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Cursos fortalecem identidade cultural negra

A implantação de Núcleos de Formação de Agente Cultural da Juventude Negra (Nufac) é uma ação da Fundação Cultural Palmares (FCP). A iniciativa permite a formação de jovens negros para o mercado de cultura. Dentro do projeto, nesta sexta-feira, 17 de novembro, alunos do curso de extensão Assistente em Design e Produção de Moda com Referência à Matriz Africana recebem seus certificados de conclusão. A cerimônia será às 15h30, no Campus do Instituto Federal de Brasília (IFB) de Taguatinga.

O projeto conta com parceria do IFB. A colaboração com a Fundação Palmares têm objetivo de fortalecer a identidade das populações com risco de perda de suas tradições. Neste caso, o curso foca nas manifestações de matriz africana, com suas roupas, instrumentos e objetos de representação simbólica cultural e religiosa. Para a Fundação Palmares, a formação de jovens negros em cultura, além de uma oportunidade profissional, pode prevenir vulnerabilidades e promover o resgate da cultura afro-brasileira.

Fonte: Fundação Cultural Palmares

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Em cerimônia de certificação como patrimônio do Mercosul, ministro destaca potencial turístico da Serra da Barriga
Na cerimônia de certificação da Serra da Barriga, em Alagoas, como Patrimônio Cultural do Mercosul, realizada neste sábado (11), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, afirmou que esse reconhecimento internacional vai incrementar um importante vetor de desenvolvimento da região – o turismo.
“Este é um lugar que tem todo um potencial para atrair turistas do mundo inteiro, pela sua relevância tanto no campo simbólico, como no campo histórico. Isso pode trazer desenvolvimento para a região e, sobretudo, desenvolvimento sustentável”, afirmou o ministro.
Para Sá Leitão, a partir de agora, Serra da Barriga, além de turistas, vai atrair também investimentos, com impacto positivo na geração de empregos e renda para a comunidade. Dados oficiais indicam que 1% de aumento no fluxo de turistas gera R$ 30 milhões na economia brasileira por ano.
Responsável pela gestão de Serra da Barriga, a Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), articula com as universidades Federal de Alagoas (Ufal) e Estadual de Alagoas (Uneal) um projeto para desenvolvimento do turismo no local. No próximo ano, deverá ser lançado o calendário de visitas guiadas no Parque Memorial Quilombo dos Palmares, espaço na Serra da Barriga que reproduz as edificações do período de resistência na região.
A cerimônia de certificação, neste sábado, começou com uma visita guiada ao Parque, conduzida pelo historiador Helcias Pereira, presidente do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Conepir). Autoridades e convidados também assistiram a apresentações de capoeira e afoxé e a um ritual de orixás, na Lagoa Encantada dos Negros.
Liberdade
Além do ministro da Cultura, receberam o certificado de reconhecimento da Serra da Barriga o governador de Alagoas, Renan Filho, o prefeito de União dos Palmares, Kil Freitas, e três representantes da comunidade negra: Mirian Araújo Souza Melo (religiões de matriz africana), Cláudio de Figueiredo (capoeira) e Amaro Félix Filho (quilombolas).
“O reconhecimento é um impulso para que vocês sigam trabalhando para manter vivas suas culturas e suas raízes”, destacou Gabriela Gallardo Martin, da Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul.
A Serra da Barriga foi reconhecida, em maio deste ano, como Patrimônio Cultural do Mercosul dentro da temática Cumbres, Quilombos y Palenques. A serra ocupa uma área de 28 quilômetros quadrados, em União dos Palmares (AL), e abrigou o movimento de resistência de escravos no Brasil. De 1597 a 1695, a República Livre dos Palmares abrigou cerca de 20 mil pessoas, não só negros, mas também indígenas e brancos.
O ministro da Cultura ressaltou que a Serra da Barriga representa a liberdade, que é “o maior valor que a humanidade tem”. “Vivemos hoje em um país democrático, onde há uma Constituição, livremente escrita e promulgada, que consagra a democracia, o estado de Direito e a liberdade como um valor fundamental dos brasileiros e das brasileiras”, afirmou.
Sá Leitão condenou a intolerância e a perseguição a líderes de religiões de matriz africana. “Ainda hoje, apesar de a Constituição consagrar todas as liberdades, a de expressão, a de manifestação, a religiosa, os representantes das religiões de matriz africana são perseguidos, são vítimas de intolerância”.
 
