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Mais R$ 30 milhões para o audiovisual brasileiro

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) divulgaram nesta sexta-feira (29) o resultado final da chamada pública Prodecine 05/2016, que investe em projetos de linguagem inovadora e relevância artística, com destinação inicial para as salas de cinema. 

Vinte e três projetos de longa-metragem dividirão os R$ 30 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), oferecidos nesta linha de investimento do Programa Brasil de Todas as Telas.

“Este edital tem trazido muito orgulho ao cinema nacional, revelando talentos e construindo obras que têm se destacado em festivais no Brasil e em inúmeros países”, destacou a diretora-presidente em exercício da Ancine, Debora Ivanov.

A comissão de seleção foi composta pelo cineasta Eryk Rocha, pela jornalista especializada em cinema Clarissa Kuschnir e por três servidores da Ancine. Dos 23 projetos selecionados, 12 são filmes de ficção e 11 são documentários. Esses projetos serão realizados por produtoras independentes sediadas em nove estados (Amazonas, Bahia, Goiás, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e no Distrito Federal.

Esta é a quarta edição desta linha, que aposta em filmes com potencial de participação e premiação em festivais e que apontem para a experimentação, mas que também sejam capazes de dialogar com seu público-alvo e de realizar seu potencial comercial. A Chamada Pública recebeu um total de 343 inscrições no sistema, sendo que 302 propostas foram habilitadas. Nas três primeiras edições anteriores, 55 longas-metragens foram contemplados.

Fonte: ASCOM MinC

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Estendido até 2019, Recine beneficiou neste ano 383 salas em 17 unidades da Federação

Na avaliação do ministro Sérgio Sá Leitão, os resultados efetivos do Recine foram essenciais para o crescimento significativo que o setor audiovisual representou dentro da economia criativa.

O Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica, conhecido como Recine, tem sido o principal responsável pela expansão e modernização do parque exibidor brasileiro. Somente em 2017, o Recine beneficiou 383 salas de cinema em 17 unidades da Federação brasileira, em projetos de construção, ampliação ou atualização de complexos cinematográficos.

Como parte integrante do Programa Perto de Você, criado com o objetivo de ampliar o mercado de cinema e acelerar a implantação de salas de cinema no Brasil, o Recine foi objeto de atenção especial do governo federal, que editou duas medidas provisórias solicitando sua prorrogação até 2019. Ambas as medidas, que tramitaram este ano no Congresso Nacional e se tornaram leis, tiveram apoio integral do Ministério da Cultura (MinC) e o ministro Sérgio Sá Leitão como um de seus principais entusiastas.

O Recine prevê que operações de aquisição no mercado interno ou de importação voltadas à implantação ou à modernização de salas de cinema sejam desoneradas de todos os tributos federais incidentes, como Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados, contribuição para o PIS/Pasep, Cofins, PIS-Importação e Cofins-Importação.

Na avaliação do ministro Sérgio Sá Leitão, os resultados efetivos do Recine foram essenciais para o crescimento significativo que o setor audiovisual representou dentro da economia criativa. “Ao adotar a política de suspensão e isenção fiscal, a consequência é o estímulo de investimentos e a aceleração da economia na atividade de exibição de cinema”, destacou o ministro.

O Recine foi responsável pela implantação de 1.036 salas de cinema no País de 2012 a 2016 e assegurou a modernização do parque exibidor brasileiro. Atualmente, o Brasil conta com 3.100 salas de cinemas, que, desde o final de 2015, operam com uma projeção universalmente digitalizada.

Este ano, os estados beneficiados com Recine foram Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Fonte: ANCINE

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Música no Museu completa 20 anos com espetáculos gratuitos

O Projeto Música no Museu encerra, neste mês de dezembro, sua temporada anual de concertos. De 1º a 27, serão 28 apresentações de coros, orquestras e grupos de cordas, vozes e pianos, em diversos locais do Rio de Janeiro, com foco em músicas natalinas. Um dos destaques, no dia 6, será a apresentação do pianista italiano Stefano Bollani, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Todas as apresentações são gratuitas. O projeto conta com apoio do Ministério da Cultura (MinC) por meio da Lei Rouanet.

A Orquestra de Violões da AV-Rio integra a programação do Projeto Música no Museu 2017 (Foto: Rosana Rodrigues / Divulgação)

O concerto de abertura de dezembro ocorreu nesta sexta (1), no Museu Histórico Nacional, no Centro do Rio de Janeiro. Já o encerramento será no dia 27, no CCBB, com a Orquestra de Violões da AV-Rio, que apresentará clássicos brasileiros (confira no fim do texto a programação completa).

