Você está aqui:
Interior do Espírito Santo celebra o audiovisual

13.11.2018 – 14:00

O Festival de TV e Cinema do Interior do Espírito Santo (Fecin), realizado em Muqui (ES), divulgou a seleção de filmes que vão compor a programação do evento, entre os dias 14 e 16 de novembro. Para esta edição, que traz o tema “Memória da Cor”, inspirado nos trabalhos desenvolvidos pela artista multimídia Monica Nitz (ES), foram selecionadas 35 obras audiovisuais, entre longas e curtas-metragens e séries para web e TV. A programação do evento também inclui um cursos, três seminários e um workshop voltados para a formação audiovisual.

Festival inclui estudantes do Ensino Médio com oficinas de experimentações audiovisuais. Foto: Divulgação

Em caráter competitivo, os filmes serão exibidos nas mostras Nacional e Espírito Santo, além da mostra capixaba de Web séries e séries de TV, e concorrem ao troféu “Catraca”, tradicional premiação do evento. Outros filmes convidados também integram a programação sem competir, como a ficção Os Incontestáveis, de Alexandre Serafini (ES, 2018) e o documentário Bando de Teatro Olodum, de Lázaro Ramos e Thiago Gomes (BA, 2018).

Para este ano, o Fecin traz como novidade a realização de atividades de formação audiovisual, com profissionais de renome no país, e abre inscrições para o público interessado em aprender mais sobre este mercado. Os temas são: Cinema como Negócio, com André Blak; Roteiro de Séries de TV e Novas Narrativas, com Lilian Fontes Moreira; Roteiro e Produção de Conteúdo LGBT, com Viv Schiller; Criando Conteúdo Audiovisual para WEB, com Bruno Heitor; e Fontes de financiamento ao audiovisual, com André Blak.

O festival também irá promover a inclusão dos estudantes do Ensino Médio com oficinas de experimentações audiovisuais e, para as crianças que estudam na rede público de ensino de Muqui, haverá sessões especiais com filmes infantis de animação do Instituto Marlin Azul.

“Além das mostras de filmes, optamos por incluir na programação do festival ações com foco na formação audiovisual. Entendemos que este é um mercado em constante crescimento no país e no mundo, e acreditamos que fomentar a produção é também um papel dos festivais de cinema, não só exibindo o produto final, como também estimulando a criação a partir do compartilhamento dessas práticas”, pontua o representante da Caju Produções, Léo Alves. As inscrições podem ser feitas por meio de um formulário online no site do Fecin.

O Festival é uma realização do Instituto Marlin Azul, Caju Produções e Ministério da Cultura com apoio da Prefeitura Municipal de Muqui e Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo, com patrocínio do BRDE, FSA e Ancine.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

MinC premia CEUs com investimento total de R$ 450 mil

05.11.2018 – 17:50

O Ministério da Cultura (MinC) publicou, nesta segunda-feira (5), o resultado final do Prêmio para Iniciativas Socioculturais desenvolvidas nos Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs). A divulgação foi realizada no Diário Oficial da União (DOU) e prevê investimento total de R$ 450 mil reais.

Foram classificados 58 projetos, sendo que os 30 melhores receberão a premiação, de R$ 15 mil cada. O prêmio é destinado a ações e atividades realizadas nas instalações das Praças CEUs inauguradas que beneficiem as comunidades, fortalecendo expressões socioculturais locais e regionais e promovendo a cidadania, o bem-estar e o desenvolvimento social e sustentável.

O edital definiu as seguintes categorias: Promoção da educação e da formação artística e cultural, nas mais diversas linguagens; Promoção do desenvolvimento social com intersetorialidade; Promoção da interseção entre cultura, bem-estar e saúde; Prevenção à violência; Iniciativas promovidas por jovens ou coletivos de jovens; Capacitação e qualificação para o trabalho, promoção do associativismo e da Economia Solidária.

Uma comissão técnica de seleção, composta de 12 membros (seis titulares e seis suplentes), foi responsável pela avaliação das iniciativas. Os critérios de avaliação e seleção estão disponíveis no edital. Acesse aqui o documento completo.