Preservação do patrimônio do Mercosul

O reconhecimento pelo Mercosul implica compromisso dos governos federal e estadual, assim como da sociedade civil, na proteção, conservação, promoção e gestão do bem. Até o momento, sete bens nacionais ou regionais foram declarados Patrimônio Cultural do Bloco. Além da Serra da Barriga, a lista inclui o Edifício sede do Mercosul, em Montevidéu, inaugurado em 30 de dezembro de 1909; a Ponte Internacional de Barão de Mauá, que liga as cidades de Jaguarão, no Rio Grande do Sul, e Rio Branco, no Uruguai; a pajada, que é uma arte que mistura música e poesia e que adquiriu grande desenvolvimento no Cone Sul; o Itinerário Cultural das Missões Jesuítas Guaranis, Moxos e Chiquitos; o chamamé, estilo musical tradicional da Argentina, e o cimarronaje cultural equatoriano, imaginário de resistência visível em práticas rituais, festivas, gastronômicas e musicais dos povos afrodescendentes do país.

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MinC reforça parceria entre as áreas de cultura e turismo

27.09.2017 – 16:10

“Temos muito a fazer juntos, com ações e iniciativas que vão favorecer essas vocações econômicas do Brasil: o turismo e a economia criativa”, ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão (Foto: Acácio Pinheiro / Ascom MinC)

No dia internacional do Turismo, comemorado nesta quarta-feira (27), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, participou da abertura da 45ª Expo Internacional da Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav), em São Paulo. O prefeito de São Paulo, João Doria, e os presidentes da Abav, Edmar Bull e da Embratur, Vinícius Lummertz, também participaram do evento.

O ministro defendeu a integração natural entre os setores da cultura e do turismo, uma vez que uma das principais motivações de viagem é conhecer a cultura de um país, seus signos e símbolos, o modo de ser de seus povos. Nesse sentido, Sá Leitão ressaltou a importância do calendário de eventos Rio de Janeiro a Janeiro, lançado no último domingo, dia 24 de setembro.

O calendário é fruto da parceria entre os governos federal, estadual e municipal, e a iniciativa privada. O objetivo da iniciativa é potencializar eventos culturais, esportivos e turísticos e maximizar o impacto sobre a economia não só do Rio, mas do Brasil, já que a cidade é a principal porta de entrada de turistas do País.

“Estamos trazendo para o Governo Federal o que já é a realidade. Temos muito a fazer juntos, com ações e iniciativas que vão favorecer essas vocações econômicas do Brasil: o turismo e a economia criativa”, disse o ministro. Com a expansão de eventos tradicionais e viabilização de novos projetos é possível atrair investimentos e turistas, criando oportunidades de emprego e renda no estado e na cidade do Rio de Janeiro. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, um aumento de 20% do turismo seria capaz de injetar R$ 6,1 bilhões na economia do estado.
A agenda do programa Rio de Janeiro a Janeiro começa com a festa de Réveillon de Copacabana e segue durante todo o ano, passando pelo Carnaval – com desfiles das escolas de samba e blocos de rua – e demais atividades culturais, turísticas e esportistas.
Relevância econômica

Os setores cultural e turístico estão entre as 10 maiores atividades econômicas do País, sendo responsáveis por 2,64% e 3,2% do PIB nacional, respectivamente. O ministro do Turismo, Marx Beltrão, falou sobre a importância da parceria com o Ministério da Cultura e ressaltou o potencial dos setores para o avanço do Brasil.
Lançamento de selos

Durante a cerimônia de abertura da feira, ainda foram lançados, em parceria com os Correios, selos comemorativos que estampam paisagens turísticas das cinco regiões do Brasil. A série de selos América traz as paisagens de Monte Roraima (RR); Maragogi (AL), Chapada dos Veadeiros (GO), Armação de Búzios (RJ) e Cataratas do Iguaçu (PR).

