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2º censo da indústria de games vai mapear o mundo digital

O questionário do segundo censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais já está disponível na internet. Em projeto financiado pelo Ministério da Cultura (MinC), o censo vai captar informações dos agentes que desenvolvem jogos eletrônicos no Brasil, seja como atividade principal ou secundária. Profissionais autônomos ou vinculados a empresas que mantenham outras atividades na indústria de jogos também poderão participar. É só acessar o endereço https://2ocensogamesbr.questionpro.eu/.

As respostas são confidenciais e os dados da pesquisa serão utilizados apenas para o desenvolvimento de políticas públicas e de pesquisas acadêmicas. A divulgação das informações sempre manterá o anonimato do respondente. 

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, destacou que o censo irá subsidiar a criação de políticas públicas voltadas para o setor de games. “Esse levantamento é fundamental para que possamos ter uma compreensão maior do mercado de games no Brasil. Isso nos permitirá desenvolver políticas de fomento e apoio voltadas para as necessidades deste setor, que tem um imenso potencial de crescimento”, afirma.

Atualização

O primeiro estudo do mercado dos jogos digitais foi realizado em 2013 e teve os resultados divulgados em março de 2014. De acordo com Luiz Ojima Sakuda, coordenador do trabalho, a novidade deste novo censo é a ampliação do escopo da pesquisa.

“Nesta edição, além dos desenvolvedores de jogos, também serão incluídos outros atores da indústria de jogos digitais, como empresas com outras atividades que trabalhem com animação ou produção de softwares, por exemplo. Também poderão contribuir com a pesquisa os envolvidos em atividades de apoio ao desenvolvimento de jogos, como sonorização, localização, monetização e consultorias, bem como outros segmentos da indústria ligados ao publishing, à distribuição, ao varejo e à mídia”, explica.

O setor de jogos eletrônicos integra a economia criativa e se apresenta como um dos setores mais dinâmicos e capazes de contribuir para o desenvolvimento econômico e social do País. Nesse contexto, o mapeamento setorial das cadeias produtivas de games e jogos digitais constitui ferramenta fundamental para o estabelecimento de novas estratégias de desenvolvimento do setor.

Entre os anos de 2013 e 2016, o segmento experimentou um aumento das exportações superior a 625%, gerando US$ 17,4 milhões, segundo dados do Projeto Setorial de Exportação Brazilian Game Developers.

Para a diretora do Departamento de Estratégia Produtiva da Secretaria da Economia da Cultura do MinC, Ana Letícia Fialho, a atualização do censo é importante, uma vez que algumas iniciativas públicas e a própria dinâmica do setor alteraram o perfil da indústria e as suas demandas. “De um modo geral, os dados do censo possibilitam a criação de ações públicas convergentes, a promoção e acesso ao mercado internacional e o fortalecimento da competitividade do setor”, esclarece.

Fonte: ASCOM MinC

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Consulta pública debate reserva de assentos para deficientes

Os Ministérios da Cultura (MinC) e dos Direitos Humanos (MDH) e a Casa Civil da Presidência da República promovem Consulta Pública sobre regulamentação para reserva de espaços e assentos em teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares para pessoas com deficiência.

Interessados em contribuir com o debate devem enviar sugestões, até 14 de maio, para o endereço eletrônico pessoacomdeficiencia@mdh.gov.br. A minuta do decreto de regulamentação está disponível neste link.

De acordo com a proposta da minuta do decreto, edificações com capacidade de até mil pessoas devem disponibilizar 2% de espaços para pessoas em cadeiras de rodas e 2% de assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com garantia de, no mínimo, um espaço, nos dois casos.

Já nas edificações com capacidade acima de mil lugares, devem ser reservados 20 espaços para pessoas com cadeira de rodas e 20 assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, mais um por cento do que exceder mil lugares, nos dois casos.

A proposta prevê, ainda, que 50% dos assentos reservados para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida sejam adaptados ao uso por pessoa obesa, conforme Norma Técnica de Acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e que as áreas de acesso aos artistas sejam acessíveis a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

Além disso, para obterem financiamento público, as salas de espetáculo deverão dispor de sistema de sonorização assistida, de meios eletrônicos para uso de legenda em tempo real ou e de audiodescrição e presença física de intérprete de Libras e de guias-intérpretes, com a projeção em tela da imagem do intérprete sempre que a distância não permitir sua visualização direta.

Outra determinação do decreto é que os pontos físicos e os sítios eletrônicos de venda de ingressos e de divulgação do evento deverão ser acessíveis a pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida e conter informações sobre os recursos de acessibilidade disponíveis nos eventos.