Premiado em 2008 com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), principal condecoração brasileira da área da cultura, o Projeto Música no Museu completa, em 2017, 20 anos de atividades ininterruptas. Criado pelo violonista Turíbio Santos, a iniciativa visa promover concertos gratuitos de música erudita e popular em museus, bibliotecas, arquivos, centros culturais, igrejas e palácios, entre outros.

Em 20 anos de atividades, tornou-se a maior série de música clássica do País, reconhecida pelo RankBrasil, a versão brasileira do Guiness Book. Desde 1997, realizou 6.254 concertos, uma média de 24 por mês, com a participação de cerca de 4,2 mil músicos, muitos deles por mais de uma vez. Segundo o diretor do Música no Museu, Sérgio da Costa e Silva, cerca de 1 milhão de pessoas já assistiram às apresentações do projeto. Em 2017, foram 420 concertos no Brasil e 14 no exterior, nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra (Portugal), Roma (Itália) e Madri (Espanha).

Além dos concertos o ano todo, o Música no Museu realiza anualmente dois festivais internacionais de harpas – o RioHarpFestival e o SPHarpFestival – e o RioWindsFestival, especializado em instrumentos de sopro. O projeto também é responsável pelo concurso anual Jovens Músicos – Música no Museu, que oferece ao vencedor uma bolsa de US$ 105 mil da James Madison University, dos Estados Unidos.
Comemorações de 20 anos

Em comemoração aos 20 anos do projeto, será lançado, neste mês de dezembro, um selo comemorativo dos Correios. E no dia 18 de dezembro, o Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, nomeará seus páreos com os nomes Música no Museu 20 anos, RioHarpFestival e RioWindsFestival.

“Estou muito feliz com o sucesso do projeto. Agradeço nossos parceiros, entre eles o Ministério da Cultura, por aceitarem o desafio de fazer com que o Música no Museu se tornasse a maior série de música clássica do Brasil”, destaca o diretor do projeto, Sérgio da Costa e Silva. “De norte a sul do Brasil, democratizamos a cultura por meio da música, já que todas as apresentações são gratuitas”, ressalta.
Programação de dezembro

01 – Sexta-feira – 12h30
Museu Histórico Nacional
Praça XV de Novembro s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares
Músico: Duo Diogo Cruz, violão e Samuel de Oliveira, flauta
Programa: Diogo Cruz

02 – Sábado – 17h
Clube Hebraica
Rua das Laranjeiras, 346 – Laranjeiras
Capacidade: 200 lugares
Músico: Molho Inglês
Direção: Crismarie Hackenberg
Programa: Clássicos do Natal

03 – Domingo – 11h30
MAM
Rua Infante D. Henrique, s/n
Capacidade: 200 lugares.
Músicos: Ira Krauss e Marilene Cordeiro, mezzo-sopranos, Helio Ferreira, tenor, Rosa Vidal, piano
Programa: Árias de ópera

04 – Segunda-feira – 12h30
Biblioteca Nacional
Rua México, s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares.
Músico: Coral atrás da Nota
Regência: Mário Assef
Programa: Clássicos de Natal

05 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes
Capacidade: 100 lugares
Músico: Pastoril do Céu da Terra
Programa: Auto Natalino

06 – Quarta-feira – 12:30h
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Stefano Bollani, piano (Itália)
Programa: clássicos internacionais

07 – Quinta-feira – 12h30
Museu Nacional de Belas Artes
Av. Rio Branco, 199 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coro Feminino da Associação de Canto Coral
Regência Cláudio Ávila
Programa: Clássicos de Natal

08 – Sexta-feira – 15h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 141 lugares
Músico: Belkiss Campos, soprano, Giuseppe Mauro, tenor, Dilia Tosta, piano
Programa: Árias de ópera, músicas clássicas italianas e espanholas

10 – Domingo – 11h30
MAM
Rua Infante D. Henrique, s/n
Capacidade: 200 lugares
Músico: Camerata do Uerê
Regência Waleska Araujo
Programa: Clássicos de Natal

11 – Segunda-feira – 12h30
Museu da República
Rua do Catete, 135 – Catete
Capacidade: 80 lugares
Músico: Coral do Cepel e Coral Eletrobras
Direção: Crismarie Hackenberg
Programa: Clássicos do Natal

11 – Segunda-feira – 18h
Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ)
Rua da Candelária, 9
Músico: Camerata do Uerê
Regência: Waleska Araújo
Programa: Clássicos do Natal