Leia a íntegra do discurso do ministro Sérgio Sá Leitão durante a cerimônia de abertura da 45ª Expo Internacional da ABAV:

“Bom dia a todos e a todas,

Gostaria muito de agradecer o convite para estar aqui com vocês, agradecer aos nossos queridos anfitriões, a Magda Nassar e o Edmar Bull. Gostaria também de saudar todos que estão na mesa e faço isso em pessoa do meu querido colega, o Ministro Marx Beltrão, do Turismo. Vocês sabem que turismo e cultura são atividades não apenas complementares, são atividades que estão naturalmente integradas.

Uma boa parte da motivação que as pessoas têm para fazer turismo, para conhecer novos lugares, cidades, países, é buscar a cultura desses lugares, buscar o conjunto de valores, de princípios, de signos, de modos de ser, de estar e a própria criação cultural e a vivência comportamental das pessoas, dos povos desses lugares. Então, é absolutamente natural que a cultura e o turismo estejam juntos.

No governo federal, não estamos fazendo nada mais do que trazer para o governo isso que já é uma realidade no dia a dia das pessoas, no dia a dia de vocês que trabalham com o “trade” de turismo. Cultura e turismo tem que andar juntos, tem que se integrar, tem que ter ações coordenadas e vamos fazer isso, na verdade já estamos fazendo isso no âmbito do governo federal por meio desse diálogo, dessa parceria, dessa troca, dessa combinação, desse entendimento entre o Ministério do Turismo e a Embratur e o Ministério da Cultura e as suas instituições.

Temos muitas coisas para fazer juntos e penso que essas ações, essas iniciativas, vão beneficiar muito o “trade” de turismo e o conjunto da sociedade brasileira. Uma dessas ações vocês viram, o vídeo que foi apresentado aqui, foi exatamente esse programa: Rio de Janeiro a Janeiro. Eu gostaria de aproveitar esse momento, essa oportunidade, para falar um pouco desse programa aqui para vocês e também, exortá-los, convidá-los, estimulá-los a se engajar nesse programa.

É fundamental que o setor de turismo, que as agências de viagens, que os agentes de turismo, que as companhias aéreas, enfim, todos que trabalham no setor de turismo, se apropriem desse programa, dessa iniciativa, desse calendário Rio de Janeiro a Janeiro. Incorporem esses eventos que estão sendo apoiados e promovidos por meio dessa iniciativa nas suas atividades, de maneira que nós possamos verdadeiramente potencializar, maximizar o efeito desses eventos sobre o turismo e sobre a economia, não apenas do Rio de Janeiro, mas do Brasil.

Tudo o que acontece no Rio reverbera positiva ou negativamente sobre o conjunto do País. Estamos falando da principal porta de entrada dos turistas no nosso país, dos turistas de fora, estamos falando também do segundo maior PIB anual do País. Se o Rio compra menos, diminui seu poder de consumo, obviamente isso prejudica o conjunto da economia brasileira e por aí vai. Então, faz todo o sentido que o governo federal estabeleça essa parceria com o governo do estado com a prefeitura da capital, mas também com as prefeituras das demais cidades, no sentido de promover articuladamente, integradamente, duas das principais vocações econômicas e sociais do Rio de Janeiro e, por que não, meus amigos, do Brasil? Eu me refiro obviamente ao turismo e à economia criativa.

Se pensarmos no País como um todo, como foi dito aqui, temos aí a contribuição do turismo para o PIB do Brasil da ordem de 3,7% e uma contribuição dos conjuntos das atividades que compõem o campo da economia criativa da ordem de 2,64%. Mesmo sendo paradas, essas duas atividades, esses dois setores, estão entre as 10 maiores atividades econômicas do nosso país, com peso econômico maior do que atividades econômicas tradicionais que muitas vezes são mais reconhecidas e mais apoiadas inclusive pelo poder público. Me refiro, por exemplo, à indústria de eletroeletrônicos, à indústria têxtil, à indústria farmacêutica… São setores que tem um peso econômico inferior ao que o turismo e a economia criativa têm no Brasil; são duas grandes vocações do nosso País e são duas grandes vocações do Rio de Janeiro. No caso do estado do Rio, o PIB do turismo é 4% e o PIB da economia criativa é 3,9% – estamos falando de duas atividades entre as cinco maiores atividades econômicas do estado do Rio de Janeiro.