Acesso rápido Minuta do decreto de regulamentação

ASCOM MinC

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MinC, Abragames e UFRGS lançam curso gratuito de jogos

O curso “O setor de games no Brasil: dicas e desafios para empreendedores”, que oferece capacitação gratuitamente para o mercado de jogos eletrônicos, já está disponível na internet. A iniciativa é resultado de parceria do Ministério da Cultura com a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e o Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NECCULT-UFRGS). As inscrições podem ser feitas a qualquer momento, na plataforma de cursos on-line Lúmina (https://lumina.ufrgs.br/login/signup.php), da UFRGS.

Com duração total de 30 horas, as aulas oferecem conteúdo em vídeos e textos, no formato de educação a distância. Esse é o segundo de uma série de três cursos, concebida a partir de debates da edição de 2017 do Brazil’s Independent Game Festival (BIG Festival), maior festival de jogos independentes da América Latina.

A ideia é oferecer aos desenvolvedores as melhores possibilidades de se inserir e sobreviver no mercado de jogos eletrônicos. Há três eixos: finanças, relacionamentos com parceiros e aspectos legais.

O curso apresenta um panorama das opções de financiamento para o desenvolvimento de games e de como obter renda na atividade. Além disso, oferece dicas para o relacionamento com outros atores do mercado, tais como agentes, parceiros e publishers. Trata, ainda, dos cuidados legais que se deve ter nas etapas de contrato, alfândega e licenciamento. Por fim, aborda os aprendizados com casos bem e malsucedidos.

Outros cursos

O primeiro curso, ainda disponível ao público − “Setor de games: panoramas, carreiras e oportunidades” −, foi concebido tanto para iniciantes quanto para quem já dispõe de informações sobre o mercado de jogos.

Com cinco aulas, o primeiro curso oferece uma análise inicial do setor, sua importância na economia criativa, nas estruturas das desenvolvedoras independentes e na articulação de comunidades para permitir um crescimento conjunto do setor. Também mostra quais são as possíveis áreas de atuação dentro do mercado de games: roteirista, programador e designer, entre outras.

Até junho, deverá ser lançado o terceiro curso − “Internacionalização no setor de games” −, que apresentará oportunidades de atuação internacional e a rede de apoio já estruturada para ajudar os desenvolvedores nessa nova etapa de negócios.

O BIG Festival 2018 será realizado de 23 de junho a 1º de julho, simultaneamente nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Em São Paulo, no dia 26, haverá uma solenidade de entrega de certificados para as dez primeiras pessoas que tiverem completado os três cursos.

Desde 2009, o MinC investe em games, por meio de editais: a Agência Nacional do Cinema (Ancine) já destinou R$ 20 milhões e as Secretarias do Audiovisual e da Economia da Cultura, R$ 3 milhões.

Fonte: ASCOM MinC

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Especialização em acessibilidade cultural: inscrições prorrogadas

Incluir as pessoas com deficiência no processo de produção e circulação de bens culturais é um dos desafios do Ministério da Cultura (Foto: Escola de Gente)

O Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) prorrogaram até 22 de maio o prazo de inscrição para a III Turma do Curso de Especialização em Acessibilidade Cultural. Serão 360 horas de aula, divididas em nove meses, a partir de junho, com uma semana de aulas por mês.

O objetivo do curso é oferecer formação em acessibilidade cultural para gestores, produtores culturais e trabalhadores da área da cultura, com o objetivo de sensibilizar, estimular, capacitar e criar processos inclusivos de fruições estética, artística e cultural nas ações, gestões e políticas culturais para pessoas com deficiência, tanto como produtores quanto como plateia.

“Incluir as pessoas com deficiência no processo de produção e circulação de bens culturais é um dos desafios do Ministério da Cultura”, destaca a secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural do MinC, Débora Albuquerque. “É essencial reconhecer a produção cultural dessas pessoas, facilitar seu acesso a bens culturais, ao fazer cultural e a eventos e garantir que propostas culturais apresentadas pela Pasta contenham rubricas específicas em acessibilidade”, completa.

O curso de especialização, ressalta Débora, é um dos instrumentos para fortalecer as conquistas no campo dos direitos culturais. A atividade tem como proposta abordar políticas, programas e ações culturais, no campo das deficiências e suas especificidades, no contexto da legislação e formação nas diferentes linguagens e tecnologias de acessibilidade cultural.

Como se inscrever

As inscrições serão realizadas exclusivamente pelos Correios por meio de carta registrada. A documentação obrigatória prevista no edital deve ser enviada para a Caixa Postal 68054 – CEP: 21941-971, Av. Carlos Chagas Filho 373 – Edifício Centro de Ciências da Saúde – Bloco K – 1º andar – Cidade Universitária – Ilha do Fundão – Rio de Janeiro (RJ).

Serão oferecidas 60 vagas, sendo 05 para representantes de Pontos de Cultura devidamente certificados, 05 para produtores culturais que atuem nos ambientes culturais ou em programas e projetos de políticas culturais, 08 para representantes de instituições da sociedade civil que atuem no campo da deficiência e da cultura, 27 para servidores públicos concursados de instituições culturais públicas, 05 para docentes de Cursos de Terapia Ocupacional ou áreas afins de universidades públicas, 05 para servidores técnicos concursados da UFRJ que atuem nos ambientes culturais ou em programas e projetos de políticas culturais e 05 para o Departamento de Terapia Ocupacional da UFRJ.

