Você está aqui:
Seminário debate estratégia para Núcleos de Produção Digital

Começa na tarde desta sexta-feira (17), na Cidade de Goiás (GO), o I Seminário Cinema: Formação em Rede, promovido pelo Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) em parceria com a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (MinC). O evento, que segue até domingo (19), vai discutir a formação para a linguagem audiovisual nos Institutos Federais de Educação e os resultados e projeções para os Núcleos de Produção Digital (NPDs), projeto do MinC voltado ao audiovisual. 

Parte integrante do programa Olhar Brasil, relançado pelo Ministério da Cultura em julho deste ano, os NPDs são espaços voltados à produção e à difusão do conteúdo audiovisual brasileiro. O objetivo é formar e consolidar parcerias com os estados para o desenvolvimento da atividade audiovisual, além de apoiar a produção independente, por meio do fornecimento de equipamentos adequados.

Os Núcleos incluem câmeras, lentes, cartões de memória, tripés, cases para proteção e transporte do equipamento, refletores, microfones, gravadores, softwares de edição, computadores e caixas de som. Até o momento, já foram implantados 26 NPDs em 22 unidades da Federação.

Diálogo

Um dos objetivos do seminário é promover o diálogo entre os representantes dos NPDs e o setor de formação regular, especialmente com os Institutos Federais, em função da oferta de cursos em formação tecnológica. Entre os temas a serem debatidos estão os projetos de cinema, audiovisual e educação nos Institutos Federais e a formação audiovisual nos IFs.

Durante o evento, um grupo de trabalho será formado para produzir o documento “Carta do I Seminário Cinema: Formação em Rede”. Além disso, haverá ainda apresentações de estudos de casos da Universidade Federal do Mato Grosso, do Polo Audiovisual de Cataguazes (Zona da Mata Mineira) e da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura. Além disso, uma mostra de curtas-metragens também ocorrerá durante o seminário.

Fonte: ASCOM MinC

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

Enviar arquivos

É possível colocar imagens ou outro tipo de arquivo, junto com o seu comentário. Clique no botão abaixo, para selecionar e enviar o arquivo. Você pode enviar quantas imagens forem necessárias, cada imagem será mostrada junto de seu comentário.

Em cerimônia de certificação como patrimônio do Mercosul, ministro destaca potencial turístico da Serra da Barriga
Na cerimônia de certificação da Serra da Barriga, em Alagoas, como Patrimônio Cultural do Mercosul, realizada neste sábado (11), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, afirmou que esse reconhecimento internacional vai incrementar um importante vetor de desenvolvimento da região – o turismo.
“Este é um lugar que tem todo um potencial para atrair turistas do mundo inteiro, pela sua relevância tanto no campo simbólico, como no campo histórico. Isso pode trazer desenvolvimento para a região e, sobretudo, desenvolvimento sustentável”, afirmou o ministro.
Para Sá Leitão, a partir de agora, Serra da Barriga, além de turistas, vai atrair também investimentos, com impacto positivo na geração de empregos e renda para a comunidade. Dados oficiais indicam que 1% de aumento no fluxo de turistas gera R$ 30 milhões na economia brasileira por ano.
Responsável pela gestão de Serra da Barriga, a Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), articula com as universidades Federal de Alagoas (Ufal) e Estadual de Alagoas (Uneal) um projeto para desenvolvimento do turismo no local. No próximo ano, deverá ser lançado o calendário de visitas guiadas no Parque Memorial Quilombo dos Palmares, espaço na Serra da Barriga que reproduz as edificações do período de resistência na região.
A cerimônia de certificação, neste sábado, começou com uma visita guiada ao Parque, conduzida pelo historiador Helcias Pereira, presidente do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Conepir). Autoridades e convidados também assistiram a apresentações de capoeira e afoxé e a um ritual de orixás, na Lagoa Encantada dos Negros.
Liberdade
Além do ministro da Cultura, receberam o certificado de reconhecimento da Serra da Barriga o governador de Alagoas, Renan Filho, o prefeito de União dos Palmares, Kil Freitas, e três representantes da comunidade negra: Mirian Araújo Souza Melo (religiões de matriz africana), Cláudio de Figueiredo (capoeira) e Amaro Félix Filho (quilombolas).
“O reconhecimento é um impulso para que vocês sigam trabalhando para manter vivas suas culturas e suas raízes”, destacou Gabriela Gallardo Martin, da Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul.
A Serra da Barriga foi reconhecida, em maio deste ano, como Patrimônio Cultural do Mercosul dentro da temática Cumbres, Quilombos y Palenques. A serra ocupa uma área de 28 quilômetros quadrados, em União dos Palmares (AL), e abrigou o movimento de resistência de escravos no Brasil. De 1597 a 1695, a República Livre dos Palmares abrigou cerca de 20 mil pessoas, não só negros, mas também indígenas e brancos.
O ministro da Cultura ressaltou que a Serra da Barriga representa a liberdade, que é “o maior valor que a humanidade tem”. “Vivemos hoje em um país democrático, onde há uma Constituição, livremente escrita e promulgada, que consagra a democracia, o estado de Direito e a liberdade como um valor fundamental dos brasileiros e das brasileiras”, afirmou.
Sá Leitão condenou a intolerância e a perseguição a líderes de religiões de matriz africana. “Ainda hoje, apesar de a Constituição consagrar todas as liberdades, a de expressão, a de manifestação, a religiosa, os representantes das religiões de matriz africana são perseguidos, são vítimas de intolerância”.
 
Preservação do patrimônio do Mercosul

O reconhecimento pelo Mercosul implica compromisso dos governos federal e estadual, assim como da sociedade civil, na proteção, conservação, promoção e gestão do bem. Até o momento, sete bens nacionais ou regionais foram declarados Patrimônio Cultural do Bloco. Além da Serra da Barriga, a lista inclui o Edifício sede do Mercosul, em Montevidéu, inaugurado em 30 de dezembro de 1909; a Ponte Internacional de Barão de Mauá, que liga as cidades de Jaguarão, no Rio Grande do Sul, e Rio Branco, no Uruguai; a pajada, que é uma arte que mistura música e poesia e que adquiriu grande desenvolvimento no Cone Sul; o Itinerário Cultural das Missões Jesuítas Guaranis, Moxos e Chiquitos; o chamamé, estilo musical tradicional da Argentina, e o cimarronaje cultural equatoriano, imaginário de resistência visível em práticas rituais, festivas, gastronômicas e musicais dos povos afrodescendentes do país.

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enviar arquivos

É possível colocar imagens ou outro tipo de arquivo, junto com o seu comentário. Clique no botão abaixo, para selecionar e enviar o arquivo. Você pode enviar quantas imagens forem necessárias, cada imagem será mostrada junto de seu comentário.

ANCINE assina parceria com Banco do Nordeste para atuar como agente financeiro do FSA

Christian de Castro, Fabiano Piúba, Marcos Holanda, Debora Ivanov, Inácio Arruda, Wolney Oliveira, Fernanda Farah e Alex Braga

A ANCINE, o BNDES e o Banco do Nordeste (BNB) assinaram nesta segunda, 13 de novembro, um protocolo de intenções para a celebração de contrato que concederá ao BNB o status de agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O banco foi credenciado pelo Comitê Gestor do FSA em decisão publicada no Diário Oficial da União no dia 3 de novembro. O BNB será o agente financeiro do fundo para os projetos da região do CONNE (Centro-Oeste, Norte e Nordeste).

A assinatura aconteceu durante a abertura do 3º Mercado Audiovisual do Nordeste, em solenidade com a presença da diretora-presidente em exercício da ANCINE, Debora Ivanov; do presidente do BNB, Marcos Holanda; da gerente de Cultura do BNDES, Fernanda Farah; do secretário de Cultura do Estado do Ceará, Fabiano Piúba; e do diretor da Região Nordeste do CONNE – Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte e Nordeste, Wolney Oliveira.

Wolney Oliveira abriu o evento destacando a importância da nova parceria: “Hoje é um dia histórico para o audiovisual das nossas regiões e também para o audiovisual brasileiro. Realizamos aqui um sonho, que teve início em 2011 com a criação da Lei 12.485. A referida lei destina 30% dos recursos do FSA, o que atualmente são aproximadamente 600 milhões de reais por ano, para as regiões CONNE. Então, o BNB vai passar a gerir em torno de 200 milhões de reais, a cada ano, para a produção de séries para a TV e de longas-metragens de qualquer gênero, produzidos nestas três regiões”, comemorou Wolney Oliveira.

Em sua participação, a diretora-presidente da ANCINE, Debora Ivanov, destacou a importância estratégica da regionalização para a Agência e para o Fundo Setorial do Audiovisual. Debora anunciou a presença dos dois novos diretores da ANCINE, Alex Braga e Christian de Castro, que foram prestigiar o evento. “Para a ANCINE, a regionalização é uma prioridade. A região do CONNE tem mais de 1.800 produtoras e em vários estados há uma política continuada, casada com os investimentos do FSA, com destaque para o Ceará, onde já há alguns anos temos feito um trabalho conjunto, não só no que diz respeito à produção de filmes, mas também na construção de salas de cinema. Nosso objetivo é estar mais perto de vocês. Essa parceria com o BNB foi acalentada há muito tempo”, afirmou a diretora.

A gerente de Cultura do BNDES, Fernanda Farah, chamou atenção para o potencial econômico do setor audiovisual: “O BNDES acredita muito no audiovisual, em seu poder de geração de renda e no efeito multiplicador dos empregos. Essa parceria é o caminho que estamos trilhando, fortalecendo a nossa crença de que o audiovisual é uma indústria que representa uma economia limpa, que gera empregos de qualidade e que, para nós, é o futuro, é uma nova forma de enxergar a indústria brasileira”.

Logo em seguida, Fabiano Piúba, secretário de Cultura do Estado do Ceará, após saudar a nova parceria, falou brevemente sobre as iniciativas locais de fomento ao audiovisual, como o edital estadual que este ano chega a sua 15ª edição, com investimentos de R$ 22 milhões em recursos estaduais suplementados pelo Fundo Setorial do Audiovisual no âmbito da Chamada Pública de Arranjos Regionais; do edital inédito da TVC – TV Ceará que será lançado durante o Mercado Audiovisual do Nordeste, com oportunidades para a produção de conteúdo para televisão; e dos investimentos do Programa Cinema da Cidade, que utiliza recursos do Programa Cinema Perto de Você, do FSA, e vai resultar na abertura de 20 novas salas em dez municípios do interior cearense.

O último a se pronunciar antes da assinatura do protocolo foi o presidente do Banco do Nordeste, Marcos Holanda. Ele destacou a relevância da indústria criativa na economia do século XXI: “Em um outro evento, me colocando como economista, falei que no século XXI, os empregos e as empresas estão sendo geradas muito mais no criar e muito menos no fazer. Fazer está ficando cada vez menos relevante. É irreversível. Onde a riqueza está sendo gerada no mundo é no criar. A indústria de audiovisual é muito importante dentro dessa nova indústria que se chama indústria criativa. O BNB, como banco de desenvolvimento, tem poder e importância dentro dessa indústria, que não polui, que gera empregos, que preserva cultura e que fomenta conhecimento. Tem tudo a ver esse momento e a participação do BNB no gerenciamento e na operação desse Fundo que envolve recursos substanciais”, completou.

Após assinatura, Debora Ivanov apresentou dados sobre investimentos do FSA nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste

Após a solenidade de abertura, a diretora-presidente em exercício da ANCINE, Debora Ivanov, falou sobre a descentralização de recursos no setor durante o painel “Políticas de Financiamento e Desenvolvimento para o Audiovisual”. Em sua apresentação, ela ressaltou que, desde 2013, os recursos do Fundo Setorial do Audiovisual para o CONNE cresceram 518%. Debora também fez uma comparação da evolução na distribuição de recursos regionais nos últimos anos. Em 2016, obras originais do Nordeste receberam 13,1% dos aportes do FSA – em 2010, essa participação da região era de apenas 1%.

A diretora-presidente lembrou as medidas tomadas que visam aumentar a produção regional, também por meio do Fundo. Ela citou a linha de Arranjos Regionais, que já destinou R$ 132 milhões em investimentos do FSA (67% do total) e outros R$ 110 milhões em aportes locais (64%) para projetos oriundos das três regiões (NE, N e CO). Debora lembrou que as contrapartidas nos arranjos regionais dão mais liberdade para o parceiro local realizar suas estratégias de fomento ao setor, já que, agora, também poderá investir em capacitação, produção de curtas-metragens e realização de festivais. E destacou a aprovação da participação de municípios nas Linhas de Arranjos Regionais, anteriormente limitada a estados e suas capitais.

Em sua apresentação, Debora Ivanov ainda falou sobre o saldo das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste nas Linhas de Fluxo Contínuo do FSA, nas quais, apesar da grande evolução do acesso ao fundo nos últimos anos, projetos destas regiões ainda teriam R$ 207,8 milhões de investimento a receber, para alcançar o patamar de 30% do valor total. Para dar conta desse saldo, já foram disponibilizados R$ 94 milhões para investimentos via PRODAV 02, edital que contempla carteiras de projetos de programadoras. O restante do valor será destinado a ações estratégicas definidas em estreito diálogo com representantes dessas regiões. Entre elas já está sendo analisada uma proposta de investimento em Núcleos de Desenvolvimento de menor porte para que um maior número de produtoras possa preparar seus projetos para competir no mercado.

Fonte: Ancine

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enviar arquivos

É possível colocar imagens ou outro tipo de arquivo, junto com o seu comentário. Clique no botão abaixo, para selecionar e enviar o arquivo. Você pode enviar quantas imagens forem necessárias, cada imagem será mostrada junto de seu comentário.

Cadastro de informações quilombolas

A Fundação Cultural Palmares (FCP), com o objetivo é mapear informações socioculturais, políticas, religiosas e produtivas das comunidades remanescentes de quilombo certificadas, lança o Cadastro Geral de Informações Quilombolas.

Cadastro será construído a partir das informações registradas pelas próprias comunidades em um questionário virtual, que poderá ser respondido até junho de 2018, por meio de um computador ou até mesmo de um smartphone com acesso à internet.

As informações colhidas auxiliarão a FPC a elaborar projetos estruturantes para estas comunidades, bem como ter uma visão mais abrangente da realidade de cada uma delas.

Recomendamos, por fim, que o preenchimento do questionário seja feito por uma liderança da comunidade, vinculada ou não à direção de sua associação, mas que detenha as informações necessárias. Do mesmo modo, ressaltamos que cada comunidade deve responder somente uma vez ao questionário, por isso, sugerimos fortemente que as respostas sejam revisadas com cuidado antes de serem enviadas.

Para responder o questionário, acesse o link https://goo.gl/forms/32WrwfST8rdpzhM83

Fonte: Fundação Palmares

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enviar arquivos

É possível colocar imagens ou outro tipo de arquivo, junto com o seu comentário. Clique no botão abaixo, para selecionar e enviar o arquivo. Você pode enviar quantas imagens forem necessárias, cada imagem será mostrada junto de seu comentário.

Seminário debate salvaguarda do patrimônio imaterial brasileiro

O Brasil tem 41 bens registrados que representam a singularidade e a diversidade das manifestações culturais do povo brasileiro, sendo cinco deles reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Esse resultado é consequência dos avanços da Política de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, que teve como marco à Carta de Fortaleza, elaborada há 20 anos em seminário realizado na capital cearense.

Para revisitar a trajetória da elaboração e os caminhos da implementação, bem como os avanços e futuro dessa Política, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), promove, de 8 a 11 de novembro, o II Seminário de Fortaleza – Desafios para o Fortalecimento da Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

O evento será aberto no Theatro José de Alencar com a conferência Magna de Laurent Levi-Strauss. O francês, membro do Conselho da Europa Nostra, maior ONG europeia para a salvaguarda do Patrimônio Cultural em 43 países, lembra que, quando a Carta de Fortaleza foi produzida, o Brasil estava bastante avançado em relação à maior parte da comunidade internacional. “Seis anos depois, em 2003, a Unesco publicou a Convenção para a Salvaguarda, que alcançou, desde sua consolidação, um rápido e impressionante sucesso. Ela abriu caminho para uma concepção de patrimônio cultural mais completa e ampla”, disse.

No contexto desse seminário, também ocorrerá a reunião do Centro Regional para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da América Latina (Crespial), da Unesco, com representantes de 15 países. “O Brasil se destaca no cenário mundial pela sua atuação na salvaguarda dos bens culturais imateriais. O Iphan é uma das mais longevas instituições do país e a primeira da América Latina a se dedicar à preservação do Patrimônio Cultural”, ressalta a presidente do Instituto, Kátia Bogéa.

O Seminário terá sequência com programação no Cineteatro São Luiz, com mesas redondas, debates e palestras com renomados especialistas na área do Patrimônio Imaterial. Entre eles estão alguns dos membros que organizaram o primeiro Seminário realizado há 20 anos e que participaram da elaboração da proposta técnica que resultou no atual Decreto que institui a Política de Salvaguarda.

“É muito oportuno, 20 anos depois, o Iphan realizar um novo encontro para debater a Carta de Fortaleza. Cabe agora debatermos e pensarmos nos novos desafios em torno do patrimônio imaterial no Brasil”, afirma o secretário da Cultura do Estado do Ceará, Fabiano dos Santos Piúba.

Só no Ceará, são quatro bens reconhecidos como Patrimônio Cultural em âmbito federal: o Ofício dos Mestres de Capoeira e a Roda de Capoeira, em 2008; o Teatro de Bonecos Popular do Nordeste e a Festa do Pau de Santo Antônio de Barbalha, ambos em 2015.

Organizado pelo Departamento do Patrimônio Imaterial do Iphan, o II Seminário conta com a parceria da Unesco, do Crespial, do governo do Estado, além das prefeituras e secretarias de culturas do Ceará, de Fortaleza, de Aracati e do Crato.

Serviço:
II Seminário de Fortaleza
Abertura: 08/11/2017
Conferência Magna do Laurent Levi-Strauss
Horário: 18h30
Local: Theatro José de Alencar

Palestras: 09 a 11/11/2017
Horários: de 8h as 18h
Local: Cineteatro São Luiz

Fonte: Iphan e MinC

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enviar arquivos

É possível colocar imagens ou outro tipo de arquivo, junto com o seu comentário. Clique no botão abaixo, para selecionar e enviar o arquivo. Você pode enviar quantas imagens forem necessárias, cada imagem será mostrada junto de seu comentário.

Quilombolas de Tocantins são capacitados em gestão cultural
26.10.2017 – 15:15
O Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT), realiza, a partir desta quinta-feira (26), mais uma capacitação de quilombolas como gestores culturais. O curso faz parte do Programa Nacional de Formação de Gestores e Conselheiros Culturais, que tem como objetivo fortalecer o Sistema Nacional de Cultura, formando lideranças para a construção e a gestão de Sistemas Municipais de Cultura.
Na turma, que começa nesta quinta-feira (26), participarão integrantes das comunidades quilombolas do Prata, Mumbuca e Rios, todos localizados na região do Jalapão, leste do estado. Outras comunidades já vêm tendo aulas desde agosto. São eles o Quilombo de Malhadinha, de Barra do Aroeira e de Araguaína.
Segundo a coordenadora de Assistência Técnica aos Entes Federados da Secretaria de Desenvolvimento e Articulação Institucional do MinC, Luísa Galiza, houve uma grande mobilização para adaptar o conteúdo do curso para essas comunidades. “Essa iniciativa é um desmembramento do curso inicial, que foi lançado em 2010 e já formou gestores em todos os estados brasileiros. Essa experiência-piloto com comunidades quilombolas vai servir para expandir o treinamento para outros quilombos”, afirmou.
Ao todo, serão 132 horas de aula, divididas em três eixos: políticas públicas de cultura; cultura, diversidade e desenvolvimento; e planejamento e gestão pública da cultura.
Com o curso, os moradores dos quilombos podem se aproximar de ações de cultura com prefeituras, participar da formação de Planos Municipais de Cultura e criar mecanismos de valorização dos projetos culturais locais.
Texto e Fonte: Assessoria de Comunicação/Ministério da Cultura

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Enviar arquivos

É possível colocar imagens ou outro tipo de arquivo, junto com o seu comentário. Clique no botão abaixo, para selecionar e enviar o arquivo. Você pode enviar quantas imagens forem necessárias, cada imagem será mostrada junto de seu comentário.