12 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes, 89 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Quintino Bento e Primeira Escola de Congo de São Benedito do Erê
Programa: Natal cantado e Congada do Erê

12 – Terça-feira – 20h
Iate Clube do Rio de Janeiro
Av. Pasteur
Capacidade: 150 lugares
Músico: Coro de Cor convida Coral Cantada
Direção: Ana Azevedo e Bianca Malafaia
Programa: Clássicos de Natal

13 – Quarta-feira – 12h30
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Luiz Bomfim, barítono e Regina Lacerda, piano
Programa: É Tempo de Natal…

13 – Quarta-feira – 19h
Paróquia da Ressurreição – Concerto comemorativo dos 15 anos do Madrigal Cruz Lopes
Rua Francisco Otaviano, 99 – Ipanema
Capacidade: 300 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

14 – Quinta-feira – 18h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 82 lugares
Músico: Quarteto do Madrigal do Leme – Melody Freyburger: Soprano e Flauta, Marilene Massal: Contralto, Anton Steuxner: Barítono, Violão e Flauta, Bernardo Arbex: Baixo
Programa: Músicas sacras e natalinas de cinco séculos, cantadas e instrumental – obras de Dufay, Binchios, Bach, Teleman, Praetorius, Schubert, Gavaert, Holst, Gruber e outros.

15 – Sexta-feira – 15h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 141 lugares
Músico: Orquestra de Violoncelos da Ação Social pela Musica do Brasil
Programa: Bach, Mozart, Vivaldi e Brahms.

15 – Sexta-feira – 19h
Igreja São Paulo Apóstolo
Rua Barão de Ipanema, 85 – Copacapaba
Músico: Madrigal Cruz Lopes – 15 Anos
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

16 – Sábado – 17h
Igreja Nossa Senhora da Glória
Largo do Machado
Capacidade: 300 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes.
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

17 – Domingo – 15h
Centro Cultural dos Correios
Rua Visconde de Itaboraí
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coral da TV Globo
Regência: Bianca Malafaia
Piano: Filipe de Matos
Programa: Clássicos do Natal

18 – Segunda-Feira – 18h30
Colégio Notre Dame
Rua Barão da Torre, 308 – Ipanema
Capacidade: 690 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes
Regência Maestro José Machado Neto
Programa: Adolphe Adam; Mozart; Puccini; Mascagni; Carl Orff; Verdi; Franz Gruber; G.F. Handel

19 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes, 89 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Pastoril do Céu na Terra
Programa: Auto Natalino

19 – Terça-feira – 18h
Museu do Exército / Forte de Copacabana
Praça Cel. Eugenio Franco, 1 – Posto 6
Capacidade: 200 lugares
Músico: Madrigal do Leme
Regência: Anton Steuxner
Programa: T.Tallis, G.F.Händel, J.S.Bach, F.A.Gaveart, G.Holst.

20 – Quarta-feira – 12h30
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coral do Sisejufe
Regência: Edu Feijó
Programa: Clássicos de Natal

21 – Quinta-feira – 19h
Biblioteca da Maison de France
Av. Presidente Antonio Carlos
Capacidade: 100 lugares.
Músico: Quarteto do Madrigal do Leme. Melody Freyburger: Soprano e Flauta, Marilene Massal: Contralto, Anton Steuxner: Barítono, Violão e Flauta, Bernardo Arbex: Baixo
Programa: Músicas sacras e natalinas de 5 séculos, cantadas e instrumental. Obras de Dufay, Binchios, Bach, Teleman, Praetorius, Schubert, Gavaert, Holst, Gruber e outros.

22 – Sexta-feira – 12h30
Museu Histórico Nacional
Praça XV de Novembro s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares
Músico: Marcelo Saldanha, violão
Programa: Clássicos de Natal.

27 – Quarta-feira – 12h30
Encerramento da temporada 2016
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Orquestra de Violões da AV-Rio
Programa: Clássicos brasileiros

Fonte: ASCOM MinC

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Cultura aliada à tecnologia é tema de debate na Casa de Rui Barbosa

A cultura aliada à tecnologia é o principal tema de evento gratuito da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), que ocorre nesta quinta (23) e sexta (24) no Rio de Janeiro. No 2º Seminário Tecnologia e Cultura, especialistas irão debater com base em dois eixos temáticos: Humanidades Digitais e Competência em Informação. No evento, também será lançada a primeira edição do periódico digital Memória & Informação, da FCRB.

