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MinC inicia capacitação para o Prêmio Culturas Populares

Os municípios de Natal (RN), Manaus (AM), Mossoró (RN), Boa Vista (RR), São Paulo (SP), Santana de Parnaíba (SP) e Soure (PA) serão os primeiros a receber, esta semana, oficinas gratuitas do Ministério da Cultura (MinC) para auxiliar os interessados em participar da 6ª edição do Edital Culturas Populares. Não será necessária inscrição prévia. Representantes do MinC estarão à disposição do público para tirar dúvidas, apresentar o edital e orientar como devem ser feitas as inscrições. As oficinas serão ministradas nas cinco regiões do País.

O 6º Prêmio Culturas Populares: Edição Selma do Coco é a maior premiação da cultura popular em termos de valores e número de premiados, concedida pelo MinC desde 2007. Serão investidos R$ 10 milhões em 500 iniciativas que fortaleçam e contribuam para dar visibilidade a atividades culturais de todo o Brasil, como o cordel, quadrinha, maracatu, jongo, cortejo de afoxé, bumba-meu-boi, boi de mamão, entre outras.

Na edição 2018 do Edital, cada um dos premiados receberá R$ 20 mil, o dobro de 2017. As inscrições podem ser feitas até 13 de junho, pela internet, na página http://culturaspopulares.cultura.gov.br/, pelo sistema Salic, ou via postal.

O edital premiará iniciativas em cinco categorias: 200 prêmios para mestres e mestras (pessoa física); 180 para iniciativas de Grupos sem CNPJ; 70 para pessoas jurídicas sem fins lucrativos; 30 para pessoas jurídicas com ações comprovadas em acessibilidade cultural; e 20 para herdeiros de mestres e mestras já falecidos (in memoriam).

Lançado no último dia 27, em Recife (PE), a 6ª edição do Prêmio Culturas Populares homenageia a cantora pernambucana Selma Ferreira da Silva, a Selma do Coco, falecida em 2015.

Sobre o Prêmio

Nas cinco últimas edições, o Prêmio Culturas Populares contou com 9 mil inscrições e distribuiu R$ 18,7 milhões em prêmios a 1.545 mestres, grupos e entidades sem fins lucrativos, em todas as regiões do País. A premiação estava suspensa desde 2012 e foi retomada no ano passado, quando obteve número recorde de inscritos (2.862), com 500 premiados.

Na edição de 2017, foram 258 agraciados do Nordeste, 151 do Sudeste, 42 do Norte, 21 do Centro-Oeste e 28 do Sul do Brasil. Para garantir que a distribuição dos recursos seja feita de forma democrática, em 2018 serão 100 prêmios para cada região. Se uma das regiões não atingir o total de vagas existentes, as vagas restantes serão redistribuídas entre as demais regiões.

Confira locais e horários das oficinas:

Oficina em Natal/RN
Data: 10/5
Local: Teatro de Cultura Popular Chico Daniel
Endereço: R. Jundiaí, 641 – Tirol, Natal
Horário: 14h
Oficina em Manaus/ AM
Data:10/5
Local: Les Artistes Café Teatro
Endereço: Av. Sete de Setembro, 377- Centro
Horário: 17h
Oficina em Mossoró/ RN
Data:11/5
Local: Estação das Artes Elizeu Ventania
Endereço: Av. Rio Branco, S/N – Centro
Horário: 9h
Oficina em São Paulo/ SP
Data:11/5
Local: Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – Salão Nobre
Endereço: R. Mauá, 51, Bairro Luz
Horário: 14h
Oficina em Boa Vista/ RR
Data:11/5
Local: Auditório do Palácio 9 de julho
Endereço: R. General Penha Brasil, 1011 – São Francisco
Horário: 17h
Oficina em Santana do Parnaíba/ SP
Data:12/5
Local: dentro da 131ª Festa do Cururuquara
Endereço: Largo das Palmeiras, s/n. – Cururuquara
Horário: 16h
Oficina em Soure-Marajó/ PA
Data:12/5
Local: Associação Cultural Cruzeirinho
Endereço: Travessa 13, esquina com a 6ª rua
Horário: 17h

Fonte: ASCOM MinC

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Programa capacitará funcionários de bibliotecas públicas

Criado pela ONG Recode e pela Caravan Studios, com apoio do Ministério da Cultura (MinC), por intermédio do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), o Programa Conecta Biblioteca lançou edital para formação de funcionários de 108 bibliotecas públicas brasileiras. As inscrições podem ser feitas até 3 de março neste link. A convocatória visa fortalecer as habilidades dos profissionais de bibliotecas e incentivar o papel desses espaços no desenvolvimento das comunidades. 

Podem participar bibliotecas públicas estaduais ou municipais situadas em municípios com até 400 mil habitantes ou no Distrito Federal, com no mínimo três computadores voltados ao uso da comunidade e conectados à internet. Também é necessário ter cadastro atualizado junto ao SNBP e aos Sistemas Estaduais de Bibliotecas.

Os funcionários indicados pelas bibliotecas participantes receberão curso presenciais e a distância. Além disso, passarão a integrar uma rede de troca de boas práticas, ganhando visibilidade entre os principais atores desse setor no Brasil. A formação tem o objetivo de fortalecer o vínculo existente entre bibliotecas e sociedade. As atividades estarão divididas em pesquisa da comunidade, gestão participativa, estratégias de comunicação e articulação.

“A elaboração do programa Conecta Biblioteca envolveu representantes governamentais de todas as regiões do Brasil. É um processo colaborativo que identificou as demandas prioritárias para as bibliotecas, possibilitando um trabalho mais assertivo”, destaca o diretor do Departamento do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do MinC, Guilherme Relvas.

Este é o segundo ano consecutivo que o Programa Conecta Bibliotecas atua para aproximar a comunidade da biblioteca e atrair novos usuários para esses equipamentos culturais. Em 2017, o programa impactou 79 mil pessoas (direta e indiretamente) nos 86 municípios participantes de 24 estados e do Distrito Federal, por meio de 92 bibliotecas e 550 jovens voluntários.

Fonte: ASCOM MinC

1 Comentário

  1. Leandro Matte

    Bom projeto. Quem mal lê, mal fala, mal pensa.

    Responder

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Curso a distância capacita para mercado de jogos eletrônicos

O Ministério da Cultura, a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e o Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NECCULT-UFRGS), lançam, nesta quarta-feira (31), o curso O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades na modalidade de educação a distância (EAD) – o primeiro de uma série de três cursos em EAD voltados para a capacitação de futuros ou atuais profissionais do mercado de jogos eletrônicos. Os demais cursos – Dicas e desafios para empreendedores e Internacionalização no setor de games – serão lançados em fevereiro.

Gerados a partir do conteúdo dos debates da edição de 2017 do Brazil’s Independent Game Festival (BIG Festival), o maior festival de jogos independentes da América Latina, cada curso tem 30 horas. Eles estarão disponíveis gratuitamente na plataforma de cursos on-line Lúmina, da UFRGS, contarão com material de apoio e, ao final de cada um, os participantes receberão certificado da universidade gaúcha. Durante o BIG Festival 2018, entre os dias 27 e 29 de junho em São Paulo, haverá uma solenidade de entrega de certificado para as dez primeiras pessoas que completarem os três cursos.

O curso introdutório, Setor de games: panoramas, carreiras e oportunidades, pode ser feito tanto por iniciantes quanto por aqueles que já dispõem de informações sobre o mercado de jogos. As inscrições estarão abertas a partir de quarta-feira (31) e podem ser feitas neste link. Com cinco aulas, neste primeiro curso será feita uma análise inicial do setor, sua importância na economia criativa, nas estruturas das desenvolvedoras independentes e na articulação de comunidades que permitam um crescimento conjunto do setor. Foca também nas experiências dos profissionais que construíram uma carreira no setor de jogos no Brasil. A ideia é mostrar quais são as possíveis áreas de atuação dentro do mercado de games, entre as quais estão roteirista, programador e designer, entre outras.

O papel das instituições públicas no fomento do setor e no seu fortalecimento ao longo dos últimos anos também é abordado por este primeiro curso do programa. Os alunos poderão ver as orientações de especialistas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e da Spcine sobre como as pequenas desenvolvedoras de games podem obter sucesso.

O curso 2 – Dicas e desafios para empreendedores – tem três eixos principais. O primeiro trata de financiamento e monetização de games, colocando em perspectiva como arrecadar fundos e, posteriormente, como se tornar financeiramente sustentável. O segundo eixo trata das relações contratuais e com outros atores da indústria (desenvolvedoras, publicadoras) e como criar uma imagem para o estúdio desenvolvedor. O terceiro eixo discute os desafios enfrentados pelos empreendedores do setor e como contorná-los.

O curso 3 – Internacionalização no setor de games – apresenta oportunidades de atuação internacional e a rede de apoio estruturada para ajudar os desenvolvedores nessa nova etapa de negócios. Oferece uma visão geral do processo de internacionalização e mostra como o setor de games pode ser entendido nesse contexto, atentando para o projeto Brazilian Game Developer (BGD) e para as iniciativas da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimento )(Apex-Brasil) e da Ancine em parceria com a Abragames. Ademais, são discutidas possibilidades de investimento que permitem impulsionar a atuação internacional dos desenvolvedores brasileiros. Também serão apresentadas as características de potenciais mercados para expansão das empresas brasileiras, como a China e a América Latina.

Games no Brasil

O faturamento do setor de games no Brasil em 2017 foi de R$ 1,3 bilhão, segundo pesquisa realizada pelo MinC, BNDES, Abragames e BIG Festival, entre junho e julho do ano passado com 151 empresas independentes de jogos digitais. O faturamento mundial no mesmo ano foi de R$ 116 bilhões. Estima-se que em 2020 este valor chegue a US$ 143,5 bilhões – um crescimento médio de 7,3% ao ano.

A maioria das empresas de games no Brasil estão nas regiões Sudeste e Sul (78%). São Paulo concentra a maior parte dos desenvolvedores de games, seguido do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. A metade das empresas do setor (50%) já passaram de três anos de funcionamento e mais de 70% têm até cinco colaboradores. Mais da metade tem até três jogos lançados e atua tanto no mercado brasileiro quanto internacional.

Desde 2009, o MinC investe em games por meio de editais: já investiu R$ 20 milhões pela Ancine e R$ 3 milhões pelas secretaria do Audiovisual e de Economia da Cultura.

Fonte: ASCOM MinC

Acesso Rápido

Cadastro para instruções de acesso ao curso

Inscrições para o curso 1 – O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades

 

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ANCINE realiza seminário inédito na Região Norte

A programação da III Mostra do Cinema Amazonense vai muito além da exibição e debate dos filmes locais. Durante o evento, a ANCINE realiza o Seminário de Execução Financeira de Recursos Públicos e Prestação de Contas no dia 1º de dezembro. A oficina inédita em Manaus será realizada das 14h às 18h no Café Teatro, localizado no Les Artistes – Café Teatro, localizado na Av. Sete de Setembro, 377, no Centro.

Com 50 vagas, as inscrições já estão abertas, são gratuitas e devem ser feitas via internet. O público alvo são produtores audiovisuais, profissionais do setor e estudantes. Coordenador de Prestação de Contas da Superintendência de Fomento da ANCINE, Mauricio Bortoloti, será o responsável pela oficina.

O seminário tem como objetivo capacitar os profissionais amazonenses na formatação e execução de projetos audiovisuais, instruindo os agentes de mercado sobre direitos, execução de despesas para projetos audiovisuais e prestação de contas.

Pontos como a movimentação financeira das contas dos projetos; a execução financeira com o pagamento de despesas como, por exemplo, a contratação de serviços, locação em geral e compra de produtos; a documentação fiscal aceita para comprovação de recursos públicos e o trabalho de prestação serão abordados no seminário. O evento conta com o apoio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult).

Sobre a Mostra do Cinema Amazonense

Criada em 2015, a Mostra do Cinema Amazonense é um evento independente elaborado pela própria classe a partir do Fórum do Audiovisual. Desde o fim do Amazonas Film Festival, em 2012, tornou-se o principal espaço para diretores, atores e produtores do Estado apresentarem seus projetos e debaterem o rumo do setor.

Fonte: ANCINE

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CEU em Aparecida de Goiânia tem formação em mobilização social

Apresentação de bailarinas da professora Giane Aperecida de Souza, voluntária na Praça CEU Orlando Alves Carneiro. Evento em Aparecida de Goiânia reuniu representantes de onze municípios do Centro-Oeste (Foto: Divulgação/Seinfra)

26.6.2017 – 14:30

A Praça CEU do bairro Vera Cruz, em Aparecida de Goiânia (GO), chega a ficar pequena frente ao grande número de frequentadores – em média, 1.500 pessoas passam diariamente pelo local. Na última quinta-feira (22/6), a praça recebeu o 1º Encontro de Ativação Regional das Praças CEUs de 2017. O evento contou com autoridades dos ministérios da Cultura (MinC) e do Esporte (ME) e gestores de nove CEUs do estado de Goiás, entre eles o de Vera Cruz.

Durante o encontro, foram realizadas cerimônia de abertura com autoridades locais e federais, apresentações sobre mobilização social e gestão, uma dinâmica de grupo para debater os desafios das Praças CEU e uma mesa de troca de experiências.

Para o diretor de Obras e Gestão de Equipamentos Culturais da Secretaria de Infraestrutura Cultural (Seinfra) do MinC, Paulo Cesar Cid, o evento reforçou o sentimento de pertencimento da comunidade. “Sem esse sentimento, o CEU não dá certo. Felizmente isso é uma realidade no CEU de Vera Cruz, que é muito utilizado pela comunidade inclusive à noite”, destacou.

O encontro foi alimentado por um intenso fluxo de informações, em especial durante as trocas de experiências e dinâmicas de grupos. Nesse último caso, os participantes se dividiram em cinco grupos com o objetivo de elaborar plano de ação para combater um problema descrito em uma situação hipotética. A partir dos debates e dos consensos resultantes, os presentes indicaram soluções e revelaram aspectos de suas realidades locais. No centro de Vera Cruz, por exemplo, foi apontado que o caminho do sucesso é resultado da mobilização social. “O CEU é um espaço de resistência que abraça usuários e diminui problemas como o uso de drogas na região”, destacou o quilombola e instrutor do espaço, Edson Ferreira.

Os CEUs são instalados em territórios de alta vulnerabilidade social das cidades brasileiras. Assim, a promoção da cidadania envolve políticas de prevenção à violência e de inclusão digital, além de qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais e práticas culturais e esportivas. Apesar da realidade das regiões onde são instalados, pesquisa realizada pelo Ministério da Cultura indica que a violência é uma dificuldade de apenas 9% dos CEUs e a falta de envolvimento da comunidade, de 10% deles. A pesquisa foi realizada com 122 Praças CEUs inauguradas entre outubro de 2016 e abril de 2017.

Lei Rouanet

Segundo o diretor-executivo de Cultura de Aparecida de Goiânia, Redelson Tomaz da Silva, o CEU é “uma conquista dos fazedores de Cultura”. Já o representante do MinC reforçou que o espaço também pode ser beneficiado pela possibilidade de utilização da Lei Rouanet. “O financiamento por meio da Lei Rouanet pode ser feito por meio da formatação de projetos de ocupação por entidades da sociedade civil sem fins lucrativos parceiras do CEU ou pelo Grupo Gestor, se este abrir uma personalidade jurídica dessa natureza”, explicou Paulo Cid. O diretor adiantou que o MinC prevê um ciclo de capacitação on-line e um seminário nacional voltado a gestores e comunidades dos CEUs.

O 1º Encontro de Ativação Regional das Praças CEUs de 2017 integra o 3º Ciclo de Ativações Regionais das Praças CEUs do MinC. Trata-se de eventos de capacitação que irão reunir, em cada edição, representantes de CEUs de uma mesma região. A ideia é promover grandes encontros em Praças CEUs já inauguradas.

Leia Mais:

Ministério da Cultura promove encontros regionais de CEUs

Fonte e Texto: Assessoria de Comunicação/Ministério da Cultura

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