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Ministério da Cidadania está com inscrições abertas para formação de artistas cênicos
Projeto inédito será realizado pela Funarte em Brasília. Seleções para as vagas serão feitas no Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo

publicado: 26/08/2019 19h31, última modificação: 30/08/2019 18h54

Inscrições estão abertas até o dia 21 de setembro para cursos permanentes e gratuitos dedicados à formação de artistas cênicos (Foto: Divulgação)

A Fundação Nacional de Artes (Funarte), entidade vinculada ao Ministério da Cidadania, está com inscrições abertas até o dia 21 de setembro para cursos permanentes e gratuitos dedicados à formação de artistas cênicos, no Conservatório Brasileiro de Teatro. A escola, de abrangência nacional, surge para formar uma nova geração do teatro brasileiro.

O Conservatório será sediado no Teatro Plínio Marcos, no Complexo Cultural Funarte, em Brasília, onde vão ocorrer as aulas. Estão previstas, ao todo, 50 vagas nos cursos de Dramaturgia, Direção e Atuação, com duração de sete meses cada. As aulas estão previstas para iniciar em 6 de janeiro de 2020. Para os selecionados que não moram em Brasília, o Conservatório vai oferecer até 20 bolsas no valor de R$ 2,8 mil mensais.

O coordenador do Centro de Artes Cênicas da Funarte, Roberto Alvim, destacou a iniciativa do governo federal ao formar uma escola de abrangência nacional e de excelência para formação de artistas. “Há uma preocupação com a descentralização das políticas públicas. O oferecimento das bolsas de estudo propicia que alunos de todas as regiões do País possam estudar e ter acesso a essa formação técnica de alto nível que o Conservatório Brasileiro de Teatro vai oferecer”, disse Alvim.

Ao final dos cursos, previsto para julho, o Conservatório vai realizar a mostra de 15 espetáculos criados e executados pelos alunos. “Serão textos escritos pelos alunos do curso de Dramaturgia, dirigidos pelos alunos da Direção, tendo como elenco os alunos do curso de Atuação. Essa mostra iniciará pelo Teatro Plínio Marcos e, em seguida, fará uma pequena turnê por outros teatros da rede federal ao longo de 2020”, completou o coordenador.

O processo de seleção será feito por membros do Centro de Artes Cênicas da Funarte. As audições estão marcadas para os meses de outubro e novembro, no Teatro Plínio Marcos, em Brasília; no Teatro Dulcina, no Rio de Janeiro e no Teatro da Arena, em São Paulo.

Para saber mais sobre o Conservatório Brasileiro de Teatro e os cursos com inscrições abertas para a formação de artistas cênicos, acesse: funarte.gov.br.

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29º Festival Cine Ceará começa nesta sexta-feira (30) em Fortaleza
Record em inscrições, festival recebeu filmes de 12 países. Evento foi contemplado em edital do Ministério da Cidadania com R$ 400 mil

publicado: 29/08/2019 16h58, última modificação: 29/08/2019 16h58
Foto: Divulgação

O Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – abre oficialmente nesta sexta-feira (30) e vai até o dia 6 de setembro, em Fortaleza, no Ceará. Na 29ª edição, 40 filmes entre curtas e longas-metragens serão exibidos. O evento foi um dos contemplados no edital de apoio a mostras e festivais de audiovisual, lançado em 2018 pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, e recebeu R$ 400 mil para a sua realização.

Record em número de participantes por quatro edições consecutivas, a mostra deste ano contabilizou 1.271 produções audiovisuais inscritas, vindas de 12 países ibero-americanos: Brasil, México, Argentina, El Salvador, Venezuela, Chile, Peru, Espanha, Portugal, Cuba, Colômbia e Bolívia. Para o diretor do festival, Wolney Oliveira, uma prova da consolidação do festival.

