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Investimentos do Ministério da Cidadania renovam estúdio do Centro Técnico Audiovisual

Recursos serão usados em novos equipamentos e softwares. Centro presta serviço gratuito de mixagem para filmes independentes e de baixo orçamento selecionados via edital

“O CTAv faz um excelente trabalho no apoio à produção cinematográfica independente e ao cinema de formação”, elogia o cineasta Eduardo Morotó, que contou com apoio do centro na produção e mixagem da maior parte de seus curtas-metragens (Fotos: Clara Angeleas/Ministério da Cidadania)

Quando morava em Frei Miguelinho, no agreste pernambucano, a única experiência de Eduardo Morotó com o cinema era “assistir à Sessão da Tarde” na televisão. Em 2006, como um dos prêmios por ter vencido um edital lançado pelo então Ministério da Cultura, hoje Secretaria Especial da Cultura, teve a oportunidade de viajar ao Rio de Janeiro para conhecer o Centro Técnico Audiovisual (CTAv), instituição voltada a conservação de acervos cinematográficos, formação profissional e apoio à produção independente e de baixo orçamento, com serviços como empréstimo de equipamentos, mixagem e sonorização.

Durante a visita, Morotó assistiu a curtas-metragens (um deles era A velha a Fiar, de Humberto Mauro), teve o primeiro contato com equipamentos profissionais de cinema e conheceu a estrutura do centro. Começava, então, uma história de amor com o cinema, que já gerou seis curtas e um longa atualmente em produção.

“O CTAv fez parte da minha formação desde o início. Essa visita que fiz ao centro foi meu primeiro contato com o mundo do audiovisual, foi o que me fez decidir largar o curso de Administração na minha cidade e vir de vez para o Rio fazer faculdade de cinema”, conta Morotó. O cineasta destaca que, sem o apoio do CTAv, dificilmente teria conseguido concluir seus filmes. “A maior parte deles foi feita com câmeras cedidas pelo centro e mixada aqui dentro. Em geral, não é fácil encontrar meios para produzir e finalizar os filmes e o CTAv faz um excelente trabalho no apoio à produção cinematográfica independente e ao cinema de formação”, elogia. Confira os curtas do cineasta.

Gratuitos, o empréstimo de equipamentos e o apoio na finalização de filmes ocorrem por meio de editais, lançados pelo CTAv quatro vezes ao ano. Saiba mais neste link. Agora no mês de maio, o estúdio de mixagem, um dos maiores da América Latina, vai receber investimentos de R$ 433 mil para modernização, provenientes do orçamento da Secretaria Especial da Cultura. Serão adquiridos nova tela de projeção, projetor multimídia, equipamentos para gravação e reprodução de vídeo e versões atualizadas de softwares de edição e mixagem de som, entre eles o Pro Tools.

“Essa modernização será muito importante para atendermos melhor o nosso público, formado principalmente por diretores iniciantes, muitos recém-formados, e com projetos de baixo orçamento”, destaca o editor de som e mixador Alexandre Jardim, servidor do CTAv desde 2000. “A tecnologia está mudando muito rápido e muitos dos nossos equipamentos e programas ficaram obsoletos, o que vinha dificultando nosso trabalho. Tivemos, inclusive, que suspender no ano passado o apoio à mixagem de longas-metragens, o que voltaremos a fazer no início do segundo semestre, assim que a atualização estiver concluída. Este trabalho que realizamos aqui no centro é muito importante, porque permite que realizadores com pouco recurso possam ter um som de qualidade em seus filmes”, completa Jardim, que já mixou cerca de 60 longas e 200 curtas desde que começou a trabalhar no CTAv.

Assistente de direção e editor na produtora Animal Filmes, Adriano Rayol Pinto comemorou a renovação do estúdio de mixagem. “O primeiro longa da nossa produtora, chamado Portaria 243, foi mixado no CTAv. Foi um apoio muito importante, não só por ser gratuito, o que é excelente para uma produção independente e de baixo orçamento, mas também pela qualidade do serviço e dos profissionais envolvidos. Sou muito grato a todo mundo aqui”, afirma.