No seminário, serão apresentados e discutidos estudos que promovam a reflexão e o debate entre estudantes, pesquisadores, professores e demais profissionais que atuem ou tenham interesse na relação entre a cultura e a tecnologia. A Casa de Rui Barbosa ainda recebeu trabalhos com foco em conteúdos ligados à Memória e Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs). Os artigos recebidos serão apresentados nos dois dias do seminário e, posteriormente, publicados em edição especial do periódico Memória & Informação e no Repositório Rui Barbosa de Informações Culturais (Rubi).

Memória & Informação

No periódico digital da Fundação Casa de Rui Barbosa, serão divulgados artigos relacionados às áreas de Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia, Preservação de Documentos, Preservação Arquitetônica, Ciência da Informação, Humanidades Digitais e Memória Social. Com periodicidade semestral, trata-se do primeiro periódico a reunir os temas acima. A publicação ainda trará, a cada edição, os trabalhos desenvolvidos pelo Centro de Memória e Informação (CMI) da Fundação, responsável pela organização do periódico e do seminário.

O Centro de Memória e Informação, por meio de seus setores especializados (Museu, Arquivos, Bibliotecas e Arquivo-Museu de Literatura Brasileira, Preservação e Arquitetura), é responsável pela guarda, preservação e divulgação dos acervos adquiridos pela Fundação Casa de Rui Barbosa. Desenvolve pesquisas e promove eventos científicos e culturais.

Rubi

A Fundação Casa de Rui Barbosa dá visibilidade, em meio digital, aos Acervos Memoriais e Institucionais da FCRB por meio do Repositório Rui Barbosa de Informações Culturais (Rubi). O repositório alia-se à tecnologia ao fortalecer o compromisso institucional com o livre acesso da informação técnico-científica.

Os Acervos memoriais são compostos por documentos selecionados pelo Arquivo Histórico, Arquivo Museu de Literatura Brasileira, Bibliotecas (Biblioteca Infanto juvenil Maria Mazzetti, Rui Barbosa e São Clemente) e o Museu-Casa, que compõem o Centro de Memória e Informação (CMI) da FCRB.

Já os Acervos Institucionais são formados pela Produção Intelectual da FCRB, disponibilizando diversos tipos de documentos (artigos, capítulos de livros, trabalhos apresentados em eventos, entre outros) produzidos pelos servidores, colaboradores e/ou bolsistas vinculados à FCRB.
O Rubi foi desenvolvido em DSpace, software livre utilizado por instituições de ensino e pesquisa em todo o mundo, que permite o gerenciamento da produção científica em qualquer tipo de material digital.

Serviço
2º Seminário Tecnologia e Cultura
Entrada franca
Fundação Casa de Rui Barbosa (auditório)
Rua São Clemente 134 – Botafogo – Rio de Janeiro
Informações: 21 3289 8661/8662

Fonte: ASCOM MinC

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Comitê Gestor do FSA delibera mudanças para produção de obras para TV em reunião na ANCINE

A Agência Nacional do Cinema – ANCINE realizou na última sexta-feira, 16 de novembro, a 40ª reunião do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O encontro aconteceu no escritório central da Agência no Rio de Janeiro e foi presidido pelo Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. Participaram da reunião os diretores da ANCINE, Alex Braga Muniz, Christian de Castro e Roberto Lima.Também estiveram presentes os membros do Comitê Gestor: Pedro Augusto Machado, representante da Casa Civil da Presidência da República; e os representantes do setor audiovisual: André Klotzel, Mariza Leão, Marco Altberg, ambos titulares, e seus respectivos suplentes: Carla Francine, Adhemar Oliveira e Roberto Moreira;

Estiveram presentes ainda à reunião Fernanda Farah (BNDES) e Juliana Dallastra (BRDE), representantes dos agentes financeiros credenciados.

O principal tema na pauta da reunião foi a revisão das linhas de produção para TV. Entre as mudanças aprovadas, que serão incorporadas ao novo regulamento do FSA, estão:

• Permissão para que todos os conteúdos audiovisuais que constituam espaço qualificado, conforme definido pela Lei 12.485/11 sejam financiados com recursos do FSA, incluindo Reality Show e Formatos, desde que sejam de origem brasileira.
• Estabelecimento de processos de seleção automática de projetos, a partir de critérios de pontuação parametrizados.
• Ampliação do limite de investimento do FSA no Suporte Automático (SUAT), no mesmo patamar previsto para o incentivo previsto no art. 3º e no art. 3º-A da Lei 8.685/93, de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais), conforme Projeto de Lei de Conversão nº 33, de 2017,e utilização do mesmo limite nas demais linhas de produção audiovisual do FSA.
• Os valores das licenças para programadoras que investirem recursos na produção da obra, incluindo provenientes das leis de incentivo, terão dedução proporcional ao montante aportado em relação ao valor dos itens financiáveis do projeto.