 

CEUS

Os Centros de Artes e Esportes Unificados integram ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e de inclusão digital. O espaço possui biblioteca, cineteatro, laboratório multimídia, salas de oficinas, edifícios multiuso, Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e pista de skate. Os CEUs de 3 mil e 7 mil metros quadrados ainda contam com quadra coberta, playground e pista de caminhada. Foram inaugurados, até o momento, 179 Praças CEUs.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Selecionados 28 projetos no edital de Modernização de Museus

31.10.2018 – 16:00

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cultura, divulgou nesta quarta-feira (31) o resultado final do Edital de Modernização de Museus (01/2018), que selecionou 28 iniciativas voltadas à preservação do patrimônio museológico, implementadas por instituições museológicas ou mantenedores de museus no período de 2015 a 2018. Cada instituição selecionada receberá R$ 100 mil, totalizando R$ 2,8 milhões.

Entre os selecionados, por ordem de classificação do 1º ao 10º colocado, estão a Fundação Cultural Ema Gordom Klabin, por ações de Pesquisa e Difusão da Coleção da Fundação Ema Klabin (São Paulo-SP); o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), para programa de atividades do MAM; o Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração Projeto de Acessibilidade da Festa do Imigrante (SP); Prefeitura Municipal de Santa Bárbara D’Oeste Museu da Imigração – 30 anos, para o Bicentenário de Santa Bárbara D’Oeste (SP); Universidade Católica de Pernambuco para a Revitalização e Modernização do Museu de Arqueologia (PE); Associação dos Amigos da Arte Popular Brasileira Difusão, Preservação e Conservação da Arte Popular Brasileira (Rio de Janeiro/RJ); Instituto Tomie Ohtake, para a mostra Alucinações parciais: exposição-escola com obras-primas modernas do Brasil e do Centre Pompidou (SP); Associação Pinacoteca Arte e Cultura (APAC), da ação Acervo em Plástico da Pinacoteca de São Paulo – pesquisa e extroversão (SP); Museu Coleção Karandash de Arte Popular e Contemporânea Ampliando Saberes – Multiplicando as Práticas dos Mestres Ribeirinhos (AL); e a Fundação Escola Bosque Professor Eidorfe Moreira Educação, com o projeto Patrimônio, Memória e Desenvolvimento Comunitário na Região Insular de Belém (PA). Confira aqui a lista completa dos 28 selecionados.

Os selecionados devem encaminhar a Documentação Complementar de que trata o item 9 do edital 01/2018 com vistas à premiação em espécie, no prazo de 10 (dez) dias consecutivos. Veja aqui a lista da documentação necessária no edital. As dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail fomento@museus.gov.br.

 

Acesso Rápido
Confira aqui a lista completa dos selecionados
Veja a lista da documentação necessária

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

CEUs: confira lista de habilitados por iniciativas socioculturais

3.10.2018 – 14:21

O Ministério da Cultura (MinC), por intermédio da Secretaria de Difusão e Infraestrutura Cultural (Seinfra), anuncia nesta quarta-feira (3) a lista com o resultado final das iniciativas habilitadas a participar da seleção do edital que premiará ações socioculturais desenvolvidas nas Praças CEUs (Centro de Artes e Esportes Unificados). Veja aqui a lista dos 69 habilitados.

O edital de Seleção nº 01/2018 é resultado de uma parceria do MinC com os Ministérios do Desenvolvimento Social, Esporte, Justiça, Trabalho e Saúde, e a Secretaria Nacional da Juventude da Presidência da República.

O certame é composto por cinco categorias: Promoção da educação e da formação artística e cultural, nas mais diversas linguagens; Promoção do desenvolvimento social com intersetorialidade; Prevenção à violência; Iniciativas promovidas por jovens ou coletivos de jovens; e Capacitação e qualificação para o trabalho, promoção do associativismo e da Economia Solidária.

A previsão é de premiar, no mínimo, 30 iniciativas, sendo selecionadas as cinco mais bem pontudas em cada categoria. A ideia é fortalecer as expressões socioculturais locais e regionais que promovem cidadania, bem-estar e o desenvolvimento social e sustentável das comunidades onde as Praças CEUs estão inseridas.

CEUs

Os CEUs são equipamentos públicos estatais localizados em áreas de vulnerabilidade social de cidades brasileiras, tendo como objetivo oferecer ações culturais, práticas esportivas e de lazer, atividades de formação e qualificação para o mercado de trabalho, além de serviços socioassistencias.

Há três modelos de CEUs, em lotes de 700 m², de 3 mil m² e de 7 mil m². Cada um deles prevê um investimento específico por parte da União, sendo R$ 2,71 milhões, R$ 2,02 milhões e R$ 3,5 milhões, respectivamente.

