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Diálogos Federativos: Cultura de Ponto à Ponta

diálogos-federativos-marca-preferencial-ajustado-300x300De agosto de 2019 ao primeiro semestre de 2020, a Secretaria da Diversidade Cultural, da Secretaria Especial da Cultura, do Ministério da Cidadania, iniciará uma série de visitas aos estados brasileiros para ampliar o diálogo com os gestores públicos regionais e com as comunidades locais sobre o Sistema Nacional de Cultura (SNC) e a Política Nacional de Cultura Viva (PNCV).

A atividade tem entre seus objetivos a coleta de subsídios para a construção do novo Plano Nacional de Cultura, a mobilização de gestores públicos e sociedade para participação no processo eleitoral do novo mandato do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC e a capacitação dos gestores e ponteiros acerca da implementação da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV) e da execução físico-financeira de instrumentos pactuados com a União, com vistas à boa e regular aplicação dos recursos públicos.

Ressalta-se que o SNC e a PNCV são políticas de Estado que demandam o estreitamento das relações interfederativas, pois têm a necessidade de atuação compartilhada com a sociedade civil capilarizada em todo o território brasileiro, para o alcance do impacto que objetivam. Ambas são amparadas por legislação específica e se regem por princípios constitucionais, no mesmo espírito de honrar o pacto federativo, de respeitar as vocações locais, de reconhecer e valorizar os grupos formadores da cultura brasileira, e de afirmar a cultura como direito de todo cidadão.

O primeiro estado a receber o evento será o Paraná, nos dias 29 e 30 de agosto de 2019. As vagas são limitadas, para participar faça sua inscrição no link abaixo:

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Pesquisa Cultura nas Capitais é apresentada em Brasília

1.8.2018 – 17:19

O Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, participou hoje (1/8) da apresentação da Pesquisa Cultura nas Capitais para o público presente no Centro Cultural do Banco do Brasil em Brasília. A pesquisa mapeia os hábitos culturais de brasileiros residentes em 12 capitais do País. De acordo com o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, “ter pesquisas é absolutamente fundamental para que se possa dar mais precisão, mais rigor, a tudo que nós fazemos, seja no poder público, seja na iniciativa privada”. Os resultados da pesquisa podem ser acessados no site http://www.culturanascapitais.com.br.

Apresentação detalhou pesquisa realizada com 10 mil pessoas, de 12 anos ou mais, nas principais capitais brasileiras. Foto: Ronaldo Caldas (Ascom/MinC)

A pesquisa foi realizada com 10 mil pessoas, de 12 anos ou mais, de 14 de junho a 27 de julho de 2017 em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo. Cada entrevistado respondeu 55 perguntas sobre seus hábitos culturais e perfil socioeconômico. De acordo com Rodrigo Linhares, da JLeiva Cultura e Esporte, empresa responsável pela pesquisa, “as informações geradas por pesquisas como a Cultura nas Capitais têm a capacidade de gerar valor para a extensa cadeia cultural”.

Os resultados mostram que a atividade cultural mais presente na vida dos brasileiros é a leitura, praticada por 69% das mulheres entrevistadas e 66% dos homens. O cinema é a segunda atividade, sendo consumida por 62% do público feminino e 66% do masculino. Em terceiro lugar, shows musicais, seguidos por festas populares e feiras de artesanato.

Interesse e gratuidade

A pesquisa também mede a diferença entre a vontade e o consumo de determinado bem ou serviço cultural. A diferença é maior entre as mulheres. No caso de shows, por exemplo, 66% do público feminino afirma ter interesse em ir a esse tipo de evento, mas apenas 42% chega a frequentá-los. Já para o público masculino, a intenção de frequência é de 62%, e a presença é de 50%.

O consumo de atividades gratuitas é maior: 32% dos entrevistados dizem frequentar apenas esse tipo de atividades e 40% frequentam com mais regularidade, enquanto as porcentagens para as atividades pagas são de 8% e 21%, respectivamente. Para o ministro Sérgio Sá Leitão, ampliar o acesso da população aos bens culturais tem que ser o objetivo principal das políticas culturais. “A ampliação do alcance da população aos bens e serviços culturais é a ampliação do mercado de cultura e de sua capacidade de gerar impactos econômicos, e de dar retorno à sociedade”, disse o ministro.