“O primeiro grão do festival foi o Vídeo Mostra Fortaleza, criado em 1991, com a temática do centro da cidade. Em 1995, muda-se o nome para Cine Ceará, com competitiva de curtas e longas-metragens. Em 2006, resolvemos apostar no eixo do cinema ibero-americano. Desde então, o festival tem crescido muito, com muitos trabalhos maravilhosos e premiadíssimos. O aporte que nós temos do Ministério da Cidadania é fundamental para continuarmos evoluindo”, afirmou.

A 29ª edição vai ficar na história com o protagonismo de produções do estado. O Cine Ceará começa com a estreia nacional do filme “A Vida Invisível”, do diretor cearense Karim Aïnouz. O longa foi escolhido para representar o Brasil na disputa pelo Oscar, o maior prêmio do cinema mundial. Já o encerramento terá a exibição de “Pacarrete”, do também diretor cearense, Allan Deberton.

O longa “Pacarrete” foi o grande destaque do 47º Festival de Cinema de Gramado e recebeu oito prêmios, entre eles, o de melhor filme. A produção teve o aporte financeiro de R$ 1,25 milhão do Fundo Setorial Audiovisual do Ministério da Cidadania para filmes de baixo orçamento.

Mais de 10 mil pessoas são aguardadas nos oito dias de evento. Além das mostras competitivas de curtas e longas-metragens, o festival traz exibições especiais, debates, oficinas e a presença de profissionais das mais diversas áreas do audiovisual. Para saber mais sobre a programação do festival, acesse: cineceara.com

Ministério da Cidadania apoia mostras e festivais de audiovisual

O edital de apoio a mostras e festivais de audiovisual, no qual o Festival Cine Ceará foi contemplado, está com inscrições abertas até 30 de setembro. Ainda há cerca de R$ 740 mil para projetos nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Os recursos para o Rio de Janeiro e São Paulo, que correspondem a 50% dos R$ 26,5 milhões previstos no edital, já foram integralmente utilizados. As inscrições podem ser feitas pelo link: http://mapas.cultura.gov.br/oportunidade/1031/.

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Casa de Anita Garibaldi, na cidade de Laguna (SC), é reaberta ao público após restauração

Cerimônia contou com a presença do ministro da Cidadania, Osmar Terra. Mais de R$ 610 mil foram investidos pelo Ministério da Cidadania

publicado: 30/08/2019 19h00, última modificação: 04/09/2019 15h21
Foto: Rafael Zart/Ministério da Cidadania

Nesta sexta-feira (30), data em que se celebram os 198 anos do nascimento de Anita Garibaldi, a cidade de Laguna, em Santa Catarina, recebeu um presente em homenagem a uma de suas mais célebres cidadãs. A Casa de Anita reabriu as portas, após ser completamente restaurada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia vinculada ao Ministério da Cidadania. Com a restauração, o espaço se consolida como importante equipamento cultural de Laguna, fomentando a economia criativa por meio da valorização do turismo e da memória local.

Presente à cerimônia de reabertura, o ministro da Cidadania, Osmar Terra destacou a importância de se preservar a memória de Anita Garibaldi e de outros brasileiros relevantes para a história do País. “A Anita simboliza muito para os brasileiros, para os italianos. É a heroína dos dois mundos, uma pessoa particularmente extraordinária, que tinha uma vida simples, que foi modificada por um encontro, e que transformou muito a história do Brasil, da Itália e do Uruguai também”, afirmou.

“Nós precisamos contar mais essas histórias, o Brasil tem que ter orgulho, o nosso cinema, a nossa arte tem que estar voltada para as pessoas extraordinárias que nasceram aqui, que construíram este País em que nós vivemos e que contribuíram tanto para o mundo”.

O prefeito de Laguna, Mauro Vargas Candemil, agradeceu o apoio do Ministério da Cidadania na restauração do patrimônio municipal. “Esta obra tem importância bastante significativa, já que aqui é um marco histórico da nossa Laguna. Essa contribuição do Iphan, com recursos do governo federal, vai engrandecer o patrimônio histórico aqui do nosso município e, mais ainda, levar o nome de Anita Garibaldi como heroína de dois mundos”, afirmou.