Rayol conta que a Animal Filmes está trabalhando em seu segundo longa-metragem – Estação Rock – e a intenção é novamente contar com o apoio para a mixagem. “Assim que forem retomados os editais para mixagem de longas nós iremos nos inscrever. Seria excelente termos novamente um apoio tão importante e de grande qualidade oferecido pelo CTAv”, destaca.

Segundo a coordenadora-geral do CTAv, Daniela Pfeiffer, após a atualização, o estúdio de mixagem deverá atender, em média, 25 projetos por ano, entre curtas, médias, longas e séries. Ela conta que o centro também planeja modernizar os demais estúdios, como o de som e o de animação. “Nossa meta é atualizar todos os nossos estúdios. O de mixagem era o mais urgente, já que a última interferência foi há dez anos, mas vamos trabalhar para que os demais venham na sequência”, informa. “O trabalho que realizamos aqui é muito importante para fomentar o cinema de baixo orçamento. Muitos filmes apoiados pelo CTAv acabam tendo um belo caminho. Um dos últimos longas que apoiamos, um documentário sobre o cineasta Humberto Mauro, foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Cinema de Veneza, por exemplo”, completa Daniela.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

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Ibram lança edital de reforma elétrica do Museu de São João del-Rei

O pregão eletrônico será realizado no dia 2 de maio, a partir das 10h, no Portal de Compras do Governo Federal

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), instituição vinculada ao Ministério da Cidadania, publicou edital de licitação para a reforma elétrica do Museu Regional de São João del-Rei. A chamada pública, com custo estimado em mais de R$ 937 mil, foi divulgada no Diário Oficial da União em 18 de abril e visa contratar empresa para obras de reparo e reformulação de toda a rede elétrica da instituição.

O pregão eletrônico será realizado no dia 2 de maio, a partir das 10h, no Portal de Compras do Governo Federal. A empresa que ganhar a licitação fica responsável pela execução do projeto luminotécnico, instalações elétricas e de cabeamento estruturado, instalações de segurança-alarme e sistemas de SPDA e sonorização, entre outros encargos.

O edital completo, anexos e as demais informações sobre o processo de licitação podem ser encontrados no site do Ibram, na sessão Acesso à Informação, em Licitações e Contratos.

O Museu

Museu Regional de São João del-Rei (Foto: Ibram)

Aberto à visitação pública a partir de 1963, está localizado na antiga residência do comendador João Antônio da Silva Mourão (1806-1866), importante comerciante da cidade no período final da produção de ouro. Após a conclusão das obras, em 1859, o comendador instalou sua família na mansão, no segundo e terceiro pavimentos, e a loja de secos e molhados ficou no primeiro andar.

O Museu Regional de São João del-Rei apresenta uma exposição de aspectos do cotidiano no comportamento e nos costumes dos séculos XVII ao XX, retratados em móveis, utensílios, meios de transporte, imagens religiosas e pinturas. O objetivo do acervo montado é contar um pouco da intimidade e do modo de vida dos mineiros no período colonial.

Atualmente, parte da sua estrutura está fechada para visitação, mas o Museu mantém atividades voltadas ao público nas áreas que serão afetadas pelas obras.

Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)
Ministério da Cidadania

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Inscrições abertas para concurso de apoio a bibliotecas públicas

Serão investidos US$ 240 mil em projetos de fortalecimento e ampliação de acesso à leitura em países ibero-americanos

(publicado: 08/02/2019 17h05, última modificação: 08/02/2019 18h27)

Programa Iberbibliotecas vai investir US$ 240 mil em projetos de fortalecimento e ampliação do acesso à informação e à leitura em bibliotecas públicas, comunitárias e populares do Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Espanha, México, Paraguai, Peru e as cidades de Buenos Aires, Medellín e Quito. Até 4 de maio, estão abertas as inscrições para a 7ª edição do Concurso de Ajudas do Programa Ibero-Americano de Bibliotecas Públicas (Iberbibliotecas). O projeto visa trabalhar pela inclusão social, além de contribuir para a qualificação da educação e do desenvolvimento da população.