Entre as novas ações debatidas na reunião, ficou aprovada a ampliação das linhas de crédito do FSA. O objetivo é atuar em todos os elos da cadeia produtiva e de negócios do setor através do lançamento de linhas de financiamento de acordo com estudos de demanda do setor. De acordo com diagnóstico trazido pela ANCINE, a área de pós-produção e finalização é atualmente a que apresenta maior carência, por razoes estruturais e por falta de recursos investidos. Considerando que a infraestrutura técnica e de serviços deva ser considerada como etapa fundamental para a produção audiovisual, o Comitê Gestor decidiu pela ampliação do escopo atual de aplicação dos recursos do Fundo. Uma das propostas para a área de infraestrutura de produção e pós-produção é o desenvolvimento de linhas de credito para a construção de centros de desenvolvimento tecnológicos, que deve ocorrer de acordo com a disponibilidade orçamentária do FSA.

Outra decisão aprovada foi o lançamento, no âmbito do FSA, do edital PAR 2017 no valor de R$ 3 milhões. O Prêmio Adicional de Renda (PAR) é um mecanismo de fomento à indústria cinematográfica brasileira, referenciado no desempenho de mercado de longas-metragens brasileiros. É concedido às empresas brasileiras exibidoras e seus recursos devem ser aplicados na modernização (digitalização) das salas de cinema. O projeto pode incluir custeio da automação de bilheteria e complementos tecnológicos para promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência visual ou auditiva. Desde 2005, mais de 900 salas de cinema já foram beneficiadas pelo PAR.

Já estão previstas ainda para as próximas reuniões do Comitê Gestor debates sobre as linhas de desenvolvimento, critérios de seleção e investimento em obras destinadas ao VoD como primeira janela de exibição.

Fonte: ANCINE

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Governador Valadares (MG) ganha Praça CEU nesta sexta
Em um único lugar, aberto à população, programas e ações culturais, esportivas, educacionais, socioassistenciais e de lazer. Esse é o retrato de um Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), programa do governo federal coordenado pelo Ministério da Cultura (MinC). Nesta sexta (17), uma unidade do CEU será inaugurada no município de Governador Valadares, em Minas Gerais, em parceria com a prefeitura local. Com a inauguração do espaço, chegam também atividades gratuitas a serem oferecidas à comunidade da região.

O CEU de Governador Valadares está instalado em uma estrutura de três mil metros quadrados (Foto: Prefeitura de Governador Valadares)

Entre os presentes à cerimônia de inauguração está o secretário de Infraestrutura Cultural do MinC, Alfredo Bertini. O Ministério da Cultura investiu R$ 2,02 milhões no centro. O CEU de Governador Valadares se une a outros 18 já inaugurados em Minas Gerais. São escolhidos para instalação dos CEUs territórios de alta vulnerabilidade social.
O CEU de Governador Valadares está instalado em uma estrutura de três mil metros quadrados, que inclui dois edifícios multiuso, dispostos numa praça de esportes e lazer; salas multiuso; biblioteca; telecentro; cineteatro/auditório com 60 lugares; quadra poliesportiva coberta; pista de skate; equipamentos de ginástica; playground e pista de caminhada, além de um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).
Ao ser inserido na comunidade, o centro promove benefícios como a ampliação do acesso a direitos sociais, impulsionando a formação de grupos e aumentando as possibilidades de interação, criação de vínculos, troca de saberes e conversas. A integração da comunidade é estimulada pela própria infraestrutura do espaço, cuja configuração – paredes de vidro etc. – é convidativa para que quem esteja de fora perceba as atividades e movimentações de dentro e se sinta chamado a interagir. Ao redor da praça, normalmente é possível perceber a instalação de novos comércios, a movimentação da economia local, a formação e aproximação dos grupos e coletivos da comunidade.
Sobre os CEUs
Programa do governo federal criado em 2010, os Centros de Artes e Esportes Unificados ou Praças CEUs fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) no Eixo Comunidade Cidadã. Cabe ao Ministério da Cultura (MinC) a gestão e a coordenação da implementação desses espaços pelo Brasil. Depois de inaugurados, a gestão do local fica a cargo de um comitê composto por representantes do Poder Público municipal, da sociedade civil organizada (ONGs e Pontos de Cultura) e de moradores do local.
Fonte: ASCOM MinC

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