Impacto econômico

O ministro também citou a importância de estudos sobre o impacto econômico das atividades culturais, como as que o Ministério encomendou à Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Mensurar o impacto é algo que nós precisamos introduzir definitivamente no âmbito das políticas de cultura, tenho certeza que isso vai torná-las muito mais eficientes e muito mais eficazes”, disse Sá Leitão.

Entre os últimos eventos analisados, estão a Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP), que gerou impacto econômico de cerca de R$ 47 milhões, com investimentos de R$3,5 milhões e arrecadação de impostos de R$ 4,7 milhões. Com base nesses números, o ministro ainda ressaltou que o investimento em cultura traz um triplo benefício para o País. “Além de qualificar o capital humano, de nos tornar indivíduos melhores, mais sensíveis, os eventos culturais trazem impacto econômico positivo para a sociedade e para os cofres públicos, já que a arrecadação é maior do que o investimento inicial”.

Incentivo fiscal

A pesquisa, realizada pela JLeiva Cultura e Esporte em parceria com o Datafolha, contou com o apoio do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet. A empresa foi autorizada a captar recursos no valor de R$ 1.170.842,80, em forma de patrocínio. Do total aprovado, a JLeiva conseguiu captar R$ 1.168.027,30.

Os projetos aprovados via Lei Rouanet podem ser acompanhados por qualquer cidadão, pelo Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic), no menu Transparência do Portal da Lei Rouanet. O link dá acesso aos dados básicos dos projetos apresentados, aprovados e apoiados, assim como aos valores de cada um deles.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Pesquisa mapeia hábitos culturais de 12 capitais brasileiras

30.07.2018 – 11:45

Entender como 33 milhões de brasileiros, residentes em 12 capitais do País, consomem diversão e arte, e fornecer insumos para que produtores e gestores culturais saibam das preferências de seus consumidores e impulsionem os setores que precisem de mais desenvolvimento. Esses são os objetivos da Pesquisa Cultura nas Capitais, projeto realizado pela JLeiva Comunicação em parceria com o Datafolha, com o incentivo da Lei Rouanet. Os resultados estão disponíveis no site Cultura nas Capitais.

Para o público de Brasília, a produtora organizou uma apresentação com os dados completos da Pesquisa no próximo dia 1º de agosto, das 9h às 13h30, no Centro Cultural do Banco do Brasil. A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo site.

 

Cultura e educação

Para realizar a pesquisa, foram entrevistadas 10 mil pessoas, de 12 anos ou mais, de 14 de junho a 27 de julho de 2017 em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo. Os resultados mostram que a leitura (68%) é a atividade cultural favorita da população das capitais, que também tem o hábito de ir ao cinema (64%) e a shows (46%).

O grau de escolaridade é um fator determinante para o consumo de atividades e bens culturais. A população que tem ensino superior completo consome mais em todas as áreas abordadas na pesquisa: livros, cinema, shows, festas populares, feiras de artesanato, bibliotecas, dança, museus, teatro, circo, saraus e concertos.

Em relação à regularidade no consumo, 33% da população frequenta entre três e cinco atividades culturais ao ano, enquanto 32% disse ir a dois eventos ou menos. Já 23% tem o costume de ir a eventos artísticos e de diversão entre seis e oito vezes ao ano, e 12%, entre nove e 12 vezes, a taxa mais alta.

O consumo de eventos e bens culturais gratuitos é maior: 32% da população disse só consumir esse tipo de atividade, enquanto apenas 8% declarou consumir somente atividades pagas. A intenção de consumo é maior entre as mulheres, embora a distância entre a taxa que mede a vontade de comparecer a atividades culturais e a frequência seja menor entre os homens.

No caso dos museus, por exemplo, ainda que 60% do público feminino tenha planos de ir a exposições e mostras, apenas 29% chega a comparecer de fato a essas atividades, uma diferença de 31 pontos percentuais. Entre os homens, a distância é de 19 pontos.