O Iphan investiu mais de R$ 610 mil na recuperação total do edifício histórico, construído em 1711. Além disso, a Casa de Anita recebeu estrutura para implementação do museu, como condições de acessibilidade, climatização, iluminação e equipamentos multimídia e de comunicação visual, contribuindo para a difusão da história e do legado da heroína catarinense.

Também estiveram presentes ao evento, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, a presidente do Iphan, Kátia Bogéa, o diretor do Departamento de Projetos Especiais do Iphan, Robson de Almeida, a superintendente do Iphan em Santa Catarina, Liliane Nizzola, além de representantes do Instituto Cultural Anita e de uma comitiva italiana.

Uma casa para celebrar Anita Garibaldi

A Casa de Anita é um dos espaços mais visitados no Centro Histórico de Laguna, protegido pelo Iphan como Patrimônio Cultural Brasileiro. Localizada na Praça Vidal Ramos, a edificação foi residência de várias famílias da cidade catarinense. Entre elas, a família Mendes Braga, que confeccionava vestidos de noiva e emprestava um dos cômodos da casa para que as moças se vestissem para casar na Igreja Matriz de Santo Antônio dos Anjos. Foi o que aconteceu com Ana Maria de Jesus Ribeiro, a Anita, na ocasião de seu primeiro casamento, com Manoel Duarte de Aguiar.

Quatro anos mais tarde, quando completou 18 anos, ela conheceu o italiano Giuseppe Garibaldi, com quem se casou novamente e viveu o resto da vida. Ao lado dele, integrou importantes movimentos políticos, como a Revolução Farroupilha e o processo de unificação da Itália, tornando-se, então, conhecida como Anita Garibaldi, heroína, revolucionária e símbolo de coragem. Anita faleceu em 1849, em Ravenna, na Itália, aos 27 anos. Em 1978, a casa de Laguna foi aberta ao público como Casa de Anita, um pequeno museu com móveis de época e objetos que fizeram parte da história da cidade e da personagem célebre.

Investimentos em Santa Catarina

A intervenção no espaço que honra a memória de Anita é parte de uma série de ações que vêm sendo feitas pelo Ministério da Cidadania em Santa Catarina. Em Laguna, foi entregue ainda este ano a obra de restauração da Casa Candemil, que sedia o Arquivo Público Municipal. Outras seis obras estão em execução: a primeira etapa da requalificação urbanística do Centro Histórico e as restaurações do Clube União Operária, da sede da Sociedade Musical Carlos Gomes e do Clube Blondin, somando investimentos de R$ 12,4 milhões, além do Complexo Ferroviário e do Clube do Congresso Lagunense, que contam com outros R$ 4,41 milhões provenientes do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD). Na cerimônia de entrega da Casa de Anita, também foi assinada a ordem de serviço para início da obra do Complexo Ferroviário, que conta com recursos de R$ 2,4 milhões e será a primeira obra do Ministério da Cidadania com recursos do FDD.

“O Ministério da Cidadania está investindo muito no patrimônio histórico. Só aqui em Santa Catarina, estamos trabalhando com o horizonte de R$ 16 milhões. Estamos com recursos do Fundo de Defesa Direitos Difusos, provenientes de pagamentos de ações judiciais em todo o Brasil. Conseguimos R$ 300 milhões no total e Santa Catarina é, proporcionalmente, o estado que vai ter mais obras. Laguna vai ser um lugar particularmente privilegiado nessa caminhada de recuperação do nosso patrimônio”, destacou Osmar Terra.

Os investimentos do Ministério da Cidadania nos patrimônios da cidade não vão beneficiar apenas os 50 mil habitantes do local. O município é um dos mais importantes polos turísticos do estado, chegando a receber mais de 200 mil turistas durante o período de férias e festas de final de ano. Visitantes de todo o Brasil e também de países como Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile passam por Laguna todos os anos.
As festas religiosas também atraem muitos turistas, como a de Santo Antônio dos Anjos, padroeiro de Laguna.

