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Mais R$ 30 milhões para o audiovisual brasileiro

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) divulgaram nesta sexta-feira (29) o resultado final da chamada pública Prodecine 05/2016, que investe em projetos de linguagem inovadora e relevância artística, com destinação inicial para as salas de cinema. 

Vinte e três projetos de longa-metragem dividirão os R$ 30 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), oferecidos nesta linha de investimento do Programa Brasil de Todas as Telas.

“Este edital tem trazido muito orgulho ao cinema nacional, revelando talentos e construindo obras que têm se destacado em festivais no Brasil e em inúmeros países”, destacou a diretora-presidente em exercício da Ancine, Debora Ivanov.

A comissão de seleção foi composta pelo cineasta Eryk Rocha, pela jornalista especializada em cinema Clarissa Kuschnir e por três servidores da Ancine. Dos 23 projetos selecionados, 12 são filmes de ficção e 11 são documentários. Esses projetos serão realizados por produtoras independentes sediadas em nove estados (Amazonas, Bahia, Goiás, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e no Distrito Federal.

Esta é a quarta edição desta linha, que aposta em filmes com potencial de participação e premiação em festivais e que apontem para a experimentação, mas que também sejam capazes de dialogar com seu público-alvo e de realizar seu potencial comercial. A Chamada Pública recebeu um total de 343 inscrições no sistema, sendo que 302 propostas foram habilitadas. Nas três primeiras edições anteriores, 55 longas-metragens foram contemplados.

Fonte: ASCOM MinC

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Estendido até 2019, Recine beneficiou neste ano 383 salas em 17 unidades da Federação

Na avaliação do ministro Sérgio Sá Leitão, os resultados efetivos do Recine foram essenciais para o crescimento significativo que o setor audiovisual representou dentro da economia criativa.

O Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica, conhecido como Recine, tem sido o principal responsável pela expansão e modernização do parque exibidor brasileiro. Somente em 2017, o Recine beneficiou 383 salas de cinema em 17 unidades da Federação brasileira, em projetos de construção, ampliação ou atualização de complexos cinematográficos.

Como parte integrante do Programa Perto de Você, criado com o objetivo de ampliar o mercado de cinema e acelerar a implantação de salas de cinema no Brasil, o Recine foi objeto de atenção especial do governo federal, que editou duas medidas provisórias solicitando sua prorrogação até 2019. Ambas as medidas, que tramitaram este ano no Congresso Nacional e se tornaram leis, tiveram apoio integral do Ministério da Cultura (MinC) e o ministro Sérgio Sá Leitão como um de seus principais entusiastas.

O Recine prevê que operações de aquisição no mercado interno ou de importação voltadas à implantação ou à modernização de salas de cinema sejam desoneradas de todos os tributos federais incidentes, como Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados, contribuição para o PIS/Pasep, Cofins, PIS-Importação e Cofins-Importação.

Na avaliação do ministro Sérgio Sá Leitão, os resultados efetivos do Recine foram essenciais para o crescimento significativo que o setor audiovisual representou dentro da economia criativa. “Ao adotar a política de suspensão e isenção fiscal, a consequência é o estímulo de investimentos e a aceleração da economia na atividade de exibição de cinema”, destacou o ministro.

O Recine foi responsável pela implantação de 1.036 salas de cinema no País de 2012 a 2016 e assegurou a modernização do parque exibidor brasileiro. Atualmente, o Brasil conta com 3.100 salas de cinemas, que, desde o final de 2015, operam com uma projeção universalmente digitalizada.

Este ano, os estados beneficiados com Recine foram Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Fonte: ANCINE

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Funarte lança site dedicado à memória da instituição em SP

A Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), lançou o site Vozes da Funarte SP, que passa a integrar o Portal das Artes, endereço da fundação na internet. O projeto foi desenvolvido como parte das comemorações dos 40 anos da instituição em São Paulo, celebrados em 2017. O site é composto por uma linha do tempo, fotos, depoimentos, notícias de jornal e área aberta para a contribuição dos visitantes. 

Resultado de um ano e meio de pesquisa em acervos, consulta a documentos históricos e entrevistas, o site apresenta um panorama histórico do local onde hoje estão instalados o Complexo Cultural Funarte SP e as representações regionais do Ministério da Cultura, da Fundação Biblioteca Nacional e da Fundação Palmares. A ideia nasceu do interesse de artistas, estudantes e pesquisadores, que procuram frequentemente o escritório da Funarte SP em busca de informações, entre outras, sobre o projeto arquitetônico e a história das construções, localizadas no bairro paulistano de Campos Elíseos.

Cercado de lendas, o terreno pertenceu à Baronesa de Limeira, mas foi vendido ao estado de São Paulo em 1906 e, posteriormente, cedido ao Governo Federal para a construção de uma sede para a Escola de Aprendizes Artífices, já na década de 1920. Nos anos 1970, a escola foi transformada no Instituto Técnico Federal de São Paulo e transferida para o bairro do Canindé. O casarão histórico e os galpões usados como oficina pelos alunos passaram a abrigar uma delegacia do Ministério da Educação e Cultura (MEC). Em 1977, uma representação regional da Funarte foi instalada no local e, no ano seguinte, foi inaugurada a Sala Guiomar Novaes, importante palco para a música alternativa nos anos 1980, que ajudou a lançar artistas como Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção. Ao longo dos anos, os galpões foram convertidos em salas de espetáculos e galerias de arte, formando o Complexo Cultural Funarte SP, em intensa atividade até os dias atuais.

O site também conta a história do Teatro de Arena Eugênio Kusnet. Fundado na década de 1950 por José Renato, o teatro foi palco de grandes atores e diretores nacionais, entre eles, Augusto Boal, Vianninha e Gianfrancesco Guarnieri. Atualmente, o local conta com uma sala de espetáculos que homenageia Boal, o criador do Teatro do Oprimido, e com um espaço expositivo, a Sala Umberto Maganani, no andar superior.

A partir desses “lugares de memória”, a pesquisa compõe uma rede alimentada por depoimentos, fotos, documentos históricos e notícias de jornal – a maioria cedida pelo jornal O Estado de S. Paulo. São abordados temas variados, que abrangem os espaços culturais, circuitos artísticos e políticas públicas, transitando pelas áreas de cultura, educação e saúde. Setores que, no início do século XX, eram diretamente relacionados.

Também estão disponíveis entrevistas com alguns dos primeiros servidores da Funarte SP, gestores e artistas que passaram pelo lugar ou que, de alguma forma, contribuíram para sua construção e memória. Há, ainda, um mural, uma área aberta para colaborações de todos os interessados. Os textos e as imagens são publicados no site e podem receber comentários de outros usuários, como em uma rede social. A proposta é continuar acrescentando conteúdo à pesquisa de modo a ampliar, de forma coletiva, os debates sobre as linguagens artísticas e as políticas públicas, mantendo viva a memória dos espaços culturais da Funarte SP.

Site Vozes da Funarte SP

Ficha técnica:
Concepção: Ester Moreira e Sharine Melo | Texto, entrevistas e pesquisa de conteúdo: Ester Moreira e Sharine Melo | Pesquisa de imagens e consulta ao acervo do CEDOC/Funarte: Sharine Melo | Transcrição e edição das entrevistas: Alexandre Shiguehara, Ester Moreira e Sharine Melo | Revisão: Alexandre Shiguehara | Design do site: Sharine Melo |Apoio de programação Web: Ronaldo Lucena

Fonte: FUNARTE

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Música no Museu completa 20 anos com espetáculos gratuitos

O Projeto Música no Museu encerra, neste mês de dezembro, sua temporada anual de concertos. De 1º a 27, serão 28 apresentações de coros, orquestras e grupos de cordas, vozes e pianos, em diversos locais do Rio de Janeiro, com foco em músicas natalinas. Um dos destaques, no dia 6, será a apresentação do pianista italiano Stefano Bollani, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Todas as apresentações são gratuitas. O projeto conta com apoio do Ministério da Cultura (MinC) por meio da Lei Rouanet.

A Orquestra de Violões da AV-Rio integra a programação do Projeto Música no Museu 2017 (Foto: Rosana Rodrigues / Divulgação)

O concerto de abertura de dezembro ocorreu nesta sexta (1), no Museu Histórico Nacional, no Centro do Rio de Janeiro. Já o encerramento será no dia 27, no CCBB, com a Orquestra de Violões da AV-Rio, que apresentará clássicos brasileiros (confira no fim do texto a programação completa).

Premiado em 2008 com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), principal condecoração brasileira da área da cultura, o Projeto Música no Museu completa, em 2017, 20 anos de atividades ininterruptas. Criado pelo violonista Turíbio Santos, a iniciativa visa promover concertos gratuitos de música erudita e popular em museus, bibliotecas, arquivos, centros culturais, igrejas e palácios, entre outros.

Em 20 anos de atividades, tornou-se a maior série de música clássica do País, reconhecida pelo RankBrasil, a versão brasileira do Guiness Book. Desde 1997, realizou 6.254 concertos, uma média de 24 por mês, com a participação de cerca de 4,2 mil músicos, muitos deles por mais de uma vez. Segundo o diretor do Música no Museu, Sérgio da Costa e Silva, cerca de 1 milhão de pessoas já assistiram às apresentações do projeto. Em 2017, foram 420 concertos no Brasil e 14 no exterior, nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra (Portugal), Roma (Itália) e Madri (Espanha).

Além dos concertos o ano todo, o Música no Museu realiza anualmente dois festivais internacionais de harpas – o RioHarpFestival e o SPHarpFestival – e o RioWindsFestival, especializado em instrumentos de sopro. O projeto também é responsável pelo concurso anual Jovens Músicos – Música no Museu, que oferece ao vencedor uma bolsa de US$ 105 mil da James Madison University, dos Estados Unidos.
Comemorações de 20 anos

Em comemoração aos 20 anos do projeto, será lançado, neste mês de dezembro, um selo comemorativo dos Correios. E no dia 18 de dezembro, o Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, nomeará seus páreos com os nomes Música no Museu 20 anos, RioHarpFestival e RioWindsFestival.

“Estou muito feliz com o sucesso do projeto. Agradeço nossos parceiros, entre eles o Ministério da Cultura, por aceitarem o desafio de fazer com que o Música no Museu se tornasse a maior série de música clássica do Brasil”, destaca o diretor do projeto, Sérgio da Costa e Silva. “De norte a sul do Brasil, democratizamos a cultura por meio da música, já que todas as apresentações são gratuitas”, ressalta.
Programação de dezembro

01 – Sexta-feira – 12h30
Museu Histórico Nacional
Praça XV de Novembro s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares
Músico: Duo Diogo Cruz, violão e Samuel de Oliveira, flauta
Programa: Diogo Cruz

02 – Sábado – 17h
Clube Hebraica
Rua das Laranjeiras, 346 – Laranjeiras
Capacidade: 200 lugares
Músico: Molho Inglês
Direção: Crismarie Hackenberg
Programa: Clássicos do Natal

03 – Domingo – 11h30
MAM
Rua Infante D. Henrique, s/n
Capacidade: 200 lugares.
Músicos: Ira Krauss e Marilene Cordeiro, mezzo-sopranos, Helio Ferreira, tenor, Rosa Vidal, piano
Programa: Árias de ópera

04 – Segunda-feira – 12h30
Biblioteca Nacional
Rua México, s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares.
Músico: Coral atrás da Nota
Regência: Mário Assef
Programa: Clássicos de Natal

05 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes
Capacidade: 100 lugares
Músico: Pastoril do Céu da Terra
Programa: Auto Natalino

06 – Quarta-feira – 12:30h
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Stefano Bollani, piano (Itália)
Programa: clássicos internacionais

07 – Quinta-feira – 12h30
Museu Nacional de Belas Artes
Av. Rio Branco, 199 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coro Feminino da Associação de Canto Coral
Regência Cláudio Ávila
Programa: Clássicos de Natal

08 – Sexta-feira – 15h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 141 lugares
Músico: Belkiss Campos, soprano, Giuseppe Mauro, tenor, Dilia Tosta, piano
Programa: Árias de ópera, músicas clássicas italianas e espanholas

10 – Domingo – 11h30
MAM
Rua Infante D. Henrique, s/n
Capacidade: 200 lugares
Músico: Camerata do Uerê
Regência Waleska Araujo
Programa: Clássicos de Natal

11 – Segunda-feira – 12h30
Museu da República
Rua do Catete, 135 – Catete
Capacidade: 80 lugares
Músico: Coral do Cepel e Coral Eletrobras
Direção: Crismarie Hackenberg
Programa: Clássicos do Natal

11 – Segunda-feira – 18h
Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ)
Rua da Candelária, 9
Músico: Camerata do Uerê
Regência: Waleska Araújo
Programa: Clássicos do Natal

12 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes, 89 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Quintino Bento e Primeira Escola de Congo de São Benedito do Erê
Programa: Natal cantado e Congada do Erê

12 – Terça-feira – 20h
Iate Clube do Rio de Janeiro
Av. Pasteur
Capacidade: 150 lugares
Músico: Coro de Cor convida Coral Cantada
Direção: Ana Azevedo e Bianca Malafaia
Programa: Clássicos de Natal

13 – Quarta-feira – 12h30
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Luiz Bomfim, barítono e Regina Lacerda, piano
Programa: É Tempo de Natal…

13 – Quarta-feira – 19h
Paróquia da Ressurreição – Concerto comemorativo dos 15 anos do Madrigal Cruz Lopes
Rua Francisco Otaviano, 99 – Ipanema
Capacidade: 300 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

14 – Quinta-feira – 18h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 82 lugares
Músico: Quarteto do Madrigal do Leme – Melody Freyburger: Soprano e Flauta, Marilene Massal: Contralto, Anton Steuxner: Barítono, Violão e Flauta, Bernardo Arbex: Baixo
Programa: Músicas sacras e natalinas de cinco séculos, cantadas e instrumental – obras de Dufay, Binchios, Bach, Teleman, Praetorius, Schubert, Gavaert, Holst, Gruber e outros.

15 – Sexta-feira – 15h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 141 lugares
Músico: Orquestra de Violoncelos da Ação Social pela Musica do Brasil
Programa: Bach, Mozart, Vivaldi e Brahms.

15 – Sexta-feira – 19h
Igreja São Paulo Apóstolo
Rua Barão de Ipanema, 85 – Copacapaba
Músico: Madrigal Cruz Lopes – 15 Anos
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

16 – Sábado – 17h
Igreja Nossa Senhora da Glória
Largo do Machado
Capacidade: 300 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes.
Participação da Camerata A4 Cordas – Regina Tatagiba, piano
Regência: José Machado Neto
Programa: Clássicos do Natal

17 – Domingo – 15h
Centro Cultural dos Correios
Rua Visconde de Itaboraí
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coral da TV Globo
Regência: Bianca Malafaia
Piano: Filipe de Matos
Programa: Clássicos do Natal

18 – Segunda-Feira – 18h30
Colégio Notre Dame
Rua Barão da Torre, 308 – Ipanema
Capacidade: 690 lugares
Músico: Madrigal Cruz Lopes
Regência Maestro José Machado Neto
Programa: Adolphe Adam; Mozart; Puccini; Mascagni; Carl Orff; Verdi; Franz Gruber; G.F. Handel

19 – Terça-feira – 12h30
CRAB
Praça Tiradentes, 89 – Centro
Capacidade: 100 lugares
Músico: Pastoril do Céu na Terra
Programa: Auto Natalino

19 – Terça-feira – 18h
Museu do Exército / Forte de Copacabana
Praça Cel. Eugenio Franco, 1 – Posto 6
Capacidade: 200 lugares
Músico: Madrigal do Leme
Regência: Anton Steuxner
Programa: T.Tallis, G.F.Händel, J.S.Bach, F.A.Gaveart, G.Holst.

20 – Quarta-feira – 12h30
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Coral do Sisejufe
Regência: Edu Feijó
Programa: Clássicos de Natal

21 – Quinta-feira – 19h
Biblioteca da Maison de France
Av. Presidente Antonio Carlos
Capacidade: 100 lugares.
Músico: Quarteto do Madrigal do Leme. Melody Freyburger: Soprano e Flauta, Marilene Massal: Contralto, Anton Steuxner: Barítono, Violão e Flauta, Bernardo Arbex: Baixo
Programa: Músicas sacras e natalinas de 5 séculos, cantadas e instrumental. Obras de Dufay, Binchios, Bach, Teleman, Praetorius, Schubert, Gavaert, Holst, Gruber e outros.

22 – Sexta-feira – 12h30
Museu Histórico Nacional
Praça XV de Novembro s/n – Centro
Capacidade: 120 lugares
Músico: Marcelo Saldanha, violão
Programa: Clássicos de Natal.

27 – Quarta-feira – 12h30
Encerramento da temporada 2016
CCBB
Rua 1º de Março, 66 – 4º Andar- sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Orquestra de Violões da AV-Rio
Programa: Clássicos brasileiros

Fonte: ASCOM MinC

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MinC participa da 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza

Com inauguração em maio de 2018, a participação oficial do Brasil na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura – Bienal de Veneza terá curadoria dos arquitetos Gabriel Kozlowski, Laura González Fierro, Marcelo Maia Rosa e Sol Camacho. Selecionado pela Fundação Bienal de São Paulo, o coletivo irá apresentar Muros de Ar, exposição que explora a questão da transposição de fronteiras materiais e imateriais do Brasil e de sua arquitetura.

Da esquerda para a direita, Marcelo Maia Rosa, Laura Gonzalez Fierro, Sol Camacho e Gabriel Kozlowski, curadores da representação brasileira na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura – Bienal de Veneza (Foto: Pedro Ivo Trasferetti – Fundação Bienal de São Paulo)

“O tema coloca o muro como um elemento da arquitetura, da cultura e da identidade brasileira e vê no ato de sua transposição um convite ao convívio e à multiplicidade cultural”, explicam os arquitetos curadores. “Desse modo, posiciona-se contrária à homogeneização, intolerância e extremismo provenientes do isolamento e reclusão. É uma proposta que celebra o coabitar e não somente o coexistir”. A mostra, que irá ocupar o pavilhão do Brasil, é uma resposta à curadoria geral da 16ª Bienal de Arquitetura, que nesta edição propõe, sob o título Freespace, uma reflexão sobre a essência espacial da arquitetura e a sua potencialidade de mediar, pela fruição do espaço vazio, a relação entre as pessoas e os edifícios.

Por meio de uma pesquisa coletiva, Muros de Ar se propõe a tornar visível as formas de separação espacial e conceitual resultantes dos processos de urbanização do país. Além de questionar as diferentes formas de muros que constroem, em diversas escalas, o território brasileiro, a proposta pretende repensar as fronteiras da própria arquitetura em relação a outras disciplinas.

O pavilhão apresentará a proposta curatorial Muros de Ar por meio de duas frentes expográficas. A primeira consiste de uma pesquisa realizada em parceria com um grupo de colaboradores e instituições que irá gerar novo conteúdo a ser representado por meio de desenhos cartográficos. A segunda refere-se a uma chamada de projetos aberta aos arquitetos do país, mecanismo inédito no pavilhão brasileiro. O chamamento será anunciado nas ultimas semanas de dezembro.

“Ao selecionar a proposta Muros de Ar para representar o país na Bienal de Arquitetura de Veneza, a Fundação Bienal de São Paulo rearticula, em âmbito internacional, alguns dos debates mais atuais da arquitetura brasileira, e reafirma seu compromisso com o intercâmbio e a promoção cultural do Brasil”, diz o presidente da fundação, João Carlos de Figueiredo Ferraz.

Desde 1995, a organização das representações oficiais do Brasil nas bienais de Arte e Arquitetura de Veneza é uma atribuição conjunta dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores – responsáveis pela promoção e difusão da cultura brasileira nos âmbitos nacional e internacional, e da Fundação Bienal de São Paulo – responsável pela escolha dos curadores e a produção das mostras.

Sobre os curadores da participação oficial do Brasil na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura – Bienal de Veneza:

Gabriel Kozlowski é arquiteto, formado pela PUC-Rio (2011) e mestre em Urbanismo pelo MIT (2015). Atualmente leciona como Teaching Fellow no Departamento de Arquitetura do MIT e trabalha como pesquisador associado no Leventhal Center for Advanced Urbanism. Anteriormente, foi líder de projeto no SENSEable City Lab; pesquisador para o pavilhão dos EUA na 14ª Bienal de Veneza; e co-fundador do coletivo ENTRE. Recebeu entre outros reconhecimentos o Department of Architecture Graduate Fellowship no MIT (2013), o prêmio de melhor tese de mestrado pela mesma Universidade (2015), o MIT-Brazil TVML Seed Fund (2016), e foi selecionado para o Buckminster Fuller Institute’s Catalyst Program (2017).

Laura González Fierro é arquiteta pela Universidade Iberoamericana da Cidade do México (2002) e mestre em arquitetura pela Universidade de Columbia GSAPP (2008). Em 2010, fundou +ADD, atuando em Cidade do México, São Paulo e Nova York nas áreas de projetos de arquitetura, urbanismo, design e consultoria. Seu trabalho foi publicado pela Braun Publishing, LEAF Review, PIN-UP entre outros. Paralelamente à prática fundou o LED [Laboratório Experimental a Distância], uma plataforma dedicada a pesquisa multidisciplinar sobre o ambiente construído e as dinâmicas urbanas.

Marcelo Maia Rosa é arquiteto e sócio do Andrade Morettin Arquitetos Associados (2007), escritório vencedor do concurso para nova sede do IMPA-RJ (2015), onde coordenou o projeto do novo museu do Instituto Moreira Salles (2017), em São Paulo. Marcelo é graduado em arquitetura e urbanismo pela Universidade Mackenzie em São Paulo e TU/e em Eindhoven (2005) – com cursos complementares pela Université Paris Sorbonne (2012) – e pós graduado pela Escola da Cidade (2017), onde atualmente é professor. Foi curador em 2015 do Global Shapers Community Hub São Paulo, iniciativa do World Economic Forum.

Sol Camacho é arquiteta pela Universidade Iberoamericana da Cidade do México e Paris Val de Seine (2004) e mestre em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Harvard (2008). Fundou o escritório RADDAR em São Paulo (2011). Recebeu o Premio Lafarge Holcim Awards (2017) pelo projeto PIPA – Conjunto cultural e comercial em Paraisopolis onde tem uma sede do RADDAR desenvolvendo pesquisa sobre o entorno. Entre outros reconhecimentos, Sol foi candidata ao Rolex Mentor and Protégé Arts Initiative (2016) e ganhou duas vezes a bolsa de Pesquisa FONCA (2012, 2014). Atualmente, Sol é diretora Cultural do Instituto Bardi / Casa de Vidro.

Pavilhão do Brasil na 16ª Mostra Internacional de Arquitetura – Bienal de Veneza

Comissário: João Carlos de Figueiredo Ferraz, presidente da Fundação Bienal de São Paulo
Curadoria: Gabriel Kozlowski, Laura González Fierro, Marcelo Maia Rosa e Sol Camacho
Título da exposição: Muros de Ar
Local: Pavilhão do Brasil
Endereço: Giardini Castello, Padiglione Brasile, 30122 Veneza, Itália
Data: 26 de maio a 25 de novembro de 2018

Fonte: ASCOM MinC
Com informações da Fundação Bienal de São Paulo

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Comitê Gestor do FSA delibera mudanças para produção de obras para TV em reunião na ANCINE

A Agência Nacional do Cinema – ANCINE realizou na última sexta-feira, 16 de novembro, a 40ª reunião do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O encontro aconteceu no escritório central da Agência no Rio de Janeiro e foi presidido pelo Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. Participaram da reunião os diretores da ANCINE, Alex Braga Muniz, Christian de Castro e Roberto Lima.Também estiveram presentes os membros do Comitê Gestor: Pedro Augusto Machado, representante da Casa Civil da Presidência da República; e os representantes do setor audiovisual: André Klotzel, Mariza Leão, Marco Altberg, ambos titulares, e seus respectivos suplentes: Carla Francine, Adhemar Oliveira e Roberto Moreira;

Estiveram presentes ainda à reunião Fernanda Farah (BNDES) e Juliana Dallastra (BRDE), representantes dos agentes financeiros credenciados.

O principal tema na pauta da reunião foi a revisão das linhas de produção para TV. Entre as mudanças aprovadas, que serão incorporadas ao novo regulamento do FSA, estão:

• Permissão para que todos os conteúdos audiovisuais que constituam espaço qualificado, conforme definido pela Lei 12.485/11 sejam financiados com recursos do FSA, incluindo Reality Show e Formatos, desde que sejam de origem brasileira.
• Estabelecimento de processos de seleção automática de projetos, a partir de critérios de pontuação parametrizados.
• Ampliação do limite de investimento do FSA no Suporte Automático (SUAT), no mesmo patamar previsto para o incentivo previsto no art. 3º e no art. 3º-A da Lei 8.685/93, de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais), conforme Projeto de Lei de Conversão nº 33, de 2017,e utilização do mesmo limite nas demais linhas de produção audiovisual do FSA.
• Os valores das licenças para programadoras que investirem recursos na produção da obra, incluindo provenientes das leis de incentivo, terão dedução proporcional ao montante aportado em relação ao valor dos itens financiáveis do projeto.

Entre as novas ações debatidas na reunião, ficou aprovada a ampliação das linhas de crédito do FSA. O objetivo é atuar em todos os elos da cadeia produtiva e de negócios do setor através do lançamento de linhas de financiamento de acordo com estudos de demanda do setor. De acordo com diagnóstico trazido pela ANCINE, a área de pós-produção e finalização é atualmente a que apresenta maior carência, por razoes estruturais e por falta de recursos investidos. Considerando que a infraestrutura técnica e de serviços deva ser considerada como etapa fundamental para a produção audiovisual, o Comitê Gestor decidiu pela ampliação do escopo atual de aplicação dos recursos do Fundo. Uma das propostas para a área de infraestrutura de produção e pós-produção é o desenvolvimento de linhas de credito para a construção de centros de desenvolvimento tecnológicos, que deve ocorrer de acordo com a disponibilidade orçamentária do FSA.

Outra decisão aprovada foi o lançamento, no âmbito do FSA, do edital PAR 2017 no valor de R$ 3 milhões. O Prêmio Adicional de Renda (PAR) é um mecanismo de fomento à indústria cinematográfica brasileira, referenciado no desempenho de mercado de longas-metragens brasileiros. É concedido às empresas brasileiras exibidoras e seus recursos devem ser aplicados na modernização (digitalização) das salas de cinema. O projeto pode incluir custeio da automação de bilheteria e complementos tecnológicos para promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência visual ou auditiva. Desde 2005, mais de 900 salas de cinema já foram beneficiadas pelo PAR.

Já estão previstas ainda para as próximas reuniões do Comitê Gestor debates sobre as linhas de desenvolvimento, critérios de seleção e investimento em obras destinadas ao VoD como primeira janela de exibição.

Fonte: ANCINE

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