internacional DIGO 2019

Festival Internacional da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás acontece entre os dias 06 e 12 de junho, em Goiânia (GO)

Estão abertas, até o dia 20 de abril, as inscrições para a 4ª edição do Festival Internacional da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás (DIGO). Os interessados podem se inscrever gratuitamente por meio do formulário disponível no site do evento. O evento acontece entre os dias 6 e 12 de junho de 2019, nos cinemas Lumière do Banana Shopping e no Espaço Sonhus – Centro Cultural em Goiânia (GO).

O festival recebe longas-metragens e curtas-metragens nas categorias ficção, documentário ou experimental, desde que estejam dentro da temática LGBTI+. Todos os filmes devem ser inéditos tanto online quanto comercialmente e não podem ter sido finalizados antes de 2017. Não há limite no número de inscrições por participante.

Além das mostras, o festival conta com performances, mesas, teatro, conferências, debates e duas oficinas: a Oficina Drag Queen e a Oficina Rodando um Curta, que ocorrem no quarto dia de festival. Qualquer dúvida referente a inscrições podem ser enviadas para inscricoes2019@digofestival.com.br. É possível também encontrar mais informações no site do festival e por meio do regulamento do festival.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Com informações da Ancine
Ministério da Cidadania

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Festivais de cinema destacam webséries, filmes e artes visuais

14.11.2018 – 12:23

O mês de novembro será marcado pela realização de dois importantes festivais de audiovisual, o Rio Web Fest e o Cinema Esquema Novo, promovidos respectivamente no Rio de Janeiro (RJ) e em Porto Alegre (RS). Em comum, os festivais têm o fato de terem sido contemplados no primeiro edital voltado para o fomento de mostras de cinema, criado no ano passado, dentro do Programa Nacional de Fomento ao Audiovisual (Proav).

Em sua 4ª edição, o Rio WebFest acontecerá entre os dias de 15 a 18 de novembro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.  Maior festival de webséries do hemisfério sul, o Rio WebFest reúne seriados digitais, projetos para coprodução internacional e ideias para webpilotos em mostras competitivas divididas em diversas categorias. A premiação vai desde a distribuição de troféus a prêmios em dinheiro, que variam de R$ 1 mil a R$ 2,5 mil.

De acordo com a organização do evento, um dos principais objetivos do Rio Web Fest é dar oportunidades reais aos criadores de conteúdo. Além disso, destaca-se a parceria com festivais de webséries realizados em cidades como Los Angeles (Estados Unidos), Marselha (França), Bilbao (Espanha), Toronto (Canadá), Sicília e Roma (Itália), Melbourne (Austrália), Seul (Coréia do Sul) e Berlim (Alemanha).

Para Leandro Silva, um dos fundadores do evento, sem o apoio financeiro do MinC seria muito difícil viabilizar a mostra neste ano. “O ano de 2018 foi muito difícil para muitos empresários da cultura. O patrocinador principal que tínhamos nas edições anteriores não pode participar como antes. O recurso do edital nos possibilitou, por exemplo, custear as despesas de cenário, som, incluir elementos de acessibilidade no festival, entre os quais estão linguagem de libras e tradução simultânea”, afirmou.

Durante o Rio WebFest 2018, a organização exibirá gratuitamente ao público cerca de 200 seriados digitais. Também serão ministradas palestras, minicursos, workshops, masterclasses, keynotes, mesas redondas e painéis. O festival ainda oferece eventos de gala com apresentação de bandas musicais, coquetéis de networking e a festa de premiação transmitida ao vivo pela internet.

 

Cinema e Artes Visuais

O Cine Capitólio – uma das salas mais tradicionais de cinema vinculado à Prefeitura do Rio Grande do Sul – o Goethe-Institut Porto Alegre e a Ocupação Utopia e Luta receberão a 12ª edição do Cine Esquema Novo, um festival que traz como marca a união entre cinema e artes visuais. Financiado pelo MinC, por meio do edital do Proav, o festival traz para 2018 – entre os dias 22 a 28 de novembro – o desafio de aprofundar seu mergulho na relação da imagem com o cinema e as artes visuais. Os curadores do evento, Alisson Ávila, Gustavo Spolidoro, Jaqueline Beltrame e Ramiro Azevedo afirmam que as obras audiovisuais, que circulam nas salas de cinema, ficarão lado a lado das obras que estão em exposições.

Com três mostras, duas oficinas e dois seminários, o festival que completa 15 anos apresentará ao público 35 obras exibidas na Cinemateca Capitólio e quatro videoinstalações que serão expostas no Goethe-Institut Porto Alegre. Entre as temáticas retratadas estão o feminismo, o empoderamento da negritude, a política atual, o colonialismo, as questões indígenas, o pertencimento, a religião e o queer.

Jaqueline Beltrame, uma das organizadoras, explica que o festival ao longo dos anos foi realizado com o apoio de uma rede de parceiros e, em algumas edições, por meio de leis de incentivo fiscal, como Rouanet e outras semelhantes municipais e estaduais. “O patrocínio do MinC foi fundamental para a formatação do Cine Esquema Novo de 2018”, enfatizou.

 

Serviço

Rio Webfest 2018
Data: de 15 a 18 de novembro
Local: na Cidade das Artes
Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
www.riowebfest.net | www.facebook.com/riowebfest | www.twitter.com/riowebfest

Cine Esquema Novo
Data: 22 a 28 de novembro
Local: Cinemateca Capitólio Petrobras
Endereço: R. Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico
http://www.cineesquemanovo.org | https://www.facebook.com/cineesquemanovocen | https://www.instagram.com/cine_esquema_novo

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Festival de cinema reúne filmes internacionais em Brasília

12.11.2018 – 11:45

Um encontro com o melhor do novo cinema mundial. Filmes lançados recentemente, assinados por jovens diretores e com prêmios em alguns dos mais importantes festivais internacionais são a essência da sexta edição do Brasília International Film Festival (Biff), em cartaz até 18 de novembro no Distrito Federal. Ao todo, serão exibidos 40 filmes de 27 nacionalidades.