História

Muito antes de sua fundação oficial, em 1676, Laguna serviu de referência para a assinatura do Tratado de Tordesilhas entre Portugal e Espanha. Os países estabeleceram uma linha imaginaria, 370 léguas a oeste do Arquipélago de Cabo Verde, passando ao Norte por Belém do Pará, e ao Sul por Laguna. As terras situadas a Leste do meridiano ficaram com Portugal.
De acordo com alguns mapas, o território português no Brasil começava próximo onde atualmente se encontra Belém (PA) e descia em linha reta até perto de Laguna (SC).

No século XVIII, a região foi um posto da coroa portuguesa, auxiliando no desbravamento e na defesa do território durante as disputas por terra com a Espanha. Nesse período também ocorre a chegada dos imigrantes açorianos, cujas tradições e cultura são mantidas até hoje entre os lagunenses.

Para conhecer outros investimentos realizados pelo Ministério da Cidadania em museus e patrimônios históricos brasileiros, acesse: cultura.gov.br

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania
Com informações do Iphan

 

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Estação Cidadania leva esporte, cultura e assistência social a moradores de Teresina

Foto: Rafael Zart

Teresina, capital do Piauí, ganhou neste sábado (31) uma Estação Cidadania, espaço que integra programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação profissional, serviços socioassistenciais e políticas de prevenção à violência. Localizado no Vale do Gavião, região de alta vulnerabilidade econômica e social, o espaço recebeu investimento de R$ 3,7 milhões do governo federal, por meio do Ministério da Cidadania.

Presente à solenidade de inauguração, que contou com a participação maciça de moradores da região, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, destacou que espaços com as Estações Cidadania contribuem para a geração de oportunidades nas áreas do esporte, da cultura e do desenvolvimento social. “A Estação Cidadania garante aos jovens das famílias mais pobres, das periferias, um espaço para praticar atividades esportivas e culturais fora do horário da escola”, afirmou. “Está cheio de talento adormecido que, se não tiver um espaço deste, nunca irá despertar. Além disso, é muito importante para a prevenção da violência e do uso de drogas”, defendeu.

O prefeito de Teresina, Firmino Filho, comemorou a inauguração do espaço. “É uma alegria muito grande receber esta Estação Cidadania tão bonita, que vai atender todo o Vale do Gavião. Esse equipamento, para nós, é fundamental porque permite que os jovens da comunidade possam ter um espaço para lazer, atividades esportivas e culturais, para que possam completar a educação que já é feita em sala de aula”, destacou. Cerca de 100 mil pessoas vivem no entorno da Estação.

O secretário especial adjunto da Cultura do Ministério da Cidadania, José Paulo Soares Martins, destacou que um dos principais diferenciais das Estações Cidadania é a possibilidade de unir ações de cultura, esportes e assistência social. “É muito importante podermos trabalhar a comunidade de forma integrada em temas que certamente trazem um impacto importante na formação da cidadania, principalmente de crianças e jovens, mas também de outros segmentos da população, inclusive idosos”, afirmou.

Ex-jogador de futebol da seleção brasileira, o secretário nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social do Ministério da Cidadania, Washington Stecanela Cerqueira, ressaltou a importância de as Estações Cidadania estarem localizadas em regiões de alta vulnerabilidade econômica e social. “São exatamente áreas como esta que nós temos de atacar. Dar a oportunidade do esporte para as crianças, tirando das ruas, livrando da drogadição, da bandidagem, é um avanço, tem uma importância muito grande”, comentou.

Estrutura

A Estação Cidadania Professor Carlos Said conta com um ginásio poliesportivo com arquibancada para até 181 lugares e estrutura para prática de esporte de alto rendimento, área de apoio (administração, sala de professores, vestiários, chuveiros, enfermaria, copa, depósito e sanitário público), academia e estruturas de atletismo.