 

Metodologia

Os entrevistados foram abordados pessoalmente em 990 pontos das capitais e responderam a um questionário com cerca de 50 perguntas. Além de questões sobre os hábitos culturais, também houve apuração de variáveis sociodemográficas, como sexo, idade, escolaridade, classificação econômica e renda.

A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, chegando a 95% de confiança. Do total de entrevistados, 53% eram mulheres e 47% homens, 24% tem ensino superior completo e 76% possuem ensino médio ou fundamental.

 

Incentivo Fiscal

A Pesquisa Cultura nas Capitais contou com o apoio do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet, que aprovou a proposta a captar recursos no valor de R$ 1.170.842,80. Do total aprovado, os produtores da pesquisa conseguiram patrocínio de R$ 1.168.027,30.

Os projetos aprovados via Lei Rouanet podem ser acompanhados por qualquer cidadão, pelo Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic), no menu Transparência do Portal da Lei Rouanet. O link dá acesso aos dados básicos dos projetos apresentados, aprovados e apoiados, assim como aos valores de cada um deles.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Secretário-executivo participa de evento sobre Mapas Culturais

29.03.2017 – 17:20

Gestores municipais e estaduais de Cultura e técnicos da área de Tecnologia da Informação das secretarias municipais e estaduais de Cultura se reúnem em São Paulo, dias 29 e 30 de março, para discutir a plataforma Mapas Culturais. Os desafios, as melhorias e a implementação da plataforma estão sendo debatidos dentro do IV Encontro dos Gestores dos Mapas Culturais e do III Encontro de Desenvolvedores da Plataforma Mapas Culturais.
Na abertura do evento, nesta quarta-feira, o representante do MinC foi o secretário-executivo da pasta, João Batista de Andrade. Segundo ele, o Ministério pretende abrir a possibilidade de tornar a plataforma universal. “Será importante para a política cultural do País permitir que se tenha acesso a todas essas informações”, afirmou.
Resultado da parceria entre o Ministério da Cultura, o Instituto TIM e a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, os dois eventos são fechados e voltado para os dois públicos-alvo convidados: os gestores municipais e estaduais de Cultura e os técnicos da área de Tecnologia da Informação das secretarias municipais e estaduais de Cultura. O objetivo é promover a oportunidade de debates sobre o estado atual da plataforma e suas possibilidades de desenvolvimento futuro.
Mapa colaborativo
Mapas Culturais é um software livre para mapeamento colaborativo e gestão da cultura. Criado pelo Instituto TIM em parceria com a Secretaria de Cultura do Município de São Paulo, o primeiro município a adotar a plataforma, ela é alimentada pelo poder público – que insere informações sobre os equipamentos culturais, programações oficiais, editais, etc.; e pela população em geral, que se cadastra como agente de cultura (individual ou coletivo) e pode divulgar suas próprias programações.
A ferramenta permite organizar em uma só plataforma informações sobre agentes culturais, atividades e locais relacionados à cultura em um município ou região, fazendo um mapeamento dessas informações. “Os benefícios estratégicos para o gestor público são o de modernizar os instrumentos para execução, monitoramento e avaliação de políticas públicas de Cultura, oferecer à população ferramentas para divulgação de serviços e eventos culturais, além de ter custo zero de investimento em TI”, explica o coordenador geral de Estatísticas e Indicadores da Cultura do MinC, Luiz Antônio Gouveia de Oliveira.
Atualmente, além do mapa nacional, sob a supervisão do ministério e do Instituto TIM, há seis estados, o Distrito Federal e nove municípios que já instalaram a ferramenta.
Histórico 
Desde outubro de 2015, o Mapas Culturais foi adotado pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), do Ministério da Cultura (MinC). Com base neste software, o MinC disponibiliza para os cidadãos quatro plataformas com dados relativos à cultura em todo o Brasil, que está em constante atualização.
As plataformas são as seguintes: Rede Cultura Viva;  Museus BR (maior plataforma de informações sobre os museus do Brasil); Mapa das Bibliotecas e Mapa da Cultura, que integra os dados das três plataformas e do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC).
Texto e Fonte: Assessoria de Comunicação /Ministério da Cultura

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