É fundamental, portanto, essa exortação que eu gostaria de fazer a vocês, que o setor de turismo abrace o Rio de Janeiro a Janeiro e se aproveite dele ao máximo. No que consiste exatamente esse programa? Nós formamos, no âmbito do governo federal, um grupo de trabalho com o Ministério do Turismo, com a Embratur, com o Ministério do Esporte, e a maioria do trabalho é coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República. O governo federal, como vocês sabem, está ajudando, apoiando o estado do Rio de Janeiro com três linhas de ação: uma linha é o reforço da segurança pública, a outra linha é a recuperação fiscal do estado e a terceira linha, é justamente a linha de geração de emprego e renda, de desenvolvimento para que o estado do Rio possa sair da crise e, com isso, contagiar positivamente o restante do País.

Então, o calendário Rio de Janeiro a Janeiro é basicamente uma iniciativa que visa o desenvolvimento do turismo e da economia criativa no Rio de Janeiro, com a atração de mais turistas, de mais investimentos, e com isso a gente pode irrigar a economia da cidade, do estado. O governo federal, por meio desse grupo trabalho, fez uma seleção prévia de eventos, tanto eventos que já acontecem tradicionalmente, quanto eventos novos que estão sendo previstos pensados pelos organizadores de eventos no Rio. Esses eventos foram analisados pela Fundação Getúlio Vargas, que nós contratamos justamente para essa função. Eles foram analisados sob cinco critérios: a capacidade de atração de turismo, a capacidade de geração de emprego e renda, a capacidade de atração de investimentos, a capacidade de geração de inclusão social e também a capacidade de sustentabilidade e de expansão.

A partir do trabalho da Fundação Getúlio Vargas, chegamos a uma lista inicial de 100 eventos que apresentamos, domingo, no Rock in Rio – foi algo que teve uma grande divulgação e teve um grande apoio do conjunto da sociedade, da mídia, etc. Esses 100 eventos serão apoiados pelo governo federal, pelo governo do estado e pela prefeitura, por meio de patrocínios diretos das empresas estatais, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Lei de Incentivo ao Esporte e também das leis estaduais e municipais de incentivo. Enfim, estamos amealhando um total de R$ 150 mil para apoiar a realização e a expansão desses eventos, que no total somam investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. A expectativa é que nós possamos aumentar o turismo no Rio de Janeiro, o fluxo de turismo em torno de 20% – e com isso estaremos injetando R$ 6,1 bilhões à economia do estado e do País, e gerando 170 mil empregos diretos por meio do turismo e da economia criativa.

É fundamental que vocês abracem esse programa, que vocês explorem ao máximo essas atividades, que vocês comprem pacotes para que as pessoas do Brasil inteiro e do exterior possam ir a esses eventos. Temos eventos de cultura, eventos de esportes, eventos de moda, de gastronomia; e eventos grandes, médios, pequenos eventos de negócios. Tem um nicho importantíssimo que é um turismo LGBT, temos no Rio de Janeiro a parada de Copacabana, a parada de Madureira, e agora teremos no mês de outubro mais eventos na cidade e no estado do Rio relacionados a esse nicho de turismo, que se afirma cada vez mais.

Esse é o sentido da minha presença e da minha fala aqui: sublinhar essa parceria não apenas natural, mas desejável e necessária entre turismo e cultura. Estamos juntos e convidamos vocês a se apropriarem desse calendário Rio de Janeiro a Janeiro em suas atividades. Vocês são os protagonistas do País, vocês são os empreendedores, são aqueles que geram renda, que geram emprego, que movimentam a nossa economia que gera o desenvolvimento do nosso País. Vocês também são heróis e digo a vocês: o Brasil precisa urgentemente de um choque de liberalismo para que a gente possa nos livrar desse fardo que todos nós, empreendedores, carregamos nas nossas costas.

Enfim, espero que isso entre na agenda da sociedade e entre na agenda da política. Temos o ano eleitoral no ano que vem e vai ser uma oportunidade muito interessante de transformarmos as coisas. É isso, boa feira pra vocês, parabéns pelos números impressionantes do setor e da própria feira, parabéns a vocês. Que seja um momento de grandes negócios e que nós possamos valorizar cada vez mais o turismo e também a cultura do nosso País.

Muito obrigado”.

Fonte: ASCOM MinC

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ANCINE participa da quarta edição da Expocine, em São Paulo

A Agência Nacional do Cinema – ANCINE participa, entre os dias 27 e 29 de setembro, da quarta edição da Expocine, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Desde 2015, sua segunda edição, a Expocine conquistou o posto de maior evento da América Latina e segundo maior evento do gênero no mundo em número de participantes. Em 2016 recebeu mais de 3 mil credenciados.

Neste ano a feira conta com uma programação com palestras e painéis de discussão com profissionais renomados do mercado; apresentações exclusivas dos estúdios e distribuidoras cinematográficas; coletivas de imprensa, e uma feira com mais de 70 estandes.

A ANCINE estará presente ao evento com uma sala própria, montada durante os três dias de funcionamento da feira, com representantes da Agência oferecendo atendimento sobre as políticas da ANCINE para o setor de distribuição e exibição. A Sala ANCINE terá a seguinte programação:

Dia 27 – ANCINE conversa
15h às 16h – Nova Instrução Normativa sobre projetos de exibição (apresentação do Diretor Roberto Lima)
17h às 18h – Sistema de Controle de Bilheteria (SCB) – tire suas dúvidas

Dia 28 – ANCINE conversa
11h às 12h – Linha de crédito e investimento – perspectivas
15h às 16h – Cota de Tela: dúvidas e sugestões
17h às 18h – PAR Exibição: dúvidas e sugestões

Dia 29 – ANCINE conversa
11h às 12h – PAR Exibição: dúvidas e sugestões
13h às 14h – Sistema de Controle de Bilheteria (SCB) – tire suas dúvidas

Além do atendimento no espaço da ANCINE, no dia 28, o Secretário Executivo da Agência, Maurício Hirata, participa do debate “Soluções em Acessibilidade”, no Espaço Itaú de Cinema (sala 2 – 3º piso). O painel, que acontece na parte da manhã, irá apresentar as soluções já utilizadas e aprovadas pelo mundo para a inclusão do público com deficiência visual e auditiva nos espaços de entretenimento. Hirata divide a mesa com Mike Archer (vice-presidente de Vendas Globais, Dolby) e Solange Almeida (Diretora Geral, Ktalise Tecnologias). Guido Lemos, da Assista Tecnologia, será o Moderador.

Fonte: ANCINE

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ANCINE divulga vencedores do edital de coprodução com o Uruguai

18/09/2017 11:30

A ANCINE e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) anunciaram nesta segunda-feira, 18 de setembro, os projetos vencedores do edital de coprodução Brasil-Uruguai 2017, promovido em parceria com o ICAU – Instituto de Cinema y Audiovisual, do Uruguai. O concurso binacional contemplou dois projetos com um total equivalente a 300 mil dólares.

Foram selecionados o projeto majoritariamente brasileiro “Obreiro”, de Gabriel Mascaro, apresentado pela produtora uruguaia Malbicho Cine, em coprodução com a brasileira Desvia Produções; e o projeto majoritariamente uruguaio “A teoria dos vidros quebrados”, de Diego Fernandez, apresentado pela brasileira Okna Produções, em coprodução com a produtora uruguaia Edición. Cada um deles receberá investimentos no valor equivalente, em moedas locais, a 150 mil dólares.

A Chamada Pública PRODECINE 09/2016 – Coprodução Uruguai-Brasil do Programa Brasil de Todas as Telas teve Comissão Binacional de Seleção formada pela assessora internacional da ANCINE, Ana Julia Cury Cabral, e pela produtora Sara Silveira, designadas pela ANCINE; e pela coordenadora Geral do ICAU, Inés Peñagaricano, e pelo cineasta Sebastián Bednarik, designados pelo ICAU.

Na ata, a comissão justifica a escolha de “A teoria dos vidros quebrados” “por ser um drama de caráter original, com elementos bem resolvidos de comédia, que apresenta um cenário típico da fronteira uruguaia e brasileira, e com uma personagem central de uma pessoa comum, mas extremamente instigante dentro da sua trajetória no roteiro”. Já “Obreiro” venceu a disputa “por construir solidamente um roteiro que assume os riscos de contar uma história em uma atmosfera irreal, que ao mesmo tempo remete a um tema cotidiano e atual de forma original.”

Esta é a sétima edição do edital de coprodução com o Uruguai. Gabriel Mascaro, diretor de “Obreiro”, já venceu o concurso na edição de 2011, quando o longa “Boi neon” iniciou seu financiamento. O filme acabou fazendo uma carreira internacional de grande sucesso, com destaque para o prêmio especial do Júri no Festival de Veneza em 2015.

Fonte: ANCINE

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Ministro defende extensão da Lei do Audiovisual e do Recine

15.09.2017 – 11:05

“Os mecanismos de fomento da Lei do Audiovisual são fundamentais para o desenvolvimento da atividade. É importante que sejam renovados”, ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão (Foto: Acácio Pinheiro / Ascom MinC)

Em audiência na Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (14), o ministro Sérgio Sá Leitão disse que o governo não se opõe à extensão dos mecanismos de fomento ao setor de audiovisual e do Recine (regime especial de tributação para desenvolvimento da atividade de exibição cinematográfica), previstos na medida provisória 796, editada no mês passado. Sá Leitão defendeu a aprovação da medida provisória, com emendas, entre elas a que estende os benefícios da Lei do Audiovisual e o Recine para além de 31 de dezembro de 2017.

“Os mecanismos de fomento da Lei do Audiovisual que vencem em 31 de dezembro são fundamentais para o desenvolvimento da atividade. É importante que sejam renovados, assim como a extensão do Recine, mecanismo que permite a importação de equipamentos de exibição, fundamentais para a digitalização e expansão do nosso parque exibidor”, explicou o ministro. Além dessa emenda, Sá Leitão afirmou ser essencial mudar o teto financeiro por projeto, estabelecido no âmbito dos mecanismos de fomento, e incluir os games na Lei do Audiovisual _ proposta do presidente da Comissão de Cultura, deputado Thiago Peixoto (PSD-GO).

O limite de R$ 3 milhões por projeto vigora desde 2001, o que limita o orçamento geral dos filmes brasileiros. Com isso, a produção nacional perde competitividade, mesmo no mercado de filmes independentes. “O teto tem segurado o orçamento dos filmes brasileiros, o que os torna menos competitivos no mercado nacional e internacional. Hoje o filme brasileiro tem um teto da ordem de US$ 2 milhões, o que é muito pouco, mesmo no âmbito do cinema independente. Para que tenham mais apelo de público, nossos filmes precisam ter mais valor de produção, até para que a gente possa diversificar o gênero dos filmes”, argumentou.

A medida provisória 796 foi editada após o veto presidencial ao Projeto de Lei de Conversão 18/2017, que tinha um vício formal incontornável. O projeto foi aprovado pelo Congresso sem o devido estudo de impacto orçamentário das mudanças feitas por deputados e senadores. Na MP atual, o Ministério da Cultura juntou o estudo de impacto orçamentário.

“Creio que o melhor caminho é a aprovação da MP com as emendas que estão sendo debatidas e que são muito relevantes e pertinentes. Mas isso é da alçada do Legislativo, e os senadores e deputados saberão tomar a melhor decisão”, disse Sá Leitão. Na audiência, o ministro pediu aos parlamentares que incluam na proposta de Lei Orçamentária de 2018 a previsão da prorrogação da Lei do Audivisual e do Recine.

Economia da Cultura

O ministro apresentou dados que mostram o impacto do setor de audiovisual na economia brasileira. Por exemplo, a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) tem uma arrecadação anual de R$ 1,2 bilhão, mas a metade desse valor é destinada ao setor audiovisual. Cerca de R$ 600 milhões vão para o caixa da União. A renúncia fiscal da Lei do Audiovisual é de R$ 90 milhões.

Sá Leitão disse aos presentes que foi constituído um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de regulamentação dos serviços de Vídeo sob Demanda (VOD). Para o ministro, é urgente a regulamentação do setor, que tem potencial de crescimento no país.

Fonte: ASCOM MinC

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