Moradora do Vale do Gavião, Gracilene Santos acredita que a Estação Cidadania trará diversos benefícios para a população. “Vai ser muito proveitoso, vai estimular bastante os jovens. Estávamos precisando de uma estrutura como esta para desenvolver nossas crianças. Aqui não tinha nenhum tipo de atividade para elas, era preciso ir para outro bairro. Então estou muito feliz e agradecida”, afirmou.

Em 2019, além de Teresina, já foram inauguradas 11 Estações Cidadania no país: Araçatuba (SP), Arujá (SP), Brumadinho (MG), Canindé (CE), Canoas (RS), Cariacica (ES), Floriano (PI), Ponta Grossa (PR), Porto Alegre (RS), Tanguá (RJ) e São Vicente (SP). A meta é inaugurar cerca de 60 Estações até o fim do ano.

“A cada inauguração, a gente vê realmente que há um benefício imediato. A curto prazo, já vemos a criançada utilizando mesmo antes da abertura oficial. A médio prazo, temos uma série de iniciativas que o Ministério da Cidadania está trazendo. E, a longo prazo, é possível garantir uma vida melhor, por exemplo, para uma criança que tiramos da rua ou para jovens que participam de programas de empreendedorismo”, destaca o secretário de Difusão e Infraestrutura Cultural do Ministério da Cidadania, Paulo Nakamura.

Centro de Convivência da Pessoa Idosa

Também na capital piauiense, o ministro Osmar Terra participou da inauguração do Centro de Convivência da Pessoa Idosa. A unidade possui laboratório de informática, auditório e refeitório. Localizado no Conjunto Jatobá, o centro, que recebeu investimento de R$ 630 mil do governo federal, vai promover oficinas de artesanato, palestras, rodas de dança e canto, entre outras atividades. Cerca de 80 mil pessoas vivem no entorno do local.

No país, mais de 8 mil Centros de Convivência atendem cerca de dois milhões de pessoas. Desses, mais de 413 mil são idosos, o que representa 19,7% do total. Nesses espaços são ofertados os Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, que trabalham para fortalecer o convívio familiar e comunitário, a melhoria da qualidade de vida das pessoas idosas e sua inclusão social, prevenindo o isolamento e outras situações de risco.

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Ministério da Cidadania

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Patrimônio Cultural Brasileiro ganha aliado no trabalho de preservação e fortalecimento

Frente parlamentar, lançada nesta quarta-feira (4), visa apoiar instituições e órgãos públicos responsáveis pela defesa da memória do País

Ministro Osmar Terra discursa durante o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Patrimônio Histórico Nacional. Foto: Ronaldo Caldas/Ministério da Cidadani

A proteção e a preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro ganharam um forte aliado nesta quarta-feira (4), com o lançamento, no Congresso Nacional, da Frente Parlamentar em Defesa do Patrimônio Histórico Nacional. Proposta pelo deputado maranhense Hildo Rocha, de caráter suprapartidário e sem fins lucrativos, a iniciativa visa apoiar e fortalecer as instituições ou órgãos federais, estaduais e municipais responsáveis pela defesa da memória do País.

A Frente Parlamentar vai acompanhar a tramitação de proposições na Câmara dos Deputados e no Senado Federal que possam contribuir para o aprimoramento de legislação de preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. A proposta também prevê a promoção de debates, audiências e seminários sobre o tema.

Presente ao lançamento da frente parlamentar, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, enfatizou a importância de se preservar o patrimônio brasileiro. “O patrimônio histórico é a nossa história, a nossa vida. Todos devem conhecer o nosso passado e é importante que isso ocorra em lugares bem estruturados, reformados, agradáveis de se visitar”, afirmou Terra. “Conhecer nossa história é essencial para também sabermos para onde nós vamos, o nosso futuro, que potencial que tem o nosso País, que potencial que tem o trabalho e a arte do povo brasileiro”, completou.