As propostas vencedoras receberão até US$ 20 mil, no caso do projeto apresentado por uma entidade, ou até US$ 40 mil, se inscrito por instituições de dois ou mais países integrantes do Programa. Podem se inscrever organizações públicas e privadas dos países e cidades membros do Iberbibliotecas. Países não-membros que apresentarem projeto conjunto com países ou cidades-membro, também podem participar. A participação é vetada a entidades anteriormente premiadas nessa convocatória.

O Brasil é um dos países-membro do Iberbibliotecas, e este ano assume a presidência do Programa para o biênio 2019-2021. O País investe, anualmente, US$ 90 mil para a manutenção e financiamento das linhas de ação do Iberbibliotecas. A Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania é a responsável pela coordenação do programa no País.

 

Inscrições

As inscrições podem ser formuladas em português ou espanhol, e devem ser enviadas pelo e-mail iberbibliotecas@cerlalc.org com o assunto “Concurso de ajudas 2019”. Informações sobre a documentação necessária para inscrição podem ser acessadas no site do programa. O Concurso receberá projetos em três categorias:

  1. Para o fortalecimento de redes e sistemas de bibliotecas nacionais, regionais ou de cidades;
  2. Para a elaboração de projetos de planejamento e desenvolvimento de serviços bibliotecários de extensão: bibliotecas móveis;
  3. Para a execução de projetos de bibliotecas públicas ou comunitárias relacionados diretamente ao cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados ao tema:
    Objetivo 4. Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos.
    Objetivo 5. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.
    Objetivo 8. Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos.
    Objetivo 10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.
    Objetivo 16: Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

 

O Programa

O Iberbibliotecas é um Programa da Secretaria-Geral Ibero-Americana (Segib) e é coordenado pelo Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e Caribe (Cerlalc). Com o objetivo de promover o acesso à leitura e informação para todos os cidadãos da região, tem como meta a criação de uma rede de cooperação ibero-americana no campo das bibliotecas públicas. Atualmente, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, México, Paraguai e as cidades de Buenos Aires (Argentina), Medellín (Colômbia) e Quito (Equador) integram o Iberbibliotecas.

O Concurso de Ajudas é organizado pelo Iberbibliotecas desde 2013 e já apoiou 62 projetos. A Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, por meio do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP). O Brasil assumirá a presidência do Programa durante a XX reunião do Conselho Intergovernamental do Iberbibliotecas, que será realizado na cidade de Quito. O País participa da presidência desde 2017, ano em que foi eleito vice-presidente da diretoria, cuja direção ficou a cargo da Costa Rica. O Brasil é representado pela Coordenação-Geral do SNBP no Conselho Intergovernamental.

 

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania
Com informações do Programa Iberbibliotecas

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Confira a programação cultural do Ministério da Cidadania

Exibição do filme Roma, na Cinemateca Brasileira, e os últimos dias de duas exposições são os destaques da semana

(publicado: 08/02/2019 10h45, última modificação: 08/02/2019 11h07)

Espetáculo ‘Distribuídos em rede’, na Funarte RJ. Foto: Sou Mais Dança

A agenda cultural tem novidades e despedidas nesta semana. Dia 10 de fevereiro é a última data para ver a exposição ‘1808 – 1818: A construção do reino do Brasil’, no Rio de Janeiro (RJ). No dia 12 termina a exposição ‘A Arte Figurativa de Tunico dos Telhados’, em Ouro Preto (MG). O filme Roma – que concorre a 10 Oscar na edição de 2019 – entra em cartaz até dia 8 de março, na Cinemateca Brasileira. Para completar, o espetáculo de dança ‘Distribuídos em rede’ realiza curta temporada na Funarte RJ. Confira a programação completa abaixo:

 

CINEMATECA BRASILEIRA

 