A construção dos CEUs é feita por meio de parceria entre a União e municípios. Quando inauguradas, essas praças são entregues à comunidade, passando a ser administradas por um grupo gestor formado por representantes do poder público municipal, da sociedade civil organizada (ONGs e Pontos de Cultura) e de moradores locais. Cento e setenta e nove unidades já foram inauguradas nas cinco regiões do País.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Campina Grande do Sul ganha Praça CEU neste sábado (29)

28.9.2018 – 10:12

Campina Grande do Sul, no Paraná, ganha neste sábado (29) um Centro de Esportes e Artes Unificados (CEU). Cerca de 6 mil moradores da cidade serão beneficiados com atividades culturais, esportivas e sociais. Este é o 178º CEU a ser inaugurado no País e outros 168 estão com obras em andamento. O investimento do Ministério da Cultura (MinC) com os centros em 2018 será de R$ 113 milhões.

Com 3 mil m² de área, o CEU de Campina Grande do Sul recebeu investimentos de R$ 2,02 milhões do MinC (Foto: Divulgação)

Com 3 mil m² de área, o CEU de Campina Grande do Sul recebeu investimentos de R$ 2,02 milhões do MinC. Entre as atividades que serão oferecidas à população estão futsal, vôlei, basquete, karatê, ioga, ginásticas rítmica e funcional, street dance, aulas de violão e informática. Os usuários do centro também terão acesso a biblioteca, cine teatro, telecentro e a um Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

“A Praça CEU é uma obra aguardada com muito anseio pela comunidade local. Trará benefícios culturais, educacionais e esportivos para uma região de grande vulnerabilidade social, mas de grande importância para o nosso município, que, sem dúvidas, se desenvolverá ainda mais no quesito humanização”, destacou o assessor de Políticas Públicas da Prefeitura de Campina Grande do Sul, Carlos Eduardo Pereira dos Santos.

A proposta da praça CEUs é integrar, em um mesmo espaço, programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e de inclusão digital, para promover a cidadania em territórios de baixa renda social das cidades brasileiras, por meio da parceria entre União e municípios.

Fora o de Campina Grande do Sul, o Paraná tem outros 14 Centros de Artes e Esportes Unificados nos municípios de Almirante Tamandaré, Apucarana, Arapongas, Araucária, Cambé, Campo Largo, Cascavel, Fazenda Rio Grande, Maringá, Pato Branco, Pinhais, Ponta Grossa, Quatro Barras e Toledo.

 

Santa Catarina 

No mesmo dia, a unidade de número 179 das Praças CEUs foi inaugurada no município de São José, em Santa Catarina.

Com investimento de R$ 2,02 milhões do MinC, a unidade tem 3 mil metros quadrados com dois edifícios multiuso, anfiteatro com auditório para 60 lugares, biblioteca, praça de esportes e lazer, um Centro de Referência e Assistência Social (Cras), salas multifuncionais, telecentro, quadra poliesportiva coberta, pista de skate, equipamentos de ginástica, playground e pista de caminhada.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ícone do Modernismo, Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, tem fachadas restauradas

20.9.2018 – 11:14

A partir desta quinta-feira (20), quem estiver passando pela movimentada Rua Araújo Porto Alegre, na esquina com a Avenida Graça Aranha, no centro do Rio de Janeiro (RJ), vai poder se encantar com a imponência do Palácio Gustavo Capanema e entender por que ele é um ícone do Modernismo para o Brasil e para todo o mundo. Mais de 70 anos depois da inauguração do edifício, em 1946, suas fachadas inovadoras foram restauradas e serão entregues nesta tarde pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC).

Foto: Ronaldo Caldas (Ascom/MinC)

A restauração completa das fachadas, no valor de R$ 29 milhões, é uma etapa fundamental de uma série de obras que vem sendo realizadas no local desde 2014. Desde o início da intervenção, já foram investidos R$ 42 milhões em ações como a restauração dos revestimentos de pedra dos pilotis, impermeabilização do terraço-jardim e da cobertura do bloco de auditórios, modernização dos elevadores, substituição de esquadrias nobres e revestimentos de alguns pavimentos e do teto dos pilotis, além da total restauração das fachadas.

“O Palácio Gustavo Capanema é o primeiro edifício no mundo que realiza plenamente todas as convenções e características do Movimento Modernista. É bastante importante que avancemos na reforma completa do prédio, cuja segunda fase de obras será iniciada ainda este ano. Nosso objetivo é que o prédio, quando totalmente restaurado, não seja apenas sede do Ministério da Cultura, mas um centro cultural e um importante ponto turístico do Rio de Janeiro”, destacou o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.