O secretário especial adjunto da Cultura do Ministério da Cidadania, José Paulo Soares Martins, observou que o Parlamento é uma parte das mais importantes no processo de organização da nossa sociedade. “O papel que ele desempenha, principalmente nas questões que dizem respeito ao regramento das atividades da sociedade, é fundamental. A criação de uma frente como essa reforça o papel do Parlamento na defesa dos direitos da sociedade e reforça a importância da cultura e do seu patrimônio dentro desse ambiente. Então, é de todo meritório nós termos essa iniciativa por parte deste Parlamento”, afirmou.

Para a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, a iniciativa vai contribuir no fortalecimento da política de Patrimônio Cultural no Brasil, especialmente no que diz respeito à gestão dos bens acautelados em todos os estados brasileiros. “É fundamental a parceria com os municípios e com os governadores para conseguirmos implementar ações que vão além da preservação de monumentos e da salvaguarda das tradições culturais. São nas cidades que vivem as pessoas, que são os maiores interessados em preservar sua memória e sua história”, destacou.

O presidente da frente parlamentar, deputado Hildo Rocha, destacou que o Patrimônio Cultural Brasileiro é a grande riqueza do País, que une todos os brasileiros em torno de sua história e de sua identidade. “Assim, é fundamental que o Congresso Nacional esteja envolvido no fortalecimento das políticas públicas, bem como no intercâmbio entre parlamentos e instituições nacionais e estrangeiras, visando uma ampla e democrática participação da sociedade nas discussões sobre a preservação do Patrimônio Cultural e o desenvolvimento do Brasil”, afirmou.

A Frente Parlamentar em Defesa do Patrimônio Histórico Nacional será formada por um presidente, sete vice-presidentes, um secretário, dois subsecretários, além de coordenadores estaduais e regionais. Também poderá conceder títulos honoríficos a parlamentares, instituições, autoridades e pessoas da sociedade que contribuam para promoção do Patrimônio Cultural.

Também estiveram presentes ao lançamento da frente parlamentar, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a deputada federal e secretária-geral da frente parlamentar, Margarete Coelho, a diretora do escritório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em Brasília, Marlova Noleto, e a secretária de Turismo do Distrito Federal, Vanessa Mendonça.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

Informações para a imprensa:
Ascom/Ministério da Cidadania
(61) 2030-2649/1505

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Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga

A Funarte disponibilizou a portaria que dispõe sobre designar membros da Comissão Técnica Interna de Habilitação do Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúniga.

Acesse aqui a Portaria Funarte nº. 209, de 31/07/2019

ERRATA- 19/07/2019

A Funarte publicou no dia 19 de julho de 2019, no Diário Oficial da União, ato de retificação do edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zuñiga, publicado dia 15/07/2019. As alterações citam: o nome do programa, do qual foi retirada a palavra “prêmio”; e a troca de subitens.

Acesse aqui a retificação

Acesse aqui o edital retificado

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ O DIA 29/08/2019

A Fundação Nacional de Artes – Funarte publicou, no dia 15 de julho de 2019, a primeira edição do Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União. As inscrições estão abertas de 16 de julho a 29 de agosto de 2019.

O programa vai contemplar projetos de pesquisa, com textos inéditos no campo da preservação e da conservação da fotografia. A iniciativa é realizada por meio do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica (CCPF), integrante do Centro de Artes Visuais da Funarte.

Através do edital, serão concedidas cinco bolsas de R$ 40 mil cada uma. Podem candidatar-se pessoas físicas, residentes em qualquer lugar do Brasil, que atuem nas áreas técnicas relacionadas ao concurso.