Confira o novo cronograma do curso:

Inscrições: dia 28 de março de 2018 ao dia 22 de maio de 2018
Período de habilitação: de 30 de maio a 1º de junho de 2018
Comissão de seleção: de 04 a 05 de junho de 2018
Divulgação dos resultados: 06 de junho de 2018
Prazo de recursos: de 06 a 10 de junho de 2018
Resultado final: 12 de junho de 2018
Matricula para residentes do Rio de Janeiro: 05 e 06 de julho de 2018
Matriculas para residentes de outros estados: 09 de julho de 2018 (9 às 11hs)

Acesso Rápido Edital

Fonte: ASCOM MinC

2 Comentários

  1. Marcus

    Olá, haverá alguma ajuda de custo, pelo MinC, para os candidatos de outros estados?

    Responder
    • Plano Nacional de Cultura

      Prezado Marcus,

      Para mais informações sobre o edital de Especialização em acessibilidade cultural, você pode entrar em contato com a SCDC através do email atendimento.scdc@cultura.gov.br e pelo telefone (61) 2024-2759.

      Cordialmente,

      Coordenação-Geral do PNC.

      Responder

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Educação patrimonial é tema de evento em Tatuí (SP)

Como ações educativas podem auxiliar na preservação da memória coletiva? Quais são as principais estratégias no trabalho de educação patrimonial? Essas são algumas questões que a roda de conversa Patrimônio Cultural, Cidadania e Educação Patrimonial pretende abordar. Com o objetivo de apresentar as diretrizes de Educação Patrimonial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e fomentar o debate sobre o tema, o evento é realizado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico (CONDEPHAT) de Tatuí (SP), em parceria com a Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude da Prefeitura Municipal. 

Além de apresentar os princípios de Educação Patrimonial do Iphan, a roda de conversa busca refletir qual a relação da educação para a mobilização social no campo do patrimônio. A coordenadora de Educação Patrimonial do Iphan, Sônia Rampim, que será a mediadora do encontro, explica que as estratégias educativas são fundamentais para propiciar a interação social entre o poder público e os diversos atores sociais envolvidos e preocupados com a preservação da memória coletiva.

O encontro, direcionado a professores e gestores culturais do município, também será aberto aos demais interessados. Acontecerá no dia 31 de março no Centro de Artes e Esportes Unificados Fotógrafo Victor Hugo da Costa Pires e será gratuito. As inscrições devem ser feitas no dia do evento.

Serviço:
Roda de conversa Patrimônio Cultural, Cidadania e Educação Patrimonial
Data: 31 de março de 2018, sábado, 9h30
Local: Centro de Artes e Esportes Unificados Fotógrafo Victor Hugo da Costa Pires, em Tatuí (SP)

Serviço:
Roda de conversa Patrimônio Cultural, Cidadania e Educação Patrimonial
Data: 31 de março de 2018, sábado, 9h30
Local: Centro de Artes e Esportes Unificados Fotógrafo Victor Hugo da Costa Pires, em Tatuí (SP)

Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação Iphan

comunicacao@iphan.gov.br
Fernanda Pereira – fernanda.pereira@iphan.gov.br 
Yara Diniz – yara.diniz@iphan.gov.br
(61) 2024-5534 – 2024-5504
(61) 99381-7543
www.iphan.gov.br
www.facebook.com/IphanGovBr | www.twitter.com/IphanGovBr
www.youtube.com/IphanGovBr

Fonte: Iphan

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Clássicos do cinema nacional podem ser vistos gratuitamente no site da Cinemateca Brasileira

Filmes raros e considerados clássicos do cinema brasileiro podem ser assistidos gratuitamente e online no site da Cinemateca Brasileira. A instituição integra a estrutura da Secretaria do Auviovisual (SAV) do Ministério da Cultura (MinC).

Entre as películas disponíveis estão algumas protagonizadas por Grande Otelo (1915-1993), um dos maiores nomes do teatro, do cinema e da televisão brasileiros. Uma dessas produções é Também Somos Irmãos, de 1949, dirigida por José Carlos Burle. Nos papéis principais estão Otelo e Aguinaldo Camargo. Trata-se de um filme pioneiro no Brasil no que diz respeito à abordagem da discriminação racial. Conta a história de dois irmãos negros, Renato e Miro. Eles foram adotados por um homem que também cuidou de duas crianças brancas. No fim da infância, a discriminação entre os negros e os brancos se acentua por meio de constantes humilhações. Renato se submete por amar Marta, a menina branca criada com ele. Já Miro decide abandonar o lar e viver nem um morro entre criminosos.

Para assistir aos filmes, acesse o site da Cinemateca Brasileira.

Fonte: Fundação Palmares

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