Roma na Cinemateca
Até 8/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Lançado comercialmente em Video on Demand (VoD) em dezembro de 2018,o filme Roma terá exibições especiais na Cinemateca nas próximas semanas. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, a película dirigido por Alfonso Cuarón tem sido destaque na temporada de premiações e concorre a 10 Oscar na edição de 2019.
As sessões acontecem de 8 de fevereiro a 8 de março, sempre às 20h. A venda de ingressos ocorrerá somente online, respeitando a lotação da sala de exibição,que é de 210 lugares. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$5,00 (meia) e podem ser obtidos no site da Cinemateca.
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Clássicos ao Ar Livre
Até 9/3, às 20h (sábado e domingo)
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Abrindo a programação de 2019, a Cinemateca Brasileira realiza sessões gratuitas do projeto“Clássicos ao ar livre”. De 9 de fevereiro a 9 de março, sempre aos finais de semana, haverá a exibição de clássicos do cinema estrangeiro, no seu suporte original 35mm, em sessões na tela externa da Cinemateca. Entre os destaques estão clássicos do cinema fantástico como Sangue de Pantera (1942), dirigido por Jacques Tourneur, Planeta fantástico (1972), animação de René Laloux, e Vampiros de almas (1956), ficção científica de Don Siegel; o suspense de Alfred Hitchcock Suspeita (1941), filme que iniciou sua parceria com Cary Grant e que rendeu a Joan Fontaine o Oscar de Melhor Atriz; Lili Marlene (1981), de Rainer Werner Fassbinder, sobre o romance de uma popular cantora alemã comum compositor judeu, no período do nazismo; e Gente da Sicília (1999), dos mestres Jean-Marie Straub e Danièle Huillet – vencedor do Prêmio da Crítica na 23ª Mostra Internacional de São Paulo – que acompanha o retorno de um escritor à região italiana para reencontrar a mãe. A programação exibe também uma das obras-primas de Jean Renoir, French Cancan (1955).
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FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

 

Exposição ‘Campo Para o Exercício da Liberdade’
Até 10/2 – 10h às 18h (terças a sextas), 14h às 21h (sábados e domingos)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo(SP)
A mostra reúne trabalhos de oito artistas que frequentaram durante cerca de um ano o ateliê de artes visuais da instituição, apresentando os resultados desse período de convivência e aprendizado conjunto. A entrada é gratuita. Participam da exposição os artistas Auni (Débora Seiva), Carlos Algot, Cláudio Antônio Ferreira dos Reis, Credo (Eduardo Marinho), Felipe Borges, Geovanna Gelan, Hiram Schincariol e Lumumba. O trabalho curatorial tem como ponto de partida a convivência já experimentada por eles num espaço público que, ao recebê-los, torna-se um campo para o efetivo exercício da liberdade de pensamento e de criação.
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Espetáculo de dança ‘Distribuídos em rede’
Até 10/2 – 10h às 18h (terças a sextas), 14h às 21h (sábados e domingos)
Endereço: Teatro Cacilda Becker, Rua do Catete, 338 – Rio de Janeiro (RJ)
Com expressões de humor, o espetáculo traz referências à publicação e intercâmbio constante de imagens divulgadas em redes sociais. O trabalho “aborda a profusão de informações que temos sobre o outro, e questiona se conseguimos ter esta mesma visão ao contrário. O outro somos nós mesmos”, explica o diretor da companhia, Caio Nunes. Com dramaturgia e criação de movimento de Carlos Laerte, a peça também questiona o vicio do voyeurismo, presente em alguns momentos do cotidiano, que, nas redes, coloca o outro em segundo plano.
A peça busca mostrar o deslocamento das pessoas pelo universo digital virtual – segundo o diretor, um “lixão tecnológico”, mas que nos permite “observar, ser observados, cavar, tocar e experimentar o tempo todo, sem limites” e olhar os nossos próprios questionamentos, individuais ou coletivos, nesta “terra de ninguém”.
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Espetáculo ‘Tropicalistas’
Até 17/2, às 20h30 (sexta e sábado) eàs 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
Tropicalistas
 conta – por meio da música, do canto e da dança – a trajetória do movimento Tropicália, criado por artistas como Torquato Neto, Hélio Oiticica, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Ciro Barcelos assina o texto e o roteiro de canções. O elenco é formado por quatorze atores, que procuram reviver o momento cultural transgressor. Já a direção musical e a execução ao vivo das canções são da Banda Xabá, que também integra o elenco.
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Espetáculo ‘Àtma’
De 22/2 a 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
De acordo com o espetáculo, diz-se que uma pessoa tem bom senso quando sua alma age de acordo com as regras da sociedade, mas ela é considerada “louca” quando sua alma se liberta da prisão. No entanto, as pessoas acometidas por essa “loucura” podem predizer o futuro, conhecem as línguas e as ciências sem tê-las aprendido e oferecem algo de verdadeiramente lúcido porque se libertam das estratégias mentais e corpóreas e exercem suas faculdades naturais. Presos a uma rede de desejos e absortos pelo egocentrismo inconsciente, os seres humanos desconhecem sua natureza interior e aniquilam-se para obter o gozo dos sentidos.
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45ª edição da Campanha de Popularização Teatro & Dança
Até 24/2
Endereço: Funarte MG, Rua Januária, 68 – Centro, Belo Horizonte (MG)
A Campanha de Popularização Teatro & Dança é realizada até 24 de fevereiro e vai circular por seis cidades de Minas: Betim, Contagem, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas e a capital, Belo Horizonte.
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Espetáculo ‘Cão’
Até 24/2, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Na trama, o personagem Ricardo sofre com a falta de memória. Com a ajuda de um garçom, ele tenta resgatar lembranças de sua vida em meio a papeis, vultos de si e aparições de duas mulheres: Bela e Laura. O espetáculo aborda questões do mundo contemporâneo, como a virtualização das relações e a falta de memória de si, do entorno e das questões sociais. A peça – que tem como referências o teatro do absurdo, o teatro épico e o realismo fantástico, além das obras de Jean Paul Sartre, Luiz Alberto de Abreu e Carlos Alberto Soffredini – também traz à tona a complexidade de sentimentos humanos, como o amor, a loucura, a dignidade e o desejo.
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Espetáculo ‘Mãe’
Até 28/2, às 20h30 (quarta e quinta)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Mãe
 parte de um episódio trágico vivido pelo personagem quando tinha apenas um ano e quatro meses: a morte de sua mãe em um acidente. O estímulo inicial da obra – que transita entre o teatro, a dança, a performance, a poesia e a meditação – é uma poderosa e dolorida imagem interna da mãe. A peça remete ao sagrado feminino, às subversões, aos silenciamentos e estupros sociais, culminando no maior arquétipo da mãe: nosso planeta.
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Exposição ‘DuplaFace’
Até 24/3 – 10h30 às 19h (terça a domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Com curadoria de Maria Eugenia Cordero, a mostra apresenta 33 esculturas de Pallardó, que, além de artista visual, é também ator de teatro e integrante do coletivo paulistano Cia da Vértebra. Os trabalhos permitem vislumbrar algo do seu processo de criação, uma conjugação dessas duas faces de sua expressão artística.
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FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

 

Exposição ‘1808 –1818: A construção do reino do Brasil’
Até 12/2 – 12h às 16h30 (segunda), 10h às 16h30 (terça a sexta)
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México S/N – Rio de Janeiro (RJ)

A exposição reflete sobre a época joanina,  período que começa com a chegada da corte portuguesa em 1808 e, logo em seguida, pela abertura dos portos brasileiros às nações unidas e termina com a coroação do príncipe regente D. João. Deixando para trás uma Europa conflagrada, D. João passou a reinar na cidade do Rio de Janeiro, que se transformou na cabeça do Império Ultramarino. A instalação da corte no Brasil promoveu a quebra do chamado “pacto colonial”, abrindo os portos para as nações amigas.
Artistas, viajantes e naturalistas foram autorizados a conhecer e a registrar a paisagem tropical. Foram 10 anos que transformaram o Brasil, quando foram fundados o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, o Jardim Botânico, a Biblioteca Real, atual Biblioteca Nacional, as academias Real dos Guardas Marinhas e Real Militar e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.
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FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

 

Mostra ‘Rui, sua casa e seus livros: o homem e sua biblioteca’
Até 4/4
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)

O Museu Casa de Rui Barbosa promove a mostra ‘Rui, sua casa e seus livros: o homem e a sua biblioteca’. O roteiro temático tem como objetivo buscar o diálogo entre o acervo, o espaço e o personagem. A entrada franca.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

 

Exposição ‘A Arte Figurativa de Tunico dos Telhados’
Até 10/2
Endereço: Praça Tiradentes, 139 – Ouro Preto (MG)

A inspiração parece ter abrochado ao respirar novamente os ares da antiga Vila Rica. Após alguns anos vividos em São Paulo, o ouropretano Tunico resolveu reassentar suas raízes ao tomar a decisão de não mais se aventurar em terras longínquas de sua cidade natal. Em um momento de deleite, esbarrou com a poesia de Cecília Meireles ao ler a ilustre obra “Romanceiro da Inconfidência”, momento em que ficou embevecido com os textos e a imagem dos telhados impressos na publicação, carinhosamente guardada até hoje. A palheta foi abandonada em prol de um prato de louça que propiciou uma movimentação dos pincéis e uma mistura de tons num ritmo próprio do artista. Imbuído no mundo magistral das cores, destacam-se alguns tons especiais: o azul, o amarelo, o preto e o vermelho.
Numa visão contemporânea, Tunico desce dos telhados e paira sobre as antigas sacadas das fachadas coloniais, do casario e igrejas de Ouro Preto, mesclando as cores em sua louça colorida e aspergindo harmonia através de seus pincéis. Tendo os matizes do arco-íris e a beleza da arquitetura colonial da cidade-patrimônio sob seu olhar, Tunico faculta ao público, através de sua arte figurativa, a flutuar ainda mais sobre o encanto do barroco ao despertar a magia de sua luminosa percepção sobre Ouro Preto.
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Exposição ‘O retrato do rei dom João VI’
Até 17/2 – 10h às 17h (terça a sexta), 13h às 17h (sábado e domingo)
Endereço: Museu Histórico Nacional – Praça Marechal Âncora S/N – Rio de Janeiro (RJ)

Com curadoria de Paulo Knauss, diretor do MHN e professor de História da Universidade Federal Fluminense – UFF, a mostra é centrada na construção da imagem de D. João a partir de 24 pinturas, provenientes de instituições brasileiras e portuguesas, coleções particulares e do próprio acervo do MHN. Além dos retratos, completam a exposição condecorações, medalhas, moedas, leques, gravuras e uma réplica da coroa de 1818.
Dom João VI foi, possivelmente, o rei português mais retratado na história da pintura e da gravura, pois precisava promover sua imagem para se fazer presente em Portugal enquanto viveu no Brasil – entre 1808 e 1821. A curadoria se propõe a revelar uma história da pintura no Brasil da época, em diálogo com a produção da Missão Artística Francesa, com destaque para os trabalhos de José Leandro de Carvalho e Simplício Rodrigues de Sá.
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Mostra ‘Três Momentosda Pintura de Paisagem no Brasil’
Até 31/5
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)
A mostra “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil” aborda a evolução da prática da paisagem no Brasil. São 36 obras provenientes do acervo do MNBA e da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, ligada ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que exibem “paisagens puras”, não tendo sido selecionadas paisagens urbanas ou marinhas. Algumas dessas obras não são expostas ao público há décadas. A mostra é dividida em três módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil ou, ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero. As visitações são de terça a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
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Mostra ‘O desenho de Lasar Segall’
Até 17/6 – quarta a segunda-feira, das 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo, SP
Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.
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INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

 

Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’
Até 15/3 – das 8h às 18h
Endereço: SEPS, Quadra 713/913, Bloco D, Edifício Iphan – Brasília (DF)
A Exposição ‘Trajetórias da Preservação do Patrimônio Arqueológico’ é uma homenagem ao trabalho desenvolvido por Luiz de Castro Faria pela preservação dos bens arqueológicos brasileiros. A exposição detalha em quatro módulos um pouco da história do antropólogo, arqueólogo, professor, biblioteconomista e museólogo, destacando sua contribuição para a consolidação das políticas de proteção aos bens arqueológicos brasileiros.
Uma amostra da pesquisa do arqueólogo padre João Alfredo Rohr, exibindo 167 peças que integram sua coleção, tombada pelo Iphan em 1986, também está disponível, trazendo uma abordagem aos dois patrimônios arqueológicos inscritos pela Unesco na Lista de Patrimônio Mundiais: Parque Nacional Serra da Capivara, declarado Patrimônio Mundial em 1991 e tombado pelo Iphan em 1993, e Sítio Cais do Valongo, inscrito na Lista em 2017.
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Ancine firma parceria com Paraná em coinvestimento regional