Essa ação da Funarte possui como objetivo estimular a produção de conhecimento no campo da conservação e da preservação fotográficas. O processo seletivo inclui três módulos de concorrência. São eles:

1 – Ações e estudos sobre conservação e restauração fotográfica no Brasil – duas bolsas serão concedidas no módulo;
2 – Ações e estudos sobre digitalização e preservação digital de acervos fotográficos no Brasil – duas bolsas; e
3 – Ações e estudos realizados sobre processos fotográficos históricos dos séculos XIX e XX – nesse módulo será concedida uma bolsa

O produto final a ser desenvolvido pelos contemplados deve ser um texto, tendo como padrão os Cadernos Técnicos de Conservação Fotográfica – números 6, 7 e 8, editados pela Funarte, conforme as especificações do edital. Essa coleção, coordenada e desenvolvida pelo CCPF, pode ser baixada neste link:

Legado para a bibliografia e para a formação na área

Por meio desse edital, a Funarte intenciona promover a produção de textos originais, que contribuam para a formação de novos profissionais em conservação e preservação da fotografia; além de estimular a capacitação técnica nos vários setores relacionados à área, por meio do desenvolvimento da bibliografia direcionada a profissionais e estudantes, bem como da divulgação do conhecimento e de experiências ligados a esse campo.

Inscrições

As inscrições estão abertas de 16 de julho a 29 de agosto de 2019 e deverão ser realizadas exclusivamente pelo correio, por meio de formulário de inscrição disponível neste link.

O envelope de envio deve ser preenchido com os seguintes dados:

a) Destinatário:
Edital Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga
Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte/CEAV
Centro Empresarial Cidade Nova – Teleporto
Av. Presidente Vargas nº 3.131 – 18º andar, sala 1804 – Cidade Nova
Rio de Janeiro (RJ)
CEP: 20.210-911

b) Remetente
Nome completo do proponente
Endereço completo do proponente

c) ) Título do Projeto (Indicar também: Módulo 1 ou 2 ou 3)

Acesse aqui o edital

Acesse aqui o formulário de inscrição

O CCPF

O Centro de Conservação e Preservação Fotográfica (CCPF) – Funarte é um núcleo de excelência que, há mais de 30 anos, pesquisa, desenvolve e difunde sistemas e métodos que são amplamente utilizados pelas instituições brasileiras detentoras de coleções, além do reconhecimento como centro de referência internacional no campo da preservação e conservação fotográfica.

A homenagem

O Centro de Conservação e Preservação Fotográfica/CEAV – Funarte considera de grande relevância a homenagem a Solange Zuñiga no edital. “Trata-se da profissional responsável pela concepção, desenvolvimento e coordenação geral do Programa Nacional de Preservação e Pesquisa da Fotografia realizado na Funarte, que culminou na criação do CCPF. Além disso, Solange Zuñiga foi uma incentivadora da pesquisa no campo da conservação fotográfica, no qual alcançou grande prestígio, tanto no Brasil como em outros países da América do Sul”, comenta Sandra Baruki, coordenadora do CCPF.

Sobre Solange Zuñiga

Solange Zuñiga era doutora em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) – em convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – com tese sobre políticas de preservação de acervos documentais, e mestre em Biblioteconomia pela Universidade de Columbia – Nova York (EUA), onde cursou mestrado em Administração da Preservação. Foi diretora do antigos departamentos de Artes e de Pesquisa e Documentação da Funarte, onde foi responsável pela concepção, desenvolvimento e coordenação do Programa Nacional de Preservação e Pesquisa da Fotografia a instituição que originou o CCPF. Participou da equipe de historiadores responsável pela concepção, implementação e coordenação do projeto do Centro de Pesquisas Históricas da Fundação Casa de Rui Barbosa. Foi uma das idealizadoras do projeto Publicação e Disseminação de Literatura Técnica em Preservação, do programa Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos (CPBA), com apoio de instituições norte-americanas, como a Comission on Preservation and Access (Comissão de Preservação e Acesso) e a Fundação Andrew W. Mellon e, no Brasil, da Fundação Vitae – Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social.

Mais informações
edital.ccpf@funarte.gov.br

Acesse o edital e os documentos relacionados a ele nesta página, na coluna da direita, Arquivos Relacionados

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