Ines Maria Barrionuevo, diretora de ‘Julia e a Raposa’. Foto: Divulgação

O Biff traz duas mostras competitivas com um total de 16 filmes – oito de ficção e oito documentários -; três mostras paralelas (Mundo Animado, Mostra Spike Lee e Memória BIFF);além de três pré-estreias; a exibição de dois longas-metragens premiados em edições anteriores do festival e uma oficina de roteiro, ministrada pelo cineasta argentino Miguel Rocca.

Um dos mais prestigiados palcos do cinema no País, o Cine Brasília receberá os filmes das mostras competitivas e também os debates com diretores ou curadores, após as sessões. O local ainda exibirá os filmes da mostra Mundo Animado, em sessões gratuitas, os dois títulos da mostra Memória BIFF e acolherá as cerimônias de abertura – no dia 9 de novembro – e de encerramento – no dia 17.

Para o encerramento do 6º BIFF está programada a sessão “Clássicos do Cinema”, uma homenagem ao grande diretor Sam Peckinpah, com exibição do clássico “Os Implacáveis” (1972), no Cine Brasília. A sessão contará com a participação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, interpretando músicas imortalizadas pelo cinema de Peckinpah.

No Cine Cultura Liberty Mall serão exibidos os filmes das mostras competitivas e os títulos da Mostra Spike Lee. E no SESC Ceilândia poderão ser vistos os filmes infantis de Mundo Animado, a Mostra Spike Lee e dois filmes vencedores de edições anteriores do BIFF: o cubano “Numa escola em Havana” e o paraguaio “7 caixas”. As sessões no SESC Ceilândia ocorrerão diariamente e terão sempre entrada franca – de manhã e à tarde, sessões infantis, e à noite, filmes com classificação indicativa para maiores de 16 anos.

O Festival

Ao longo de dez dias, o 6º BIFF vai exibir 40 filmes de diferentes nacionalidades, muitos deles detentores de alguns dos mais prestigiados prêmios do cinema mundial. Só dentre as pré-estreias estão títulos como “Guerra Fria”, do polonês Pawel Pawlikowski, premiado como melhor diretor do Festival de Cannes 2018, e “Utoya – 22 de julho”, do norueguês Erik Poppe, indicado ao Urso de Ouro de Berlim e com lançamento mundial previsto para 29 de novembro de 2018.

Os filmes que irão integrar as duas mostras competitivas também não ficam atrás. Produzidos na Alemanha/México, Brasil, Eslovênia, França, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Suécia, Itália, Nigéria, Peru, Argentina, Espanha, Vietnã, Polônia e Colômbia, são títulos finalizados entre 2017 e 2018 e, de acordo com o perfil do festival, compõem até o terceiro filme de cada diretor. Alguns deles já conquistaram o júri de festivais como Sundance, Berlim e Locarno.

A comissão de seleção foi composta pelo cineasta, professor e curador Sérgio Moriconi, pela professora e curadora Erika Bauer, pela jornalista e curadora Anna Karina de Carvalho, pela produtora e curadora Rafaella Rezende e pelo crítico Rodrigo Fonseca. O júri oficial é composto pela pesquisadora Berê Bahia, pelo professor João Lanari, pelo diretor e roteirista Miguel Rocca, pela diretora e produtora Paloma Rocha e pelo jornalista, tradutor e crítico de cinema José Geraldo Couto.

Os longas-metragens que concorrem na Mostra de Ficção disputam os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial (R$ 20 mil) e do Júri Popular (R$ 5 mil). Os filmes de documentário também concorrem aos prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial (R$ 10 mil) e do Júri Popular (R$ 5mil). E as duas categorias competem pelo Troféu da Crítica José Carlos Avellar, que terá júri composto pelos jornalistas e críticos Cecília Barroso, Celso Araújo e Ricardo Daehn.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Divulgado resultado final do Prêmio Funarte de Dramaturgia

4.9.2018 – 10:55

A Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, publicou o resultado final do Prêmio Funarte de Dramaturgia 2018. Também foram disponibilizadas as portarias de nomeação das comissões das fases de habilitação e seleção. Os documentos estão disponíveis na página do edital.

Dez autores são premiados no edital, em duas categorias, de acordo  com a faixa etária às quais os textos se destinam. Em cada um desses grupos é contemplada uma obra, de cada uma das cinco regiões do país, com premiação de R$ 20 mil. Na categoria Adulto, os vencedores são dos municípios de Primavera do Leste (MT), Porto Velho (RO), Recife (PE), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ). Na classe Infância e Juventude, serão premiados dramaturgos de Viamão (RS), Brasília (DF) Porto Velho (RO), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Também é prevista pelo edital a publicação de uma coletânea das peças contempladas na página da Funarte. Foram considerados quatro critérios na avaliação: estrutura do texto, tema e linguagem; originalidade; potencial de montagem; e clareza do tema abordado.

 

Funarte

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) é o órgão responsável, no âmbito do Governo Federal, pelo desenvolvimento de políticas públicas de fomento às artes visuais, à música, ao teatro, à dança e ao circo. Os principais objetivos da instituição são o incentivo à produção e à capacitação de artistas, o desenvolvimento da pesquisa, a preservação da memória e a formação de público para as artes no Brasil.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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