Serão investidos R$ 2,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) na economia criativa do município de Piraquara

(publicado: 07/02/2019 19h30, última modificação: 08/02/2019 11h50)

O diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Christian de Castro, se reuniu, nesta quinta-feira (7), com o prefeito da cidade de Piraquara (PR), Marcus Mauricio de Souza Tesserolli, e com o deputado federal pelo Paraná, Luciano Ducci. No encontro, eles selaram parceria da agência com o município.

Durante o encontro, foi assinado o termo de complementação da Chamada Pública de Coinvestimento Regional que prevê recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) no valor de R$ 2,5 milhões no município. A proposta apresentada é no valor correspondente a R$ 3 milhões, sendo R$ 500 mil como contrapartida de recursos diretos do referido órgão e R$ 2,5 milhões em recursos de complementação do FSA.

O montante será investido em produção de jogos eletrônicos (R$ 240 mil), produção de curtas-metragens (R$ 400 mil), produção de curtas de animação (R$ 160 mil), produção de longas-metragens de documentário (R$ 500 mil), investimento em festival (R$ 200 mil), capacitação em produção cinematográfica (R$ 450 mil) e capacitação em produção de jogos eletrônicos (R$ 50 mil).

“Hoje a Ancine firma mais esse compromisso pela regionalização do audiovisual brasileiro e pela descentralização dos recursos do Fundo. Nosso objetivo é fortalecer essa cadeia produtiva e difundir o conteúdo nacional a partir dos investimentos na economia criativa de todas as regiões do país e na capacitação do empreendedor local, gerando renda e emprego para a região”, disse Christian de Castro.

O prefeito Marcus Tesserolli agradeceu a parceira com a agência: “A cidade de Piraquara se sente muito privilegiada e otimista com relação a esse investimento. São vários projetos na área de audiovisual como a produção de longas-metragens, curtas e documentários. Nós estamos querendo criar políticas públicas que se perpetuem no município”.

Para o deputado Luciano Ducci, é fundamental o investimento na economia criativa do país. “Será um grande desenvolvimento na área da cultura do município de Piraquara. O prefeito e sua equipe técnica estão de parabéns em viabilizar estes recursos. Quero agradecer também ao Christian de Castro a oportunidade de estar aqui hoje, na sede da ANCINE, acatando este projeto”, disse ele.

Coinvestimento Regional

A Chamada Pública Ancine/FSA nº 01/2018 – Coinvestimento Regional se propõe a investir recursos, em caráter complementar, em ações de fomento a serem propostas por órgãos e entidades da administração pública direta ou indireta estadual, municipal e do Distrito Federal, com a finalidade de desenvolver o setor audiovisual local a partir do lançamento de programas específicos.

A quinta edição da linha, em 2018, aumentou a proporção de investimento do FSA. Para os órgãos e entidades das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o FSA complementa até cinco vezes os valores aportados. No caso dos órgãos e entidades da Região Sul e dos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, a proporção é de até quatro vezes e para os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, até três vezes.

Para os entes locais que já tenham estabelecido parcerias em outras edições da linha, a apresentação de uma nova proposta só pode ser realizada após a conclusão do processo seletivo anterior (resultado final) e o desembolso integral dos recursos de contrapartida do órgão.

A Chamada, que funciona na modalidade de fluxo contínuo, foi lançada com o investimento de R$ 133,6 milhões em recursos do FSA.

 

Assessoria de Comunicação
Agência Nacional do Cinema
Ministério da Cidadania

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Doze produções brasileiras participam do Festival de Cinema de Berlim

Em mostras competitivas e não competitivas, estão obras cinematográficas incentivadas pela Ancine, vinculada ao Ministério da Cidadania

(publicado: 15/02/2019 17h48, última modificação: 15/02/2019 17h52)

A coprodução Rise, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, disputa o principal prêmio do festival, o Urso de Ouro (Foto: Reprodução)

Um dos mais importantes festivais de cinema do mundo, o Festival Internacional de Berlim, conta com a participação de 12 produções brasileiras. A 69ª edição da mostra, que se encerra neste fim de semana, ocorre na capital alemã desde o último dia 7 com exibições de filmes, palestras, workshops, seminários e conferências.

Na disputa pelo principal prêmio do festival, o Urso de Ouro, está o curta Rise, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, uma coprodução Brasil, Canadá e Estados Unidos. Rise (Reaching Intelligent Souls Everywhere) é um movimento criado pelo poeta canadense Randell Adjei, que, desde 2012, promove encontros em que poesia e música são usadas para compartilhar histórias e experiências pessoais. No filme, os diretores lançam um olhar sobre artistas deste movimento – em sua maioria, jovens da primeira geração de ascendência africana e caribenha nascida no Canadá. A performance diante da câmera ocorre em uma estação de metrô. As novas galerias subterrâneas de Toronto simbolizam a conexão do centro da cidade com zonas periféricas, revelando a dimensão alegórica de sua escolha como cenário.

Para o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Christian de Castro, a participação do Brasil no festival é resultado direto da política audiovisual promovida pela agência, ou seja, “da estratégia de investimento em coproduções minoritárias executada nos últimos anos, que vem propiciando uma internacionalização dos filmes brasileiros independentes”. Christian de Castro participou, na Alemanha, de uma série de encontros com representantes de entidades internacionais cinematográficas. Entre elas, a reunião do Conselho Consultivo da Conferência de Autoridades Audiovisuais e Cinematográficas de Iberoamérica (CAACI), do qual a Ancine, vinculada ao Ministério da Cidadania, é membro.

O conselho promove o desenvolvimento da cinematografia nos países ibero-americanos e a integração desses países, por meio de uma participação equitativa, na atividade cinematográfica regional. Entre os programas mantidos pela entidade estão o Programa Ibermedia, o Ibermedia TV, o DocTV LatinoAmérica e o Observatório Ibero-Americano do Audiovisual. A CAACI é formada por 20 países membros (sendo 19 países da América Latina e Ibéria e a Itália).

Obras brasileiras em Berlim

O longa Marighella, estreia na direção de Wagner Moura, foi exibido na mostra principal, mas fora de competição. Integram a mostra Panorama os longas Greta, de Armando Praça; Divino Amor, de Gabriel Mascaro; a coprodução Brasil-Argentina Breve história del planeta verde, de Santiago Loza; e o documentário Estou me guardando para quando o Carnaval chegar, de Marcelo Gomes.

A Mostra Panorama Dokumente recebe a coprodução com Cuba La arrancada. Na Mostra Forum, estão os longas Chão, de Camila Freitas; Querência, de Helvécio Marins Jr; e A rosa azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro. O ensaio, de Tamar Guimarães, está na mostra Forum expanded; Espero tua (re) volta, de Eliza Campai, está na Mostra Geração “14 plus”, focada em conflitos de crianças e adolescentes.

Além das mostras, o Brasil marca presença nos eventos de mercado “Co-Prodution Market”, com o projeto Rule 34, e “Talent Project Market”, com os projetos Três Irmãos e Livramento. O Berlinale Talents, programa de residência do Festival de Berlim destinado ao aprimoramento de jovens talentos internacionais de audiovisual, tem neste ano a participação de 14 realizadores brasileiros nas oficinas, palestras, workshops, seminários e conferências.

Entre os 250 realizadores selecionados, os brasileiros são: Alois Di Leo (Caminho dos Gigantes); Ana Alice de Morais (Esse Amor que nos Consome); Clarissa Guarilha (Tão Longe é Aqui); Barbara Colen (Aquarius); Ricardo Martensen (Cine São Paulo); Manuela Falcão (Tinta Bruta); Luiz Lepchack (Com Todo Amor que Disponho); Julia Alves (Los Territorios); Will Domingos (Sr. Raposo); Aline Belfort (Antônio Um Dois Três); Fernanda Pessoa (Histórias Que Nosso Cinema Não Contava); Wilssa Esser (Temporada); Victor Guimarães (Crítico de Cinema) e Talita Arruda (Distribuidora).

 

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania
Com informações da Ancine

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