“A restauração das fachadas foi um projeto muito complexo, delicado, que precisou de grande expertise para ser realizado”, afirmou a presidente do Iphan, Kátia Bogéa. “Agora é partir para a próxima etapa das obras, na qual serão investidos R$ 80 milhões por meio do PAC Cidades Históricas”, completou. A licitação para contratar a empresa responsável foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União e as propostas serão entregues no dia 16 de outubro.

A segunda etapa de obras, com cronograma previsto para 30 meses a partir de seu início, prevê a restauração, conservação e modernização da parte interna do edifício, englobando toda a parte de infraestrutura, sistema de detecção e combate a incêndio, sistema de ar condicionado, modernização dos auditórios, conservação dos jardins do térreo e restauração de todo o mobiliário de madeira e dos painéis de azulejos de Portinari.

O emblemático edifício é resultado do encontro de nomes como Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão, Ernany de Vasconcelos e Jorge Machado Moreira, com a consultoria de Le Corbusier. Pela primeira vez no Brasil, um edifício reuniu as principais características da arquitetura moderna, com o uso de pilotis, planta livre, terraço-jardim, fachada livre e janelas em fita.

Somados a eles, também estiveram Burle Marx, Cândido Portinari, Bruno Giorgi, Adriana Janacópulus, Celso Antônio e Jacques Lipchitz, consolidando o time responsável pelas artes integradas, com pinturas, esculturas e paisagismo. Nascia então, o Palácio Gustavo Capanema, idealizado para sediar o Ministério da Educação e Saúde do Governo de Getúlio Vargas.

 

As inovações do Modernismo 

A reunião de tantos mestres da arquitetura na década de 1930 trouxe muito mais que um edifício alto e imponente. A construção se destaca pela introdução dos princípios do conforto ambiental, com o aproveitamento da ventilação e iluminação naturais por meio de soluções inovadoras em suas fachadas: a utilização de lâminas horizontais móveis – os chamados brises soleils, sistema criado por Le Corbusier e ali utilizado pela primeira vez em larga escala, para sombreamento e redirecionamento da luz na fachada norte do edifício, que recebe maior incidência solar.

Foto: Ronaldo Caldas (Ascom/MinC)

O prédio também foi um dos primeiros arranha-céus construídos no mundo com fachada curtain wall – uma fachada envidraçada, adequadamente orientada para receber menos exposição ao sol. A disposição das esquadrias em fachadas opostas – norte e sul – e a planta livre permitem ainda a permeabilidade aos ventos por meio da ventilação cruzada.

Para resgatar todas essas especificidades, os técnicos do Iphan tiveram que enfrentar diversos desafios durante as obras de restauração. Um dos maiores foi restaurar os sistemas de engrenagem, com contrapeso, para movimentação de cerca de 1,1 mil conjuntos de esquadrias produzidas especialmente para o edifício. Outra ousadia foi substituir todos os brises soleils, originalmente compostos de amianto, por peças em fibrocimento.

Um ponto de grande curiosidade foi restabelecer o aspecto original da fachada norte, recuperando o tom azul original dos brises soleils, chamado azul Lucio Costa. A tonalidade possui um código do Sistema de Cor de Munsell, que foi especificado pelo próprio Lucio Costa e registrado por ocasião do Projeto de Restauração e Preservação do Palácio da Cultura, na década de 1980. A escala de Cor Munsell é utilizada universalmente pela indústria de tintas para a construção civil e a engenharia, e não possui variação. O registro histórico, assim como a cartela com a indicação da cor e sua referência, encontra-se no Arquivo Central do Iphan e foi consultado para embasar a intervenção.

 

Congresso Mundial de Arquitetos

Durante a cerimônia de entrega das fachadas, foi destacado o valor do edifício como exemplar notável da história da arquitetura, ao ser formalizada a cessão de seu uso para o 27º Congresso Mundial de Arquitetos, que será realizado na cidade do Rio de Janeiro em 2020. Promovido pela União Internacional de Arquitetos (UIA), o encontro ocorrerá pela primeira vez no Brasil e volta à América Latina após 42 anos, com a expectativa de receber mais de 15 mil arquitetos de todo o mundo.

Por meio da parceria com o Iphan, a UIA vai utilizar o Palácio Gustavo Capanema para a realização de eventos, workshops, exposições e palestras que irão integrar a programação do evento de março a agosto de 2020.

 

Fonte: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) / Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *