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Oito “cidades criativas” brasileiras debatem estratégias para potencializar desenvolvimento econômico por meio da Cultura

Troca de experiências e melhores práticas será feita no II ECriativa, a partir desta terça (26), em Florianópolis (SC)

Representantes das oito cidades brasileiras com o selo de “cidades criativas”, concedido pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), se reunirão desta terça-feira (26) até quinta-feira (28), em Florianópolis (SC), para apresentar projetos que visam impulsionar a economia criativa e trocar entre si experiências bem sucedidas e suas melhores práticas. O II ECriativa – Encontro das Cidades Criativas Brasileiras ocorre no Hotel Sesc Cacupé. Os participantes do Encontro poderão contribuir também com a elaboração de dois documentos: manifesto das Cidades Criativas Brasileiras e o Regimento da Rede Brasileira de Cidades Criativas UNESCO.

Atualmente, as cidades brasileiras que compõem a Rede Cidades Criativas da Unesco (Unesco Creative Cities Network – UCCN) são: Belém (PA), Florianópolis (SC) e Paraty (RJ), no campo da gastronomia; Brasília (DF) e Curitiba (PR), no do design; João Pessoa (PB), em artesanato e artes folclóricas; Salvador (BA), na música; e Santos (SP), no cinema. Tais municípios estão entre os 180 de 72 países destacados pelo seu histórico na atuação de alguma das sete categorias consideradas pela Unesco como impulsionadores da economia: artesanato e artes folclóricas; artes midiáticas (integração entre diferentes linguagens artísticas e novas tecnologias); design; cinema; gastronomia; literatura e música.

Para fazer parte da Rede, tais cidades se comprometem a desenvolver e compartilhar suas experiências para promover as indústrias criativas, fortalecer a participação na vida cultural, a desenvolver vínculos que os associem a setores públicos e privados e a sociedade civil e integrar a cultura às políticas de desenvolvimento urbano sustentável.

“A Secretaria Especial da Cultura é parceira no desenvolvimento de políticas públicas que apoiam os setores e territórios criativos. Junto com o Ministério do Turismo, temos trabalhado para a formação de uma rede de municípios criativos brasileiros. A ideia é que essa rede, assim como a da UNESCO, crie oportunidades de trocas de experiências, informações e que, a partir desse intercâmbio, desenvolvam políticas conjuntas para o implemento da economia criativa em seus territórios”, ressalta a coordenadora-geral de Empreendedorismo e Inovação da Secretaria Especial da Cultura, Andrea Santos Guimarães. Ela representará a Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania no evento, ao lado de integrantes do Ministério do Turismo, da UNESCO Brasil, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Nacional e do Grupo Gestor e da Confraria do Programa Florianópolis Cidade Criativa UNESCO da Gastronomia.

Durante o encontro, Andrea apresentará as políticas que estão sendo implementadas pela Secretaria e também reforçará a articulação institucional com as cidades integrantes da rede. Para a coordenadora de Cultura da UNESCO no Brasil, Isabel de Paula, “é importante a presença da Secretaria Especial da Cultura no evento por ser uma parceira estratégica para a continuidade do fortalecimento da Rede das Cidades Criativas no Brasil. A UNESCO está junto à Secretaria nos esforços de empreender políticas públicas para o fomento da criatividade, das indústrias criativas”. Isabel também destacou a importância da presença do Ministério do Turismo, que pode apoiar e fortalecer ações para a promoção do turismo nas cidades criativas, fazendo com que façam parte dos roteiros turísticos brasileiros.

Candidaturas

Em 2019, a UNESCO abrirá convocatória para que novos municípios façam parte da Rede de Cidades Criativas. A Secretaria Especial da Cultura, por meio de edital, contratou consultores para auxiliar 15 municípios brasileiros a formularem suas candidaturas: Diamantina (MG), Campinas (SP), Rio das Ostras (RJ), Pelotas (RS), Aracajú (SE) e Taubaté (SP), que se candidatarão na categoria música; Cataguases (MG), Niterói (RJ) e Novo Hamburgo (RS) em cinema; Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) em gastronomi; Itaboraí (RJ), Imbituba (SC) e Santana de Parnaíba (SP) para artesanato e artes folclóricas; e Duque de Caxias (RJ) em artes midiáticas.

A Rede Cidades Criativas da Unesco tem o objetivo de promover a cooperação internacional entre localidades com potencial de usar a criatividade como vetor estratégico para impulsionar o desenvolvimento urbano sustentável.

Entre as principais ações a serem desenvolvidas pelas cidades estão que compõem a Rede estão: compartilhar experiências, conhecimentos e melhores práticas; desenvolver projetos-piloto, parcerias e iniciativas que associam os setores público e privado e sociedade civil; realizar programas e redes de intercâmbio profissional e artístico; realizar estudos, pesquisas e avaliações sobre a experiência das Cidades criativas; realizar políticas e medidas para o desenvolvimento urbano sustentável; realizar atividades de comunicação e conscientização.

A participação das cidades na Rede não envolve financiamento nem contribuição financeira entre Unesco e a prefeitura. No entanto, a cada quatro anos, são pedidos às cidades criativas que enviem à Unesco um relatório de monitoramento, no qual terão de constar informações acerca dos compromissos assumidos com a implementação da Declaração de Missão da Rede, tanto em nível local quanto internacional; dados sobre o impacto e os incentivos no desenvolvimento de pesquisas e estudos de caso e um plano de ação para os próximos quatro anos.

A Rede é uma das parceiras-chave da Unesco para a implementação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda de 2030 para Desenvolvimento Sustentável.

Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania

Fonte: Ministério da Cidadania/Secretaria Especial da Cultura

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Ações culturais transformam e revitalizam cidades

7.11.2018 – 10:45

Mesa “Soho Effect – Intercâmbio de experiências e políticas públicas como antídotos à gentrificação” mostrou como a cultura tem papel importante para a revitalização das cidades. Foto: Ronaldo Caldas (Ascom/MinC)

Já pensou que ações culturais constituem vetores de desenvolvimento urbano e são capazes de revitalizar áreas historicamente degradadas de cidades ao redor do mundo? O assunto é debatido e analisado pelo World Cities Cultural Forum, uma rede de cidades criativas que se estabeleceu a partir de um chamado da prefeitura de Londres, em 2012. A iniciativa foi tema, nesta terça (6), da mesa “Soho Effect – Intercâmbio de experiências e políticas públicas como antídotos à gentrificação”, que integra a programação do MicBR, em São Paulo.

O evento contou com a participação do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, do diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron, e do produtor Omar Marzagão, entre outras autoridades. ‘Sou um entusiasta do World Cities Culture Forum. Integrar rede não implica apenas no reconhecimento internacional. A participação no Forum é enriquecedora porque é a oportunidade de conhecer boas práticas, cases e políticas voltadas para economia criativa”, afirmou o ministro.

Durante o encontro, Sá Leitão disse ser importante a participação de cidades brasileiras nessa rede, considerou positiva a realização do fórum com foco na América Latina (o Latin Cities Culture Forum) e enfatizou que o Ministério da Cultura (MinC) apoia meios para que ele ocorra. “Será mais um impulso para a economia criativa do Brasil e a política cultural, sobretudo em nível municipal e local”, explicou.

Sobre o tema de redes de cidades, o ministro lembrou ainda que o MinC irá prestar consultoria a cidades brasileiras para elaboração do dossiê de candidatura à Rede de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

 

Soho Effect

Presente à mesa de debate, o produtor Omar Marzagão explicou como a cultura tem papel importante para a revitalização das cidades e para o fortalecimento das próprias atividades culturais. Lembrou que, na década de 1980, o Soho era um bairro perigoso em Manhattan, mas que ganhou vida graças à classe artística que morava lá.

“Os artistas, onde chegam, criam ecossistemas de vidas e redes econômicas crescem a partir disso. Eles revitalizaram e ajudaram a economia local, mas são os primeiros a terem que sair. São problemas que devem ser revistos”, explicou. “É preciso rever políticas públicas para valorizar o papel e a importância das pessoas criativas dentro do planejamento das cidades”, defendeu.

 

Dia intenso 

Ao enfatizar a questão da preservação e promoção da diversidade cultural e ao dar relevo à dimensão econômica das atividades culturais e criativas, a UNESCO ampliou o olhar sobre a cultura, segundo Sá Leitão. Foto: Ronaldo Caldas (Ascom/MinC)

Ao longo desta terça-feira (6), o ministro participou de diversas atividades da programação do MicBR, megaevento de economia criativa promovido pelo MinC e pela Apex-Brasil, que ocorre até 11 de novembro em São Paulo (SP).

Pela manhã, Sá Leitão visitou o espaço das rodadas de negócios, no Club Holms, na Avenida Paulista. Em seguida, participou da mesa de abertura do lançamento do Relatório Mundial 2018 “Repensar as políticas culturais: criatividade para o desenvolvimento”, em parceria com a UNESCO.

Na ocasião, lembrou que a convenção da entidade trouxe um olhar mais amplo para a cultura, ao enfatizar a questão da preservação e promoção da diversidade cultural e ao dar relevo à dimensão econômica das atividades culturais e criativas.

O ministro explicou também que o relatório lançado nesta terça é um “balanço e atualização da convenção de 2005”, focado em como a convenção se torna concreta nas políticas públicas de cultura ao redor do mundo.

À tarde, conferiu ainda a palestra “Por que a criatividade importa?”, proferida no Masp pelo CEO da Creative London, John Newbigin. O debate abordou a substituição do trabalho humano por máquinas e como a indústria criativa pode ser um refúgio diante desse cenário.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Ministério da Cultura divulga municípios selecionados no edital das Cidades Criativas

19.10.2018 – 10:30

Foi publicado nesta sexta (19), no Diário Oficial da União, o resultado final do edital do Ministério da Cultura (MinC) que selecionou municípios para receber consultoria com o objetivo de desenvolver candidatura à Rede das Cidades Criativas da UNESCO.Foram contempladas 15 cidades, em cinco categorias: Diamantina (MG), Campinas (SP), Rio das Ostras (RJ), Pelotas (RS), Aracajú (SE) e Taubaté (SP), em música; Cataguases (MG), Niterói (RJ) e Novo Hamburgo (RS), em cinema; Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP), em gastronomia; Itaboraí (RJ), Imbituba (SC) e Santana de Parnaíba (SP), em artesanato e artes folclóricas; e Duque de Caxias (RJ) em artes midiáticas.

A rede tem o objetivo de promover a cooperação internacional entre cidades que investem na cultura e na criatividade como fatores de estímulo ao desenvolvimento sustentável.

 

Plano de desenvolvimento da candidatura

Para estender o apoio ao maior número de cidades possível, o MinC convocou todos os candidatos com nota igual ou superior a 60 (sessenta). Assim foram selecionados os 15 municípios que receberão a consultoria, contratada pelo MinC, para elaborar dossiê de suas candidaturas para a próxima seleção de Cidades Criativas da Unesco, prevista para 2019. A candidatura deve demonstrar de forma clara e prática a disposição, o compromisso e a capacidade do município em contribuir com os compromissos da Rede.

Deve apresentar um plano de ação realístico, incluindo detalhamento de projetos, iniciativas e políticas a serem executadas nos quatro anos seguintes à admissão ao Programa, além de identificar a área temática preferencial, que já seja significativa para a cultura e a economia locais. Os setores criativos possíveis são: artesanato e artes folclóricas, design, cinema, gastronomia, literatura, artes midiáticas ou música.

Além de auxiliar as cidades vencedoras na construção do dossiê, o MinC também busca estimular as cidades na elaboração de planos de desenvolvimento com o edital, que impulsionem a economia criativa, tenham a cultura como base e que contribuam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) previstos na Agenda 2030 da ONU. Com o encerramento do processo seletivo e a designação das categorias das cidades selecionadas, a previsão é de que as consultorias sejam iniciadas já em novembro.

 

Brasil e as Cidades criativas

Atualmente, 180 cidades de 72 países fazem parte da Rede. Oito cidades brasileiras já são consideradas Cidades Criativas pela UNESCO: Belém (PA), Florianópolis (SC) e Paraty (RJ), no campo da gastronomia; Brasília (DF) e Curitiba (PR) no do design; João Pessoa (PB), artesanato e artes folclóricas; Salvador (BA), música; e Santos (SP), cinema.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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Começam as inscrições para o MicBR

18.10.2018 – 12:30

Começam nesta quinta-feira (18) as inscrições para as atividades abertas ao público do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR), que será realizado de 5 a 11 de novembro, em São Paulo. Promovido pelo Ministério da Cultura (MinC) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o megaevento vai reunir centenas de empreendedores brasileiros e de sete países sul-americanos (Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai). Dez áreas da produção cultural estarão envolvidas: artes cênicas, audiovisual, animação e jogos eletrônicos, design, moda, editorial, música, museus e patrimônio, artes visuais e gastronomia. 

Estão abertas inscrições para palestras, oficinas, mesas-redondas, mentorias, aulas do projeto Cozinha Show e para sessões de networking. As atividades serão realizadas em diferentes locais da Avenida Paulista, com número de vagas sujeito à capacidade dos espaços utilizados. Confira a programação completa no site micbr.cultura.gov.br e inscreva-se. Todos os eventos são gratuitos.

Serão realizadas no MicBR cerca de 40 palestras, oficinas e mesas-redondas. Entre os destaques está a palestra Pensamento Criativo, que será ministrada no dia 6 de novembro por John Newbigin, CEO da Creative England e embaixador para indústrias criativas da Prefeitura de Londres. Outro destaque, também no dia 6, é a palestra Raízes Culturais da Transformação Econômica e Política e Desafios, com a professora Vishakha Desai, da Universidade de Columbia.

No dia 7, o estilista japonês Kunihiro Morinaga falará sobre a produção de roupas inteligentes. Já no dia 8, a jornalista e consultora de moda Lilian Pacce participa de mesa-redonda sobre como comunicar a moda no mundo virtual. No dia 9, um dos maiores fotógrafos da América Latina, Bob Wolfenson, fala sobre sua trajetória profissional.

 

Sessões de Networking

O MicBR também vai contar com sessões de networking, que serão promovidas, de 6 a 8 de novembro, pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Durante a atividade, os presentes serão divididos em mesas com 10 participantes, que terão um minuto cada para apresentar aos demais sua empresa e seus diferenciais competitivos e distribuir seu material de divulgação.

Além das sessões de networking, o MicBR terá quatro dias de rodadas de negócio, com participação restrita a empreendedores já escolhidos pelos ministérios da Cultura do Brasil e de outros países por meio de editais de seleção pública. O Brasil selecionou 53 empreendedores experientes, com produção cultural já consolidada, para participar das rodadas. Além disso, outros 62 empreendedores, todos iniciantes, também foram selecionados pelo MinC e participarão de um seminário de capacitação durante o megaevento.

 

Mentorias

O MicBR também vai sediar sessões de mentoria voltadas a empreendedores da economia criativa. Serão selecionados, entre os inscritos, 120 participantes, que terão a oportunidade de passar 30 minutos com especialistas no segmento empresarial para tirar dúvidas e pedir orientações sobre temas como seleção de pessoal, vendas e estratégias de divulgação, entre outros. Todas as mentorias serão individuais. As inscrições serão abertas em breve.

 

Gastronomia, moda e atrações culturais

Realizado de 6 a 9 de novembro, o projeto Cozinha Show é outro destaque da programação do MicBR. Serão realizadas oito aulas, cada uma comandada por um renomado chef de um dos oito países sul-americanos participantes do evento. Cada aula trará receitas, alimentos típicos e expressões culturais dos países. Serão 75 minutos de prática e 45 minutos para degustação dos alimentos preparados.

Um estilista de cada país participante foi selecionado para apresentar suas criações. Os desfiles acontecerão no Conjunto Nacional. Além disso, várias atrações artísticas integram a programação, entre elas 16 shows musicais de oito países, que terão como palco o Sesc da Avenida Paulista, e oito apresentações teatrais de oito países, a se realizarem no Teatro Sesi.

 

Impacto econômico 

A estimativa é de que o MicBR gere um impacto de R$ 39,7 milhões na economia, de acordo com estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizado a pedido do MinC e divulgado durante o lançamento. Deste total, R$ 28 milhões são de impacto direto e R$ 11,7 milhões, de indireto. “Cada real investido no MicBR tem potencial de retorno de R$ 9,93 à sociedade, em forma de geração de negócios, renda e tributos”, afirma o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. Segundo ele, estão sendo investidos cerca de R$ 4 milhões na realização do megaevento, que será o primeiro do País a estimular a integração de todos os setores culturais e criativos brasileiros em um grande mercado, “estruturado, competitivo e atrativo para investidores e empreendedores internacionais”.

“As atividades culturais e criativas já representam 2,6% do PIB brasileiro, geram 1 milhão de empregos diretos e englobam mais de 200 mil empresas e instituições. Há um vasto potencial de crescimento e isso passa também pela internacionalização dos nossos talentos e da nossa valiosa produção cultural”, ressaltou Sá Leitão.

Ainda de acordo com o levantamento da FGV, apenas em tributos o MicBR deve gerar cerca de R$ 4,6 milhões, sendo R$ 2 milhões para os cofres públicos municipais, R$ 0,4 milhão para o estadual e R$ 2,1 milhões para os cofres federais. É esperada a criação de cerca de 850 postos de trabalho, sendo 460 diretos e 391 indiretos.

O evento conta com a parceria do Itaú Cultural, SESI-SP, SESC-SP, Sebrae, Universidade de São Paulo, Pixel Show, Zupi.co, secretarias estadual e municipal de Cultura de São Paulo, Anima Mundi, Livraria Cultura, MASP e Instituto Moreira Salles, além da cooperação da Unesco e da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e o apoio de várias entidades representativas de setores criativos da indústria.

 

Acesso Rápido

Confira o site do MicBR e inscreva-se

 

Fonte: Assessoria de Imprensa / Ministério da Cultura

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Edital de Cidades Criativas tem 24 cidades inscritas

31.08.2018 – 16:05

Vinte e quatro municípios se inscreveram no edital do Ministério da Cultura (MinC) que vai selecionar cinco cidades brasileiras para receber consultoria na elaboração do dossiê de candidatura à Rede de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O resultado da seleção deverá ser divulgado no dia 10 de setembro.

Foram recebidas as candidaturas de Aracaju (SE), Campinas (SP), Diamantina (MG), Jaguariúna (SP), Pelotas (RS), Rio das Ostras (RJ), Taubaté (SP) e Taió (SC), na categoria música; Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP) e Tavares (RS), em gastronomia; Bombinhas (SC), Coruripe (AL), Imbituba (SC), Itaboraí (RJ), Pomerode (SC), Santana de Parnaíba (SP) e São Gonçalo do Amarante (RN), em artesanato e artes folclóricas; Cataguases (MG), Niterói (RJ) e Novo Hamburgo (RS), em cinema; Itanhaém (SP) e Santa Bárbara d’Oeste (SP), em literatura; e Duque de Caxias (RJ), em artes midiáticas.

Para integrar a rede, a cidade deve preparar um dossiê, que passará por processo de seleção realizado pela Comissão de Avaliação da Unesco. A candidatura deve demonstrar, de forma clara e prática, a disposição, o compromisso e a capacidade da localidade em contribuir com os compromissos da Rede. Deve apresentar um plano de ação realístico, incluindo detalhamento de projetos, iniciativas e políticas a serem executadas nos quatro anos seguintes à admissão ao Programa.

Cada cidade também deve identificar uma área temática preferencial, que já seja significativa para a cultura e a economia locais. As possibilidades são: artesanato e artes folclóricas, design, cinema, gastronomia, literatura, artes midiáticas ou música.

O número de inscrições foi acima do esperado pelo MinC, que considera o resultado extremamente positivo, um reflexo do interesse dos municípios brasileiros em integrarem a Rede de Cidades Criativas da Unesco. O processo de seleção é dividido em duas fases: verificação da documentação e avaliação de formulários. A primeira fase, de caráter eliminatório, irá averiguar se as cidades que se inscreveram enviaram toda a documentação solicitada no edital. Caso haja irregularidades, a candidatura será desclassificada. Já a avaliação dos formulários leva em consideração a proposta apresentada. As cinco candidaturas melhor avaliadas receberão consultoria do MinC para a elaboração do dossiê.

Além de auxiliar na elaboração da candidatura, o edital visa estimular a elaboração de planos de desenvolvimento que impulsionem a economia criativa nos municípios brasileiros, tenham a cultura como base e contribuam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) previstos na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

Atualmente, 180 cidades de 72 países fazem parte da Rede, sendo oito do Brasil: Belém (PA), Florianópolis (SC) e Paraty (RJ), no campo da gastronomia; Brasília (DF) e Curitiba (PR), no do design; João Pessoa (PB), em artesanato e artes folclóricas; Salvador (BA), na música; e Santos (SP), em cinema. A próxima seleção ocorrerá em 2019.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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MinC apoia candidatos brasileiros a Cidade Criativa da Unesco

14.8.2018 – 9:50

Começam nesta quarta-feira (15) as inscrições para o edital que selecionará cinco cidades brasileiras para receber apoio técnico à candidatura ao título de cidade criativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Cada cidade deve identificar a área temática preferencial, dentro das seguintes categorias: artesanato e artes folclóricas, design, cinema, gastronomia, literatura, artes midiáticas ou música. As inscrições estarão abertas até 30 de agosto.

Podem participar do edital os mais de 2,6 mil municípios brasileiros que aderiram ao Sistema Nacional de Cultura (SNC) – instrumento de gestão compartilhada de políticas públicas de cultura adotado pelo Ministério da Cultura (MinC) – e que já desenvolvam ou pretendam desenvolver ações nas quais a criatividade seja vetor de desenvolvimento urbano sustentável e que ainda não integrem a rede de cidades criativas da Unesco.

Além da elaboração da candidatura, o edital visa estimular a elaboração de planos de desenvolvimento que impulsionem a economia criativa, tenham a cultura como base e que contribuam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) previstos na Agenda 2030 da ONU.

Atualmente, 180 cidades de 72 países fazem parte da Rede de Cidades Criativas, oito delas no Brasil: Belém (PA), Florianópolis (SC) e Paraty (RJ), no campo da gastronomia; Brasília (DF) e Curitiba (PR), no do design; João Pessoa (PB), em artesanato e artes folclóricas; Salvador (BA), na música; e Santos (SP), no cinema.

 

Rede de Cidades Criativas

O programa da Unesco tem o objetivo de promover a cooperação internacional entre cidades que investem na cultura e na criatividade como fatores de estímulo ao desenvolvimento sustentável. Para integrar a rede, a cidade deve preparar um dossiê, que passará por processo de seleção realizado pela Comissão de Avaliação da Unesco.

A candidatura deve demonstrar, de forma clara e prática, a disposição, o compromisso e a capacidade da localidade em contribuir com os compromissos da Rede. Deve apresentar um plano de ação realístico, incluindo detalhamento de projetos, iniciativas e políticas a serem executadas nos quatro anos seguintes à admissão ao Programa.

A Rede de Cidades Criativas da Unesco foi criada em 2004. Na prática, as participantes assumem o compromisso de compartilhar experiências e conhecimento entre si; de desenvolver parcerias com os setores público, privado e a sociedade civil; fomentar programas e redes de intercâmbio profissional e artístico; e de realizar estudos, pesquisas e criar meios de divulgação que ampliem o conhecimento sobre a Rede e suas atividades.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação / Ministério da Cultura

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